{"id":26174,"date":"2012-01-19T00:00:00","date_gmt":"2012-01-19T02:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.zecadirceu.com.br\/micro-e-pequenos-empresarios-recebem-36-dos-r1397-bi-emprestados-pelo-bndes-em-2011\/"},"modified":"2012-01-19T00:00:00","modified_gmt":"2012-01-19T02:00:00","slug":"micro-e-pequenos-empresarios-recebem-36-dos-r1397-bi-emprestados-pelo-bndes-em-2011","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/micro-e-pequenos-empresarios-recebem-36-dos-r1397-bi-emprestados-pelo-bndes-em-2011\/","title":{"rendered":"Micro e pequenos empres\u00e1rios recebem 36% dos R$139,7 bi emprestados pelo BNDES em 2011"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;Os micro e pequenos empres&aacute;rios (MPMEs) receberam R$ 49,8 bilh&otilde;es em empr&eacute;stimos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econ&ocirc;mico e Social (BNDES) em 2011 &#8211; volume que representa 36% do total emprestado pelo banco no ano (R$ 139,7 bilh&otilde;es). De acordo com o balan&ccedil;o divulgado na quarta-feira (18), o n&uacute;mero de opera&ccedil;&otilde;es foi recorde: 896 mil financiamentos, 47% mais do que em 2010.<\/p>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>O Cart&atilde;o BNDES foi um dos fatores que impulsionaram o crescimento de 9% da participa&ccedil;&atilde;o das MPMEs (Veja gr&aacute;fico). Al&eacute;m do aumento de 76% na movimenta&ccedil;&atilde;o em rela&ccedil;&atilde;o a 2010, o volume de R$ 7,6 bilh&otilde;es emprestados foi poss&iacute;vel devido &agrave; amplia&ccedil;&atilde;o da cobertura. Em 2005, o cart&atilde;o era usado em 286 cidades (5,14% do total) e, desde 2010, ele passou a ser aceito em 4.843 munic&iacute;pios (87%).&nbsp;<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>Nordeste &#8211; A pol&iacute;tica de descentraliza&ccedil;&atilde;o geogr&aacute;fica do cr&eacute;dito permitiu que as regi&otilde;es Norte e Nordeste respondessem por 22% dos desembolsos totais do banco, uma alta em rela&ccedil;&atilde;o aos 17% de 2010. A participa&ccedil;&atilde;o das duas regi&otilde;es no desembolso do BNDES est&aacute; em linha com sua contribui&ccedil;&atilde;o ao Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>Estrat&eacute;gia &#8211; A &ecirc;nfase nos financiamentos de m&aacute;quinas e equipamentos para empresas de todos os portes se manteve com o Programa de Sustenta&ccedil;&atilde;o do Investimento (BNDES PSI). Em 2011, os desembolsos do programa, que tem prazo de vig&ecirc;ncia at&eacute; dezembro de 2012, somaram R$ 42,5 bilh&otilde;es.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>A atua&ccedil;&atilde;o do BNDES em 2011 ajudou o Pa&iacute;s a manter a expans&atilde;o dos investimentos acima do crescimento do PIB, permitindo que o Brasil crescesse sem a ocorr&ecirc;ncia de gargalos e press&otilde;es inflacion&aacute;rias, na an&aacute;lise do presidente do BNDES, Luciano Coutinho.&nbsp;<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>O desempenho de 2011 refletiu as medidas adotadas no ano passado, quando o banco alterou as taxas de juros do Programa BNDES de Sustenta&ccedil;&atilde;o do Investimento (BNDES PSI), reduziu seu n&iacute;vel de participa&ccedil;&atilde;o sobre o total dos financiamentos e suprimiu linhas de capital giro que haviam sido criadas no momento mais agudo da crise financeira internacional. Com isso, o BNDES busca ampliar o espa&ccedil;o para que cres&ccedil;a a atua&ccedil;&atilde;o do setor financeiro privado na concess&atilde;o de cr&eacute;dito de longo prazo &agrave;s empresas.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>Efeito Petrobras &#8211; O total emprestado em 2011 &eacute; 17% menor do que os R$ 168,4 bilh&otilde;es de 2010, por&eacute;m, essa queda n&atilde;o representa uma redu&ccedil;&atilde;o da atua&ccedil;&atilde;o do banco. Isso porque, ao subtrair os R$ 24,7 bilh&otilde;es aplicados pelo BNDES na capitaliza&ccedil;&atilde;o da Petrobras em 2010, o movimento nos dois anos fica no mesmo patamar, em torno dos R$ 140 bilh&otilde;es.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>A opera&ccedil;&atilde;o feita com a estatal de petr&oacute;leo tamb&eacute;m teve impacto estat&iacute;stico sobre os outros indicadores do BNDES, na compara&ccedil;&atilde;o com 2011. As consultas por financiamentos do Banco encerraram o ano em n&iacute;vel elevado, de R$ 195,2 bilh&otilde;es, embora tenham recuado 24% na compara&ccedil;&atilde;o com 2010. As aprova&ccedil;&otilde;es ficaram em R$ 164,5 bilh&otilde;es, o que representou uma queda de 18%.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>Infraestrutura concentra 40% das libera&ccedil;&otilde;es&nbsp;<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>O setor de infraestrutura liderou os desembolsos do BNDES em 2011, com R$ 56,1 bilh&otilde;es ou 40% do total. Os montantes mais significativos foram para transporte rodovi&aacute;rio, com R$ 26 bilh&otilde;es, e energia el&eacute;trica, com R$ 15,9 bilh&otilde;es.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>Para a ind&uacute;stria foram liberados R$ 43,8 bilh&otilde;es (participa&ccedil;&atilde;o de 32%), com &ecirc;nfase em material de transporte (R$ 8,2 bilh&otilde;es), qu&iacute;mica e petroqu&iacute;mica (R$ 7,1 bilh&otilde;es), alimentos e bebidas (R$ 6,8 bilh&otilde;es) e ind&uacute;stria mec&acirc;nica (R$ 4,5 bilh&otilde;es).&nbsp;<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>Para com&eacute;rcio e servi&ccedil;os, o BNDES destinou R$ 29,2 bilh&otilde;es (21% do total) e &agrave; agropecu&aacute;ria, R$ 9,8 bilh&otilde;es (7%).<\/p>\n<p>\nFonte: Boletim Em Quest&atilde;o<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os micro e pequenos empres\u00e1rios (MPMEs) receberam R$ 49,8 bilh\u00f5es em empr\u00e9stimos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econ\u00f4mico e Social (BNDES) em 2011 &#8211; volume que representa 36% do total emprestado pelo banco no ano (R$ 139,7 bilh\u00f5es).<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":26173,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[1053,5800],"class_list":["post-26174","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias-zeca-dirceu","tag-bndes","tag-micro-e-pequenos-empresarios"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/26174","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=26174"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/26174\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/media\/26173"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=26174"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=26174"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=26174"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}