{"id":42243,"date":"2012-02-28T00:00:00","date_gmt":"2012-02-28T03:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.zecadirceu.com.br\/dados-comprovam-fortalecimento-economico-do-brasil-2\/"},"modified":"2012-02-28T00:00:00","modified_gmt":"2012-02-28T03:00:00","slug":"dados-comprovam-fortalecimento-economico-do-brasil-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/dados-comprovam-fortalecimento-economico-do-brasil-2\/","title":{"rendered":"Dados comprovam fortalecimento econ\u00f4mico do Brasil"},"content":{"rendered":"<p>O Brasil come&ccedil;a 2012 com a casa arrumada. &Eacute; esse o perfil tra&ccedil;ado pelo Minist&eacute;rio da Fazenda no relat&oacute;rio &ldquo;Economia Brasileira em Perspectiva&rdquo;, que consolida as principais vari&aacute;veis econ&ocirc;micas do Pa&iacute;s, com dados atualizados at&eacute; o in&iacute;cio de fevereiro. O documento retrata que todas as medidas fiscais e de pol&iacute;tica de c&acirc;mbio adotadas pelos governos de Lula e Dilma Rousseff frente &agrave; crise internacional &ndash; aliadas ao modelo de crescimento econ&ocirc;mico aqui desenvolvido &ndash; prepararam e fortaleceram a economia para 2012 e para os anos seguintes.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\n&ldquo;Como consequ&ecirc;ncia deste modelo de crescimento, o Brasil se tornou a 6&ordf; maior economia do mundo em 2011. Entramos em 2012 com uma taxa de c&acirc;mbio mais competitiva, taxas de juros menores, solidez fiscal e das institui&ccedil;&otilde;es financeiras, baixas taxas de desemprego, infla&ccedil;&atilde;o sob controle, elevada confian&ccedil;a dos consumidores e empres&aacute;rios, e uma forte carteira de investimentos p&uacute;blicos e privados para os pr&oacute;ximos anos em diversos setores de atividade econ&ocirc;mica&rdquo;, detalha o relat&oacute;rio.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nEnquanto o mundo se esfor&ccedil;a para conter uma crise financeira global, a economia brasileira consegue demonstrar sua capacidade de evitar que os efeitos dessa crise atinjam o Pa&iacute;s em propor&ccedil;&otilde;es semelhantes &agrave;s consequ&ecirc;ncias sentidas nos Estados Unidos e nos pa&iacute;ses europeus, que tiveram forte desacelera&ccedil;&atilde;o no n&iacute;vel de atividade econ&ocirc;mica a partir de 2008. Diferentemente, o Brasil &ndash; detalha o relat&oacute;rio &ndash; conseguiu refor&ccedil;ar seu modelo de crescimento econ&ocirc;mico em 2011 e tem a perspectiva de crescer em 2012 mais do que no ano passado.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nPara isso, diversas medidas foram tomadas: &ldquo;novas etapas do &lsquo;PAC&rsquo; e do &lsquo;Minha Casa, Minha Vida&rsquo;; amplia&ccedil;&atilde;o do Programa de Bolsa Fam&iacute;lia com o &lsquo;Brasil sem Mis&eacute;ria&rsquo;; uma nova pol&iacute;tica industrial (&lsquo;Plano Brasil Maior&rsquo;); amplia&ccedil;&atilde;o do &lsquo;Simples Nacional&rsquo; e do Microempreendedor Individual; o Programa &lsquo;Pronatec&rsquo; de qualifica&ccedil;&atilde;o t&eacute;cnico-profissional de trabalhadores; o Programa &lsquo;Crescer&rsquo; de microcr&eacute;dito produtivo orientado&rdquo;.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nAtualmente, o Pa&iacute;s exibe estat&iacute;sticas que dimensionam sua capacidade de crescimento. Adotou uma pol&iacute;tica de valoriza&ccedil;&atilde;o de longo prazo do sal&aacute;rio m&iacute;nimo que proporcionou um aumento real de 66% desde 2003, chegando a R$622,00 em janeiro de 2012. Nos &uacute;ltimos dez anos, reduziu a infla&ccedil;&atilde;o m&eacute;dia de 15% para menos de 5% ao ano; fez cair quase pela metade a d&iacute;vida p&uacute;blica em raz&atilde;o do PIB (Produto Interno Bruto); aumentou as exporta&ccedil;&otilde;es mais de cinco vezes; encolheu a pobreza em mais de 50% e experimentou um crescimento dobrado se comparado ao de d&eacute;cadas anteriores.