{"id":29997,"date":"2019-02-27T00:00:00","date_gmt":"2019-02-27T03:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.zecadirceu.com.br\/multinacional-chilena-vai-operar-em-ponta-grossa\/"},"modified":"2024-12-10T20:01:42","modified_gmt":"2024-12-10T23:01:42","slug":"multinacional-chilena-vai-operar-em-ponta-grossa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/multinacional-chilena-vai-operar-em-ponta-grossa\/","title":{"rendered":"Desemprego sobe para 12% em janeiro e atinge 12,7 milh\u00f5es, diz IBGE"},"content":{"rendered":"<p><em>**Mat&eacute;ria vinculada pelo site G1<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A taxa de desemprego no Brasil aumentou para 12% no trimestre m&oacute;vel encerrado em janeiro, atingindo 12,7 milh&otilde;es de pessoas, segundo dados divulgados nesta quarta-feira (27) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&iacute;stica (IBGE).<\/p>\n<p>Trata-se do maior n&uacute;mero de desocupados desde agosto do ano passado, ap&oacute;s uma sequ&ecirc;ncia de 8 meses seguidos de quedas e um de estabilidade.<\/p>\n<p>No trimestre encerrado em dezembro de 2018, a taxa de desemprego verificada pelo IBGE foi de&nbsp;11,6%, atingindo 12,2 milh&otilde;es de brasileiros.<\/p>\n<p>A recupera&ccedil;&atilde;o ainda lenta do mercado de trabalho tem sido pressionada pelo elevado n&uacute;mero de desalentados e de subutilizados, em uma economia que ainda sem f&ocirc;lego expressivo, apesar da expectativa de melhora progressiva.<\/p>\n<p>No ano passado, a taxa m&eacute;dia de desemprego recuou para 12,3%, ante 12,7% em 2017, mas foi sustentada sobretudo pelo crescimento do trabalho informal e por conta pr&oacute;pria, que voltou a bater recorde neste trimestre encerrado em janeiro.<\/p>\n<p><strong>Efeito sazonal<\/strong><\/p>\n<p>A alta do desemprego neste in&iacute;cio de 2019 reflete principalmente um movimento sazonal de dispensa ap&oacute;s as contrata&ccedil;&otilde;es de final de ano. Janeiro &eacute; um m&ecirc;s em que muitos trabalhadores tempor&aacute;rios s&atilde;o dispensados e tradicionalmente h&aacute; um aumento da taxa de desocupa&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p>Na compara&ccedil;&atilde;o com o trimestre anterior (agosto a outubro), a taxa de desemprego aumentou 0,3 ponto percentual, com um adicional de 318 mil pessoas na fila do desemprego.<\/p>\n<p>Segundo o gerente da pesquisa, Cimar Azeredo, trata-se de um movimento sazonal. &quot;Tem a ver com o movimento natural do m&ecirc;s de janeiro, com a dispensa de trabalhadores, sobretudo tempor&aacute;rios no com&eacute;rcio&quot;, disse.<\/p>\n<p>A ind&uacute;stria foi o setor que mais dispensou trabalhadores na compara&ccedil;&atilde;o com o trimestre encerrado em outubro (menos 345 mil), seguida por agricultura (menos 192 mil) e administra&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica (menos 175 mil).<\/p>\n<p>Apesar do aumento do n&uacute;mero de desempregados, trata-se da segunda queda seguida da taxa oficial de desocupa&ccedil;&atilde;o para meses de janeiro. No trimestre m&oacute;vel encerrado em janeiro de 2018, o desemprego estava em 12,2%.<\/p>\n<p><strong>27,5 milh&otilde;es de subutilizados<\/strong><\/p>\n<p>O n&uacute;mero atual de ocupados (92,5 milh&otilde;es) no trimestre encerrado em janeiro tamb&eacute;m &eacute; o menor desde agosto de 2018. Segundo o IBGE, a popula&ccedil;&atilde;o ocupada no pa&iacute;s caiu -0,4% (menos 354 mil pessoas) em rela&ccedil;&atilde;o ao trimestre encerrado em outubro. Em 1 ano, por&eacute;m, manteve crescimento de 0,9%.