{"id":31428,"date":"2011-05-04T00:00:00","date_gmt":"2011-05-04T03:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.zecadirceu.com.br\/municipios-paranaenses-viram-referencia-nacional-em-recilagem-ambiental\/"},"modified":"2011-05-04T00:00:00","modified_gmt":"2011-05-04T03:00:00","slug":"municipios-paranaenses-viram-referencia-nacional-em-recilagem-ambiental","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/municipios-paranaenses-viram-referencia-nacional-em-recilagem-ambiental\/","title":{"rendered":"Munic\u00edpios paranaenses viram refer\u00eancia nacional em recilagem ambiental"},"content":{"rendered":"<p>Os munic&iacute;pios de Umuarama, Nova Esperan&ccedil;a e Ibipor&atilde;, s&atilde;o considerados refer&ecirc;ncia nacional no trabalho de reciclagem e aproveitamento do lixo. Em comum, as tr&ecirc;s cidades desenvolvem projetos similares que estimulam a participa&ccedil;&atilde;o e o pleno envolvimento da comunidade sobre os temas lixo e reciclagem ambiental.&nbsp;<\/p>\n<p>Em Nova Esperan&ccedil;a, na Regi&atilde;o Noroeste do estado, desde 2009 todos os moradores devem deixar o material recicl&aacute;vel separado para a coleta. Quem desrespeita a norma n&atilde;o tem o lixo removido, O munic&iacute;pio tem feito uma campanha de conscientiza&ccedil;&atilde;o, com a divulga&ccedil;&atilde;o de informativos no jornal e na emissora de r&aacute;dio da cidade e realiza&ccedil;&atilde;o de palestras com estudantes e professores da cidade. Com as medidas, a secret&aacute;ria municipal do Meio Ambiente, Ad&eacute;lia Picheck Faganelo, estima que aproximadamente 90% dos moradores da cidade (que tem uma popula&ccedil;&atilde;o de 26,5 mil habitantes) separem o lixo. <\/p>\n<p><strong>Catadores<\/p>\n<p><\/strong>Para facilitar a separa&ccedil;&atilde;o dos recicl&aacute;veis, os caminh&otilde;es que recolhem lixo em Nova Esperan&ccedil;a s&atilde;o acompanhados por uma carreta da cooperativa de catadores da cidade, a Cocamare. Todo o material recicl&aacute;vel (cerca de 70 toneladas mensais) &eacute; encaminhado para a sede do grupo, que tem 40 trabalhadores.<\/p>\n<p>O terreno da cooperativa foi cedido pela prefeitura, que arca com os custos de energia el&eacute;trica, &aacute;gua, motorista, combust&iacute;vel e cestas b&aacute;sicas. No fim do m&ecirc;s, cada catador recebe cerca de R$ 600 no rateio da produ&ccedil;&atilde;o. &ldquo;Todo esse trabalho &eacute; como se fosse uma orquestra. Cada um vai tocando seu instrumento e cuidando para n&atilde;o desafinar&rdquo;, comparou Ad&eacute;lia. No ano passado o projeto rendeu ao munic&iacute;pio um pr&ecirc;mio dado pela associa&ccedil;&atilde;o Cempre (Compromisso Em&not;pre&not;sarial para a Reciclagem), que homenageia as iniciativas que ampliam e melhoram o processo de coleta seletiva no pa&iacute;s.<br \/>\n<strong><br \/>\nSepara&ccedil;&atilde;o<br \/>\n<\/strong><br \/>\nOutra experi&ecirc;ncia que despertou o interesse de munic&iacute;pios (como Rondon&oacute;polis, em Mato Grosso, e Limeira, em S&atilde;o Paulo) &eacute; o projeto desenvolvido em Ibipor&atilde;, cidade com 47,9 mil habitantes no Norte do Paran&aacute;. Desde 2008, a popula&ccedil;&atilde;o passou a ser conscientizada para a separa&ccedil;&atilde;o do lixo em tr&ecirc;s grupos: org&acirc;nico (como restos de comida), rejeitos (fraldas, papel higi&ecirc;nico, absorventes e pap&eacute;is sujos) e recicl&aacute;veis (pl&aacute;sticos, vidros, metais, alum&iacute;nio, papel e papel&atilde;o).