{"id":32008,"date":"2011-04-12T00:00:00","date_gmt":"2011-04-12T03:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.zecadirceu.com.br\/lygia-pupatto-define-prioridades-da-secretaria-nacional-de-inclusao-digital\/"},"modified":"2011-04-12T00:00:00","modified_gmt":"2011-04-12T03:00:00","slug":"lygia-pupatto-define-prioridades-da-secretaria-nacional-de-inclusao-digital","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/lygia-pupatto-define-prioridades-da-secretaria-nacional-de-inclusao-digital\/","title":{"rendered":"Lygia Pupatto define prioridades da Secretaria Nacional de Inclus\u00e3o Digital"},"content":{"rendered":"<p><strong>Entrevista com Lygia Pupatto, secret&aacute;ria de Inclus&atilde;o Digital do MiniCom<\/strong><\/p>\n<p>A bi&oacute;loga Lygia Pupatto tem uma rica carreira pol&iacute;tica e acad&ecirc;mica no Paran&aacute;. J&aacute; foi professora universit&aacute;ria, reitora da Universidade Estadual de Londrina, vereadora e deputada. Nos &uacute;ltimos quatro anos, foi secret&aacute;ria de Ci&ecirc;ncia e Tecnologia e Ensino Superior do Estado do Paran&aacute;. Agora, recebeu do ministro Paulo Bernardo um importante desafio: assumir a futura Secretaria de Inclus&atilde;o Digital do Minist&eacute;rio das Comunica&ccedil;&otilde;es, que ter&aacute; papel vital na nova configura&ccedil;&atilde;o da pasta.<\/p>\n<p>A nova secretaria vai coordenar as a&ccedil;&otilde;es de inclus&atilde;o digital do governo federal, que atualmente est&atilde;o pulverizadas em diversos &oacute;rg&atilde;os, e trabalhar em sintonia com o Programa Nacional de Banda Larga (PNBL). Sua cria&ccedil;&atilde;o &eacute; estrat&eacute;gica, j&aacute; que a Presidenta da Rep&uacute;blica Dilma Rousseff ressaltou, em seu discurso de posse, que a inclus&atilde;o digital &eacute; uma das metas de sua gest&atilde;o.<\/p>\n<p>Enquanto o decreto que cria oficialmente a secretaria n&atilde;o &eacute; publicado, Lygia Pupatto aproveita para estabelecer quais ser&atilde;o as prioridades. A Secretaria de Inclus&atilde;o Digital vai continuar levando internet gratuita de alta velocidade a pontos remotos, como comunidades quilombolas e ind&iacute;genas. Tamb&eacute;m vai fortalecer a pol&iacute;tica de telecentros comunit&aacute;rios. Mas s&atilde;o dois os projetos que mais entusiasmam a futura secret&aacute;ria: a implanta&ccedil;&atilde;o de cidades digitais em diversos munic&iacute;pios brasileiros e a cria&ccedil;&atilde;o de um grupo espec&iacute;fico que vai formular a&ccedil;&otilde;es de inclus&atilde;o digital para a zona rural.&nbsp;&nbsp;<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nFoi sobre estes e outros projetos que ela conversou com a revista Conex&atilde;o MiniCom. Confira a entrevista na &iacute;ntegra.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\n<strong>A Secretaria de Inclus&atilde;o Digital &eacute; uma secretaria nova no minist&eacute;rio, mas que j&aacute; abarca uma das metas do governo que vem sendo bastante enfatizada pela presidenta Dilma. Quais ser&atilde;o as diretrizes da secretaria e como ela ser&aacute; estruturada?<br \/>\n<\/strong>&nbsp;<br \/>\nEm principio, n&oacute;s vamos unir tr&ecirc;s setores que trabalham com a inclus&atilde;o digital dentro do governo. Parte da secretaria (de Log&iacute;stica e Tecnologia da Informa&ccedil;&atilde;o) do Minist&eacute;rio do Planejamento vem para c&aacute; e v&ecirc;m tamb&eacute;m os dois setores aqui do Minist&eacute;rio das Comunica&ccedil;&otilde;es: o Departamento de Servi&ccedil;os de Inclus&atilde;o Digital (DESID) e a Coordena&ccedil;&atilde;o-Geral de Projetos Especiais (CGPE). O que pretendemos &eacute; dar uma reestrutura&ccedil;&atilde;o geral, dentro de um novo projeto que &eacute; essa secretaria. &Eacute; importante lembrar que a Secretaria de Inclus&atilde;o Digital tem por fun&ccedil;&atilde;o, a pedido da presidenta Dilma Rousseff e do ministro Paulo Bernardo, coordenar as a&ccedil;&otilde;es de inclus&atilde;o digital no governo federal e implantar as pol&iacute;ticas de inclus&atilde;o social, se articulando com os demais setores do governo que trabalham nessa situa&ccedil;&atilde;o.