{"id":28624,"date":"2011-08-29T00:00:00","date_gmt":"2011-08-29T03:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.zecadirceu.com.br\/combate-ao-fumo-evita-mortes-por-doencas-cronicas\/"},"modified":"2011-08-29T00:00:00","modified_gmt":"2011-08-29T03:00:00","slug":"combate-ao-fumo-evita-mortes-por-doencas-cronicas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/combate-ao-fumo-evita-mortes-por-doencas-cronicas\/","title":{"rendered":"Combate ao fumo evita mortes por doen\u00e7as cr\u00f4nicas"},"content":{"rendered":"<div style=\"margin: 0cm 0cm 10pt\">Existem cerca de 1 bilh&atilde;o de fumantes no mundo e 10% de todas as causas de mortes s&atilde;o atribu&iacute;das ao tabagismo. O fumo &eacute; um importante fator que influencia no surgimento de doen&ccedil;as cr&ocirc;nicas. Dentre elas, destacam-se os v&aacute;rios tipos de c&acirc;ncer, como o de boca, faringe, est&ocirc;mago e, principalmente, o de pulm&atilde;o. Em 90% dos casos diagnosticados, o c&acirc;ncer de pulm&atilde;o est&aacute; associado ao consumo de derivados de tabaco. No Brasil, foi respons&aacute;vel por 20.622 mortes em 2008, sendo o tipo que mais fez v&iacute;timas. Nesta segunda-feira (29), dia nacional de combate ao fumo, o Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de faz alerta e lembra que o Plano de A&ccedil;&otilde;es Estrat&eacute;gicas para Enfrentamento de Doen&ccedil;as Cr&ocirc;nicas N&atilde;o Transmiss&iacute;veis prev&ecirc; diversas a&ccedil;&otilde;es de combate ao consumo de cigarro.<\/div>\n<div style=\"margin: 0cm 0cm 10pt\">&nbsp;A meta do Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de prevista no Plano &eacute; reduzir a propor&ccedil;&atilde;o de fumantes na popula&ccedil;&atilde;o brasileira dos atuais 15,1% para 9% em 2022. Para isso, o plano inclui a&ccedil;&otilde;es de enfrentamento ao tabagismo, como: adequar a legisla&ccedil;&atilde;o nacional que regula o ato de fumar em recintos coletivos e ampliar as a&ccedil;&otilde;es de preven&ccedil;&atilde;o e de cessa&ccedil;&atilde;o do tabagismo em toda a popula&ccedil;&atilde;o, com aten&ccedil;&atilde;o especial aos grupos mais vulner&aacute;veis (jovens, mulheres, popula&ccedil;&atilde;o de menor renda e escolaridade, ind&iacute;genas, quilombolas). As medidas tamb&eacute;m incluem o fortalecimento da pol&iacute;tica de pre&ccedil;os e de aumento de impostos dos produtos derivados do tabaco e, no Programa Sa&uacute;de na Escola (PSE), refor&ccedil;ar as a&ccedil;&otilde;es educativas voltadas para a preven&ccedil;&atilde;o e redu&ccedil;&atilde;o do uso de tabaco.<\/div>\n<div style=\"margin: 0cm 0cm 10pt\">&nbsp;Nos &uacute;ltimos anos, o Brasil tem se destacado como o pa&iacute;s das Am&eacute;ricas que mais vem reduzindo o n&uacute;mero de fumantes. De acordo com a Pesquisa Nacional de Sa&uacute;de e Nutri&ccedil;&atilde;o, em 1989, a preval&ecirc;ncia de fumantes era de 34,8%. Em 2003, este &iacute;ndice caiu para 22,4%. Segundo dados do Vigitel, pesquisa do Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de, nos &uacute;ltimos cinco anos, a propor&ccedil;&atilde;o de fumantes na popula&ccedil;&atilde;o brasileira das capitais caiu de 16,2% para 15,1%, com redu&ccedil;&atilde;o mais expressiva entre os homens. Al&eacute;m disso, entre 2007 e 2010, a freq&uuml;&ecirc;ncia de homens fumantes diminuiu em m&eacute;dia 1,1 ponto percentual (pp) ao ano. A redu&ccedil;&atilde;o no n&uacute;mero de fumantes teve reflexo no total de casos de c&acirc;ncer. Houve queda nos casos em homens jovens e uma redu&ccedil;&atilde;o de 38% da taxa de mortalidade por doen&ccedil;as respirat&oacute;rias cr&ocirc;nicas de 1996 a 2007 no Brasil.