{"id":7859,"date":"2010-11-01T00:00:00","date_gmt":"2010-11-01T02:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.zecadirceu.com.br\/2024\/03\/21\/zeca-dirceu-acompanha-alckmin-em-encontro-dos-municipios-paranaenses\/"},"modified":"2024-12-10T19:31:47","modified_gmt":"2024-12-10T22:31:47","slug":"zeca-dirceu-acompanha-alckmin-em-encontro-dos-municipios-paranaenses","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/zeca-dirceu-acompanha-alckmin-em-encontro-dos-municipios-paranaenses\/","title":{"rendered":"Dilma: a carta que Lula tirou da manga, por Tereza Cruvinel"},"content":{"rendered":"<p><strong>Dilma: a carta que Lula tirou da manga<\/p>\n<p>por Tereza Cruvinel<\/strong><\/p>\n<p>Dilma Vana Rousseff j&aacute; teve muitas vidas, muitos nomes e muitos projetos de vida. O que ela nunca imaginou &eacute; que seria a primeira mulher brasileira a conquistar, pelo voto, o mais alto cargo da Rep&uacute;blica, at&eacute; agora ocupado s&oacute; por homens. Ela foi eleita presidente com 55,5 milh&otilde;es de votos, correspondentes a 56,01% dos votos v&aacute;lidos, derrotando Jos&eacute; Serra, do PSDB, que teve 43,606 milh&otilde;es de votos, ou 43,99% do total de votos validos (com 99,56% das urnas apuradas).<\/p>\n<p>Muita gente, dentro e fora do governo, tamb&eacute;m achava que isso seria imposs&iacute;vel: embora a pol&iacute;tica tenha marcado toda a sua vida, Dilma nunca havia disputado antes uma elei&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p>&ldquo;Dilma n&atilde;o tem jogo de cintura eleitoral&rdquo;, &ldquo;Dilma &eacute; durona e carrancuda&rdquo;, &ldquo;Dilma &eacute; uma t&eacute;cnica sem carisma&rdquo;. &ldquo;Dilma n&atilde;o tem tr&acirc;nsito entre os partidos e os pol&iacute;ticos&rdquo;. Tudo isso e muito mais foi dito sobre a ent&atilde;o ministra-chefe da Casa Civil, quando, ainda em 2008, come&ccedil;ou a circular a not&iacute;cia de que o presidente Luiz In&aacute;cio Lula da Silva pensava nela como candidata a sua sucess&atilde;o.<\/p>\n<p>No segundo mandato, a aprova&ccedil;&atilde;o do governo e a popularidade do presidente Lula alcan&ccedil;aram &iacute;ndices in&eacute;ditos, e isso foi poss&iacute;vel porque, depois de ajustar as contas p&uacute;blicas no primeiro mandato, a pol&iacute;tica econ&ocirc;mica, combinada com a pol&iacute;tica de distribui&ccedil;&atilde;o de renda e os programas sociais come&ccedil;ou a produzir excelentes resultados: a economia crescia, gerava mais empregos, a renda dos mais pobres aumentava, a desigualdade diminu&iacute;a, o pa&iacute;s se tornava melhor internamente e mais respeitado l&aacute; fora. Na era Lula, cerca de 28 milh&otilde;es de pessoas deixaram a pobreza extrema e ascenderam socialmente.<\/p>\n<p>Mas esse para&iacute;so pol&iacute;tico foi precedido de um inferno zodiacal. No primeiro mandato esses resultados ainda n&atilde;o haviam aparecido. Al&eacute;m de ter feito um ajuste fiscal necess&aacute;rio, mas que atrasou a retomada do crescimento, o governo enfrentou esc&acirc;ndalos que minaram a popularidade de Lula e do PT.<\/p>\n<p>Os nomes fortes do partido, que poderiam ter sido alternativas sucess&oacute;rias para 2011, foram todos queimados nas crises do primeiro mandato. Jos&eacute; Dirceu, ex-chefe da Casa Civil, foi cassado no esc&acirc;ndalo do mensal&atilde;o, e o ex-ministro da Fazenda Antonio Palocci foi alvejado pela quebra do sigilo banc&aacute;rio do caseiro Francenildo.