{"id":29212,"date":"2011-07-27T00:00:00","date_gmt":"2011-07-27T03:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.zecadirceu.com.br\/ministras-passam-no-teste-do-primeiro-mes\/"},"modified":"2011-07-27T00:00:00","modified_gmt":"2011-07-27T03:00:00","slug":"ministras-passam-no-teste-do-primeiro-mes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/ministras-passam-no-teste-do-primeiro-mes\/","title":{"rendered":"Ministras passam no teste do primeiro m\u00eas"},"content":{"rendered":"<p>O jornal Valor Econ&ocirc;mico publicou uma mat&eacute;ria mostrando um balan&ccedil;o do primeiro m&ecirc;s das ministras Gleisi Hoffman (Casa Civil) e Ideli Salvatti (Rela&ccedil;&otilde;es Institucionais) no comando da linha de frente do Executivo. Gleisi t&ecirc;m mostrado capacidade de gest&atilde;o e Ideli tem auxiliado, com compet&ecirc;ncia, a presidenta Dilma no interm&eacute;dio do governo federal com entes federados e com a base aliada do Congresso. Parabenizo as duas pelo grande trabalho que vem sendo desenvolvido. <\/p>\n<p>Leia a mat&eacute;ria na &iacute;ntegra.<\/p>\n<p><em>Uma atravessou o momento mais agudo da crise do PR sem danos &agrave; base governista. A outra imp&ocirc;s-se prometendo s&oacute; o que pode cumprir. Faz pouco mais de um m&ecirc;s que as ministras Ideli Salvatti (Rela&ccedil;&otilde;es Institucionais) e Gleisi Hoffman (Casa Civil) come&ccedil;aram a trabalhar juntas no triunvirato de poder que passaram a compor com a presidente Dilma Rousseff. Impuseram a uma base aliada at&eacute; ent&atilde;o incr&eacute;dula a sua capacidade de gest&atilde;o do n&uacute;cleo de governo.<\/em><\/p>\n<p><strong>Ideli dribla a crise e volta a ser testada<\/strong><\/p>\n<p>Fernando Exman | De Bras&iacute;lia<\/p>\n<p>H&aacute; pouco mais de um m&ecirc;s no comando da Secretaria de Rela&ccedil;&otilde;es Institucionais da Presid&ecirc;ncia da Rep&uacute;blica, Ideli Salvatti faz o que pode para se consolidar no cargo. Restabeleceu a ponte entre o Pal&aacute;cio do Planalto e o Congresso e tem batalhado para recuperar o prest&iacute;gio da Pasta junto &agrave; presidente Dilma Rousseff. Tem agora como principal desafio, no entanto, convencer Dilma a atender as duas maiores demandas dos partidos que integram a base aliada: a libera&ccedil;&atilde;o do dinheiro de emendas parlamentares ao or&ccedil;amento federal e o preenchimento dos cargos de confian&ccedil;a de minist&eacute;rios, empresas estatais e &oacute;rg&atilde;os federais.A postura de Dilma em rela&ccedil;&atilde;o a esses dois assuntos deve dar o tom das rela&ccedil;&otilde;es entre o governo e o Congresso a partir de agosto, quando acabar&aacute; o recesso parlamentar.<br \/>\n&quot;Tudo vai depender do andamento da libera&ccedil;&atilde;o dos restos a pagar e das nomea&ccedil;&otilde;es para os cargos. Essas quest&otilde;es t&ecirc;m que ser resolvidas&quot;, comentou um influente deputado do PMDB. &quot;Isso independe da pessoa que ocupa a Secretaria de Rela&ccedil;&otilde;es Institucionais; &eacute; o governo que precisa resolver.&quot;<br \/>\nE n&atilde;o s&atilde;o poucos os interesses do governo no Congresso. Na C&acirc;mara, por exemplo, o Executivo quer aprovar o projeto de lei que reestrutura o sistema brasileiro de defesa da concorr&ecirc;ncia e a cria&ccedil;&atilde;o do Programa Nacional de Acesso ao Ensino T&eacute;cnico e Emprego (Pronatec).<br \/>\nNo Senado, tenta convencer o senador Fernando Collor (PTB-AL) a destravar a tramita&ccedil;&atilde;o da proposta que libera o acesso a documentos p&uacute;blicos sigilosos e pretende aprovar o C&oacute;digo Florestal. Al&eacute;m disso, o Executivo deve enviar ao Legislativo propostas pontuais para reformar o sistema tribut&aacute;rio.