{"id":8283,"date":"2010-11-14T00:00:00","date_gmt":"2010-11-14T02:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.zecadirceu.com.br\/2023\/10\/02\/zeca-dirceu-entrega-ordem-bancaria-de-35-milhoes-a-hospitais-de-umuarama\/"},"modified":"2024-12-10T19:28:56","modified_gmt":"2024-12-10T22:28:56","slug":"zeca-dirceu-entrega-ordem-bancaria-de-35-milhoes-a-hospitais-de-umuarama","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/zeca-dirceu-entrega-ordem-bancaria-de-35-milhoes-a-hospitais-de-umuarama\/","title":{"rendered":"Piscicultura est\u00e1 crescendo de forma intensa no Paran\u00e1, diz Estado do Paran\u00e1"},"content":{"rendered":"<p><strong>Piscicultura est&aacute; crescendo de forma intensa no Estado<\/p>\n<p>Cintia V&eacute;gas&nbsp;<br \/>\n<\/strong><br \/>\nA piscicultura est&aacute; crescendo de forma intensa no Paran&aacute;. De 2007 para 2009, o &iacute;ndice foi de 82%. De 22 mil toneladas de peixes cultivados de forma extrativa (artesanal), e atrav&eacute;s de aquicultura (produzidos), passou a 40 mil toneladas. S&oacute; a pesca extrativa passou de 2,6 mil para 8 mil toneladas, o que representa incremento de 193%. J&aacute; na aquicultura, a produ&ccedil;&atilde;o subiu de 20 mil para 32 mil toneladas, o que equivale a cerca de 60%.<\/p>\n<p>O ritmo acelerado verificado no Estado acompanha o que &eacute; percebido a n&iacute;vel nacional. No Brasil, a produ&ccedil;&atilde;o de pescados vem alcan&ccedil;ando &iacute;ndices de crescimento superiores a todos os outros tipos de carnes. Em territ&oacute;rio nacional, tamb&eacute;m entre 2007 e 2009, a aquicultura cresceu 44%. Enquanto isso, a produ&ccedil;&atilde;o de carnes de aves e su&iacute;nos aumentou apenas 10% e a de bovinos teve queda de 10%.<\/p>\n<p>&ldquo;Nos &uacute;ltimos anos, o governo Federal vem estimulando o cr&eacute;dito, a comercializa&ccedil;&atilde;o e o consumo no setor de pescados. Tudo isso vem gerando resultados bastante positivos&rdquo;, afirma o superintendente Federal de Pesca e Aquicultura no Paran&aacute;, Jos&eacute; Wigineski. &ldquo;Em 2007, o consumo per capita de peixes no Brasil era de 7 Kg. No ano passado, foi de 9 Kg. O recomendado pela OMS (Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial de Sa&uacute;de) s&atilde;o 12 Kg. Acredito que isto deve ser alcan&ccedil;ado muito em breve&rdquo;.<\/p>\n<p>O Paran&aacute; est&aacute; em quinto lugar no ranking nacional de produ&ccedil;&atilde;o de peixes, perdendo para o Rio Grande do Sul (maior produtor), S&atilde;o Paulo, Santa Catarina e Cear&aacute;. No Estado, existem 12.500 pessoas cadastradas como pescadores profissionais, que fazem da pesca sua principal atividade. Estas se dedicam &agrave; pesca extrativa. Outras 20 mil pessoas se dedicam &agrave; aquicultura.<\/p>\n<p>&ldquo;Os pescadores artesanais, em sua maioria, s&atilde;o de baixa renda e vivem em comunidades como a de Guaraque&ccedil;aba, no litoral. Entre os pescadores de rios, se saem melhor os que conciliam a pesca artesanal com a produ&ccedil;&atilde;o&rdquo;, comenta. &ldquo;Nos &uacute;ltimos anos, temos trabalhado no uso de &aacute;guas p&uacute;blicas para aquicultura, sendo que antigamente elas eram utilizadas apenas para produ&ccedil;&atilde;o de energia. S&oacute; na bacia do Paranapanema, est&atilde;o sendo investidos R$ 2,6 milh&otilde;es para demarca&ccedil;&atilde;o de parques aquicolas&rdquo;.<\/p>\n<p>Praticamente 80% da produ&ccedil;&atilde;o paranaense &eacute; de til&aacute;pias, 10% de pacus e 10% de outros tipos de peixes. O Minist&eacute;rio da Pesca e Aquicultura tamb&eacute;m vem planejando criar no Estado campanhas de incentivo ao consumo de pescados. &ldquo;Est&aacute; sendo planejada uma campanha para incentivar o consumo em todas as sextas-feiras e n&atilde;o apenas na Sexta-Feira Santa. Al&eacute;m disso, queremos aumentar a inclus&atilde;o do peixe na merenda escolar. Ele j&aacute; &eacute; utilizado em escolas do litoral e de muitos munic&iacute;pios da regi&atilde;o Oeste, que &eacute; o maior p&oacute;lo produtivo do Estado&rdquo;.<\/p>\n<p><strong>No interior, alguns polos de produ&ccedil;&atilde;o de peixes<br \/>\n<\/strong><br \/>\nMaring&aacute;, no noroeste do Paran&aacute;, quer se tornar um polo regional de produ&ccedil;&atilde;o de peixes. Na cidade, as pisciculturas mais antigas foram constru&iacute;das em &aacute;reas de prote&ccedil;&atilde;o ambiental e acabaram sendo fechadas pela For&ccedil;a Verde. Recentemente, o uso dos espa&ccedil;os foi regulamentado pela Secretaria de Estado do Meio Ambiente, o que deve fazer com que as cria&ccedil;&otilde;es sejam retomadas.