{"id":26829,"date":"2011-12-05T00:00:00","date_gmt":"2011-12-05T02:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.zecadirceu.com.br\/brasil-mira-relacoes-comerciais-com-paises-em-desenvolvimento\/"},"modified":"2011-12-05T00:00:00","modified_gmt":"2011-12-05T02:00:00","slug":"brasil-mira-relacoes-comerciais-com-paises-em-desenvolvimento","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/brasil-mira-relacoes-comerciais-com-paises-em-desenvolvimento\/","title":{"rendered":"Brasil mira rela\u00e7\u00f5es comerciais com pa\u00edses em desenvolvimento"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;Enquanto a crise internacional se expande, reduzindo as expectativas de crescimento da maioria dos pa&iacute;ses &ndash; inclusive do Brasil &ndash; as commoditties ainda seguram os &iacute;ndices da balan&ccedil;a comercial brasileira. Para especialistas, a tend&ecirc;ncia &eacute; que, a partir de agora, as rela&ccedil;&otilde;es comerciais do Pa&iacute;s e dependam cada vez mais do aumento do com&eacute;rcio com os pa&iacute;ses em desenvolvimento, que ainda t&ecirc;m por onde crescer.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><o:p><\/o:p><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">Nesse cen&aacute;rio, mercados que at&eacute; pouco tempo atr&aacute;s estavam longe de serem considerados estrat&eacute;gicos para o Brasil come&ccedil;am a ganhar relev&acirc;ncia para o pa&iacute;s.<o:p><\/o:p><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">No &uacute;ltimo ano, por exemplo, Cingapura subiu do 35&ordm; para o 20&ordm; lugar de destino das exporta&ccedil;&otilde;es nacionais. As vendas para o pa&iacute;s cresceram 133%. Ainda assim, esse valor representa uma parte ainda pequena do total das exporta&ccedil;&otilde;es, de 1,19% &ndash; mas j&aacute; se observa crescimento em rela&ccedil;&atilde;o ao ano anterior, quando era apenas 0,66%.<o:p><\/o:p><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">Neste mesmo per&iacute;odo, as exporta&ccedil;&otilde;es para a Alemanha, ainda que tenham crescido em n&uacute;meros absolutos, ca&iacute;ram na participa&ccedil;&atilde;o total, de 4,05% para 3,58%. No ano anterior, a queda j&aacute; tinha sido de 0,01%.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">Segundo Daniela Prates, pesquisadora do departamento de Economia da Unicamp, a desconcentra&ccedil;&atilde;o das exporta&ccedil;&otilde;es segue uma pol&iacute;tica dos &uacute;ltimos anos.<o:p><\/o:p><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">Pelo pr&oacute;prio est&aacute;gio de desenvolvimento, pa&iacute;ses como a China precisam de mais produtos b&aacute;sicos, como min&eacute;rio de ferro, carro-chefe das exporta&ccedil;&otilde;es brasileiras.<o:p><\/o:p><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">Com a crise, que afeta, sobretudo, Uni&atilde;o Europeia e, consequentemente, Estados Unidos, o processo se intensificou. Mas, alerta Prates, ainda que Brasil esteja preparado para enfrentar a recess&atilde;o, os efeitos devem ser sentidos somente no pr&oacute;ximo ano. As expectativas de crescimento para 2012 foram rebaixadas de 4,5% para 3,2% na segunda-feira 28.<o:p><\/o:p><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">Apesar do avan&ccedil;o brasileiro em mercados em desenvolvimento, Amir Khair, ex-secret&aacute;rio de Finan&ccedil;as em S&atilde;o Paulo, comenta que ainda &eacute; dif&iacute;cil concorrer com produ&ccedil;&otilde;es da China e leste &Aacute;sia, que t&ecirc;m custo muito baixo. Al&eacute;m disso, com o mercado interno em baixa, Uni&atilde;o Europeia e Estados Unidos tentam ampliar exporta&ccedil;&otilde;es.<o:p><\/o:p><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">O problema, lembra Prates, &eacute; que o pre&ccedil;o das commoditties &eacute; vol&aacute;til, deixando o Brasil vulner&aacute;vel &agrave;s quedas. Segundo ela, &eacute; necess&aacute;rio incorporar valor agregado &agrave;s commoditties.<o:p><\/o:p><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">J&aacute; Khair afirma que Brasil perde competitividade na log&iacute;stica. &ldquo;Dentro das f&aacute;bricas, produto brasileiro &eacute; competitivo&rdquo;, diz.<o:p><\/o:p><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">Em sua viagem &agrave; Caracas, na &uacute;ltima semana, a presidenta Dilma Rousseff refor&ccedil;ou la&ccedil;os com vizinhos. Dilma afirmou que o Brasil aumentou em 25% o com&eacute;rcio com pa&iacute;ses latino-americanos.<o:p><\/o:p><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">Para Dilma, a integra&ccedil;&atilde;o regional atuar&aacute; como &ldquo;motor&rdquo; para o desenvolvimento dos 33 pa&iacute;ses da Am&eacute;rica do Sul e do Caribe. Segundo ela, a inclus&atilde;o social e o desenvolvimento sustent&aacute;vel devem orientar as propostas das parcerias firmadas no &acirc;mbito da regi&atilde;o.<o:p><\/o:p><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">Al&eacute;m disso, Dilma e o presidente da Venezuela Hugo Ch&aacute;vez firmaram 11 acordos bilaterais que envolvem a constru&ccedil;&atilde;o de casas populares, a&ccedil;&otilde;es nas &aacute;reas de agricultura, ci&ecirc;ncia e tecnologia, petr&oacute;leo, energia, o incremento das rela&ccedil;&otilde;es comerciais e econ&ocirc;micas. A ideia &eacute; ampliar a planta&ccedil;&atilde;o de soja utilizada como ra&ccedil;&atilde;o animal.<o:p><\/o:p><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><o:p>&nbsp;<\/o:p><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">Fonte: Carta Capital &#8211; com informa&ccedil;&otilde;es da Ag&ecirc;ncia Brasil<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Enquanto a crise internacional se expande, reduzindo as expectativas de crescimento da maioria dos pa\u00edses \u2013 inclusive do Brasil \u2013 as commoditties ainda seguram os \u00edndices da balan\u00e7a comercial brasileira. 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