{"id":41041,"date":"2010-06-12T00:00:00","date_gmt":"2010-06-12T03:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.zecadirceu.com.br\/temos-de-continuar-ajudando-os-mais-pobres-diz-dilma-para-a-veja\/"},"modified":"2010-06-12T00:00:00","modified_gmt":"2010-06-12T03:00:00","slug":"temos-de-continuar-ajudando-os-mais-pobres-diz-dilma-para-a-veja","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/temos-de-continuar-ajudando-os-mais-pobres-diz-dilma-para-a-veja\/","title":{"rendered":"\u201cTemos de continuar ajudando os mais pobres\u201d, diz Dilma para a Veja"},"content":{"rendered":"<p><strong>&ldquo;Temos de continuar ajudando os mais pobres&rdquo;<\/strong><\/p>\n<p>Em entrevista &agrave; revista VEJA desta semana, Dilma conta como o governo Lula conseguiu estabilizar a economia que estava descontralada em 2002 e defende a import&acirc;ncia dos programas sociais como o Bolsa Fam&iacute;lia.<\/p>\n<p><strong>A senhora tem uma vantagem clara sobre o candidato Lula na elei&ccedil;&atilde;o de 2002. Ningu&eacute;m fala agora de um &quot;Risco Dilma&quot;. Por qu&ecirc;?<\/strong><br \/>\nPrimeiro, porque n&atilde;o existe Risco Brasil. N&oacute;s nos destacamos no cen&aacute;rio mundial como uma na&ccedil;&atilde;o que tem um rumo, e esse rumo &eacute; o correto, com crescimento econ&ocirc;mico, estabilidade, institui&ccedil;&otilde;es s&oacute;lidas e democracia. O mundo v&ecirc; isso e sente que n&atilde;o ser&aacute; uma elei&ccedil;&atilde;o presidencial que vai colocar essas conquistas a perder. N&atilde;o tem &quot;Risco Dilma&quot; e n&atilde;o tem &quot;Risco Guerra&quot; (refer&ecirc;ncia ao senador S&eacute;rgio Guerra, presidente do PSDB, que em entrevista a VEJA em janeiro disse que se seu partido vencer as elei&ccedil;&otilde;es vai &quot;mexer na taxa de juros, no c&acirc;mbio e nas metas de infla&ccedil;&atilde;o&quot;). Ele falou tudo aquilo e o mercado nem se tocou. N&atilde;o aconteceu nadinha de nada.<\/p>\n<p><strong>Estamos de acordo que os alicerces dessa robustez foram lan&ccedil;ados durante os oito anos do governo Fernando Henrique Cardoso?<\/strong><br \/>\nDiscordo. Hoje n&oacute;s temos estabilidade macroecon&ocirc;mica. N&oacute;s recebemos um governo sem estabilidade, com apenas 36 bilh&otilde;es de d&oacute;lares de reservas. O endividamento do Brasil crescendo, a infla&ccedil;&atilde;o amea&ccedil;ando sair de controle, uma fragilidade externa monumental que a gente n&atilde;o podia nem mexer, o d&oacute;lar a 4 reais. Qual &eacute; o alicerce?<\/p>\n<p><strong>A autonomia operacional do Banco Central, as metas de infla&ccedil;&atilde;o, o c&acirc;mbio flutuante, a responsabilidade fiscal&#8230;<\/strong><br \/>\nN&atilde;o tem risco hoje porque n&oacute;s do governo Lula constru&iacute;mos um pa&iacute;s robusto. O que voc&ecirc;s chamavam de &quot;Risco Lula&quot; em 2002 se devia menos ao candidato do que &agrave;s condi&ccedil;&otilde;es do pa&iacute;s naquele momento. N&oacute;s recebemos do governo anterior um Brasil fr&aacute;gil. T&iacute;nhamos reservas de pouco mais de 36 bilh&otilde;es de d&oacute;lares. Hoje temos 250 bilh&otilde;es de d&oacute;lares em reservas. O presidente disse que a crise financeira mundial de 2008 era uma marola. Se voc&ecirc; comparar com o tsunami que houve nos Estados Unidos e com as ondas que ainda atingem a Europa, n&oacute;s n&atilde;o tivemos mesmo mais que uma marola. Tanto que a discuss&atilde;o agora &eacute; outra. &Eacute; discutir os 9% de crescimento.<\/p>\n<p><strong>&Eacute; ritmo de crescimento para chin&ecirc;s nenhum botar defeito. Mas &eacute; sustent&aacute;vel?<\/strong><br \/>\nO prudente para o Brasil nas condi&ccedil;&otilde;es atuais &eacute; ter um crescimento de at&eacute; 6% ao ano. Portanto, esses 9% tendem a baixar. O ritmo de crescimento tende a desacelerar-se progressivamente rumo ao patamar de 6%.