<\/p>\n<p>&ldquo;Por muito tempo, devido ao fechamento de pisciculturas, a produ&ccedil;&atilde;o de peixes em Maring&aacute; foi bastante fraca. Agora, ficou estabelecido que os produtores que utilizarem as &aacute;reas regularizadas ter&atilde;o que compensar os danos que causarem em outros locais. Isto deve incentivar a atividade. Atualmente, temos cem produtores de peixes na cidade. Esperamos que este n&uacute;mero aumente&rdquo;, diz o diretor executivo da C&acirc;mara de Agricultura do Conselho de Desenvolvimento Econ&ocirc;mico de Maring&aacute; (Codem), Gilberto Pavanelli. <\/p>\n<p>Em parceria com o Minist&eacute;rio da Pesca e Aquicultura, deve ser constru&iacute;do em Maring&aacute; um frigor&iacute;fico municipal com capacidade de abater quinze toneladas de peixes ao dia. O estabelecimento deve custar R$ 5 milh&otilde;es e gerar pelo menos cem empregos diretos. A estimativa de Gilberto &eacute; de que os primeiros abates comecem a acontecer j&aacute; em meados do pr&oacute;ximo ano.<\/p>\n<p>&ldquo;Precisamos que os peixes produzidos em Maring&aacute; sejam abatidos na pr&oacute;pria cidade para que a margem de lucro dos produtores seja maior&rdquo;, comenta. &ldquo;A produ&ccedil;&atilde;o de peixes rende mais de R$ 1 por quilo. Este valor &eacute; superior ao de aves&rdquo;. <\/p>\n<p>O principal peixe produzido em Maring&aacute;, nos pr&oacute;ximos anos, deve ser a til&aacute;pia. Tamb&eacute;m para incentivar novos produtores, a ideia &eacute; que a prefeitura compre parte da produ&ccedil;&atilde;o, utilizando-a na merenda escolar e no restaurante popular da cidade. &ldquo;Outra inten&ccedil;&atilde;o &eacute; que parte do peixe produzido aqui (em Maring&aacute;), seja vendida a restaurantes de Miami (EUA). Temos um avi&atilde;o de carga que, uma vez por semana, traz componente eletr&ocirc;nicos de Miami. Este avi&atilde;o volta vazio aos Estados Unidos, enquanto poderia voltar levando peixes&rdquo;.<\/p>\n<p><strong>Frigor&iacute;ficos<\/strong><\/p>\n<p>A regi&atilde;o que mais t&ecirc;m frigor&iacute;ficos de peixes instalados no Paran&aacute; &eacute; a oeste, com um total de seis unidades em opera&ccedil;&atilde;o. Atualmente,tamb&eacute;m est&atilde;o sendo constru&iacute;dos estabelecimentos em Corn&eacute;lio Proc&oacute;pio e Alvorada do Sul, munic&iacute;pios do norte do Estado.<\/p>\n<p>O frigor&iacute;fico de Corn&eacute;lio, com investimento total de R$ 3 milh&otilde;es, est&aacute; em fase de conclus&atilde;o e deve ter capacidade para abater 10 toneladas de peixe ao dia. J&aacute; o de Alvorada, com investimento de R$ 1,4 milh&atilde;o s&oacute; do Minist&eacute;rio da Pesca e Aquicultura, est&aacute; em fase inicial de constru&ccedil;&atilde;o. Ele ter&aacute; capacidade para abate de 5 toneladas di&aacute;rias.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Duas boas mat\u00e9rias da rep\u00f3rter C\u00edntia Vegas no jornal &#8220;O Estado do Paran\u00e1&#8221; deste domingo, 14, que apontam o crescimento da piscicultura em todo o Estado. De 2007 para 2009, o crescimento foi de 82%. De 22 mil toneladas de peixes cultivados de forma extrativa (artesanal), e atrav\u00e9s de aquicultura (produzidos), passou a 40 mil toneladas. <\/p>\n<p>S\u00f3 a pesca extrativa passou de 2,6 mil para 8 mil toneladas, o que representa incremento de 193%. J\u00e1 na aquicultura, a produ\u00e7\u00e3o subiu de 20 mil para 32 mil toneladas, o que equivale a cerca de 60%. O Paran\u00e1 est\u00e1 em quinto lugar no ranking nacional de produ\u00e7\u00e3o de peixes, perdendo para o Rio Grande do Sul (maior produtor), S\u00e3o Paulo, Santa Catarina e Cear\u00e1. <\/p>\n<p>Leia a seguir a \u00edntegra das duas mat\u00e9rias.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":36343,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[4749],"class_list":["post-8283","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias-zeca-dirceu","tag-peixe"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8283","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=8283"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8283\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/media\/36343"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=8283"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=8283"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=8283"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}