<\/p>\n<p>A medida foi adotada por causa da ame&ccedil;a de o aterro da cidade ficar sobrecarregado. Segundo o diretor de Limpeza P&uacute;blica de Ibipor&atilde;, Miguel Gardini, o aterro recebia cerca de 30 toneladas de lixo por dia e hoje apenas aproximadamente 5 toneladas di&aacute;rias.<\/p>\n<p>Atualmente, 60% do material descartado em Ibipor&atilde; &eacute; reciclado. Outros 20% s&atilde;o lixo org&acirc;nico, que passa pelo processo de compostagem e &eacute; transformado em adubo. &ldquo;Apenas 20% de rejeito fica no munic&iacute;pio, diminuindo o uso do aterro. A vala, que estava com a capacidade quase esgotada, hoje tem espa&ccedil;o para armazenar material por mais um ano e meio tranquilamente&rdquo;, diz Gardini. <br \/>\n<strong><br \/>\nEduca&ccedil;&atilde;o<br \/>\n<\/strong><br \/>\nEm Umuarama, no Noroeste do estado, a meta &eacute; reduzir para quase zero o envio de lixo para o aterro sanit&aacute;rio. Para isso, o munic&iacute;pio de 100 mil habitantes est&aacute; incentivando o trabalho de educa&ccedil;&atilde;o ambiental em escolas, igrejas e condom&iacute;nios. A prefeitura tamb&eacute;m est&aacute; instalando a usina de compostagem, or&ccedil;ada em R$ 1,2 milh&atilde;o, na &aacute;rea do aterro. <br \/>\nMesmo sem a conclus&atilde;o da usina de compostagem, o munic&iacute;pio j&aacute; faz o trabalho de coleta seletiva, por meio da cooperativa de catadores da cidade. Segundo o diretor da Divis&atilde;o de Meio Ambiente da prefeitura de Umuarama, Rubens Sampaio, o grupo de 30 trabalhadores recolhe atualmente cerca de 1,5 mil kg de lixo recicl&aacute;vel por dia, em dez bairros. At&eacute; o fim deste ano, a prefeitura pretende do&not;&not;brar a equipe de trabalho e ampliar a coleta para todo o munic&iacute;pio. A meta &eacute; reduzir quase a zero o envio de lixo para o aterro sanit&aacute;rio.<br \/>\n<strong><br \/>\nRepercuss&atilde;o <br \/>\n<\/strong><br \/>\nAs experi&ecirc;ncias realizadas em Nova Esperan&ccedil;a, Umuarama e Ibipor&atilde; foram debatidas no fim de abril durante o F&oacute;rum Municipal Lixo e Cidadania, em Sarandi, no Norte do estado. Segundo o prefeito Carlos de Paula, a prefeitura de Sarandi pretende reduzir os custos com a coleta de lixo, que hoje &eacute; feita por uma empresa terceirizada. Atualmente, o munic&iacute;pio paga cerca de R$ 250 mil mensais para que 45 toneladas de lixo sejam depositadas no aterro da cidade.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os munic\u00edpios de Umuarama, Nova Esperan\u00e7a e Ibipor\u00e3, s\u00e3o considerados refer\u00eancia nacional no trabalho de reciclagem e aproveitamento do lixo.<\/p>\n<p>Em comum, as tr\u00eas cidades desenvolvem projetos similares que estimulam a participa\u00e7\u00e3o e o pleno envolvimento da comunidade sobre os temas lixo e recilgame ambiental.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":31427,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[2012,465,2013],"class_list":["post-31428","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias-zeca-dirceu","tag-lixo","tag-municipios","tag-reciclagem"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/31428","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=31428"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/31428\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/media\/31427"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=31428"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=31428"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=31428"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}