{"id":28892,"date":"2011-08-12T00:00:00","date_gmt":"2011-08-12T03:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.zecadirceu.com.br\/minha-casa-minha-vida-chega-ao-campo-com-r-2-bi\/"},"modified":"2011-08-12T00:00:00","modified_gmt":"2011-08-12T03:00:00","slug":"minha-casa-minha-vida-chega-ao-campo-com-r-2-bi","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/minha-casa-minha-vida-chega-ao-campo-com-r-2-bi\/","title":{"rendered":"Minha Casa Minha Vida chega ao campo com R$ 2 bi"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Registro aqui todo o meu apoio &agrave; iniciativa da Caixa Econ&ocirc;mica Federal, que mudou a sua estrutura para atender as necessidades do brasileiro que vive no campo e nunca teve acesso a cr&eacute;dito facilitado para a casa pr&oacute;pria, como acontece nas cidades. &ldquo;Historicamente, h&aacute; programas apenas para trator e chiqueiro, que acabavam sendo muito melhores do que a casa do agricultor&rdquo;, avalia a superintendente Nacional de Habita&ccedil;&atilde;o Rural da Caixa, Noemi da Aparecida Lemes. De acordo com Noemi, os R$ 2 bilh&otilde;es do Or&ccedil;amento da Uni&atilde;o e do Fundo de Garantia (FGTS) devem ajudar a mudar esse cen&aacute;rio nos pr&oacute;ximos quatro anos. <\/p>\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A meta &eacute; construir 60 mil casas, a maioria para ind&iacute;genas, extrativistas, quilombolas, pescadores artesanais e agricultores familiares, que ganham at&eacute; R$ 10 mil por ano. A Caixa teve necessidade de alterar a estrutura administrativa, a pedido dos movimentos sociais do campo, pois os m&eacute;todos de trabalho s&atilde;o diferentes nas cidades. N&atilde;o &eacute; preciso, por exemplo, compra de terreno. No entanto, n&atilde;o &eacute; poss&iacute;vel usar redes de esgoto semelhantes &agrave;s urbanas e os problemas de log&iacute;stica e administra&ccedil;&atilde;o s&atilde;o diferentes. <\/p>\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; No campo, &eacute; dif&iacute;cil contratar empresas com ganhos de escala, porque as casas s&atilde;o feitas a quil&ocirc;metros uma das outras. Isso implica solu&ccedil;&otilde;es de constru&ccedil;&atilde;o diferentes de erguer pr&eacute;dios. Ao inv&eacute;s de empreiteiras, a Caixa tem de se relacionar com o p&uacute;blico por meio de contratos coletivos com entidades civis, prefeituras e governos estaduais para projetos de quatro a 50 fam&iacute;lias cada. <\/p>\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A entidade, que pode tamb&eacute;m ser uma cooperativa de produ&ccedil;&atilde;o ou associa&ccedil;&atilde;o de moradores, apresenta os projetos de engenharia e financeiros. Ela deve ter capacidade de tocar a obra e contratar os profissionais necess&aacute;rios. Uma das novidades do Minha Casa Minha Vida 2 &eacute; que o projeto todo ser&aacute; financiado. A primeira vers&atilde;o pagava parte e a entidade (governamental ou n&atilde;o) tinha de dar uma contrapartida, o que obrigava que estivessem capitalizadas para tomar o cr&eacute;dito. <\/p>\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; As casas devem ter o padr&atilde;o m&iacute;nimo, com garantia de acesso a &aacute;gua de boa qualidade e tratamento do esgoto. A Caixa est&aacute; aberta para projetos que envolvam tecnologias sociais.&ldquo;Todos os projetos arquitet&ocirc;nicos com modos de constru&ccedil;&atilde;o alternativos ser&atilde;o analisados e, se tiverem qualidade, ser&atilde;o contratados&rdquo;, informa Noemi. O Minha Casa Minha Vida incorpora tecnologias sociais, como o aquecimento solar para chuveiros.<\/p>\n<p><strong>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Fam&iacute;lias em extrema pobreza pagar&atilde;o valor simb&oacute;lico<\/strong><br \/>\n&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Das 12 mil casas que j&aacute; foram contratadas pelo Minha Casa Minha Vida 2, cerca de 11 mil s&atilde;o para o p&uacute;blico que vive na pobreza extrema, abaixo de R$ 10 mil anuais. Essas fam&iacute;lias ter&atilde;o de pagar um valor simb&oacute;lico pela melhoria, de 4% do total investido em quatro parcelas anuais de 1% a serem pagas nas datas de anivers&aacute;rio da conclus&atilde;o da obra. <\/p>\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Para as faixas de maior renda, &eacute; feito um cr&eacute;dito imobili&aacute;rio mais parecido com o oferecido para os moradores da cidade, com a diferen&ccedil;a que os pagamentos ser&atilde;o semestrais. A faixa intermedi&aacute;ria de renda atualmente vai de R$ 10 mil anuais a R$ 22 mil anuais e a terceira, acima deste teto. No entanto, esses valores devem ser redefinidos este m&ecirc;s. Os recursos e o projeto s&atilde;o tomados coletivamente pelo governo local ou entidade civil, mas o pagamento das parcelas do financiamento fica por conta das fam&iacute;lias individualmente.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Registro aqui todo o meu apoio \u00e0 iniciativa da Caixa Econ\u00f4mica Federal, que mudou a sua estrutura para atender as necessidades do brasileiro que vive no campo e nunca teve acesso a cr\u00e9dito facilitado para a casa pr\u00f3pria, como acontece nas cidades. \u201cHistoricamente, h\u00e1 programas apenas para trator e chiqueiro, que acabavam sendo muito melhores do que a casa do agricultor\u201d, avalia a superintendente Nacional de Habita\u00e7\u00e3o Rural da Caixa, Noemi da Aparecida Lemes. 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