{"id":40567,"date":"2010-07-01T00:00:00","date_gmt":"2010-07-01T03:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.zecadirceu.com.br\/sistema-de-r-100-milhoes-vai-monitorar-qualidade-da-agua-dos-principais-rios-do-brasil\/"},"modified":"2010-07-01T00:00:00","modified_gmt":"2010-07-01T03:00:00","slug":"sistema-de-r-100-milhoes-vai-monitorar-qualidade-da-agua-dos-principais-rios-do-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/sistema-de-r-100-milhoes-vai-monitorar-qualidade-da-agua-dos-principais-rios-do-brasil\/","title":{"rendered":"Sistema de R$ 100 milh\u00f5es vai monitorar qualidade da \u00e1gua dos principais rios do Brasil"},"content":{"rendered":"<p>A Ag&ecirc;ncia Nacional de &Aacute;guas (ANA) pretende implantar em todo o pa&iacute;s, at&eacute; 2015, um sistema padronizado de avalia&ccedil;&atilde;o e monitoramento das &aacute;guas. Com isso, ter&aacute; condi&ccedil;&otilde;es de informar &agrave; sociedade o n&iacute;vel e o tipo de polui&ccedil;&atilde;o das &aacute;guas dos principais rios brasileiros. A avalia&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m vai ajudar os governos federal e estaduais a identificar prioridades para as pol&iacute;ticas p&uacute;blicas.<\/p>\n<p>Ser&atilde;o investidos quase R$ 100 milh&otilde;es no sistema, por meio do Programa Nacional de Avalia&ccedil;&atilde;o da Qualidade das &Aacute;guas (PNQA). De acordo com o especialista em recursos h&iacute;dricos da ANA Paulo Lib&acirc;nio, ser&atilde;o gastos R$ 87 milh&otilde;es com a implanta&ccedil;&atilde;o das redes de monitoramento e com o apoio &agrave;s redes j&aacute; existentes.<\/p>\n<p>Ele explicou que laborat&oacute;rios ser&atilde;o montados no &acirc;mbito de um trabalho de capacita&ccedil;&atilde;o de t&eacute;cnicos nos estados. &ldquo;Ser&atilde;o investidos mais R$ 4,8 milh&otilde;es para equipar os estados e R$ 2,9 milh&otilde;es para divulgar e tornar essas informa&ccedil;&otilde;es acess&iacute;veis ao p&uacute;blico&rdquo;, disse Lib&acirc;nio ap&oacute;s o lan&ccedil;amento do PNQA, hoje (30) em Brasilia. &ldquo;Nosso objetivo vai al&eacute;m do monitoramento. Com as avalia&ccedil;&otilde;es que ser&atilde;o feitas, transformaremos dados em informa&ccedil;&otilde;es e as informa&ccedil;&otilde;es em conhecimento&rdquo;.<\/p>\n<p>A maior parte dos recursos vir&aacute; do Or&ccedil;amento Geral da Uni&atilde;o. Outra parte tem, como origem, acordos de coopera&ccedil;&atilde;o t&eacute;cnica com organismos internacionais, entre eles, o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).<\/p>\n<p>De acordo com o t&eacute;cnico da ANA, esse tipo de avalia&ccedil;&atilde;o das &aacute;guas j&aacute; &eacute; feito &ldquo;de forma competente&rdquo; em 18 estados, &ldquo;mas falta a participa&ccedil;&atilde;o de nove estados. A maioria fica na Regi&atilde;o Norte, onde h&aacute; poucos problemas com a qualidade da &aacute;gua&rdquo;, disse Lib&acirc;nio, referindo-se ao Amazonas, Par&aacute;, Acre, Amap&aacute;, Maranh&atilde;o, Piau&iacute;, a Roraima, Rond&ocirc;nia e Santa Catarina.<\/p>\n<p>Al&eacute;m de incluir esses estados na rede, ser&atilde;o estabelecidos crit&eacute;rios padronizados de monitoramento, o que facilitar&aacute; a compreens&atilde;o contextualizada e comparativa das informa&ccedil;&otilde;es obtidas. &ldquo;Faltam par&acirc;metros para que tenhamos uma vis&atilde;o nacional &#91;sobre a qualidade da &aacute;gua dos rios brasileiros]&rdquo;, afirmou Lib&acirc;nio.