{"id":9105,"date":"2010-12-15T00:00:00","date_gmt":"2010-12-15T02:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.zecadirceu.com.br\/2023\/02\/09\/combate-a-fome-tem-que-entrar-na-agenda-do-agronegocio-brasileiro-diz-zeca-dirceu\/"},"modified":"2024-12-10T19:23:00","modified_gmt":"2024-12-10T22:23:00","slug":"combate-a-fome-tem-que-entrar-na-agenda-do-agronegocio-brasileiro-diz-zeca-dirceu","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/combate-a-fome-tem-que-entrar-na-agenda-do-agronegocio-brasileiro-diz-zeca-dirceu\/","title":{"rendered":"IBGE: quest\u00f5es trabalhistas s\u00e3o principal motivo de conflito para os brasileiros"},"content":{"rendered":"<p>ivo de conflito para a popula&ccedil;&atilde;o brasileira s&atilde;o os problemas trabalhistas. Dos 12,6 milh&otilde;es de brasileiros envolvidos em algum tipo de conflito nos cinco anos que antecederam a pesquisa, 23,3% citaram motivos relacionados ao trabalho.<\/p>\n<p>Feito com pessoas de 18 anos ou mais entre setembro de 2008 e o mesmo m&ecirc;s de 2009, o levantamento mostra que os conflitos familiares e criminais foram considerados os mais graves, por 22% e 12,6% dos entrevistados, respectivamente. O total de 12,6 milh&otilde;es de brasileiros envolvidos em conflito equivale a 9,4% das pessoas nessa faixa de idade.<\/p>\n<p>De acordo com o levantamento, a maior parte dos conflitos trabalhistas foi citada por moradores da Regi&atilde;o Sudeste (24,8%). Os relacionados a quest&otilde;es familiares preocupam mais no Norte (29,9%), assim como os conflitos criminais (15,8%). Esse problema tamb&eacute;m foi citado com o conflito mais grave por 15,7% da popula&ccedil;&atilde;o do Centro-Oeste.<\/p>\n<p>Tamb&eacute;m chama aten&ccedil;&atilde;o na pesquisa o percentual de pessoas que tiveram conflito envolvendo terras e moradia nas regi&otilde;es Norte e Nordeste, 6,7% e 5,1%, respectivamente. no pa&iacute;s, a m&eacute;dia de problemas com essa situa&ccedil;&atilde;o foi de 4,8%.<\/p>\n<p>Segundo a pesquisa, 11,7 milh&otilde;es de pessoas tentaram resolver esses problemas, sendo que 5,8 milh&otilde;es (49,2%) tiveram a causa solucionada. A maior parte recorreu &agrave; a&ccedil;&atilde;o judicial formal (57,8%), al&eacute;m dos juizados de Pequenas Causas (12,4%).<\/p>\n<p>O Procon foi o &oacute;rg&atilde;o apontado com a maior participa&ccedil;&atilde;o na solu&ccedil;&atilde;o dos conflitos (69,4%). J&aacute; a a&ccedil;&atilde;o judicial normal teve o maior percentual de casos n&atilde;o solucionados (56,5%). &quot;&Eacute; preciso lembrar que o Procon tem instrumentos mais din&acirc;micos de resolu&ccedil;&atilde;o enquanto o Judici&aacute;rio envolve tr&acirc;mites mais lentos&quot;, ressaltou o coordenador da pesquisa, Cimar Azeredo.<\/p>\n<p>O tempo de solu&ccedil;&atilde;o de conflitos foi de cerca de um ano, em todas as situa&ccedil;&otilde;es, sendo que 90% dos casos foram resolvidos no Procon e 60%, no Judici&aacute;rio.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pesquisa divulgada hoje (quarta-feira, 15) pelo IBGE revela que o maior motivo de conflito para a popula\u00e7\u00e3o brasileira s\u00e3o os problemas trabalhistas. Dos 12,6 milh\u00f5es de brasileiros envolvidos em algum tipo de conflito nos cinco anos que antecederam a pesquisa, 23,3% citaram motivos relacionados ao trabalho.<\/p>\n<p>Feito com pessoas de 18 anos ou mais entre setembro de 2008 e o mesmo m\u00eas de 2009, o levantamento mostra que os conflitos familiares e criminais foram considerados os mais graves, por 22% e 12,6% dos entrevistados, respectivamente. O total de 12,6 milh\u00f5es de brasileiros envolvidos em conflito equivale a 9,4% das pessoas nessa faixa de idade.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":35381,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[1030],"class_list":["post-9105","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias-zeca-dirceu","tag-ibge"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9105","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=9105"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9105\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/media\/35381"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=9105"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=9105"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=9105"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}