<\/p>\n<p><strong>Esse valor de 6% de crescimento seria o t&atilde;o falado quanto imponder&aacute;vel PIB potencial, acima do qual a infla&ccedil;&atilde;o dispararia?<\/strong><br \/>\nN&atilde;o me sinto confort&aacute;vel com essa no&ccedil;&atilde;o de PIB potencial, mas est&aacute; mais do que provado que n&atilde;o podemos abrir m&atilde;o do controle da infla&ccedil;&atilde;o se quisermos crescimento com distribui&ccedil;&atilde;o de renda. Temos de ter uma meta inflacion&aacute;ria e persegui-la. Com infla&ccedil;&atilde;o, a renda das pessoas, em especial a das mais pobres, escoa. Controlar a infla&ccedil;&atilde;o &eacute; distribuir renda.<\/p>\n<p><strong>Qual seria a pol&iacute;tica de juros de um eventual governo Dilma?<\/strong><br \/>\nA taxa de juros real, descontada a infla&ccedil;&atilde;o, baixou muito no governo Lula. Na verdade, ela nunca foi t&atilde;o baixa quanto agora. J&aacute; foi de 20%, 15% e agora est&aacute; em 5% a 6%. &Eacute; um tremendo avan&ccedil;o. Mas d&aacute; para melhorar. A maneira de fazer isso &eacute; a redu&ccedil;&atilde;o disciplinada e sistem&aacute;tica da rela&ccedil;&atilde;o da d&iacute;vida l&iacute;quida sobre o PIB. N&oacute;s sa&iacute;mos de 60,6% em 2002 para 40,7% em 2010. A meta &eacute; chegar a 2014 com esse valor em 28%. A consequ&ecirc;ncia inexor&aacute;vel disso &eacute; a queda dram&aacute;tica da taxa de juros.<\/p>\n<p><strong>A senhora pretende manter o Bolsa Fam&iacute;lia nos moldes atuais?<\/strong><br \/>\nTemos de continuar ajudando os mais pobres. Temos de garantir que os 190 milh&otilde;es de brasileiros virem consumidores. Isso n&atilde;o &eacute; poss&iacute;vel sem programas sociais. Agora, voc&ecirc;s me digam: tem maior porta de sa&iacute;da do que o crescimento do emprego nos n&iacute;veis atuais? Tem porta de sa&iacute;da melhor do que o investimento em ensino profissionalizante? Essas s&atilde;o as melhores portas de sa&iacute;da. O Brasil tem escassez de m&atilde;o de obra em muitos setores. Cortador de cana no Nordeste est&aacute; virando soldador, oper&aacute;rio qualificado.<\/p>\n<p><strong>Por isso mesmo, ser&aacute; que n&atilde;o &eacute; hora, para o bem dos pr&oacute;prios beneficiados, de deixar que caminhem com as pr&oacute;prias pernas, que se independam do governo?<\/strong><br \/>\nAinda tem muita gente no Brasil com renda de um quarto do sal&aacute;rio m&iacute;nimo. S&atilde;o quase 19 milh&otilde;es de pessoas nessa situa&ccedil;&atilde;o. Por isso n&atilde;o podemos cortar os programas de distribui&ccedil;&atilde;o de renda.<\/p>\n<p><strong>Sob muitos pontos de vista, para um pol&iacute;tico &eacute; melhor suceder na Presid&ecirc;ncia a um antecessor fracassado do que a outro, como &eacute; o caso de Lula, que, al&eacute;m de bem-sucedido, &eacute; popular e carism&aacute;tico. Isso pesaria muito sobre seus ombros em caso de vit&oacute;ria nas elei&ccedil;&otilde;es deste ano?<\/strong><br \/>\nAcho &oacute;tima essa heran&ccedil;a. O governo do presidente Lula pertence uma parte a mim. Eu n&atilde;o sou uma pessoa que est&aacute; olhando para o governo com distanciamento. Eu n&atilde;o tenho distanciamento nenhum do governo do presidente Lula. Eu lutei para esse governo ser esse sucesso todo. Honra minha biografia ter participado desse governo e o Lula ter me honrado com a escolha como candidata. Tenho certeza de que o presidente Lula participar&aacute; do sucesso do meu governo porque ele construiu as bases para eu concorrer. Ele deu condi&ccedil;&otilde;es para que eu fa&ccedil;a uma coisa que &eacute; dific&iacute;lima: superar a n&oacute;s mesmos. O governo Dilma pode superar o governo Lula porque n&oacute;s constru&iacute;mos um alicerce para isso acontecer. O meu projeto &eacute; o dele. E o dele &eacute; o meu.<\/p>\n<p><strong>Seu aliado, o PMDB, sempre impediu que a reforma pol&iacute;tica andasse. Por que com a senhora seria diferente?