<\/p>\n<p>Segundo ele, &eacute; poss&iacute;vel que o prazo para a implanta&ccedil;&atilde;o dessa rede em todo o territ&oacute;rio nacional, inicialmente previsto para terminar em 2015, seja antecipado caso os estados aproveitem uma ferramenta lan&ccedil;ada hoje pela ANA. &ldquo;O Portal da Qualidade das &Aacute;guas consolidar&aacute; as informa&ccedil;&otilde;es dispon&iacute;veis em 3,3 mil esta&ccedil;&otilde;es de monitoramento. Oferecer&aacute; mapas, par&acirc;metros monitorados, informa&ccedil;&otilde;es sobre o &iacute;ndice de qualidade de rios, capacidade de absor&ccedil;&atilde;o de carga org&acirc;nica, al&eacute;m de permitir o interc&acirc;mbio de conhecimentos, podendo ser utilizado inclusive por pesquisadores das universidades&rdquo;.<\/p>\n<p>&ldquo;Al&eacute;m do poder p&uacute;blico, nosso p&uacute;blico alvo &eacute; tamb&eacute;m a sociedade, que poder&aacute; ficar mais vigilante. Universidades e a popula&ccedil;&atilde;o em geral ter&atilde;o, no portal, condi&ccedil;&otilde;es de acessar as informa&ccedil;&otilde;es. At&eacute; porque elas est&atilde;o dispostas em um formato bastante acess&iacute;vel. Quanto ao poder p&uacute;blico, ele ter&aacute; melhores condi&ccedil;&otilde;es de definir suas pol&iacute;ticas de forma mais embasada&rdquo;, explicou Lib&acirc;nio.<\/p>\n<p>A ANA pretende divulgar em agosto um relat&oacute;rio sobre a situa&ccedil;&atilde;o dos 100 rios que apresentam mais pontos cr&iacute;ticos no Brasil. Em 2009 foi divulgado um trabalho similar, com dados relativos a 2008. O relat&oacute;rio comprovou que os rios que passam pelas regi&otilde;es metropolitanas de Porto Alegre, Curitiba, S&atilde;o Paulo, Belo Horizonte, Rio de Janeiro e Salvador s&atilde;o os que apresentam situa&ccedil;&atilde;o mais cr&iacute;tica em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; qualidade da &aacute;gua.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Ag\u00eancia Nacional de \u00c1guas (ANA) pretende implantar em todo o pa\u00eds, at\u00e9 2015, um sistema padronizado de avalia\u00e7\u00e3o e monitoramento das \u00e1guas. Com isso, ter\u00e1 condi\u00e7\u00f5es de informar \u00e0 sociedade o n\u00edvel e o tipo de polui\u00e7\u00e3o das \u00e1guas dos principais rios brasileiros. A avalia\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m vai ajudar os governos federal e estaduais a identificar prioridades para as pol\u00edticas p\u00fablicas.<\/p>\n<p>Ser\u00e3o investidos quase R$ 100 milh\u00f5es no sistema, por meio do Programa Nacional de Avalia\u00e7\u00e3o da Qualidade das \u00c1guas (PNQA). De acordo com o especialista em recursos h\u00eddricos da ANA, Paulo Lib\u00e2nio, ser\u00e3o gastos R$ 87 milh\u00f5es com a implanta\u00e7\u00e3o das redes de monitoramento e com o apoio \u00e0s redes j\u00e1 existentes.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":40566,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[8643],"class_list":["post-40567","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias-zeca-dirceu","tag-aguas"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/40567","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=40567"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/40567\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/media\/40566"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=40567"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=40567"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=40567"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}