<br \/>\nH&aacute; tamb&eacute;m as armadilhas que o governo precisar&aacute; desengatilhar no Congresso a fim de evitar despesas que coloquem em risco o ajuste fiscal em andamento. Os deputados querem, por exemplo, votar mudan&ccedil;as nas regras do fator previdenci&aacute;rio, aumentar os sal&aacute;rios de policiais e bombeiros (PEC 300) e os gastos na &aacute;rea de sa&uacute;de (Emenda 29).<br \/>\n&quot;O governo vai ter que desarmar isso&quot;, alertou o l&iacute;der de um partido governista.<br \/>\nSegundo ele, depois da press&atilde;o pela prorroga&ccedil;&atilde;o do decreto que permite o pagamento de emendas parlamentares inscritas nos restos a pagar, a base aliada come&ccedil;ar&aacute; a cobrar do Executivo o empenho das emendas apresentadas ao Or&ccedil;amento de 2011. &quot;&Eacute; melhor o governo me dever 100 do que me dever s&oacute; 10&quot;, resumiu.<br \/>\nA prorroga&ccedil;&atilde;o do decreto que trata das emendas parlamentares &eacute; um exemplo dos resultados da atua&ccedil;&atilde;o de Ideli. Dilma resistia a acolher a demanda, mas mudou de ideia depois de alertada pela ministra de que a decis&atilde;o poderia causar problemas para o governo no Legislativo.<br \/>\nO aviso da ministra tinha fundamento. Foi feito a Dilma ap&oacute;s uma s&eacute;rie de conversas de Ideli com l&iacute;deres dos partidos aliados no Congresso, as quais passaram a fazer parte da rotina da articuladora pol&iacute;tica do governo.<br \/>\nIdeli, que passou a despachar no gabinete de Dilma ao lado dos ministros Gleisi Hoffmann (Casa Civil), Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral) e Helena Chagas (Comunica&ccedil;&atilde;o Social) sobre a agenda do governo, tamb&eacute;m teve cr&eacute;dito no arrefecimento da crise entre o governo e o PR. Devido &agrave; &quot;faxina&quot; promovida por Dilma no Minist&eacute;rio dos Transportes, integrantes do partido de Alfredo Nascimento amea&ccedil;avam faltar ao coquetel oferecido pela presidente a parlamentares aliados para brindar o fim do primeiro semestre. Mudaram de ideia depois que Ideli conversou com alguns l&iacute;deres da sigla.<br \/>\nEx-senadora (SC), ex-l&iacute;der do PT no Senado e ex-l&iacute;der do governo no Congresso, Ideli adotou uma estrat&eacute;gia criativa para fortalecer os la&ccedil;os com o meio pol&iacute;tico. Consulta a lista de aniversariantes do dia todas as manh&atilde;s e, em seguida, telefona para parabenizar ministros, congressistas, governadores e prefeitos.<br \/>\nNo per&iacute;odo em que a Pasta foi comandada por Luiz S&eacute;rgio, hoje ministro da Pesca e Aquicultura, senadores e deputados se queixavam justamente da precariedade da interlocu&ccedil;&atilde;o com o Pal&aacute;cio do Planalto. A for&ccedil;a do ex-ministro da Casa Civil Antonio Palocci reduzia a margem de manobra da Secretaria de Rela&ccedil;&otilde;es Institucionais da Presid&ecirc;ncia, e Palocci n&atilde;o conseguia dar vaz&atilde;o aos pedidos dos aliados. Com crise que levou &agrave; sa&iacute;da de Palocci do governo, Dilma promoveu ent&atilde;o a troca de cargos entre Ideli e Luiz S&eacute;rgio.<\/p>\n<p>\n<strong>Gleisi imp&otilde;e estilo direto e sem rodeios &agrave; Casa Civil<\/strong><br \/>\nDe Bras&iacute;lia<\/p>\n<p>Gleisi Hoffmann tem buscado seguir &agrave; risca a miss&atilde;o que recebeu da presidente Dilma Rousseff quando foi convidada a assumir a chefia da Casa Civil: colocar novamente a Pasta &agrave; frente da gest&atilde;o do Executivo.<br \/>\nSenadora eleita pelo PT do Paran&aacute;, Gleisi n&atilde;o abandonou o olhar pol&iacute;tico para os assuntos do governo e acompanha Dilma em encontros com parlamentares aliados no Pal&aacute;cio da Alvorada. At&eacute; agora, no entanto, sua atua&ccedil;&atilde;o n&atilde;o criou embara&ccedil;os a Ideli Salvatti, ministra das Rela&ccedil;&otilde;es Institucionais da Presid&ecirc;ncia da Rep&uacute;blica.