{"id":28456,"date":"2011-09-07T00:00:00","date_gmt":"2011-09-07T03:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.zecadirceu.com.br\/brasil-sobe-5-posicoes-em-ranking-global-de-competitividade\/"},"modified":"2011-09-07T00:00:00","modified_gmt":"2011-09-07T03:00:00","slug":"brasil-sobe-5-posicoes-em-ranking-global-de-competitividade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/brasil-sobe-5-posicoes-em-ranking-global-de-competitividade\/","title":{"rendered":"Brasil sobe 5 posi\u00e7\u00f5es em ranking global de competitividade"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;O Brasil avan&ccedil;ou cinco posi&ccedil;&otilde;es e alcan&ccedil;ou o 53&ordm; lugar em pesquisa global anual do F&oacute;rum Econ&ocirc;mico Mundial que classifica 142 pa&iacute;ses de acordo com as condi&ccedil;&otilde;es de competitividade.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><o:p><\/o:p><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">O novo ranking mostrou que o Brasil superou a &Iacute;ndia e ficou em segundo lugar, atr&aacute;s da China, entre os pa&iacute;ses do BRIC na pesquisa, que combina dados estat&iacute;sticos e sondagem junto a executivos. O bloco tamb&eacute;m &eacute; formado pela R&uacute;ssia.<o:p><\/o:p><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">Para a Funda&ccedil;&atilde;o Dom Cabral, respons&aacute;vel pela realiza&ccedil;&atilde;o do estudo no Brasil, o fator mais determinante para essa melhora foi o crescimento econ&ocirc;mico com inclus&atilde;o social, que turbinou a atratividade do mercado dom&eacute;stico. O Brasil cresceu 7,5 por cento em 2010.<o:p><\/o:p><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">Tamb&eacute;m contribuiu para o avan&ccedil;o, o clima geral de otimismo com a economia dom&eacute;stica, que teria influenciado as avalia&ccedil;&otilde;es sobre o pa&iacute;s e a atua&ccedil;&atilde;o do governo feitas por executivos na sondagem, realizada entre mar&ccedil;o e maio deste ano.<o:p><\/o:p><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">&quot;Houve uma melhora generalizada da percep&ccedil;&atilde;o da comunidade empresarial sobre as a&ccedil;&otilde;es p&uacute;blicas&quot;, afirmou o respons&aacute;vel pela pesquisa na escola de neg&oacute;cios Funda&ccedil;&atilde;o Dom Cabral, Carlos Arruda.<o:p><\/o:p><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">Entre os 12 pilares da pesquisa, o Brasil teve o progresso mais expressivo em &quot;institui&ccedil;&otilde;es&quot;, que avalia a quest&otilde;es como o quadro legal para neg&oacute;cios, burocracia, corrup&ccedil;&atilde;o, atitude do governo em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; iniciativa privada e gerenciamento das finan&ccedil;as p&uacute;blicas.<o:p><\/o:p><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">Nessa categoria, em que dois ter&ccedil;os das vari&aacute;veis s&atilde;o opinativas, o Brasil passou da 93a coloca&ccedil;&atilde;o para a 77a. Na vari&aacute;vel &quot;confian&ccedil;a nos pol&iacute;ticos&quot;, inclu&iacute;da no patamar institui&ccedil;&otilde;es, o pa&iacute;s curiosamente saltou 22 posi&ccedil;&otilde;es. Ainda assim, permaneceu mal posicionado, no 105o lugar.<o:p><\/o:p><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">O Brasil tamb&eacute;m melhorou de forma significativa no pilar &quot;efici&ecirc;ncia do mercado de trabalho&quot; &#8211; em que caiu da 96a para a 83a posi&ccedil;&atilde;o. Segundo Arruda, pesaram para a melhora quest&otilde;es como a percep&ccedil;&atilde;o da coopera&ccedil;&atilde;o entre empregado e empregador e da qualidade de gest&atilde;o.