Na abertura da Expovest, defendi linha de crédito especial para setor têxtil
Como coordenador no Paraná da Frente Parlamentar Mista para o Desenvolvimento da Indústria Têxtil, participei, neste domingo (17) em Cianorte, da abertura da 28ª Expovest (Feira Exposição do Vestuário), que segue até esta terça-feira, dia 19. O lançamento do evento foi um sucesso de público, com a presença de várias autoridades, personalidades artísticas, imprensa especializada e comunidade.
Como coordenador no Paraná da Frente Parlamentar Mista para o Desenvolvimento da Indústria Têxtil, participei, neste domingo (17) em Cianorte, da abertura da 28ª Expovest (Feira Exposição do Vestuário), que segue até esta terça-feira, dia 19. O lançamento do evento foi um sucesso de público, com a presença de várias autoridades, personalidades artísticas, imprensa especializada e comunidade.
A Expovest já é um evento tradicional no Paraná e no Brasil, representando a força da indústria têxtil no país. Para quantificar, o evento deste ano reúne a representação de mais de 600 grifes da cidade e de outras regiões do Brasil, na divulgação e no comércio de suas coleções Primavera/Verão 2011/2012.
O evento agrega 400 lojas espalhadas entre seis shoppings atacadistas e a Rua da Moda, valendo como uma oportunidade única para conhecer e adquirir as tendências da próxima estação, dos segmentos de moda feminina, masculina, infantil, cama, mesa e banho, modinha, acessórios e jeans.
Como coordenador da Frente Parlamentar Mista para o Desenvolvimento da Indústria Têxtil, conhecida por Frente José de Alencar, tenho trabalhado, na Câmara dos Deputados, para promover este importante setor da economia, que, somente no Paraná, emprega atualmente mais de 100 mil trabalhadores.
Considero a minha participação estratégica e fundamental para o setor têxtil do Paraná. A nossa região Noroeste, em especial, abriga algumas das maiores indústrias têxteis do Estado, e este setor merece atenção especial na hora das decisões tributárias e de crédito que são tomadas aqui no Congresso Nacional.
Na minha avaliação, um dos principais desafios da Frente será reverter um déficit no setor que já chega a US$ 6 bilhões, decorrente da concorrência injusta entre os produtos fabricados no Brasil e os têxteis importados de países como China, Camboja e Bangladesh. Nossa missão, nesse sentido, será defender a indústria nacional, que gera empregos e renda aqui no Brasil e tem qualidade tão boa ou até melhor que os produtos importados.
A concorrência internacional é um dos principais fatores para a falta de competitividade do produto brasileiro no mercado. Os empresários do setor têxtil enfrentam uma quantidade enorme de subsídios oferecidos para os produtos estrangeiros e, além disso, ainda brigam pelo mercado com países que não contam com as melhores práticas ambientais, trabalhistas e sociais, como temos no Brasil.
Outra medida que tenho defendido é a criação de uma linha de crédito emergencial, especialmente para o setor têxtil, de forma a recompor o capital de giro das empresas. Sem este capital de giro, e com os preços dos insumos em trajetória de alta, muitas empresas não resistem e acabam fechando as portas, o que é péssimo para o Brasil e para o Paraná.