<\/p>\n<p>&quot;N&atilde;o &eacute; poss&iacute;vel falar em recupera&ccedil;&atilde;o do mercado de trabalho com esse quadro. N&oacute;s temos o mesmo quadro que em janeiro do ano passado se olharmos somente para o lado da desocupa&ccedil;&atilde;o. Mas se nos voltarmos para a ocupa&ccedil;&atilde;o apenas, vemos um incremento de 846 mil trabalhadores. Isso &eacute; bom, ter mais gente ocupada? Por um lado, sim, mas s&atilde;o todas vagas informais&quot;, avaliou Azeredo.<\/p>\n<p>A taxa de subutiliza&ccedil;&atilde;o da for&ccedil;a de trabalho ficou em 24,3%. De acordo com o IBGE, 27,5 milh&otilde;es de brasileiros estavam subutilizados no trimestre encerrado em janeiro &ndash; 209 mil a mais que no trimestre imediatamente anterior. J&aacute; na compara&ccedil;&atilde;o anual, esse contingente cresceu 2,5% (mais 671 mil pessoas).<\/p>\n<p>O&nbsp;n&uacute;mero de desalentados&nbsp;ou de trabalhadores que desistiram de procurar uma vaga (4,7 milh&otilde;es) ficou est&aacute;vel em rela&ccedil;&atilde;o ao trimestre anterior, mas aumentou 6,7% na compara&ccedil;&atilde;o anual (296 mil a mais).<\/p>\n<p>J&aacute; o contingente de pessoas subocupadas por insufici&ecirc;ncia de horas trabalhadas (6,8 milh&otilde;es) caiu 2,4%&nbsp;em rela&ccedil;&atilde;o ao trimestre anterior, mas subiu 7,3% em rela&ccedil;&atilde;o ao mesmo trimestre do ano anterior (466 mil a mais).<\/p>\n<p><strong>Recorde de trabalhadores por conta pr&oacute;pria<\/strong><\/p>\n<p>O n&uacute;mero de trabalhadores por conta pr&oacute;pria e de empregadores tiveram recorde hist&oacute;rico neste trimestre encerrado em janeiro, reunindo, respectivamente, 23,9 milh&otilde;es e 4,5 milh&otilde;es de pessoas.<\/p>\n<p>Na compara&ccedil;&atilde;o com o trimestre anterior, o n&uacute;mero de trabalhadores por conta pr&oacute;pria aumentou em 1,2% (291 mil a mais). J&aacute; na compara&ccedil;&atilde;o com o mesmo trimestre do ano anterior, a alta foi de 3,1% (719 mil pessoas a mais).<\/p>\n<p>O n&uacute;mero de empregadores se manteve est&aacute;vel em 3 meses, mas cresceu 3,3% na compara&ccedil;&atilde;o com janeiro de 2018 (146 mil a mais).<\/p>\n<p>Os grupamentos de atividades que mais registraram aumento nestes dois tipos de posi&ccedil;&atilde;o foram os de com&eacute;rcio, outros servi&ccedil;os, alojamento e alimenta&ccedil;&atilde;o e, sobretudo, transportes. Segundo Azeredo, se mant&eacute;m a tend&ecirc;ncia do aumento de pessoas trabalhando com o transporte alternativo de passageiros, por conta dos aplicativos de transporte, que representam uma porta mais f&aacute;cil de ingresso informal no mercado de trabalho.<\/p>\n<p><strong>Trabalho formal e sem carteira assinada<\/strong><\/p>\n<p>O n&uacute;mero de trabalhadores em carteira de trabalho assinada caiu 2,8% na compara&ccedil;&atilde;o com o trimestre anterior (menos 321 mil pessoas). Na compara&ccedil;&atilde;o anual, entretanto, subiu 2,9%, um adicional de 320 mil pessoas.<\/p>\n<p>O n&uacute;mero de empregados com carteira de trabalho assinada, por sua vez, ficou est&aacute;vel na compara&ccedil;&atilde;o com o trimestre anterior, mas em 1 ano recuou 1,1% (380 mil a menos).<\/p>\n<p>&quot;A carteira de trabalho continua est&aacute;vel, mas em momento algum a gente percebe gera&ccedil;&atilde;o de postos de trabalho com carteira&quot;, avaliou Azeredo.<\/p>\n<p>Os n&uacute;meros de emprego formal em janeiro pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) ser&atilde;o divulgados nesta quinta-feira pelo governo federal.<\/p>\n<p><strong>Renda m&eacute;dia<\/strong><\/p>\n<p>No trimestre encerrado em janeiro, o rendimento m&eacute;dio real habitualmente recebido em todos os trabalhos pelas pessoas ocupadas ficou em R$ 2.270, o que segundo o IBGE representou uma alta de 1,4% frente ao trimestre anterior e estabilidade em rela&ccedil;&atilde;o ao mesmo trimestre do ano anterior.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>N\u00famero de desempregados \u00e9 o maior desde agosto. 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