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nPara o futuro, o governo federal estabeleceu como meta at&eacute; 2014 um crescimento m&eacute;dio da economia em 4,8% ao ano, com taxa de investimento alcan&ccedil;ando 24% do PIB. As estimativas de &oacute;rg&atilde;os internacionais apontam que o Brasil poder&aacute; ser a 5&ordf; maior pot&ecirc;ncia mundial em 2016. A perspectiva &eacute; que, at&eacute; l&aacute;, mais de 8 milh&otilde;es de trabalhadores passem por treinamento profissional e outros 16 milh&otilde;es de brasileiros saiam da pobreza extrema.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nAliada &agrave; pol&iacute;tica de valoriza&ccedil;&atilde;o do sal&aacute;rio m&iacute;nimo, o Pa&iacute;s tamb&eacute;m investiu na cria&ccedil;&atilde;o de novos postos de trabalho. A taxa de desemprego verificada em dezembro de 2011 foi a menor da hist&oacute;ria &ndash; 4,7%, contra 12,9% em mar&ccedil;o de 2002. Nesse per&iacute;odo, foram criados mais de 18 milh&otilde;es de postos de trabalhos, e a taxa de formaliza&ccedil;&atilde;o do emprego, que mede o percentual de empregados com carteira assinada sobre o total de ocupados, cresceu de 45,5% para 53,2%.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nOutro ponto detalhado no relat&oacute;rio &eacute; o foco do governo federal na amplia&ccedil;&atilde;o do ensino t&eacute;cnico e do ensino superior, sem preterir a educa&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica. O n&uacute;mero de matr&iacute;culas no ensino profissionalizante, que foi de 565 mil em 2002, chegar&aacute; a 924 mil este ano. O total de bolsas de mestrado e doutorado (Capes e CNPq) saltar&aacute; de 35 mil, em 2002, para 105 mil no pr&oacute;ximo ano.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nO Minist&eacute;rio da Fazenda detalha ainda no documento a mudan&ccedil;a da imagem do Brasil l&aacute; fora, que consolida o Pa&iacute;s como um local seguro e promissor para investimentos. O &ldquo;risco pa&iacute;s&rdquo; (EMBI+) que em 2002 alcan&ccedil;ou uma m&eacute;dia de 1.372 pontos caiu para uma m&eacute;dia de 220 pontos em janeiro deste ano. A classifica&ccedil;&atilde;o de risco (Ag&ecirc;ncia S&amp;P) que era B+ (grau especulativo) em 2002 passou a BBB (grau de investimento) no ano passado.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nO relat&oacute;rio descreve tamb&eacute;m que o Brasil passou na &uacute;ltima d&eacute;cada de devedor a credor internacional. A d&iacute;vida externa total l&iacute;quida que era de US$ 165 bilh&otilde;es em 2002 passou a US$ &ndash;79,1 bilh&otilde;es em dezembro de 2011. J&aacute; as reservas internacionais que em janeiro de 2002 que eram de US$ 36 bilh&otilde;es chegaram em janeiro de 2012 a US$ 353 bilh&otilde;es.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nSobre a taxa b&aacute;sica de juros (Selic), os dados revelam que, ap&oacute;s um ciclo de alta, houve uma queda para 10,50% ao ano, com tr&ecirc;s redu&ccedil;&otilde;es de 0,5 p.p. (pontos percentuais) em 2011 e uma redu&ccedil;&atilde;o adicional de 0,5 p.p. em janeiro &uacute;ltimo. Afora isso, o Banco Central j&aacute; sinalizou em sua &uacute;ltima ata que a Selic pode cair abaixo de 10%.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nDiante de todo esse cen&aacute;rio, o governo federal em 2012 &ndash; segundo as estimativas do Minist&eacute;rio da Fazenda &ndash; &ldquo;vai trabalhar para sustentar esse exitoso modelo de crescimento, estimulando investimentos p&uacute;blicos e privados em infraestrutura e na ind&uacute;stria, aumentando a qualifica&ccedil;&atilde;o profissional e reduzindo de modo substancial a popula&ccedil;&atilde;o em extrema pobreza e ampliando a classe m&eacute;dia e o bem-estar da popula&ccedil;&atilde;o&rdquo;.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nTarciano Ricarto \/\/ Informes &ndash; PT na C&acirc;mara<br \/>\n&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Brasil come\u00e7a 2012 com a casa arrumada. \u00c9 esse o perfil tra\u00e7ado pelo Minist\u00e9rio da Fazenda no relat\u00f3rio \u201cEconomia Brasileira em Perspectiva\u201d, que consolida as principais vari\u00e1veis econ\u00f4micas do Pa\u00eds, com dados atualizados at\u00e9 o in\u00edcio de fevereiro. 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