{"id":26382,"date":"2011-12-30T00:00:00","date_gmt":"2011-12-30T02:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.zecadirceu.com.br\/no-meu-idioma-por-favor\/"},"modified":"2011-12-30T00:00:00","modified_gmt":"2011-12-30T02:00:00","slug":"no-meu-idioma-por-favor","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/no-meu-idioma-por-favor\/","title":{"rendered":"No meu idioma, por favor!"},"content":{"rendered":"<div style=\"margin: 0cm 0cm 10pt\">I don&rsquo;t speak English. Yo no hablo espanol. Je ne parle pas fran&ccedil;ais. O desafio de um viajante que n&atilde;o fala o idioma do pa&iacute;s que est&aacute; visitando pode come&ccedil;ar no desembarque, com dificuldade para compreender placas, o que falam na imigra&ccedil;&atilde;o ou obter informa&ccedil;&otilde;es. Considerado idioma universal, o ingl&ecirc;s, mesmo que arranhado, pode ajudar a evitar alguns constrangimentos. No entanto, domin&aacute;-lo vai fazer uma boa diferen&ccedil;a. &ldquo;Se a pessoa viajar sem saber nem o b&aacute;sico do idioma, n&atilde;o vai aproveitar tanto. Fica mais dif&iacute;cil de conhecer lugares, pedir informa&ccedil;&otilde;es e at&eacute; comer&rdquo;, diz o vice-presidente da Abav-PR, Roberto Bacovis.<\/div>\n<div style=\"margin: 0cm 0cm 10pt\">E n&atilde;o apenas o ingl&ecirc;s. Na Fran&ccedil;a, It&aacute;lia ou Espanha, os falantes podem interagir melhor e curtir determinadas atra&ccedil;&otilde;es que, sem dominar a l&iacute;ngua local, n&atilde;o &eacute; t&atilde;o f&aacute;cil. &ldquo;O turista que fala o idioma do destino dificilmente ser&aacute; enganado e tem a possibilidade de interagir mais&rdquo;, explica Bacovis.<\/div>\n<div style=\"margin: 0cm 0cm 10pt\">O universit&aacute;rio Leandro Gomes Trindade, 24 anos estudou franc&ecirc;s por quatro anos antes de embarcar para uma viagem de 11 dias pelo pa&iacute;s. &ldquo;A recep&ccedil;&atilde;o, o atendimento&#8230; tudo &eacute; diferente quando voc&ecirc; usa a l&iacute;ngua local. Cometi alguns erros, mas eles valorizaram minhas tentativas de me comunicar com eles&rdquo;, conta.<\/div>\n<div style=\"margin: 0cm 0cm 10pt\"><b>M&iacute;mica<\/b><\/div>\n<div style=\"margin: 0cm 0cm 10pt\">&Eacute; poss&iacute;vel viajar sem falar nada, al&eacute;m do bom e velho portugu&ecirc;s. Nada impede que o viajante v&aacute; para Alemanha ou para a Mal&aacute;sia e passe uma semana na base da m&iacute;mica. O tour fica mais complicado, mas n&atilde;o invi&aacute;vel.<\/div>\n<div style=\"margin: 0cm 0cm 10pt\">A assistente de atendimento Roseli Aparecida Pereira dos Santos, 48 anos, resolveu viajar para a It&aacute;lia mesmo sem ter conclu&iacute;do o curso de italiano. &ldquo;O &uacute;nico lugar em que pratiquei o idioma foi no aeroporto. Nos passeios guiados, por exemplo, n&atilde;o tinha no&ccedil;&atilde;o de onde estava indo e nem do que via. O guia falava em ingl&ecirc;s ou espanhol&rdquo;, conta.<\/div>\n<div style=\"margin: 0cm 0cm 10pt\">Faltou comunica&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m em Paris. Ela voltou tarde do &uacute;ltimo passeio no dia da partida e se atrasou para o check out no hotel. &ldquo;N&atilde;o consegui abrir a porta do quarto para pegar as malas. Entrei em desespero, fui &agrave; recep&ccedil;&atilde;o e n&atilde;o tinha ningu&eacute;m que falasse espanhol. Tive que esperar mais de 20 minutos at&eacute; a chegada de uma recepcionista para explicar a situa&ccedil;&atilde;o. Foi um sufoco&rdquo;, lembra.<\/div>\n<div style=\"margin: 0cm 0cm 10pt\">Mesmo passando por contratempos, n&atilde;o se deve deixar de viajar por isso. &ldquo;N&atilde;o d&aacute; para barganhar, nem pedir alguma coisa diferente no restaurante, mas voc&ecirc; improvisa uma m&iacute;mica, aponta no mapa aonde quer ir. Outra sa&iacute;da &eacute; pesquisar o destino antes e visitar os lugares por conta pr&oacute;pria&rdquo;, explica.<\/div>\n<div style=\"margin: 0cm 0cm 10pt\">Os guias especializados, inclusive com suas edi&ccedil;&otilde;es de bolso, com as palavras e frases mais empregadas e suas pron&uacute;ncias, s&atilde;o uma boa alternativa para se virar l&aacute; fora. Um dicion&aacute;rio tamb&eacute;m ajuda. &ldquo;Estudar o destino, saber quais s&atilde;o os roteiros principais e fazer um city tour b&aacute;sico s&atilde;o fundamentais em qualquer cidade. Hoje em dia existem &ocirc;nibus equipados com fones de ouvidos em quase todas as l&iacute;nguas mais conhecidas&rdquo;, ensina Ba&shy;&shy;covis. Outra op&ccedil;&atilde;o &eacute; contratar pacotes que incluam um guia de turismo que fale portugu&ecirc;s. Al&eacute;m de auxiliar na tradu&ccedil;&atilde;o, ele &eacute; respons&aacute;vel pelo suporte ao passageiro at&eacute; o fim da viagem.<\/div>\n<div style=\"margin: 0cm 0cm 10pt\">FONTE:&nbsp;GABRIEL AZEVEDO \/ GAZETA DO POVO<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O desafio de um viajante que n\u00e3o fala o idioma do pa\u00eds que est\u00e1 visitando pode come\u00e7ar no desembarque, com dificuldade para compreender placas, o que falam na imigra\u00e7\u00e3o ou obter informa\u00e7\u00f5es. 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