<\/p>\n<p>Na substitui&ccedil;&atilde;o de Dirceu, Lula surpreendeu a todos ao descartar quadros pol&iacute;ticos do PT e dos partidos aliados e convidar Dilma, ent&atilde;o ministra de Minas e Energia, de perfil eminentemente t&eacute;cnico. Lula pediu-lhe um choque de gest&atilde;o na Casa Civil e uma atua&ccedil;&atilde;o mais gerencial e menos pol&iacute;tica. Era exatamente o que ela sabia fazer.<\/p>\n<p>Mas esta n&atilde;o foi a primeira vez que Lula surpreendeu com o nome de Dilma. Ele a conhecera no Rio Grande do Sul, como secret&aacute;ria de Minas e Energia do governo do petista Ol&iacute;vio Dutra. Na montagem do primeiro minist&eacute;rio, em 2002, ele desautorizou um acordo j&aacute; fechado por seu coordenador pol&iacute;tico Jos&eacute; Dirceu com o PMDB e entregou a ela a pasta de Minas e Energia.<\/p>\n<p>Ali, Dilma trabalhou duro para evitar um novo apag&atilde;o el&eacute;trico, como o que houvera no governo de Fernando Henrique, desenvolveu o Programa Luz para Todos, planejou a constru&ccedil;&atilde;o de novas hidrel&eacute;tricas e a diversifica&ccedil;&atilde;o da matriz energ&eacute;tica brasileira. Essa din&acirc;mica &eacute; que Lula queria na Casa Civil. E Dilma n&atilde;o o decepcionou. Passou a coordenar as a&ccedil;&otilde;es de todo o governo e ganhou fama de durona.<\/p>\n<p>&ldquo;At&eacute; parece que vivemos cercadas por homens meigos e delicados&rdquo;, ironizou Dilma na &eacute;poca.<\/p>\n<p>A ministra havia brigado pela redu&ccedil;&atilde;o do super&aacute;vit fiscal para que sobrassem mais recursos para investimentos em obras de infraestrutura, que criam as bases para o crescimento de longo prazo, aquecem a economia e geram empregos. No final do primeiro mandato, j&aacute; havia dinheiro para isso e ela elaborou o Plano de Acelera&ccedil;&atilde;o do Crescimento (PAC), pedido por Lula. O programa foi lan&ccedil;ado em janeiro de 2007, nos primeiros dias do segundo mandato.<\/p>\n<p>O PAC previa investimentos de R$ 500 bilh&otilde;es em quatro anos, em grandes obras de infra-estrutura, como portos, ferrovias e hidrel&eacute;tricas, gastos com obras em favelas e o financiamento habitacional maci&ccedil;o, como o programa Minha Casa, Minha Vida.<\/p>\n<p>Foi na inaugura&ccedil;&atilde;o de obras de saneamento e habita&ccedil;&atilde;o numa favela do Rio de Janeiro, o Complexo do Alem&atilde;o, no dia 7 de mar&ccedil;o de 2008, que Lula come&ccedil;ou a escolher sua sucessora. &quot;A Dilma &eacute; uma esp&eacute;cie de m&atilde;e do PAC. &Eacute; ela que cobra, junto com o Marcio Fortes &#91;ministro das Cidades], se as obras est&atilde;o andando. e agora voc&ecirc;s tamb&eacute;m v&atilde;o ver o que &eacute; ser cobrado pela Dilma.&quot;<\/p>\n<p>Em recente entrevista &agrave; TV Brasil Internacional, Lula nos contou, no intervalo da grava&ccedil;&atilde;o, que naquele dia come&ccedil;ou a amadurecer a ideia de que Dilma poderia ser a candidata que ele n&atilde;o tinha para a sucess&atilde;o que se aproximava. A oposi&ccedil;&atilde;o tinha dois nomes fortes, A&eacute;cio Neves e Jos&eacute; Serra, ambos j&aacute; provados nas urnas. Dilma n&atilde;o tinha experi&ecirc;ncia eleitoral, mas representava uma novidade. Era mulher, pensava o presidente. Se conseguisse transferir para ela uma parte de sua imensa popularidade, poderia eleg&ecirc;-la.