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\n<strong>Com a vinda do DESID, como ser&aacute; a divis&atilde;o dos departamentos dentro da secretaria? Ela vai incorporar algum outro departamento do minist&eacute;rio?<br \/>\n<\/strong>&nbsp;<br \/>\nA Secretaria de Inclus&atilde;o Digital estar&aacute; estruturada em dois departamentos: um de Forma&ccedil;&atilde;o e outro de Infraestrutura. O nosso objetivo primeiro &eacute; trabalhar numa conex&atilde;o muito direta com o Programa Nacional de Banda Larga (PNBL). Porque &eacute; &oacute;bvio que, para qualquer conex&atilde;o que tenhamos que fazer, n&oacute;s temos que trabalhar junto com o PNBL. Afinal, a concep&ccedil;&atilde;o de inclus&atilde;o digital passa por v&aacute;rias vertentes. Ent&atilde;o estamos discutindo, por exemplo, qual &eacute; o conceito de uma cidade digital.&nbsp;<br \/>\n&nbsp;<br \/>\n<strong>O minist&eacute;rio chegou a lan&ccedil;ar, no ano passado, um edital para ampliar o n&uacute;mero de cidades digitais no pa&iacute;s para 163 cidades, mas o edital foi cancelado. O que a secretaria planeja nesse sentido?&nbsp;<br \/>\n<\/strong>&nbsp;<br \/>\nEstamos discutindo qual &eacute; o conceito de uma cidade digital. Porque hoje existem interpreta&ccedil;&otilde;es e entendimentos diferentes. Vamos trabalhar para instituir cidades digitais pelo nosso pa&iacute;s com tr&ecirc;s vertentes: a primeira &eacute; que n&oacute;s possamos dotar as prefeituras, atrav&eacute;s da banda larga, com servi&ccedil;os de redes internas que possam prestar servi&ccedil;os &agrave; comunidade, agilizar os processos administrativos e trazer mais transpar&ecirc;ncia para a sociedade. A segunda &eacute;, ao mesmo tempo, destinar espa&ccedil;os de internet gratuita &agrave; sociedade, como acontece, por exemplo, com os Telecentros.BR. Esse &eacute; um programa que j&aacute; vem sendo implantado via Minist&eacute;rio do Planejamento, com 10.400 telecentros selecionados que vamos implantar este ano, dentro desse grande projeto. E a terceira vertente &eacute; a articula&ccedil;&atilde;o com os demais minist&eacute;rios.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\n<strong>J&aacute; existe algo concreto quanto &agrave; retomada das cidades digitais, algum novo edital sendo preparado?<br \/>\n<\/strong>&nbsp;<br \/>\nEstamos discutindo ainda. Nossa ideia &eacute; que possamos discutir isso com a sociedade e termos um plano, em que a gente diga com clareza: &ldquo;N&oacute;s vamos instituir as cidades digitais, tantas por ano&rdquo;. Discuti com o ministro e estamos ainda fechando o plano. Porque n&atilde;o adianta eu falar: &ldquo;Vamos fazer 60 cidades digitais&rdquo;, uma vez que cada pessoa tem uma interpreta&ccedil;&atilde;o. Ent&atilde;o o que pega s&atilde;o aquelas tr&ecirc;s vertentes, que s&atilde;o as redes de governo; os espa&ccedil;os de internet gratuita, com sinal wi-fi em alguns espa&ccedil;os p&uacute;blicos como pra&ccedil;as e rodovi&aacute;rias; e essa articula&ccedil;&atilde;o com os outros minist&eacute;rios. Um exemplo dessa articula&ccedil;&atilde;o seria disponibilizar servi&ccedil;os de telemedicina e educa&ccedil;&atilde;o &agrave; dist&acirc;ncia para a sociedade, entre outras possibilidades.