{"id":28100,"date":"2011-09-27T00:00:00","date_gmt":"2011-09-27T03:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.zecadirceu.com.br\/gargalhar-age-como-analgesico-diz-estudo\/"},"modified":"2011-09-27T00:00:00","modified_gmt":"2011-09-27T03:00:00","slug":"gargalhar-age-como-analgesico-diz-estudo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/gargalhar-age-como-analgesico-diz-estudo\/","title":{"rendered":"Gargalhar age como analg\u00e9sico, diz estudo"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;Dar uma boa gargalhada libera subst&acirc;ncias qu&iacute;micas que agem como analg&eacute;sico natural, reduzindo a dor, indica uma pesquisa da Universidade de Oxford, na Gr&atilde;-Bretanha.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><o:p><\/o:p><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">Para testar a hip&oacute;tese, os pesquisadores mediram as rea&ccedil;&otilde;es de volunt&aacute;rios &agrave; dor &ndash; por exemplo, colocando uma sacola de gelo sobre o bra&ccedil;o para medir quanto tempo eles aguentavam.<o:p><\/o:p><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">Depois, eles foram divididos em dois grupos &ndash; o primeiro assistiu a um v&iacute;deo de com&eacute;dia de 15 minutos, e o outro assistiu a uma filmagem que os pesquisadores consideraram entediantes, como programas de golfinhos.<o:p><\/o:p><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">Quando foram novamente submetidos a dor, os que tinham dado gargalhadas foram capazes de suportar at&eacute; 10% mais dor que antes de rir, indicou a pesquisa.<o:p><\/o:p><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">J&aacute; os que assistiram a programas entediantes foram menos capazes de suportar dor que antes de assistir ao filme.<o:p><\/o:p><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">Euforia<o:p><\/o:p><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">O coordenador da pesquisa, professor Robin Dunbar, acredita que uma risada incontrol&aacute;vel libera endorfina, uma subst&acirc;ncia qu&iacute;mica que n&atilde;o apenas gera certa euforia como atua como analg&eacute;sico.<o:p><\/o:p><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">&quot;&Eacute; o esvaziamento dos pulm&otilde;es que causa o efeito&quot;, disse o pesquisador &agrave; BBC.<o:p><\/o:p><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">&quot;&Eacute; exatamente o que acontece quando algu&eacute;m diz que riu at&eacute; doer. Soa como uma experi&ecirc;ncia bastante dolorosa, e &eacute; a dor que produz o efeito da endorfina.&quot;<o:p><\/o:p><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">A pesquisa indicou que uma risadinha contida n&atilde;o basta; &eacute; preciso uma boa gargalhada para ter o efeito.<o:p><\/o:p><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">Al&eacute;m do qu&ecirc;, nem todos os programas de comedia t&ecirc;m o mesmo resultado. Humor bobo, tais como o de programas como Mr. Bean, e at&eacute; mesmo do seriado Friends, parecem ser mais eficazes.<o:p><\/o:p><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">J&aacute; os mon&oacute;logos de comediantes, no estilo stand-up comedy, n&atilde;o elevaram a toler&acirc;ncia dos volunt&aacute;rios &agrave; dor.<o:p><\/o:p><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">&quot;Fico um pouco hesitante de dizer isso, mas t&iacute;nhamos uma s&eacute;rie de v&iacute;deos do (bem-sucedido comediante brit&acirc;nico) Michael McIntyre, que ach&aacute;vamos que teria um bom efeito. Mas acho que esse tipo de humor &eacute; muito cerebral para gerar grandes gargalhadas&quot;, disse Dunbar.<o:p><\/o:p><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span>&nbsp;<\/span>Efeito social<o:p><\/o:p><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">Os pesquisadores n&atilde;o mediram diretamente o n&iacute;vel de endorfina nos volunt&aacute;rios porque isto envolveria a extra&ccedil;&atilde;o de fluidos atrav&eacute;s de uma longa agulha &ndash; um procedimento que provavelmente geraria mau humor entre o grupo e influenciaria os resultados.<o:p><\/o:p><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">Para o professor Dunbar, a pesquisa pode ajudar a explicar o papel do riso no estabelecimento da sociedade humana, dois milh&otilde;es de anos atr&aacute;s.<o:p><\/o:p><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">Enquanto todos os primatas s&atilde;o capazes de rir, s&oacute; os humanos s&atilde;o capazes de gargalhar e, portanto, liberar endorfina atrav&eacute;s do riso.<o:p><\/o:p><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">A teoria do professor Dunbar &eacute; que a endorfina favoreceu a cria&ccedil;&atilde;o de la&ccedil;os sociais entre os indiv&iacute;duos da esp&eacute;cie.<o:p><\/o:p><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">&quot;Neste est&aacute;gio, quisemos mostrar que, sim, rir ativa endorfina. O pr&oacute;ximo passo ser&aacute; avaliar se dar risadas realmente faz com que grupos fiquem mais pr&oacute;ximos, trabalhem em equipe e demonstrem mais generosidade&quot;, disse o pesquisador.<o:p><\/o:p><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">Se este for o caso, poderia explicar porque, h&aacute; 2 milh&otilde;es de anos, as tribos de humanos uniam at&eacute; cem pessoas, enquanto a de primatas de grande porte contempor&acirc;neos chegavam apenas &agrave; metade deste n&uacute;mero.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">Fonte: BBC Brasil<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Dar uma boa gargalhada libera subst\u00e2ncias qu\u00edmicas que agem como analg\u00e9sico natural, reduzindo a dor, indica uma pesquisa da Universidade de Oxford, na Gr\u00e3-Bretanha.<br \/>\nPara testar a hip\u00f3tese, os pesquisadores mediram as rea\u00e7\u00f5es de volunt\u00e1rios \u00e0 dor \u2013 por exemplo, colocando uma sacola de gelo sobre o bra\u00e7o para medir quanto tempo eles aguentavam.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":28099,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[6681,6680],"class_list":["post-28100","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias-zeca-dirceu","tag-diz-estudo","tag-gargalhar-age-como-analgesico"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/28100","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=28100"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/28100\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/media\/28099"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=28100"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=28100"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=28100"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}