<\/div>\n<div style=\"margin: 0cm 0cm 10pt\">&nbsp;&ldquo;N&oacute;s tivemos esse grande avan&ccedil;o em fun&ccedil;&atilde;o das pol&iacute;ticas p&uacute;blicas que foram desenvolvidas, em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; proibi&ccedil;&atilde;o de propagandas, campanhas educativas, as estampas de advert&ecirc;ncia nos ma&ccedil;os. Todas essas medidas do Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de e parceiros fizeram com que houvesse esse recuo e hoje n&oacute;s temos uma das menores preval&ecirc;ncias de tabaco do mundo&rdquo;, explica Deborah Malta, coordenadora de Vigil&acirc;ncia de Doen&ccedil;as e Agravos N&atilde;o Transmiss&iacute;veis, do Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de.<\/div>\n<div style=\"margin: 0cm 0cm 10pt\"><strong>&nbsp;Sabor disfar&ccedil;a potencial nocivo do cigarro<\/strong><\/div>\n<div style=\"margin: 0cm 0cm 10pt\">A Ag&ecirc;ncia Nacional de Vigil&acirc;ncia Sanit&aacute;ria (ANVISA) colocou duas propostas em consulta p&uacute;blica que debatiam a proibi&ccedil;&atilde;o de aditivos na fabrica&ccedil;&atilde;o do cigarro e a que estabelece novas restri&ccedil;&otilde;es na propaganda e promo&ccedil;&atilde;o do tabaco. Ambas foram encerradas e agora as contribui&ccedil;&otilde;es est&atilde;o em an&aacute;lise na &aacute;rea t&eacute;cnica da Ag&ecirc;ncia.<\/div>\n<div style=\"margin: 0cm 0cm 10pt\">&nbsp;Para a secret&aacute;ria executiva da Comiss&atilde;o Interministerial da Implementa&ccedil;&atilde;o da Conven&ccedil;&atilde;o Quadro para Controle do Tabaco (CONICQ), Tania Cavalcante, a tanto a propaganda quanto a utiliza&ccedil;&atilde;o de aditivos no cigarro s&atilde;o formas que a ind&uacute;stria tabagista encontrou para atrair os adolescentes e fazer com que eles passem da fase de experimenta&ccedil;&atilde;o para a fase de fumantes efetivos.<\/div>\n<div style=\"margin: 0cm 0cm 10pt\">&nbsp;&quot;Existe toda uma estrat&eacute;gia de cerco ao adolescente, &eacute; a propaganda, &eacute; o posicionamento da embalagem nos pontos de venda, suas embalagens cada vez mais bonitas, vendidas junto com produtos que atraem jovens como bon&eacute;s, headphones e outras coisas. E os aditivos para facilitar o primeiro contato&rdquo;, afirma Cavalcanti.<\/div>\n<div style=\"margin: 0cm 0cm 10pt\">&nbsp;Tentar impedir que os jovens experimentem o cigarro se tornou uma das prioridades do Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de para reduzir o n&uacute;mero de fumantes. &ldquo;Temos de nos preocupar e inclusive acabar com a comercializa&ccedil;&atilde;o desse tipo de cigarro que se v&ecirc; por a&iacute;, com gosto de cereja, lim&atilde;o e chocolate. &Eacute; algo que mascara o gosto do que realmente h&aacute; ali, o cigarro, e acaba atraindo um p&uacute;blico jovem para o fumo&rdquo;, refor&ccedil;a&nbsp;o ministro da Sa&uacute;de, Alexandre Padilha.<\/div>\n<div style=\"margin: 0cm 0cm 10pt\"><strong>&nbsp;<\/strong><strong>MP aumenta carga tribut&aacute;ria<\/strong><\/div>\n<div style=\"margin: 0cm 0cm 10pt\">O Governo Federal anunciou mudan&ccedil;as na carga tribut&aacute;ria de alguns produtos atrav&eacute;s do Plano Brasil Maior, estabelecido na Medida Provis&oacute;ria 540.&nbsp;Com as mudan&ccedil;as estabelecidas na MP, a carga tribut&aacute;ria sobre o produto poder&aacute; subir dos atuais 60% para 81% &ndash; um avan&ccedil;o no combate ao tabagismo no pa&iacute;s. O Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de ap&oacute;ia a decis&atilde;o do governo por entender que essa medida pode reduzir o n&uacute;mero de fumantes.