{"id":30125,"date":"2011-06-23T00:00:00","date_gmt":"2011-06-23T03:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.zecadirceu.com.br\/curitiba-e-regiao-apresentam-menor-taxa-de-desemprego-do-pais\/"},"modified":"2011-06-23T00:00:00","modified_gmt":"2011-06-23T03:00:00","slug":"curitiba-e-regiao-apresentam-menor-taxa-de-desemprego-do-pais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/curitiba-e-regiao-apresentam-menor-taxa-de-desemprego-do-pais\/","title":{"rendered":"Curitiba e regi\u00e3o apresentam menor taxa de desemprego do Pa\u00eds"},"content":{"rendered":"<p>A taxa de desemprego na Regi&atilde;o Metropolitana de Curitiba (RMC) relacionada &agrave; Popula&ccedil;&atilde;o Economicamente Ativa (PEA) ficou em 4,4% em maio de 2011, de acordo com a Pesquisa Mensal de Emprego (PME) feita pelo Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econ&ocirc;mico e Social (Ipardes).&nbsp; <\/p>\n<p>Esta&nbsp;foi a menor taxa de desemprego do Pa&iacute;s e a melhor observada para a regi&atilde;o no m&ecirc;s de maio na s&eacute;rie hist&oacute;rica iniciada em 2002. Ficou ainda 15% menor do que a taxa de 5,2% da PEA verificada em maio de 2010.<\/p>\n<p>No m&ecirc;s anterior, a taxa foi de 3,7%. J&aacute; em maio, mesmo com a eleva&ccedil;&atilde;o, foi inferior &agrave;s das seis regi&otilde;es metropolitanas (Recife, Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, S&atilde;o Paulo e Porto Alegre) onde a pesquisa &eacute; feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&iacute;stica (IBGE). A metodologia do Ipardes &eacute; a mesma do IBGE.<\/p>\n<p>A desocupa&ccedil;&atilde;o no Pa&iacute;s atingiu 6,4% da PEA, tamb&eacute;m o menor n&iacute;vel apontado para o m&ecirc;s de maio, desde 2002 &mdash; igual ao porcentual constatado em abril de 2011, e inferior a maio de 2010 (7,5%).<\/p>\n<p>O economista Gilmar Mendes Louren&ccedil;o, presidente do Ipardes, diz que a eleva&ccedil;&atilde;o da taxa de desemprego na RMC em maio deve-se ao crescimento da Popula&ccedil;&atilde;o Economicamente Ativa (PEA), em 61 mil pessoas, o que alterou a taxa de atividade, de 58,9% da Popula&ccedil;&atilde;o em Idade Ativa (PIA), em abril, para 60,7% em maio de 2011.<\/p>\n<p>&ldquo;Esse crescimento da popula&ccedil;&atilde;o em idade ativa n&atilde;o foi acompanhado pela evolu&ccedil;&atilde;o da oferta de vagas no mercado de trabalho, mas n&atilde;o representa perda de dinamismo do mercado de trabalho regional&rdquo;, afirma Louren&ccedil;o.<\/p>\n<p><strong>RENDA &ndash; <\/strong>O rendimento m&eacute;dio real (com o desconto da infla&ccedil;&atilde;o) dos trabalhadores na RMC tamb&eacute;m cresceu em maio de 2011, chegando a R$ 1.634,30, valor que est&aacute; 4,6% acima do registrado em maio de 2010 e 1,1% maior do que o verificado em abril de 2011.<\/p>\n<p>&Eacute; o terceiro melhor rendimento do Pa&iacute;s (atr&aacute;s das Regi&otilde;es Metropolitanas de S&atilde;o Paulo e do Rio de Janeiro), e 4,3% superior &agrave; m&eacute;dia nacional. No Brasil, os rendimentos atingiram R$ 1.566,70 em maio de 2011, com incremento de 4% em rela&ccedil;&atilde;o a maio de 2010, e 1,1% em rela&ccedil;&atilde;o a abril de 2011.