<br \/>\nO que estamos discutindo com o ministro &eacute; qual o custo para a gente fazer o projeto. Tamb&eacute;m estamos fazendo um desenho para saber at&eacute; onde vai o governo federal, como ser&atilde;o as parcerias com os estados, com as prefeituras, com a iniciativa privada, enfim, como isso vai se desenhar. Porque, l&oacute;gico, o pre&ccedil;o varia de acordo com o tamanho da cidade, com a sua topografia. Ent&atilde;o estamos formulando tudo para que, quando a gente lan&ccedil;ar o projeto, j&aacute; possamos saber com precis&atilde;o quantas cidades ser&atilde;o contempladas e como tudo vai acontecer.&nbsp;&nbsp;<br \/>\n&nbsp;<br \/>\n<strong>Como a implanta&ccedil;&atilde;o das cidades digitais vai se articular com o PNBL? Quando o edital anterior foi cancelado, a informa&ccedil;&atilde;o era que o projeto de cidades digitais passaria a fazer parte do Programa Nacional de Banda Larga.<br \/>\n<\/strong>&nbsp;<br \/>\nO PNBL &eacute; um projeto do minist&eacute;rio todo. Logicamente, cada um vai ter a sua fun&ccedil;&atilde;o dentro desse projeto. A da Secretaria de Inclus&atilde;o Digital vai ser a das cidades digitais. Hoje j&aacute; temos algumas experi&ecirc;ncias, j&aacute; discutimos tamb&eacute;m com a Telebr&aacute;s que &eacute; importante lan&ccedil;ar um registro de pre&ccedil;os para que tenhamos um padr&atilde;o dos equipamentos. E &eacute; importante que todas as empresas possam concorrer, dando at&eacute; um est&iacute;mulo &agrave;s empresas nacionais, mas que as outras tamb&eacute;m possam concorrer.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\n<strong>A estimativa &eacute; que o projeto saia quando?<\/strong><br \/>\n&nbsp;<br \/>\nA estimativa &eacute; que saia no segundo semestre. Porque s&atilde;o muitas as articula&ccedil;&otilde;es que t&ecirc;m que ser feitas. Nesse primeiro semestre, vamos fechar o projeto. J&aacute; estamos conversando com a Telebr&aacute;s e com a Secretaria de Telecomunica&ccedil;&otilde;es, fechando o projeto de ponta a ponta. &Eacute; importante salientar que se trata de uma estimativa, n&atilde;o &eacute; um prazo fechado. O importante &eacute; que uma das metas principais da secretaria &eacute; desenvolver este projeto, para que ele fique completo, consistente, em conex&atilde;o direta com o PNBL. Estamos discutindo os crit&eacute;rios, com o intuito de diminuir as desigualdades regionais que temos no Brasil. &Eacute; evidente que o projeto vai ter um perfil diferente de estado para estado, de prefeitura para prefeitura, conforme a demanda. Porque, para instituir as redes, &eacute; preciso considerar as diferen&ccedil;as das cidades. &Eacute; um trabalho de f&ocirc;lego que temos que fazer. Com isso, o programa das cidades digitais vai se fortalecer e se instituir como uma pol&iacute;tica do estado brasileiro.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\n<strong>A id&eacute;ia &eacute; levar as cidades digitais primeiro para as capitais?<\/strong><br \/>\n&nbsp;<br \/>\nN&atilde;o necessariamente.&nbsp; Ainda estamos definindo como ser&aacute; o cronograma, analisando as demandas. Temos as cidades menores, mas tamb&eacute;m as periferias das capitais, os perfis s&atilde;o diferentes. Por isso temos que ter um cuidado muito grande ao fazermos este desenho. O mais importante &eacute; ter uma vis&atilde;o de m&eacute;dio e longo prazo, instituindo crit&eacute;rios que sejam justos para a escolha das cidades, porque a&iacute; isto fica transparente para a sociedade brasileira.&nbsp;<br \/>\n&nbsp;<br \/>\n<strong>Agora falando no Programa Gesac&#8230;ele vem para a Secretaria de Inclus&atilde;o Digital?<\/strong><br \/>\n&nbsp;<br \/>\nA CGPE e o DESID v&ecirc;m todos para c&aacute;, al&eacute;m daquela parte que vem Minist&eacute;rio do Planejamento. Com a vinda do DESID, o Gesac passa a ser, sim, da al&ccedil;ada da Secretaria de Inclus&atilde;o Digital.