<\/p>\n<p>Ela surpreendeu-se com a confid&ecirc;ncia, mas n&atilde;o recusou a ideia. Dilma sabia de todas as dificuldades que seu nome enfrentaria, inclusive dentro do PT. Lula tratou disso com os dirigentes do partido. Dilma n&atilde;o era mesmo um quadro hist&oacute;rico, mas o partido tamb&eacute;m n&atilde;o tinha outro nome. Quem tinha a for&ccedil;a era Lula e sua indica&ccedil;&atilde;o foi prontamente aceita. O PT a escolheu oficialmente em fevereiro deste ano. Dilma deixou o governo, juntamente com dez ministros, em 31 de mar&ccedil;o para enfrentar a aventura eleitoral.<\/p>\n<p>Muitos nomes, muitas Dilmas<\/p>\n<p>Mas quem &eacute; esta mulher que, tendo pensando em ser bombeira ou trapezista, tendo enfrentado a pris&atilde;o e a tortura por causa de suas ideias pol&iacute;ticas, mas nunca tendo disputado uma elei&ccedil;&atilde;o, torna-se a primeira presidente do Brasil?<\/p>\n<p>Embora n&atilde;o tivesse mesmo disputado qualquer elei&ccedil;&atilde;o antes, a pol&iacute;tica sempre foi o motor da vida de Dilma. Sua atua&ccedil;&atilde;o come&ccedil;ou no movimento estudantil, no segundo grau e depois na universidade, combatendo a ditadura militar. A milit&acirc;ncia a levar&aacute; para a clandestinidade e para a pris&atilde;o. Enfrentar&aacute; a tortura nos por&otilde;es do Dops (Departamento de Ordem Pol&iacute;tica e Social) e tr&ecirc;s anos de reclus&atilde;o no Pres&iacute;dio Tiradentes.<\/p>\n<p>Tudo come&ccedil;ou em Belo Horizonte, onde ela nasceu em 14 de dezembro de 1947. Seu pai, Pedro Rousseff, foi um imigrante b&uacute;lgaro. Chegou ao Brasil nos anos 30, casou-se com uma professora chamada Dilma e tiveram tr&ecirc;s filhos, formando uma t&iacute;pica fam&iacute;lia de classe m&eacute;dia.<\/p>\n<p>Dilma, a mais velha, estudou primeiro num col&eacute;gio de freiras tradicional, o Sion, onde tomou gosto pelos livros, principalmente os de literatura. H&aacute; pouco tempo, ficou sabendo que s&oacute; ela e mais tr&ecirc;s colegas do Sion seguiram carreiras profissionais. As outras tornaram-se donas de casa, como era o costume.<\/p>\n<p>No ano de 1964, em que os militares derrubaram o presidente Jo&atilde;o Goulart, dando in&iacute;cio &agrave; ditadura, Dilma entrou para o Col&eacute;gio Estadual Central, foco da agita&ccedil;&atilde;o estudantil secundarista da capital mineira. Tr&ecirc;s anos depois passa no vestibular para economia, na UFMG, e ingressa na organiza&ccedil;&atilde;o esquerdista Polop, tornando-se uma l&iacute;der estudantil importante, culta e combativa.<\/p>\n<p>Nesse tempo aconteceram coisas importantes na vida de Dilma. Conquistou amigos que tem at&eacute; hoje, como o ex-prefeito de Belo Horizonte Fernando Pimentel, e o hoje deputado Jos&eacute; An&iacute;bal, do PSDB. Namorou com Cl&aacute;udio Galeno e com ele teve um casamento que durou pouco. A vida agitada e o mergulho que foi obrigada a dar na clandestinidade n&atilde;o ajudaram.