{"id":34484,"date":"2011-01-19T00:00:00","date_gmt":"2011-01-19T02:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.zecadirceu.com.br\/justica-britanica-suspeita-que-empresa-alstom-pagou-propina-para-tucanos-em-sao-paulo\/"},"modified":"2011-01-19T00:00:00","modified_gmt":"2011-01-19T02:00:00","slug":"justica-britanica-suspeita-que-empresa-alstom-pagou-propina-para-tucanos-em-sao-paulo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/justica-britanica-suspeita-que-empresa-alstom-pagou-propina-para-tucanos-em-sao-paulo\/","title":{"rendered":"Justi\u00e7a brit\u00e2nica suspeita que empresa Alstom pagou propina para tucanos em S\u00e3o Paulo"},"content":{"rendered":"<p><strong>Metr&ocirc; de SP: Justi&ccedil;a brit&acirc;nica suspeita que empresa Alstom pagou propina<br \/>\n<\/strong><br \/>\nA Justi&ccedil;a brit&acirc;nica suspeita que dois funcion&aacute;rios da empresa francesa Alstom seriam respons&aacute;veis por organizar o pagamento de propinas para funcion&aacute;rios p&uacute;blicos no Brasil. Os funcion&aacute;rios da empresa, segundo os brit&acirc;nicos, teriam pago mais de US$ 120 milh&otilde;es em propinas para garantir contratos p&uacute;blicos em todo o mundo.<\/p>\n<p>Parte teria vindo para o Brasil, num caso em que a Justi&ccedil;a su&iacute;&ccedil;a j&aacute; informou ao Minist&eacute;rio P&uacute;blico. As suspeitas s&atilde;o de que a rota do pagamento de propinas passava por Paris, Londres e chegava a funcion&aacute;rios p&uacute;blicos brasileiros, entre outros.<\/p>\n<p>Os envolvidos seriam Stephen Burgin, presidente da unidade inglesa da Alstom, e Robert Purcell, diretor financeiro. Ambos haviam sido detidos em 2010 para questionamento e a Alstom optou por lan&ccedil;ar um processo questionando a atitude dos brit&acirc;nicos. Agora, a documenta&ccedil;&atilde;o dos brit&acirc;nicos alega que eles fariam parte de uma c&eacute;lula que organizava o pagamento da propina. Eles teriam pago propinas a funcion&aacute;rios p&uacute;blicos estrangeiros como forma de garantir contratos p&uacute;blicos.<\/p>\n<p>Em S&atilde;o Paulo, a suspeita est&aacute; relacionada com os contratos do Metr&ocirc;. Na Fran&ccedil;a e na Su&iacute;&ccedil;a, a Alstom &eacute; suspeita de ter distribu&iacute;do milh&otilde;es de d&oacute;lares entre 1995 e 2003 para garantir contratos no Brasil, Venezuela, Indon&eacute;sia e outros mercados emergentes. No Reino Unido a suspeita &eacute; de que o pagamento de propinas continuou em todo o mundo ap&oacute;s 2004 e mesmo at&eacute; 2010.<\/p>\n<p><strong>Rotas<\/strong><\/p>\n<p>A Justi&ccedil;a su&iacute;&ccedil;a confirmou ao Estado que manteve reuni&otilde;es com a Justi&ccedil;a brasileira em rela&ccedil;&atilde;o ao caso e que j&aacute; havia informado que uma das rotas da propina passava pelo Reino Unido. A suspeita &eacute; de que o dinheiro sairia da matriz em Paris, seguiria para o escrit&oacute;rios na cidade de Rubgy e de l&aacute; aos brasileiros.<\/p>\n<p>Segundo as conclus&otilde;es do Escrit&oacute;rio contra Fraude no Reino Unido, o pagamento estaria disfar&ccedil;ado de pagamentos de consultorias. De acordo com o documento, o pagamento era uma &ldquo;estrat&eacute;gia global&rdquo; da empresa.<\/p>\n<p>Na Su&iacute;&ccedil;a, contas em nome de 19 pessoas f&iacute;sicas e jur&iacute;dicas brasileiras est&atilde;o bloqueados. No ano passado, o Minist&eacute;rio P&uacute;blico da Su&iacute;&ccedil;a congelou US$ 7,5 milh&otilde;es em nome de Jorge Fagali Neto, ex-secret&aacute;rio de Transportes do governo de Luiz Antonio Fleury Filho. Suspeita-se que o dinheiro seria fruto de pagamentos de propinas da Alstom para garantir contratos p&uacute;blicos.<\/p>\n<p>Robson Marinho, conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE) e chefe da Casa Civil do governador M&aacute;rio Covas entre 1995 e 1997, tamb&eacute;m est&aacute; sendo investigado, mas n&atilde;o se manifesta sobre o caso, que corre em segredo de Justi&ccedil;a.<\/p>\n<p><strong>Para lembrar<\/strong><\/p>\n<p><strong>Jornal dos EUA revelou caso em 2008<\/strong><\/p>\n<p>Em 2008, o Wall Street Journal revelou que a Alstom estava sendo investigada por pagar propina a funcion&aacute;rios p&uacute;blicos no Brasil. Segundo o Minist&eacute;rio P&uacute;blico su&iacute;&ccedil;o, pol&iacute;ticos brasileiros favoreceram a empresa em licita&ccedil;&atilde;o do Metr&ocirc; de S&atilde;o Paulo. A Su&iacute;&ccedil;a bloqueou uma suposta conta do conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE), Robson Marinho. Ele teria recebido US$ 1 milh&atilde;o da Alstom. Em dezembro do ano passado, a Justi&ccedil;a quebrou os sigilos fiscal e banc&aacute;rio de Marinho. As investiga&ccedil;&otilde;es continuam.<br \/>\n&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Justi\u00e7a brit\u00e2nica suspeita que dois funcion\u00e1rios da empresa francesa Alstom seriam respons\u00e1veis por organizar o pagamento de propinas para funcion\u00e1rios p\u00fablicos no Brasil. Os funcion\u00e1rios da empresa, segundo os brit\u00e2nicos, teriam pago mais de US$ 120 milh\u00f5es em propinas para garantir contratos p\u00fablicos em todo o mundo. <\/p>\n<p>Parte teria vindo para o Brasil, num caso em que a Justi\u00e7a su\u00ed\u00e7a j\u00e1 informou ao Minist\u00e9rio P\u00fablico. Em S\u00e3o Paulo, a suspeita est\u00e1 relacionada com os contratos do Metr\u00f4 no governo do PSDB. As suspeitas s\u00e3o de que a rota do pagamento de propinas passava por Paris, Londres e chegava a funcion\u00e1rios p\u00fablicos brasileiros, entre outros.<\/p>\n<p>do www.blogdofavre.ig.com.br. Leia a seguir o post na \u00edntegra<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":34483,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[1421],"class_list":["post-34484","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias-zeca-dirceu","tag-tucanos"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/34484","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=34484"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/34484\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/media\/34483"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=34484"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=34484"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=34484"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}