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\n<strong>E quais s&atilde;o as perspectivas para o Gesac? Ele continuar&aacute; a ter o mesmo foco?<\/strong><br \/>\n&nbsp;<br \/>\nO Gesac vai passar para o Departamento de Infraestrutura da nova secretaria. Temos ainda um desafio, que s&atilde;o os telecentros na zona rural, ent&atilde;o temos que continuar fazendo a conex&atilde;o visa sat&eacute;lite. O Gesac tem um papel important&iacute;ssimo para continuar esse trabalho. Quando n&oacute;s pensamos na zona rural, nos locais mais distantes em que h&aacute; uma demanda ainda muito grande, vamos precisar da conex&atilde;o via sat&eacute;lite do Gesac.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\n<strong>E quanto ao novo edital para expandir o n&uacute;mero de pontos de presen&ccedil;a?<\/strong><br \/>\n&nbsp;<br \/>\nTamb&eacute;m vamos ver esta quest&atilde;o, que tamb&eacute;m tem a ver com o PNBL. Quanto ao edital que estava em andamento no ano passado para ampliar o Gesac, eu pedi para parar para que a gente pudesse reformular dentro deste novo desenho. Quanto &agrave;s demandas que j&aacute; existem, dos editais j&aacute; realizados, n&oacute;s vamos concretizar. <br \/>\nQuanto a novas demandas e &agrave; amplia&ccedil;&atilde;o, temos que fazer um desenho mais amplo, considerando todas as articula&ccedil;&otilde;es. Porque este &eacute; o papel da Secretaria de Inclus&atilde;o Digital: fazer uma grande articula&ccedil;&atilde;o. E, depois que fizermos a articula&ccedil;&atilde;o interna, vamos come&ccedil;ar a fazer a articula&ccedil;&atilde;o com os outros minist&eacute;rios.&nbsp;<br \/>\n&nbsp;<br \/>\n<strong>Como ser&aacute; feita a articula&ccedil;&atilde;o com as a&ccedil;&otilde;es de inclus&atilde;o digital de outros &oacute;rg&atilde;os? A ideia &eacute; que o MiniCom coordene tudo?<br \/>\n<\/strong>&nbsp;<br \/>\nH&aacute; muitas coisas nesse sentido que precisamos discutir. Por exemplo, muitos minist&eacute;rios t&ecirc;m seus telecentros. O que vamos discutir &eacute; uma maneira de que esses telecentros respeitem as caracter&iacute;sticas de cada &oacute;rg&atilde;o, mas que haja uma linha diretora entre eles: que os telecentros sejam um espa&ccedil;o de constru&ccedil;&atilde;o da cidadania, que haja forma&ccedil;&atilde;o dos monitores e que n&atilde;o sejam simplesmente um espa&ccedil;o aberto para as pessoas usarem o computador. Vamos tra&ccedil;ar esse modelo padr&atilde;o de telecentro incluindo todos os &oacute;rg&atilde;os de governo em que haja um interesse em trabalhar com isso, porque h&aacute; uma demanda nos minist&eacute;rios da Cultura, da Justi&ccedil;a, da Ci&ecirc;ncia e Tecnologia, por exemplo.&nbsp; Essa padroniza&ccedil;&atilde;o &eacute; importante, porque os telecentros s&atilde;o do governo federal, independente de qual demanda tenha aquele &oacute;rg&atilde;o. Ent&atilde;o vamos construir um perfil, para que as pessoas possam bater o olho e falar: &ldquo;aqui tem um telecentro do governo&rdquo;. Vamos fazer essa articula&ccedil;&atilde;o no primeiro semestre.<br \/>\n&nbsp;<strong><br \/>\nNo ano passado, o minist&eacute;rio fez uma licita&ccedil;&atilde;o para comprar mais 15 mil kits telecentro. Quando os novos kits come&ccedil;am a ser distribu&iacute;dos nos munic&iacute;pios?<\/strong><br \/>\n&nbsp;<br \/>\nEles v&atilde;o come&ccedil;ar a ser distribu&iacute;dos agora para os 10.400 telecentros do Programa Telecentros.BR. O foco, agora, s&atilde;o os Telecentros.BR e tamb&eacute;m a demanda que j&aacute; existia aqui dos kits para bibliotecas p&uacute;blicas e prefeituras que ainda n&atilde;o haviam se cadastrado. Esse processo de entrega das demandas que j&aacute; estavam acordadas j&aacute; come&ccedil;ou.