<\/strong><br \/>\nJ&aacute; foi diferente com o Lula, embora muita gente insista em negar essa realidade. O que caracteriza o governo Lula foi ter constru&iacute;do uma alian&ccedil;a em torno da governabilidade e de projetos. Os ministros do PMDB demonstraram a mesma dedica&ccedil;&atilde;o aos projetos que os ministros do nosso partido.<\/p>\n<p><strong>Falando em aliados, como a senhora lidaria com Hugo Ch&aacute;vez, o venezuelano que ignora os princ&iacute;pios democr&aacute;ticos b&aacute;sicos?<\/strong><br \/>\nN&atilde;o &eacute; preciso concordar com as pr&aacute;ticas dele, mas n&atilde;o podemos interferir diretamente no que ele est&aacute; fazendo. O Brasil &eacute; um modelo de pa&iacute;s que respeita a liberdade de imprensa, que respeita empresas, que respeita contratos, que defende e aprimora a democracia. Tenho certeza de que nosso modelo acabar&aacute; influenciando positivamente nossos vizinhos e aliados. O Brasil pode dar o exemplo pelo di&aacute;logo e pelo respeito. O que n&atilde;o pode fazer &eacute; impor.<\/p>\n<p><strong>Como a senhora avalia o epis&oacute;dio recente do pedido de demiss&atilde;o do jornalista que, a servi&ccedil;o de seu partido, contratou arapongas para espionar advers&aacute;rios e at&eacute; aliados?<\/strong><br \/>\n&Eacute; muito dif&iacute;cil essa conversa. &Eacute; um assunto que girou em torno de documentos que ningu&eacute;m viu nem sequer sabe se existem e de uma coisa que nunca chegou a se concretizar. Por isso prefiro concentrar minha resposta sobre a linha de conduta geral da campanha. Na minha campanha, n&atilde;o vou admitir nenhuma pr&aacute;tica que n&atilde;o respeite o advers&aacute;rio, que n&atilde;o tenha princ&iacute;pios &eacute;ticos claros e que n&atilde;o honre o fato de termos o governo com a maior aprova&ccedil;&atilde;o da hist&oacute;ria recente deste pa&iacute;s. A minha decis&atilde;o &eacute; manter uma campanha de alto n&iacute;vel.<\/p>\n<p><strong>De tanto cumprir cadeia pol&iacute;tica durante a ditadura Vargas, o grande escritor Graciliano Ramos, um tipo depressivo, saiu-se com essa: &quot;&Eacute;-me indiferente estar preso ou solto&quot;. A senhora chegou a ter um sentimento parecido?<\/strong><br \/>\nN&atilde;o. Nos c&aacute;rceres da ditadura militar, sempre ansiei pela liberdade. Mas entendo bem a que o Graciliano se refere. Existe a figura do preso velho, conhecedor dos caminhos dentro da cadeia. Isso d&aacute; uma certa sensa&ccedil;&atilde;o de controle que, ao final da minha pena de tr&ecirc;s anos, tornava a pris&atilde;o menos insuport&aacute;vel. Eu tinha um esconderijo de livros e, com a ajuda do dentista da penitenci&aacute;ria, trocava bilhetes com meu marido, preso na ala masculina. Cont&aacute;vamos com algumas boas almas entre os carcereiros, e o capel&atilde;o militar deu-me uma B&iacute;blia, que, para passar pela fresta da porta da cela, teve sua capa arrancada. Um sargento detonou, sem querer, uma bomba de g&aacute;s lacrimog&ecirc;neo perto das celas e abriram um inqu&eacute;rito para apurar responsabilidades. N&oacute;s, as presas, sab&iacute;amos quem era o culpado, mas decidimos n&atilde;o identific&aacute;-lo. Com isso ca&iacute;mos nas gra&ccedil;as dos sargentos. Enfim, o preso velho come&ccedil;a a acomodar seus ossos naquele ambiente.<\/p>\n<p><strong>Em situa&ccedil;&otilde;es extremas as pessoas costumam ter rea&ccedil;&otilde;es inesperadas. Quem era forte revela-se um fraco. O fr&aacute;gil se transforma em valente. A senhora se viu na cadeia, sob tortura, tendo rea&ccedil;&otilde;es surpreendentes?<\/strong><br \/>\n&Eacute; um pouco mais complexo do que voc&ecirc; imagina. Depende muito do seu momento. A mesma pessoa pode estar forte um dia e em outro desabar &ndash; ou estar entregue e, de repente, encontrar for&ccedil;as descomunais que n&atilde;o sabia possuir. &Eacute; o momento que manda, e voc&ecirc; n&atilde;o manda no seu momento.<\/p>\n<p><strong>A sua op&ccedil;&atilde;o pela luta armada na juventude vai ser um assunto da campanha eleitoral. As pessoas querem saber se a senhora deu tiros, explodiu bombas ou sequestrou.