{"id":38099,"date":"2010-09-28T00:00:00","date_gmt":"2010-09-28T03:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.zecadirceu.com.br\/estrada-boiadeira-do-sonho-a-realidade-por-zeca-dirceu\/"},"modified":"2010-09-28T00:00:00","modified_gmt":"2010-09-28T03:00:00","slug":"estrada-boiadeira-do-sonho-a-realidade-por-zeca-dirceu","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/estrada-boiadeira-do-sonho-a-realidade-por-zeca-dirceu\/","title":{"rendered":"Estrada Boiadeira: do sonho \u00e0 realidade, por Zeca Dirceu"},"content":{"rendered":"<p><strong>Estrada Boiadeira:&nbsp;do sonho&nbsp;&agrave; realidade<\/p>\n<p>Zeca Dirceu<br \/>\n<\/strong><br \/>\nA Estrada Boiadeira completa, em 2010, um s&eacute;culo de hist&oacute;ria. As primeiras clareiras que rasgaram a mata nativa datam de 1910 e serviam de passagem para o gado trazido do Mato Grosso ao Paran&aacute;. Da&iacute; a origem do nome, estrada Boiadeira. Na d&eacute;cada de 1950, com o processo de coloniza&ccedil;&atilde;o do norte e noroeste do Paran&aacute; em franco crescimento, o governo do Estado planejou a constru&ccedil;&atilde;o de uma estrada sobre o mesmo tra&ccedil;ado ligando o munic&iacute;pio de Campo Mour&atilde;o at&eacute; Porto Camargo, passando por Cruzeiro do Oeste. <\/p>\n<p>No entanto o trecho entre Cruzeiro e Campo Mour&atilde;o, at&eacute; hoje n&atilde;o conclu&iacute;do, permanece arraigado no consciente da popula&ccedil;&atilde;o que clama e exige sua pavimenta&ccedil;&atilde;o. Ainda crian&ccedil;a, ouvia minha m&atilde;e contar as fa&ccedil;anhas vividas no per&iacute;odo que como funcion&aacute;ria da Acarpa, hoje Emater, enfrentou o barro e a lama em dias de chuva; ou ent&atilde;o a poeira a sufocar os viajantes e moradores do local.<\/p>\n<p>Os benef&iacute;cios de fato ser&atilde;o imensos. A ponte sobre o rio Paran&aacute;, em Porto Camargo, est&aacute; conclu&iacute;da. Com a completa pavimenta&ccedil;&atilde;o da rodovia, o Estado passar&aacute; a contar com o chamado Corredor Setentrional de Exporta&ccedil;&atilde;o, respons&aacute;vel pelo escoamento de uma parte substancial da soja produzida no Estado vizinho ao porto de Paranagu&aacute;. Em 1986, o governo do Paran&aacute; retomou os trabalhos chegando a concluir 25 km de asfalto, mas a obra foi suspensa por irregularidades detectadas pelo Tribunal de Contas da Uni&atilde;o &ndash; TCU. A paralisa&ccedil;&atilde;o fez com que todo o servi&ccedil;o de terraplanagem que se encontrava pronto fosse destru&iacute;do, al&eacute;m de provocar o assoreamento dos rios e suas nascentes.<\/p>\n<p>A partir de 2005, como prefeito de Cruzeiro do Oeste, estive em Bras&iacute;lia por diversas ocasi&otilde;es para tratar do tema com os ministros Alfredo Nascimento e Paulo S&eacute;rgio Passos, dos Transportes, al&eacute;m do diretor presidente do Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes &ndash; DNIT, Luiz Antonio Pagot. A grande dificuldade foi que o processo voltou a estaca zero, ou seja, era preciso recome&ccedil;ar uma s&eacute;rie de procedimentos burocr&aacute;ticos e legais. <\/p>\n<p>Nestas negocia&ccedil;&otilde;es foi poss&iacute;vel regularizar tanto quest&otilde;es de natureza t&eacute;cnica como problemas ambientais, aus&ecirc;ncia de licen&ccedil;as e o cancelamento dos contratos suspeitos. Em paralelo, mantive in&uacute;meras reuni&otilde;es com parlamentares das mais diversas bancadas para demonstrar a import&acirc;ncia dessa rodovia e lutar pela inclus&atilde;o de emendas no or&ccedil;amento da Uni&atilde;o. Em 2009, a ordem de servi&ccedil;o para o rein&iacute;cio das obras chegou a ser dada, mas o TCU impediu por quest&otilde;es burocr&aacute;ticas ainda relativas a sua suspens&atilde;o do contrato de 1999.<\/p>\n<p>O meu compromisso como deputado federal &eacute; intensificar a luta que tenho travado desde de 2005 pela conclus&atilde;o da Estrada Boiadeira. At&eacute; ent&atilde;o, todos os esfor&ccedil;os estiveram centrados na conclus&atilde;o da fase t&eacute;cnica e na supera&ccedil;&atilde;o dos tr&acirc;mites legais. Agora, no governo da presidenta Dilma Rousseff, vou retomar as negocia&ccedil;&otilde;es pol&iacute;ticas para finalmente concretizar um sonho de milhares de paranaenses.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nUma das fontes de recursos &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o do Pa&iacute;s &eacute; a segunda fase do Programa de Acelera&ccedil;&atilde;o do Crescimento, que prev&ecirc; investimentos da ordem de R$ 50,4 bilh&otilde;es s&oacute; para as rodovias brasileiras. Entre os anos de 2011 e 2014, o governo pretende expandir 7.919 quil&ocirc;metros de rodovias; fazer a manuten&ccedil;&atilde;o de 55 mil quil&ocirc;metros e direcionar recursos para execu&ccedil;&atilde;o de novos projetos num total de 12.636 quil&ocirc;metros.<\/p>\n<p>Certamente o projeto da Estrada Boiadeira estar&aacute; inclu&iacute;do entre essas prioridades.<\/p>\n<p>\n&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O meu compromisso como deputado federal \u00e9 intensificar a luta que tenho travado desde de 2005 pela conclus\u00e3o da Estrada Boiadeira. At\u00e9 ent\u00e3o, todos os esfor\u00e7os estiveram centrados na conclus\u00e3o da fase t\u00e9cnica e na supera\u00e7\u00e3o dos tr\u00e2mites legais. Agora, no governo da presidenta Dilma Rousseff, vou retomar as negocia\u00e7\u00f5es pol\u00edticas para finalmente concretizar um sonho de milhares de paranaenses. <\/p>\n<p>Uma das fontes de recursos \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o do Pa\u00eds \u00e9 a segunda fase do Programa de Acelera\u00e7\u00e3o do Crescimento, que prev\u00ea investimentos da ordem de R$ 50,4 bilh\u00f5es s\u00f3 para as rodovias brasileiras. Entre os anos de 2011 e 2014, o governo pretende expandir 7.919 quil\u00f4metros de rodovias; fazer a manuten\u00e7\u00e3o de 55 mil quil\u00f4metros e direcionar recursos para execu\u00e7\u00e3o de novos projetos num total de 12.636 quil\u00f4metros.<\/p>\n<p>Trecho do artigo &#8220;Estrada Boiadeira: do sonho \u00e0 realidade&#8221;, de Zeca Dirceu. Leia a seguir a sua \u00edntegra. <\/p>\n<p>Assessoria Zeca Dirceu &#8211; deputado federal 1310<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":38098,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[981],"class_list":["post-38099","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias-zeca-dirceu","tag-artigo"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/38099","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=38099"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/38099\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/media\/38098"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=38099"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=38099"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=38099"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}