Ministro garante medidas para beneficiar setor têxtil e de confecções
O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, garantiu nesta terça-feira (7) a parlamentares e representantes do setor têxtil e de confecções que o governo está preparando uma série de medidas desonerativas que irão contrabalancear a competitividade do segmento. “As medidas serão anunciadas em breve e irão beneficiar todo o setor têxtil e de confecções”, assegurou o ministro. (Assessoria Zeca Dirceu)
O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, garantiu nesta terça-feira (7) a parlamentares e representantes do setor têxtil e de confecções que o governo está preparando uma série de medidas desonerativas que irão contrabalancear a competitividade do segmento. “As medidas serão anunciadas em breve e irão beneficiar todo o setor têxtil e de confecções”, assegurou o ministro.
A declaração foi dada a integrantes da Frente Parlamentar da Indústria Têxtil e de Confecções e representantes do setor, que se reuniram com o ministro. Na ocasião, foi entregue ao ministro uma carta conjunta onde os representantes expõem as principais ameaças do segmento e propõem ações para fortalecer a indústria têxtil e de confecção no Brasil.
O deputado Zeca Dirceu, que coordena a Frente Parlamentar no Paraná, reafirmou seu apoio na Câmara dos Deputados para aprovar legislações que beneficiem a indústria têxtil. “Estamos conseguindo cumprir um dos objetivos da criação da Frente Parlamentar, que é dar voz ao setor e fazê-lo ser ouvido pelo Governo Federal com a relevância que ele tem”, afirmou o deputado.
Participaram do encontro os deputados federais Zeca Dirceu (PT-PR), Pepe Vargas (PT-RS) e Guilherme Campos (DEM-SP); o presidente da Associação Brasileira da Indústria Têxtil (ABIT), Aguinaldo Diniz; o presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores da Indústria (CNTI), José Calixto; a presidenta da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Vestuário (CNTV), Cida Trajano; e a presidenta da Confederação Nacional dos Trabalhadores nas Indústrias do Setor Têxtil, Vestuário, Couro e Calçados (CONACCOVEST), Eunice Cabral; além de diversos empresários.
Menos empregos
Em 2010, o déficit registrado no setor foi de US$ 3,5 bilhões, contra um superávit de US$ 500 milhões registrado há cinco anos. Para 2011, com base nos dados da balança comercial do primeiro quadrimestre, o déficit será de mais de US$ 5 bilhões. Isso significa que deixarão de ser gerados mais de 200 mil postos diretos de trabalho no Brasil.
Com base neste cenário, os representantes da indústria têxtil e de confecção pediram ao governo prioridade absoluta para a agenda da competitividade e da legítima defesa comercial. “O momento requer um senso de urgência por parte do governo para que possamos superar os desafios atuais do nosso segmento”, ponderou o presidente da ABIT, Aguinaldo Diniz.
A indústria têxtil e de confecção no Brasil emprega diretamente 1,7 milhão de trabalhadores e representa o quinto maior parque produtivo têxtil e de confecções do mundo. No Paraná, são mais de 100 mil trabalhadores diretamente ligados ao setor, o que representa cerca de 15% dos postos de trabalho formais no Estado.
(Assessoria de Imprensa Zeca Dirceu)