<\/div>\n<div style=\"margin: 0cm 0cm 10pt\">&nbsp;&ldquo;O pr&oacute;prio Banco Mundial que aconselha os pa&iacute;ses nas Pol&iacute;ticas Nacionais de Combate ao Tabaco reconhece que essas medidas de pre&ccedil;os e impostos s&atilde;o as medidas mais efetivas para reduzir o consumo de produtos de tabaco especialmente entre os jovens e com isso a gente consiga ajudar as Pol&iacute;tica Nacional de Controle do Tabaco na preven&ccedil;&atilde;o da inicia&ccedil;&atilde;o entre adolescentes,&rdquo; afirma Tania Cavalcante.<\/div>\n<div style=\"margin: 0cm 0cm 10pt\">&nbsp;A secret&aacute;ria afirma ainda que a justificativa das ind&uacute;strias de que pode aumentar o contrabando cobrando uma carga tribut&aacute;ria maior &eacute; mito.<\/div>\n<div style=\"margin: 0cm 0cm 10pt\">&ldquo;Essa rela&ccedil;&atilde;o de causa e efeito &eacute; um mito criado pela ind&uacute;stria do tabaco para pressionar os governos. Sempre surge esse argumento que vai aumentar o contrabando ou vai gerar desemprego entre os fumicultores. O pr&oacute;prio Banco Mundial que vem estudando essa quest&atilde;o mostra claramente que n&atilde;o h&aacute; essa rela&ccedil;&atilde;o. A quest&atilde;o do contrabando est&aacute; muito mais ligado o crime organizado do que essa diferen&ccedil;a de pre&ccedil;o imposto entre os pa&iacute;ses&rdquo;, refor&ccedil;a T&acirc;nia.<\/div>\n<div style=\"margin: 0cm 0cm 10pt\"><strong>&nbsp;Filhos de tabagistas sofrem com fumo passivo<\/strong><\/div>\n<div style=\"margin: 0cm 0cm 10pt\">Um estudo da Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial da Sa&uacute;de (OMS), divulgado no final do ano passado, sobre mortalidade devido ao tabagismo passivo em todo o mundo mostrou que, no Brasil, morrem cerca de 7,5 mil brasileiros todos os anos devido a essa exposi&ccedil;&atilde;o altamente evit&aacute;vel. Um exemplo que deveria come&ccedil;ar em casa: pais tabagistas de crian&ccedil;as e jovens portadores de asma, doen&ccedil;a mais presente na inf&acirc;ncia, passam para seus filhos cerca de 4.700 subst&acirc;ncias nocivas presentes na fuma&ccedil;a do cigarro.<\/div>\n<div style=\"margin: 0cm 0cm 10pt\">&nbsp;&ldquo;Crian&ccedil;as que sofrem de asma que s&atilde;o expostas &agrave; fuma&ccedil;a do cigarro est&atilde;o mais propensas a ter crises de falta de ar, chiado no peito e tosse&rdquo;, explica o pneumologista do Instituto Nacional do C&acirc;ncer (INCA), Ricardo Meirelles.<\/div>\n<div style=\"margin: 0cm 0cm 10pt\">O m&eacute;dico alerta ainda que o tratamento deve ser permanente, com cuidados&nbsp;relativos &agrave; administra&ccedil;&atilde;o das medica&ccedil;&otilde;es e com o ambiente. No caso das gestantes tabagistas, o risco &eacute; dobrado: fazem mal &agrave; pr&oacute;pria sa&uacute;de e &agrave; do beb&ecirc;.<\/div>\n<div style=\"margin: 0cm 0cm 10pt\"><strong>&nbsp;&nbsp;Minist&eacute;rio ajuda quem quer parar de fumar<\/strong><\/div>\n<div style=\"margin: 0cm 0cm 10pt\">Em 2010, o Departamento de Ouvidoria Geral do Sistema &Uacute;nico de Sa&uacute;de (SUS) realizou mais de 2 milh&otilde;es de atendimentos a cidad&atilde;os interessados no tema tabagismo. Em 80% dos atendimentos, as pessoas eram fumantes. Do total de pessoas atendidas, 60% estavam interessadas em como parar de fumar e 20%, em como ajudar outra pessoa a parar de fumar.<\/div>\n<div style=\"margin: 0cm 0cm 10pt\">&nbsp;Os dados mostram, tamb&eacute;m, que 30% dos atendidos tinham entre 20 e 29 anos e que 42% tinham o ensino fundamental incompleto. E 78% das pessoas que buscaram atendimento conheceram a Ouvidoria por meio dos ma&ccedil;os de cigarro.<\/div>\n<div style=\"margin: 0cm 0cm 10pt\">&nbsp;Al&eacute;m disso, o tratamento para pessoas que querem parar de fumar &ndash; dispon&iacute;vel no SUS &ndash; ter&aacute; acr&eacute;scimo de 63% em seu or&ccedil;amento. Em 2011, o valor investido deve chegar a R$ 45,6 milh&otilde;es, contra os R$ 28 milh&otilde;es aplicados em 2010.