{"id":9287,"date":"2010-12-22T00:00:00","date_gmt":"2010-12-22T02:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.zecadirceu.com.br\/2022\/09\/25\/sou-da-regiao-e-estou-sempre-aqui-proximo-da-populacao-diz-zeca-dirceu-em-sao-tome\/"},"modified":"2024-12-10T19:21:58","modified_gmt":"2024-12-10T22:21:58","slug":"sou-da-regiao-e-estou-sempre-aqui-proximo-da-populacao-diz-zeca-dirceu-em-sao-tome","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/sou-da-regiao-e-estou-sempre-aqui-proximo-da-populacao-diz-zeca-dirceu-em-sao-tome\/","title":{"rendered":"Pesquisa do Incra mostra que assentados t\u00eam dificuldade de acesso a cr\u00e9dito e sa\u00fade"},"content":{"rendered":"<p>Pesquisa do Incra identificou o perfil e o n&iacute;vel de satisfa&ccedil;&atilde;o das fam&iacute;lias assentadas no pa&iacute;s. A maioria dos entrevistados reclama do acesso a hospitais e postos de sa&uacute;de (56%) e da m&aacute; qualidade das estradas vicinais de acesso aos assentamentos (57%). E quase metade (48%) respondeu que n&atilde;o teve acesso aos financiamentos do Pronaf.<\/p>\n<p>A falta de assist&ecirc;ncia t&eacute;cnica, uma das exig&ecirc;ncias para conseguir o financiamento, &eacute; o principal obst&aacute;culo para obten&ccedil;&atilde;o do cr&eacute;dito. Em 2010, o or&ccedil;amento do Incra para assist&ecirc;ncia t&eacute;cnica era de R$ 300 milh&otilde;es. Por&eacute;m, caiu pela metade com o contingenciamento determinado pelo governo federal.<\/p>\n<p>Segundo o coordenador da pesquisa, C&eacute;sar Schiavon, de 25% a 30% das fam&iacute;lias n&atilde;o t&ecirc;m acesso ao cr&eacute;dito porque vivem em assentamentos novos, em fase de estrutura&ccedil;&atilde;o e sem assist&ecirc;ncia t&eacute;cnica. O processo para entrar no Pronaf leva de um a dois anos.<\/p>\n<p>Mais da metade dos entrevistados consideram que as condi&ccedil;&otilde;es de vida apresentaram melhora em compara&ccedil;&atilde;o &agrave; situa&ccedil;&atilde;o anterior nos quesitos alimenta&ccedil;&atilde;o (56,3%), educa&ccedil;&atilde;o (56,1%), moradia (55,7%), renda (55%) e sa&uacute;de (43,3%). A maioria tamb&eacute;m respondeu ter acesso &agrave; &aacute;gua (78,98%), enquanto o fornecimentos ininterrupto de energia el&eacute;trica s&oacute; est&aacute; dispon&iacute;vel para 43,86% dos entrevistados. Mas no Nordeste, 35% n&atilde;o t&ecirc;m acesso adequado ao abastecimento de &aacute;gua.<\/p>\n<p>A fossa simples &eacute; a principal forma de tratamento de esgoto, adotada por 34,3% dos assentamentos, seguida pela fossa negra (29,83%). Mas s&oacute; 1,14% dos entrevistados disp&otilde;em de rede de saneamento b&aacute;sico, enquanto 0,39% dos assentados n&atilde;o contam com nenhum tipo de tratamento.<\/p>\n<p>A pesquisa traz um perfil das fam&iacute;lias assentadas. Em geral, t&ecirc;m quatro ou mais membros, com m&eacute;dia de 20 anos de idade. Os homens s&atilde;o maioria em 53,42% delas. A escolaridade &eacute; baixa: 42,88% dos assentados s&oacute; cursaram da primeira &agrave; quarta s&eacute;ries, contra 5,23% com ensino m&eacute;dio completo e 0,51% com diploma de ensino superior. As casas t&ecirc;m mais de cinco c&ocirc;modos.<\/p>\n<p>O Incra ouviu 16,1 mil fam&iacute;lias assentadas entre 1985 e 2008, em todos os estados e no Distrito Federal.<br \/>\n&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pesquisa do Incra identificou o perfil e o n\u00edvel de satisfa\u00e7\u00e3o das fam\u00edlias assentadas no pa\u00eds. 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