<\/p>\n<p>Nessa &eacute;poca, a Polop se transforma em Colina &ndash; Comando de Liberta&ccedil;&atilde;o Nacional, que ir&aacute; se fundir com a Vanguarda Popular Revolucion&aacute;ria (VPR), formando a VAR-Palmares. A VAR-Palmares fez algumas a&ccedil;&otilde;es armadas contra a ditadura, mas Dilma, que atuava em estrat&eacute;gia e planejamento, n&atilde;o participou de nenhuma delas. Na campanha, entretanto, essa passagem de sua vida foi muito explorada.<\/p>\n<p>Na clandestinidade, como mandavam os manuais de seguran&ccedil;a, Dilma usou v&aacute;rios codinomes. Chamou-se Luiza, Wanda, Marina, Estela, Maria e L&uacute;cia. Separa-se de Galeno, que vai para o ex&iacute;lio, e conhece Carlos Franklin de Ara&uacute;jo, que vem a ser seu segundo marido e pai de sua filha Paula.<\/p>\n<p>Em 1970&nbsp; Dilma &eacute; presa e brutalmente torturada durante v&aacute;rias semanas. Depois &eacute; condenada a tr&ecirc;s anos de reclus&atilde;o, tempo em que passou sobretudo no Pres&iacute;dio Tiradentes, onde o marido Carlos Ara&uacute;jo tamb&eacute;m cumpria pena em outra ala. Tr&ecirc;s anos depois, ap&oacute;s serem libertados, constroem uma vida juntos no Rio Grande do Sul, onde nasce Paula, que no final do primeiro turno, dar&aacute; a Dilma seu primeiro neto, Gabriel.<\/p>\n<p>Em Porto Alegre, j&aacute; em liberdade, Dilma consegue terminar o curso de economia e a seguir cursa o mestrado. Atua, com o marido, nos movimentos pela anistia e pela redemocratiza&ccedil;&atilde;o. Ajudam a fundar no estado o PDT de Leonel Brizola.<\/p>\n<p>Em 1986, o pedetista Alceu Collares elege-se prefeito de Porto Alegre e convida Dilma para ocupar a Secretaria Municipal de Fazenda. Collares elege-se governador em 1990 e ela se torna secret&aacute;ria estadual de Minas, Energia e Comunica&ccedil;&atilde;o.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nO governo de Collares era fruto de uma alian&ccedil;a entre o PDT e o PT, que se romper&aacute; em 1994. Dilma faz ent&atilde;o a op&ccedil;&atilde;o pelo PT, filiando-se ao partido. Outra alian&ccedil;a que se rompe nessa &eacute;poca &eacute; a matrimonial. Separa-se do marido Carlos Ara&uacute;jo, embora preservem grande amizade e cumplicidade at&eacute; hoje.<\/p>\n<p>Foi como secret&aacute;ria de Minas e Energia que Dilma conheceu Lula e despertou seu interesse, valendo-lhe, mais tarde, a nomea&ccedil;&atilde;o para a pasta de&nbsp; Minas e Energia.<\/p>\n<p>Um c&acirc;ncer no caminho<\/p>\n<p>A caminhada para a Presid&ecirc;ncia n&atilde;o foi f&aacute;cil. Com a candidatura j&aacute; definida por Lula e aceita pelo PT, Dilma descobre, no inicio de 2009, que tinha um c&acirc;ncer linf&aacute;tico. O an&uacute;ncio da doen&ccedil;a, no dia 25 de abril, foi uma decis&atilde;o corajosa.<\/p>\n<p>No primeiro momento, a candidatura foi dada como invi&aacute;vel. Ela poderia n&atilde;o vencer a doen&ccedil;a e, mesmo que vencesse, o eleitorado poderia rejeitar seu nome, temendo o pior. Os m&eacute;dicos garantem chances de cura superiores a 90%. Dilma faz sess&otilde;es de quimioterapia, perde o cabelo e usa peruca por uns tempos, sem interromper a rotina de trabalho na Casa Civil. No final do ano, os m&eacute;dicos a declaram curada.