&nbsp;<br \/>\n&nbsp;<br \/>\n<strong>A senhora falou que a secretaria ter&aacute; um Departamento de Forma&ccedil;&atilde;o. Como ele vai funcionar?<\/strong><br \/>\n&nbsp;<br \/>\nSim, ser&aacute; um departamento muito importante. Ele surgiu da observa&ccedil;&atilde;o de que o Gesac tem um departamento de forma&ccedil;&atilde;o, o Minist&eacute;rio do Planejamento tem programas de forma&ccedil;&atilde;o em inclus&atilde;o digital, a CGPE tamb&eacute;m tinha atividades neste sentido&#8230;ou seja, vamos reunir tudo. Ser&aacute; uma coisa s&oacute;, uma l&oacute;gica s&oacute;. O projeto de Forma&ccedil;&atilde;o do Gesac, por exemplo, &eacute; muito bem articulado e envolve os jovens das comunidades, com a exist&ecirc;ncia de tutores desses jovens e o compromisso de que os jovens capacitados se tornem multiplicadores em suas comunidades. O papel da forma&ccedil;&atilde;o nos telecentros &eacute; fundamental. Porque, se voc&ecirc; n&atilde;o tiver uma articula&ccedil;&atilde;o muito forte com a comunidade, o projeto n&atilde;o tem raz&atilde;o de ser. A forma&ccedil;&atilde;o &eacute; importante para que os telecentros sejam uma refer&ecirc;ncia do espa&ccedil;o de cidadania para esses jovens. Al&eacute;m da forma&ccedil;&atilde;o na &aacute;rea digital, o trabalho tamb&eacute;m respeita as especificidades regionais, as demandas que venham daquela comunidade, para que ela se sinta representada naquele telecentro.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\n<strong>E quais s&atilde;o as metas da secretaria para a zona rural?<\/strong><br \/>\n&nbsp;<br \/>\nIsso est&aacute; vinculado ao Programa Gesac. A zona rural tem uma demanda muito grande e necess&aacute;ria, e tem que ser tratada como se fosse um departamento espec&iacute;fico. &Eacute; assim que vamos tratar a quest&atilde;o. Dentro do Departamento de Infraestrutura da secretaria, a ideia &eacute; que haja um grupo espec&iacute;fico para tra&ccedil;ar um projeto para a zona rural.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A paranaense Lygia Pupatto, companheira de dobrada na \u00faltima elei\u00e7\u00e3o, assumiu a Secretaria de Inclus\u00e3o Digital do Minist\u00e9rio das Comunica\u00e7\u00f5es e vai coordenar as a\u00e7\u00f5es do governo federal na \u00e1rea e trabalhar em sintonia com o Programa Nacional de Banda Larga. <\/p>\n<p>Em entrevista revista Conex\u00e3o MiniCom, Lygia Pupatto destaca as prioridades da nova pasta, entre elas, levar internet gratuita de alta velocidade a pontos remotos, como comunidades quilombolas e ind\u00edgenas, e fortalecer a pol\u00edtica de telecentros comunit\u00e1rios. Outros dois os projetos importantes: a implanta\u00e7\u00e3o de cidades digitais e a cria\u00e7\u00e3o do grupo que vai formular a\u00e7\u00f5es de inclus\u00e3o digital para a zona rural. Leia a seguir a \u00edntegra da entrevista.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":32007,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[3863,7770,5502],"class_list":["post-32008","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias-zeca-dirceu","tag-inclusao-digital","tag-lygia-pupatto","tag-prioridades"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/32008","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=32008"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/32008\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/media\/32007"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=32008"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=32008"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=32008"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}