{"id":32020,"date":"2011-04-12T00:00:00","date_gmt":"2011-04-12T03:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.zecadirceu.com.br\/mortalidade-infantil-tem-reducao-de-30-em-uma-decada-aponta-fundacao-abrinq\/"},"modified":"2011-04-12T00:00:00","modified_gmt":"2011-04-12T03:00:00","slug":"mortalidade-infantil-tem-reducao-de-30-em-uma-decada-aponta-fundacao-abrinq","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/mortalidade-infantil-tem-reducao-de-30-em-uma-decada-aponta-fundacao-abrinq\/","title":{"rendered":"Mortalidade infantil tem redu\u00e7\u00e3o de 30% em uma d\u00e9cada, aponta Funda\u00e7\u00e3o Abrinq"},"content":{"rendered":"<p>A taxa de mortalidade infantil em crian&ccedil;as com menos de 1 ano teve uma redu&ccedil;&atilde;o de 30%, de 2000 a 2009, tendo passado de 21,2 &oacute;bitos por mil nascidos vivos para 14,8 &oacute;bitos, em 2008.<\/p>\n<p>Os dados s&atilde;o do 3&deg; Relat&oacute;rio Um Brasil para as Crian&ccedil;as e Adolescentes, da Funda&ccedil;&atilde;o Abrinq-Save the Children. O relat&oacute;rio mostra ainda que, no per&iacute;odo, houve uma redu&ccedil;&atilde;o de 29,7% nos &oacute;bitos de crian&ccedil;as menores de 5 anos, j&aacute; que, em 2000, foram registrados 24,7 &oacute;bitos por mil nascidos vivos e, em 2.008, essa taxa declinou para 17,4 &oacute;bitos.<\/p>\n<p>Tanta na taxa de mortalidade de crian&ccedil;as com menos de 1 ano, como na de crian&ccedil;as com menos de 5 anos, seria necess&aacute;rio que a redu&ccedil;&atilde;o tivesse alcan&ccedil;ado o percentual de 66% para se adequar &agrave;s metas do documento Um Mundo para as Crian&ccedil;as, assumido pelo Brasil, em 2002, na Assembleia Geral das Na&ccedil;&otilde;es Unidas. O documento re&uacute;ne uma s&eacute;rie de compromissos assumidos pelo governo federal, como a melhoria dos indicadores relacionados &agrave; inf&acirc;ncia e adolesc&ecirc;ncia.<\/p>\n<p>Em 2006, a Abrinq criou o Projeto Presidente Amigo da Crian&ccedil;a com o objetivo de acompanhar as pol&iacute;ticas p&uacute;blicas implementadas pelo governo na &aacute;rea.<\/p>\n<p>O relat&oacute;rio, apresentado hoje (11) pela Abrinq, mostra que, de 1999 a 2008, o percentual de crian&ccedil;as alimentadas exclusivamente com leite materno at&eacute; 6 meses de vida aumentou em 320%. Sobre o ensino, o relat&oacute;rio aponta que 95% dos 27,5 milh&otilde;es de crian&ccedil;as e adolescentes brasileiros t&ecirc;m acesso ao ensino fundamental. Esse percentual representa, aproximadamente, 26 milh&otilde;es de crian&ccedil;as frequentando esta etapa da educa&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica.<\/p>\n<p>Com rela&ccedil;&atilde;o ao trabalho infantil, em 2001, havia 3 milh&otilde;es de crian&ccedil;as e adolescentes de 5 a 15 anos ocupados. Em 2009, este n&uacute;mero caiu para 2 milh&otilde;es, resultando em uma redu&ccedil;&atilde;o de 33% do trabalho infantil no Brasil. Em 2009, 9,2% das crian&ccedil;as e adolescentes de 10 a 15 anos estavam ocupados. Esse &iacute;ndice diminuiu 33% em rela&ccedil;&atilde;o a 2001.<\/p>\n<p>Sobre o combate ao HIV\/aids, houve queda de 44% do n&uacute;mero de novos casos de aids em jovens de 15 a 24 anos, passando de 2.780 casos notificados, em 2000, para 1.549 novos casos, em 2008.<\/p>\n<p>Segundo a administradora da Funda&ccedil;&atilde;o Abrinq, Heloisa Oliveira, os avan&ccedil;os obtidos nos &uacute;ltimos oito anos devem ser comemorados, mas &eacute; preciso voltar os olhos para os desafios relacionados &agrave; qualidade da educa&ccedil;&atilde;o, ao aumento do acesso ao ensino infantil e &agrave; redu&ccedil;&atilde;o da mortalidade. &ldquo;Chama a aten&ccedil;&atilde;o o percentual de crian&ccedil;as que tem aleitamento materno e a redu&ccedil;&atilde;o do HIV em popula&ccedil;&otilde;es jovens. Temos que comemorar a redu&ccedil;&atilde;o de crian&ccedil;as no trabalho infantil&rdquo;.<\/p>\n<p>Para Heloisa, &eacute; preciso aperfei&ccedil;oar o sistema de aten&ccedil;&atilde;o &agrave; sa&uacute;de da mulher gestante e dos rec&eacute;m-nascidos. &ldquo;Muitas crian&ccedil;as, hoje ainda, morrem de afec&ccedil;&otilde;es respirat&oacute;rias, muito ligadas aos primeiros dias de vida&rdquo;, observou.<\/p>\n<p>A administradora considera que &eacute; preciso investir na abertura de creches para que as m&atilde;es possam trabalhar com tranquilidade enquanto as crian&ccedil;as est&atilde;o bem cuidadas. &ldquo;A qualidade do ensino tamb&eacute;m permanece como um desafio sem limites na educa&ccedil;&atilde;o brasileira. Comemoramos as crian&ccedil;as na escola, mas precisamos de escolas com mais qualidade&rdquo;, disse.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A taxa de mortalidade infantil em crian\u00e7as com menos de 1 ano teve uma redu\u00e7\u00e3o de 30%, de 2000 a 2009, tendo passado de 21,2 \u00f3bitos por mil nascidos vivos para 14,8 \u00f3bitos, em 2008.<\/p>\n<p>Os dados s\u00e3o do 3\u00b0 Relat\u00f3rio Um Brasil para as Crian\u00e7as e Adolescentes, da Funda\u00e7\u00e3o Abrinq-Save the Children. 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