<\/div>\n<div style=\"margin: 0cm 0cm 10pt\">&nbsp;&ldquo;Temos de acabar com o h&aacute;bito de fumar porque tem gente que fuma um ou dois cigarros por dia e diz que isso n&atilde;o &eacute; v&iacute;cio. Fumar um cigarro que seja j&aacute; &eacute; prejudicial &agrave; sa&uacute;de e essa pessoa precisa ser ajudada a parar&rdquo;, alertou o ministro da Sa&uacute;de, Alexandre Padilha.<\/div>\n<div style=\"margin: 0cm 0cm 10pt\">&nbsp;Entre 2005 e 2010, foram investidos R$ 86,2 milh&otilde;es no tratamento de fumantes. Neste per&iacute;odo, o Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de adquiriu e distribuiu &agrave;s Secretarias Estaduais de Sa&uacute;de 26,5 milh&otilde;es de adesivos, 3,7 milh&otilde;es de gomas de mascar e 3,2 milh&otilde;es de pastilhas de nicotina; al&eacute;m de 8,3 milh&otilde;es de comprimidos de cloridrato bupropiona &ndash; medicamento usado no tratamento de fumantes.<\/div>\n<div style=\"margin: 0cm 0cm 10pt\"><strong>&nbsp;CAMPANHA <\/strong>&ndash; J&aacute; est&aacute; dispon&iacute;vel no portal da sa&uacute;de (www.saude.gov.br) o material da campanha contra o fumo. Com o tema &quot;Viver bem &eacute; viver com sa&uacute;de. Fique longe do cigarro&quot;, o Instituto Nacional de C&acirc;ncer (INCA), com o apoio do Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de, lan&ccedil;a mais uma campanha para lembrar o Dia Nacional de Combate ao Fumo, comemorado em 29 de agosto e criado em 1986 pela Lei Federal n&ordm;. 7.488. O objetivo &eacute; refor&ccedil;ar as a&ccedil;&otilde;es nacionais de sensibiliza&ccedil;&atilde;o e mobiliza&ccedil;&atilde;o da popula&ccedil;&atilde;o brasileira para os danos sociais, pol&iacute;ticos, econ&ocirc;micos e ambientais causados pelo tabaco.&nbsp;<\/div>\n<div style=\"margin: 0cm 0cm 10pt\">&nbsp;&nbsp;Vanessa Silvestre\/Ag&ecirc;ncia Sa&uacute;de<\/div>\n<div style=\"margin: 0cm 0cm 10pt\">&nbsp;<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Existem cerca de 1 bilh\u00e3o de fumantes no mundo e 10% de todas as causas de mortes s\u00e3o atribu\u00eddas ao tabagismo. O fumo \u00e9 um importante fator que influencia no surgimento de doen\u00e7as cr\u00f4nicas. Dentre elas, destacam-se os v\u00e1rios tipos de c\u00e2ncer, como o de boca, faringe, est\u00f4mago e, principalmente, o de pulm\u00e3o. Em 90% dos casos diagnosticados, o c\u00e2ncer de pulm\u00e3o est\u00e1 associado ao consumo de derivados de tabaco. No Brasil, foi respons\u00e1vel por 20.622 mortes em 2008, sendo o tipo que mais fez v\u00edtimas. Nesta segunda-feira (29), dia nacional de combate ao fumo, o Minist\u00e9rio da Sa\u00fade faz alerta e lembra que o Plano de A\u00e7\u00f5es Estrat\u00e9gicas para Enfrentamento de Doen\u00e7as Cr\u00f4nicas N\u00e3o Transmiss\u00edveis prev\u00ea diversas a\u00e7\u00f5es de combate ao consumo de cigarro.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":28623,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[1698],"class_list":["post-28624","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias-zeca-dirceu","tag-doencas"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/28624","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=28624"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/28624\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/media\/28623"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=28624"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=28624"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=28624"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}