<br \/>\nOs pol&iacute;ticos que se reuniram com Gleisi nos &uacute;ltimos dias elogiam sua objetividade, interesse nas demandas e sinceridade ao falar de demandas que ter&atilde;o dificuldades em prosperar no governo &#8211; caracter&iacute;stica tamb&eacute;m notada pelos interlocutores da presidente.<br \/>\n&quot;Ela n&atilde;o teve muita diplomacia: foi direto no que pensa. &Eacute; melhor que o ministro seja sincero do que enrole a gente&quot;, comentou um parlamentar que foi recebido pela chefe da Casa Civil ao falar do estilo da ministra. &quot;Se cumprir o que falou, est&aacute; bom.&quot;<br \/>\nDesde que tomou posse, em 8 de junho, Gleisi reuniu-se com grande parte dos ministros e tomou parte nas discuss&otilde;es sobre os principais programas do governo, como o Brasil Sem Mis&eacute;ria, o Programa de Acelera&ccedil;&atilde;o do Crescimento (PAC) e as obras para a realiza&ccedil;&atilde;o da Copa do Mundo de 2014.<br \/>\nEst&aacute; &agrave; frente da C&acirc;mara de Gest&atilde;o criada pelo Pal&aacute;cio do Planalto em parceria com pesos pesados do empresariado nacional, e reativou a Subchefia de Articula&ccedil;&atilde;o e Monitoramento da Casa Civil. O &oacute;rg&atilde;o, respons&aacute;vel por auxili&aacute;-la no acompanhamento das a&ccedil;&otilde;es priorit&aacute;rias do governo junto aos minist&eacute;rios, havia sido esvaziado por Antonio Palocci para que a Casa Civil retomasse o protagonismo na articula&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica do governo.<br \/>\nGleisi tamb&eacute;m vem atendendo alguns governadores, inclusive da oposi&ccedil;&atilde;o. Estiveram em seu gabinete, por exemplo, os governadores de Rond&ocirc;nia, Piau&iacute;, Esp&iacute;rito Santo e Goi&aacute;s. Gleisi refor&ccedil;ou ainda a ponte entre o Pal&aacute;cio do Planalto com ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Tribunal de Contas da Uni&atilde;o (TCU).<br \/>\nA ministra n&atilde;o descuidou, no entanto, de seus interesses pol&iacute;ticos no Paran&aacute;. Nas &uacute;ltimas semanas, Gleisi reuniu-se no Pal&aacute;cio do Planalto com o prefeito de Curitiba, Luciano Ducci, e o secret&aacute;rio de Infraestrutura e Log&iacute;stica do governo do Paran&aacute;, Jos&eacute; Richa Filho. (F.E.)<\/p>\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O jornal Valor Econ\u00f4mico publicou uma mat\u00e9ria mostrando um balan\u00e7o do primeiro m\u00eas das ministras Gleisi Hoffman (Casa Civil) e Ideli Salvatti (Rela\u00e7\u00f5es Institucionais) no comando da linha de frente do Executivo. Gleisi t\u00eam mostrado capacidade de gest\u00e3o e Ideli tem auxiliado, com compet\u00eancia, a presidenta Dilma no interm\u00e9dio do governo federal com entes federados e com a base aliada do Congresso. Parabenizo as duas pelo grande trabalho que vem sendo desenvolvido.<\/p>\n<p>Leia a mat\u00e9ria na \u00edntegra.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":29211,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[1865,1046,6869,6921],"class_list":["post-29212","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias-zeca-dirceu","tag-aprovacao","tag-gleisi","tag-ideli","tag-ministras"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/29212","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=29212"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/29212\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/media\/29211"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=29212"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=29212"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=29212"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}