{"id":38725,"date":"2010-09-09T00:00:00","date_gmt":"2010-09-09T03:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.zecadirceu.com.br\/trabalhador-paranaense-melhorou-a-renda-diz-pnad-ibge\/"},"modified":"2010-09-09T00:00:00","modified_gmt":"2010-09-09T03:00:00","slug":"trabalhador-paranaense-melhorou-a-renda-diz-pnad-ibge","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/trabalhador-paranaense-melhorou-a-renda-diz-pnad-ibge\/","title":{"rendered":"Trabalhador paranaense melhorou a renda, diz Pnad\/IBGE"},"content":{"rendered":"<p>O paranaense ocupado, em sua maioria, possu&iacute;a em 2009 uma renda m&eacute;dia mensal real de R$ 1.228 (valor nominal), tinha uma &uacute;nica atividade remunerada, cumprindo uma jornada de trabalho superior a 40 horas semanais e, ainda, dentre aqueles com carteira de trabalho assinada, apresentava um tempo de perman&ecirc;ncia no emprego entre dois e quatro anos.<\/p>\n<p>Tal perfil foi tra&ccedil;ado pela Pesquisa Nacional de Amostra por Domic&iacute;lio (PNAD) 2009, divulgada ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&iacute;stica (IBGE). No Estado, os indicadores observados para avaliar quest&otilde;es envolvendo trabalho e renda, contaram com uma amostragem de 5,6 milh&otilde;es de pessoas.<\/p>\n<p>A capta&ccedil;&atilde;o dos dados ocorreu em setembro do ano passado, m&ecirc;s que o Pa&iacute;s ainda lidava com alguns desdobramentos da crise econ&ocirc;mica mundial. Mesmo assim, os n&uacute;meros obtidos avan&ccedil;aram sob diversos aspectos para a renda e o trabalho no Paran&aacute;.<\/p>\n<p>&ldquo;Tanto no Estado quanto no Pa&iacute;s, percebeu-se que o grande medo do impacto da crise econ&ocirc;mica mundial sobre o trabalho e a renda n&atilde;o aconteceu&rdquo;, destacou o economista do IBGE e pesquisador da PNAD 2009, William Kratochwill.<\/p>\n<p>Segundo ele, na mesma &eacute;poca em que a pesquisa foi realizada, a Espanha registrava um &iacute;ndice de desocupa&ccedil;&atilde;o de 18%. &ldquo;Na regi&atilde;o Sul, em 2009, esse &iacute;ndice ficou em 6%, o menor do Pa&iacute;s, um patamar semelhante ao que era visto nos pa&iacute;ses desenvolvidos antes da crise&rdquo;, informa o economista acrescentando que a taxa de atividade do Sul tamb&eacute;m foi a mais alta, com 65,5%.<\/p>\n<p>O valor de R$ 1.228 de rendimento real por pessoa no Estado representou um acr&eacute;scimo de 3% em rela&ccedil;&atilde;o a 2008, quando a m&eacute;dia real mensal de rendimento ficou em R$ 1.207.<\/p>\n<p>A m&eacute;dia brasileira resultou em R$ 1.106, um incremento de mais de 2,2% na compara&ccedil;&atilde;o com 2008, que registrou R$ 1.082. O estado que encabe&ccedil;a a lista de melhor rendimento m&eacute;dio em 2009 &eacute; o Rio de Janeiro com R$ 1.359. Vale destacar que o rendimento m&eacute;dio mensal real verificado no Distrito Federal, no ano passado, foi de R$ 2.239.<\/p>\n<p>Para chegar a esse rendimento m&eacute;dio, aproximadamente 72% dos paranaenses ocupados da amostra (4.049 pessoas) tiveram que trabalhar em 2009 mais de 40 horas semanais.<\/p>\n<p>Integrando a faixa de pessoas com carga hor&aacute;ria acima de 40 horas, 1% (1.505 pessoas) delas trabalham de 45 a 49 horas ou mais por semana. Por grupamento ocupacional, as categorias trabalhadores agr&iacute;colas e&nbsp; trabalhadores de bens e servi&ccedil;os e de repara&ccedil;&atilde;o e manuten&ccedil;&atilde;o s&atilde;o as duas com mais profissionais com carga hor&aacute;ria superior a 45 horas semanais.<\/p>\n<p>&Eacute; importante notar que grande parte dos paranaenses ocupados, um total de 5,3 milh&otilde;es tem um &uacute;nico trabalho e, mais da metade, 3,3 milh&otilde;es s&atilde;o empregados. Na classifica&ccedil;&atilde;o do tipo de categoria por emprego, atr&aacute;s dos empregados, aparecem os trabalhadores por conta pr&oacute;pria, que, no Estado, s&atilde;o 1,1 milh&atilde;o de pessoas.<\/p>\n<p><strong>Carteira de trabalho x perman&ecirc;ncia<\/strong><\/p>\n<p>Pela PNAD,os trabalhadores com carteira de trabalho assinada somaram, em 2009, 2,2 milh&otilde;es de pessoas (65,7% dos empregados do Estado contra 60,4% do Brasil), por&eacute;m, o documento nem sempre garantiu o maior tempo de perman&ecirc;ncia no trabalho.<\/p>\n<p>Boa parte de quem tem carteira de trabalho assinada no Paran&aacute; (610 mil pessoas), fica de dois a quatro anos no mesmo servi&ccedil;o, &ldquo;dada a rotatividade caracter&iacute;stica do tipo de atividade econ&ocirc;mica de cada estado&rdquo;, explica o economista do IBGE. &ldquo;Mas do total de trabalhadores com at&eacute; 9 anos de perman&ecirc;ncia, 76% t&ecirc;m carteira assinada no Paran&aacute;&rdquo;, ressalva.<br \/>\n<strong><br \/>\nMagal&eacute;a Mazziotti <br \/>\nEstado do Paran&aacute;<\/strong><br \/>\n&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O paranaense ocupado, em sua maioria, possu\u00eda em 2009 uma renda m\u00e9dia mensal real de R$ 1.228 (valor nominal), tinha uma \u00fanica atividade remunerada, cumprindo uma jornada de trabalho superior a 40 horas semanais e, ainda, dentre aqueles com carteira de trabalho assinada, apresentava um tempo de perman\u00eancia no emprego entre dois e quatro anos.<\/p>\n<p>Tal perfil foi tra\u00e7ado pela Pesquisa Nacional de Amostra por Domic\u00edlio (PNAD) 2009, divulgada ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE). No Estado, os indicadores observados para avaliar quest\u00f5es envolvendo trabalho e renda, contaram com uma amostragem de 5,6 milh\u00f5es de pessoas.<\/p>\n<p>Do Estado do Paran\u00e1 desta quinta-feira, 9.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":38724,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[8481],"class_list":["post-38725","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias-zeca-dirceu","tag-pndaibge"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/38725","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=38725"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/38725\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/media\/38724"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=38725"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=38725"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=38725"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}