{"id":41930,"date":"2010-04-22T00:00:00","date_gmt":"2010-04-22T03:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.zecadirceu.com.br\/o-filho-do-ze\/"},"modified":"2010-04-22T00:00:00","modified_gmt":"2010-04-22T03:00:00","slug":"o-filho-do-ze","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/o-filho-do-ze\/","title":{"rendered":"O Filho do Z\u00e9"},"content":{"rendered":"<p>&Eacute; mo&ccedil;o bonito o Zeca Dirceu, alto e de cabelo anelado. Quando ri, lembra de longe o pai famoso e no pensar pol&iacute;tico, se houve alguma heran&ccedil;a, est&aacute; longe, muito longe do radicalismo &agrave; esquerda da juventude de Z&eacute; Dirceu e bem mais perto da concilia&ccedil;&atilde;o ampla, geral e irrestrita. Prova cabal de que novos tempos, na pr&aacute;tica pol&iacute;tica, s&atilde;o mais convincentes do que passado familiar. Pois este mo&ccedil;o bonito e bem articulado, 31 anos, eleito e reeleito prefeito de Cruzeiro do Oeste, bateu no port&atilde;o aqui de casa no final da tarde amena de sexta-feira, junto com um assessor, comeu dois peda&ccedil;os de bolo de fub&aacute; ainda quente e bebeu caf&eacute; preto com a&ccedil;&uacute;car. Veio para falar sobre a candidatura a deputado federal, obviamente pelo PT, que aconteceu no s&aacute;bado em Umuarama, e saiu j&aacute; era noite, deixando a impress&atilde;o que pretende ocupar cada vez mais espa&ccedil;o no PT no Paran&aacute;.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nFilho de uma aventura digna de cinema (um pai ex-guerrilheiro, clandestino, que veio parar em Cruzeiro do Oeste, onde se casou, fez um filho e ganhou dinheiro com uma confec&ccedil;&atilde;o de cal&ccedil;as masculinas), Zeca Dirceu revela um respeito reverencial a Z&eacute; Dirceu, a quem atribui o interesse pela pol&iacute;tica, e agradece os incentivos para se candidatar que recebeu, as verbas federais para a cidade onde se elegeu duas vezes e &agrave; pr&oacute;pria celebridade gerada pelo parentesco no Paran&aacute; e no Brasil. &ldquo;L&aacute; em Cruzeiro e na regi&atilde;o todo mundo conhecia minha hist&oacute;ria h&aacute; muito tempo e s&oacute; depois isso virou not&iacute;cia. E nunca ningu&eacute;m reclamou das verbas para a cidade&rdquo;, diz ele.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nCom apoios em 50 munic&iacute;pios do Oeste e Noroeste nesta elei&ccedil;&atilde;o para a C&acirc;mara Federal, o mo&ccedil;o bonito j&aacute; tem uma base petista na Capital e novo cargo no partido, o de rela&ccedil;&otilde;es externas, que lhe dar&aacute; oportunidade de circular por todo o Estado e por Bras&iacute;lia com muito mais freq&uuml;&ecirc;ncia. Solter&iacute;ssimo, diz que ainda n&atilde;o encontrou a mulher certa e demonstra conviv&ecirc;ncia pr&oacute;xima com as jovens prefeitas do PT no Paran&aacute;, especialmente a loura Tina Toneti, de Jacarezinho.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nA passagem clandestina de Z&eacute; Dirceu pelo Interior do Paran&aacute;, pelo jeito, rendeu-lhe mais do que esperava.<br \/>\n&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Do blog de Ruth Bolognese &#8211; www.jornale.com.br\/ruthbolognese <\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&#8220;\u00c9 mo\u00e7o bonito o Zeca Dirceu, alto e de cabelo anelado. Quando ri, lembra de longe o pai famoso e no pensar pol\u00edtico, se houve alguma heran\u00e7a, est\u00e1 longe, muito longe do radicalismo \u00e0 esquerda da juventude de Z\u00e9 Dirceu e bem mais perto da concilia\u00e7\u00e3o ampla, geral e irrestrita.&#8221;<br \/>\nTrecho da nota da colunista Ruth Bolognese.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":41929,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[1274],"class_list":["post-41930","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias-zeca-dirceu","tag-artigos"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/41930","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=41930"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/41930\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/media\/41929"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=41930"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=41930"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=41930"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}