<\/p>\n<p>Gilmar Louren&ccedil;o afirmou que a trajet&oacute;ria de estabiliza&ccedil;&atilde;o do desemprego e a eleva&ccedil;&atilde;o dos rendimentos dos trabalhadores demonstram a preserva&ccedil;&atilde;o do vigor das atividades econ&ocirc;micas no pa&iacute;s, a despeito da estrat&eacute;gia de eleva&ccedil;&atilde;o dos juros e conten&ccedil;&atilde;o do cr&eacute;dito, praticada pelo Banco Central desde o final de 2010.<\/p>\n<p>Segundo ele, no caso da RMC, &eacute; bastante percept&iacute;vel a circunst&acirc;ncia de aquecimento da economia, principalmente nos segmentos de servi&ccedil;os e da constru&ccedil;&atilde;o civil. Levantamento do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Minist&eacute;rio do Trabalho e Emprego, mostra que o contingente ocupado com carteira assinada na constru&ccedil;&atilde;o civil no per&iacute;odo analisado cresceu 5,83% no Brasil, 8,88% no Paran&aacute; e 9,37% na RMC, entre janeiro e maio de 2011, em compara&ccedil;&atilde;o com o mesmo per&iacute;odo de 2010.<\/p>\n<p>Nesse per&iacute;odo, a RMC respondeu por 35,4% da varia&ccedil;&atilde;o do emprego formal no Estado (3,82%). O acr&eacute;scimo experimentado no pessoal ocupado formal do Paran&aacute; (91.039 postos) representou 7,77% da gera&ccedil;&atilde;o l&iacute;quida de postos do Pa&iacute;s em id&ecirc;ntico intervalo.<\/p>\n<p>O saldo de admiss&otilde;es menos demiss&otilde;es no Brasil chegou a 1.171.796 pessoas, nos primeiros cinco meses de 2011, o que significou crescimento de 3,26% em confronto com igual per&iacute;odo de 2010.<\/p>\n<p>&ldquo;Parece prudente reconhecer uma perspectiva de arrefecimento do mercado de trabalho no segundo semestre de 2011, por conta dos inevit&aacute;veis impactos das medidas de restri&ccedil;&atilde;o ao consumo, aplicadas pelas autoridades econ&ocirc;micas, em um panorama de apreci&aacute;vel diferen&ccedil;a entre as taxas de desemprego em distintas regi&otilde;es &ndash; pico de 10,5% em Salvador e pisos de 4,7% em Belo Horizonte e 4,4% em Curitiba &ndash; e de alcance do limite t&eacute;cnico de endividamento prim&aacute;rio da popula&ccedil;&atilde;o&rdquo;, afirma Gilmar Louren&ccedil;o.<\/p>\n<p>A PME abrange comportamentos heterog&ecirc;neos do mercado de trabalho nas diferentes regi&otilde;es, expressos em maiores patamares de renda e menor desocupa&ccedil;&atilde;o, nos espa&ccedil;os mais industrializados do Sudeste e Sul, e menor renda e maior desemprego, nas &aacute;reas do Nordeste.<\/p>\n<p><strong>RENDIMENTO EM REGI&Otilde;ES METROPOLITANAS (MAIO\/2011) <\/strong><\/p>\n<p>S&atilde;o Paulo &#8211; R$ 1.667,90<\/p>\n<p>Curitiba &#8211; R$ 1.634,30<\/p>\n<p>Rio de Janeiro &#8211; R$ 1.632,40<\/p>\n<p>Porto Alegre &#8211; R$ 1.503,10<\/p>\n<p>Belo Horizonte &#8211; R$ 1.477,70<\/p>\n<p>Salvador &#8211; R$ 1.283,90<\/p>\n<p>Recife &#8211; R$ 1.077,40 <br \/>\n&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A taxa de desemprego na Regi\u00e3o Metropolitana de Curitiba (RMC) relacionada \u00e0 Popula\u00e7\u00e3o Economicamente Ativa (PEA) ficou em 4,4% em maio de 2011, de acordo com a Pesquisa Mensal de Emprego (PME) feita pelo Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econ\u00f4mico e Social (Ipardes). <\/p>\n<p>Esta foi a menor taxa de desemprego do Pa\u00eds e a melhor observada para a regi\u00e3o no m\u00eas de maio na s\u00e9rie hist\u00f3rica iniciada em 2002. 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