<\/p>\n<p>No final de 2009, a sua sa&uacute;de vai bem e a popularidade do presidente, melhor ainda. Dilma volta a um hospital, mas agora para cuidar da imagem. O conselho fora de Lula. Ela faz uma pl&aacute;stica e reaparece em p&uacute;blico, em 2010, com a fisionomia mais jovem e descansada. Est&aacute; come&ccedil;ando a batalha eleitoral.<\/p>\n<p>Mas ela come&ccedil;a em desvantagem. Em fevereiro deste ano, tinha uma m&eacute;dia de 28% de prefer&ecirc;ncia e Jos&eacute; Serra, do PSDB, sempre mais de 40%. O primeiro empate acontece em maio deste ano, mas surge um fator inesperado, o crescimento da candidatura de Marina Silva, que trocara o PT pelo PV.<\/p>\n<p>A campanha come&ccedil;a para valer em agosto e o presidente Lula entra em campo, garantindo a transfer&ecirc;ncia de votos de que muita gente duvidava. Em 15 de maio deste ano, o instituto Vox Populi divulga a primeira pesquisa em que Dilma, com 38%, ultrapassa Jos&eacute; Serra, com 35%.<\/p>\n<p>Diferentes institutos apontam a vit&oacute;ria de Dilma no primeiro turno de 3 de outubro por mais de 50% dos votos, mas ela obt&eacute;m apenas 47% dos votos. Os analistas apontam duas causas para o segundo turno. O crescimento da candidata Marina Silva, do PV, e uma forte onda de boatos, inclusive pela internet, acusando Dilma de ser a favor do aborto e do casamento entre homossexuais. Ela perde milh&otilde;es de eleitores entre cat&oacute;licos e evang&eacute;licos.<\/p>\n<p>No segundo turno, a campanha &eacute; agressiva, os candidatos sobem o tom nos debates e o presidente Lula volta &agrave; arena eleitoral. Mas desta vez ela alcan&ccedil;a a maioria necess&aacute;ria e torna-se a primeira presidente eleita do Brasil.<br \/>\n<strong><br \/>\nTereza Cruvinel &eacute; jornalista<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Dilma Vana Rousseff j\u00e1 teve muitas vidas, muitos nomes e muitos projetos de vida. O que ela nunca imaginou \u00e9 que seria a primeira mulher brasileira a conquistar, pelo voto, o mais alto cargo da Rep\u00fablica, at\u00e9 agora ocupado s\u00f3 por homens. Ela foi eleita presidente com 55,5 milh\u00f5es de votos, correspondentes a 56,01% dos votos v\u00e1lidos, derrotando Jos\u00e9 Serra, do PSDB, que teve 43,606 milh\u00f5es de votos, ou 43,99% do total de votos validos (com 99,56% das urnas apuradas).<\/p>\n<p>Muita gente, dentro e fora do governo, tamb\u00e9m achava que isso seria imposs\u00edvel: embora a pol\u00edtica tenha marcado toda a sua vida, Dilma nunca havia disputado antes uma elei\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Trecho do artigo &#8220;Dilma: a carta que Lula tirou da manha&#8221;, de Tereza Cruvinel. Leia-o a seguir naa \u00edntegra.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":36827,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[661],"class_list":["post-7859","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias-zeca-dirceu","tag-tereza"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7859","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=7859"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7859\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/media\/36827"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=7859"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=7859"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=7859"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}