<\/strong><br \/>\nEstou pronta para esse debate. Pertenci a organiza&ccedil;&otilde;es pol&iacute;ticas que praticaram esses atos. Mas eu jamais me envolvi pessoalmente em alguma a&ccedil;&atilde;o violenta. Minha fun&ccedil;&atilde;o era de retaguarda. Os processos militares que resultaram em minha condena&ccedil;&atilde;o mostram isso com clareza. Nunca fui processada por a&ccedil;&otilde;es armadas. Tenho muito orgulho de ter combatido a ditadura do primeiro ao &uacute;ltimo dia. A ditadura foi muito ruim. Cassaram os partidos pol&iacute;ticos, fecharam &oacute;rg&atilde;os de imprensa, criaram mecanismos de censura, torturaram&#8230; Mas o pior de tudo &eacute; que tiraram a esperan&ccedil;a da minha gera&ccedil;&atilde;o. Quem tinha 15 ou 16 anos de idade quando foi dado o golpe de 64 n&atilde;o enxergava o fim do t&uacute;nel. De um jovem cheio de energia e sem esperan&ccedil;a podem-se esperar rea&ccedil;&otilde;es radicais.<\/p>\n<p><strong>&Eacute; f&aacute;cil falar vendo o filme de tr&aacute;s para a frente, mas hoje parece indiscut&iacute;vel que o pessoal da luta armada n&atilde;o queria a volta da democracia, mas apenas trocar uma ditadura de direita por outra de esquerda. A senhora tinha consci&ecirc;ncia disso?<\/strong><br \/>\nOlha aqui, no meio da luta essas coisas nunca ficavam claras. O objetivo priorit&aacute;rio era nos livrar da ditadura, e lutamos embalados por um sentimento de justi&ccedil;a, de querer melhorar a vida dos brasileiros. Foi um per&iacute;odo hist&oacute;rico marcante em todo o mundo. Os jovens franceses estavam nas barricadas de maio de 68. Jovens americanos morriam baleados pela pol&iacute;cia nos c&acirc;mpus universit&aacute;rios em protesto contra a Guerra do Vietn&atilde;, a mais impopular das guerras dos Estados Unidos, um conflito que aos nossos olhos tinha uma pot&ecirc;ncia tecnomilitar agressora sendo derrotada por um pa&iacute;s pequenino, mas valente. Nossa simpatia com o lado mais fraco era &oacute;bvia. Depois daquela fase eu continuei lutando pela democracia no antigo MDB e no PDT. Nesse processo, eu mudei com o Brasil, mas jamais mudei de lado.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em entrevista \u00e0 revista Veja desta semana, Dilma conta como o governo Lula conseguiu estabilizar a economia que estava descontralada em 2002 e defende a import\u00e2ncia dos programas sociais como o Bolsa Fam\u00edlia.<\/p>\n<p>&#8220;A taxa de juros real, descontada a infla\u00e7\u00e3o, baixou muito no governo Lula. Na verdade, ela nunca foi t\u00e3o baixa quanto agora. J\u00e1 foi de 20%, 15% e agora est\u00e1 em 5% a 6%. \u00c9 um tremendo avan\u00e7o. Mas d\u00e1 para melhorar. A maneira de fazer isso \u00e9 a redu\u00e7\u00e3o disciplinada e sistem\u00e1tica da rela\u00e7\u00e3o da d\u00edvida l\u00edquida sobre o PIB. N\u00f3s sa\u00edmos de 60,6% em 2002 para 40,7% em 2010. A meta \u00e9 chegar a 2014 com esse valor em 28%. A consequ\u00eancia inexor\u00e1vel disso \u00e9 a queda dram\u00e1tica da taxa de juros&#8221;, responde Dillma sobre a pol\u00edtica de juros no pr\u00f3ximo governo do PT.<\/p>\n<p>Leia a seguir a \u00edntegra da entrevista.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":41040,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[601],"class_list":["post-41041","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias-zeca-dirceu","tag-dilma"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/41041","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=41041"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/41041\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/media\/41040"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=41041"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=41041"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=41041"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}