<o:p><\/o:p><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><o:p>&nbsp;<\/o:p><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">Atr&aacute;s do Panam&aacute;<o:p><\/o:p><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">Apesar do avan&ccedil;o, o Brasil continua sendo considerado um pa&iacute;s menos competitivo do que economias menos expressivas, como Panam&aacute;, Om&atilde;, Tun&iacute;sia, Chipre e Malta. Tamb&eacute;m ficou entre os &uacute;ltimos colocados em vari&aacute;veis como qualidade da educa&ccedil;&atilde;o (115&ordf;) e rigidez de regras trabalhistas (118&ordm;).<o:p><\/o:p><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">Para Arruda, a classifica&ccedil;&atilde;o geral do Brasil retrata as disparidades de um pa&iacute;s que tem de um lado um grande mercado e uma sofistica&ccedil;&atilde;o empresarial e financeira elevada, mas onde indicadores b&aacute;sicos de educa&ccedil;&atilde;o e sa&uacute;de ainda s&atilde;o bastante ruins, e uma infraestutura falha e o marco regulat&oacute;rio tamb&eacute;m emperram os neg&oacute;cios.<o:p><\/o:p><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">O pa&iacute;s teria avan&ccedil;ado mais em competitividade nos anos recentes caso houvesse promovido reformas em &aacute;reas como a trabalhista e a tribut&aacute;ria, e investido de forma mais expressiva em infraestrutura e sa&uacute;de, afirmou Arruda, que &eacute; coordenador do N&uacute;cleo de Inova&ccedil;&atilde;o e Competitividade da Funda&ccedil;&atilde;o Dom Cabral.<o:p><\/o:p><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">&quot;O Brasil avan&ccedil;ou, mas fica no mesmo lugar&quot;, afirmou, acrescentando que, apesar do grande mercado, o pa&iacute;s ainda &eacute; um &quot;lugar dif&iacute;cil&quot; para as empresas.<o:p><\/o:p><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">Outro ranking de competitividade preparado pela Funda&ccedil;&atilde;o Dom Cabral no primeiro semestre deste ano, em parceria com o International Institute for Management Development, mostrou uma queda da classifica&ccedil;&atilde;o do Brasil.<o:p><\/o:p><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">As duas sondagens t&ecirc;m diferen&ccedil;as de metodologias e, na primeira pesquisa, pesou contra o Brasil uma queda da produtividade no trabalho &#8211;resultante do fato de o emprego ter crescido mais do que o Produto Interno Bruto (PIB) no per&iacute;odo analisado. Essa vari&aacute;vel n&atilde;o &eacute; levada em conta no ranking do F&oacute;rum Econ&ocirc;mico Mundial.<o:p><\/o:p><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">Na pesquisa divulgada esta semana, o Brasil teve a piora mais expressiva na vari&aacute;vel &quot;estabilidade macroecon&ocirc;mica&quot;, que passou da 111a para a 115a posi&ccedil;&atilde;o. Nesse caso, o fator determinante foi uma mudan&ccedil;a de metodologia, porque a pesquisa passou a considerar nas estat&iacute;sticas fiscais do pa&iacute;s o endividamento dos Estados e munic&iacute;pios, o que n&atilde;o ocorria at&eacute; ent&atilde;o.<o:p><\/o:p><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">Tamb&eacute;m pesa contra o Brasil o spread banc&aacute;rio &#8211;diferen&ccedil;a entre o custo de capta&ccedil;&atilde;o dos bancos e a taxa efetivamente cobrada nos empr&eacute;stimos aos consumidores&#8211;, vari&aacute;vel em que ficou na 136a posi&ccedil;&atilde;o, mesma coloca&ccedil;&atilde;o do n&iacute;vel anterior.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">Fonte: REUTERS<o:p><\/o:p><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><o:p>&nbsp;<\/o:p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Brasil avan\u00e7ou cinco posi\u00e7\u00f5es e alcan\u00e7ou o 53\u00ba lugar em pesquisa global anual do F\u00f3rum Econ\u00f4mico Mundial que classifica 142 pa\u00edses de acordo com as condi\u00e7\u00f5es de competitividade.<br \/>\nO novo ranking mostrou que o Brasil superou a \u00cdndia e ficou em segundo lugar, atr\u00e1s da China, entre os pa\u00edses do BRIC na pesquisa, que combina dados estat\u00edsticos e sondagem junto a executivos. 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