{"id":26138,"date":"2012-01-26T00:00:00","date_gmt":"2012-01-26T02:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.zecadirceu.com.br\/ferramenta-que-ajuda-identificar-crimes-no-parana-ja-tem-mais-de-500-registros\/"},"modified":"2012-01-26T00:00:00","modified_gmt":"2012-01-26T02:00:00","slug":"ferramenta-que-ajuda-identificar-crimes-no-parana-ja-tem-mais-de-500-registros","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/ferramenta-que-ajuda-identificar-crimes-no-parana-ja-tem-mais-de-500-registros\/","title":{"rendered":"Ferramenta que ajuda identificar crimes no Paran\u00e1 j\u00e1 tem mais de 500 registros"},"content":{"rendered":"<div id=\"esqconteudo\" class=\"interno\">\n<div id=\"compartilhe\">O Mapa do Crime on-line, ferramenta de registro de delitos lan&ccedil;ada pela campanha Paz Sem Voz &Eacute; Medo, do Grupo Paranaense de Comunica&ccedil;&atilde;o (GRPCom), completa hoje uma semana. At&eacute; as 17 horas de sexta-feira, moradores de 68 cidades do Paran&aacute; haviam denunciado 507 crimes, entre eles homic&iacute;dio, furto, roubo, agress&atilde;o e tr&aacute;fico de drogas. S&atilde;o quase 85 crimes por dia informados por v&iacute;timas ou testemunhas de delitos no estado em menos de uma semana.<\/p>\n<p>A inten&ccedil;&atilde;o do Mapa do Crime &eacute; aproximar cada vez mais as estat&iacute;sticas criminais da realidade. At&eacute; sexta-feira, Curitiba era a cidade com mais ocorr&ecirc;ncias. De acordo com o balan&ccedil;o do Mapa, 294 pessoas contaram terem sido v&iacute;timas ou presenciado crimes na capital. Maring&aacute; (26), Londrina (15), Ponta Grossa (14) e Cascavel (14) aparecem logo em seguida no ranking de registros. &ldquo;Qualquer instrumento que possa dar cada vez mais publicidade para essas informa&ccedil;&otilde;es &eacute; importante&rdquo;, afirma o coordenador do Centro de Estudos da Viol&ecirc;ncia da Universidade Federal do Paran&aacute; (UFPR), Pedro Bod&ecirc;.<br \/>\n&nbsp;<\/div>\n<div>Segundo o professor, o que confere credibilidade &agrave; ferramenta &eacute; a isen&ccedil;&atilde;o e boa f&eacute; de quem registra o delito. No caso do Mapa do Crime, a v&iacute;tima pode indicar e-mails de testemunhas ou pessoas que tomaram conhecimento da ocorr&ecirc;ncia para que confirmem o crime. Se as pessoas indicadas ratificarem o fato, o registro ganha maior grau de credibilidade.<br \/>\n&nbsp;<\/div>\n<div>Bod&ecirc; lembra que a popula&ccedil;&atilde;o tem deixado de registrar boletins de ocorr&ecirc;ncia nas delegacias pelo inc&ocirc;modo ou pela falta de f&eacute; na pol&iacute;cia. Nesse caso, o Mapa do Crime pode colaborar para diminuir ainda mais a subnotifica&ccedil;&atilde;o.<br \/>\n&nbsp;<\/div>\n<div>Locais perigosos<br \/>\n&nbsp;<\/div>\n<div>Para a professora e moradora de Londrina Rita de C&aacute;ssia Santos, 45 anos, o Mapa do Crime j&aacute; est&aacute; ajudando a alertar a popula&ccedil;&atilde;o que transita de carro e a p&eacute; pela regi&atilde;o da Universidade Estadual de Londrina (UEL). Rita foi v&iacute;tima de uma tentativa de assalto, na via marginal da BR-369, sentido Camb&eacute;, por volta das 22 horas. Ela sa&iacute;a de moto de um evento sobre educa&ccedil;&atilde;o na UEL quando freou para passar por um quebra-molas, pr&oacute;ximo da Confedera&ccedil;&atilde;o das Coope&shy;&shy;rativas Centrais Agrope&shy;cu&aacute;rias do Paran&aacute; (Confepar).<br \/>\n&nbsp;<\/div>\n<div>&ldquo;Um rapaz saiu do ponto de &ocirc;nibus com uma arma em punho e parou na frente da moto. Eu desviei, mas ele tentou me derrubar. O assaltante era franzino e n&atilde;o teve for&ccedil;a, por isso acelerei e passei&rdquo;, conta. Como n&atilde;o se feriu nem teve nenhum objeto levado, elapreferiu n&atilde;o ir at&eacute; a delegacia registrar o crime, mas fez quest&atilde;o de publicar a ocorr&ecirc;ncia no Mapa do Crime para que outras pessoas evitem a marginal naquela regi&atilde;o.<br \/>\n&nbsp;<\/div>\n<div>&ldquo;Fiquei sabendo que naquele ponto houve v&aacute;rios assaltos. Se eu soubesse que era perigoso, teria passado pela pista principal. Espe&shy;&shy;ro que todo mundo fa&ccedil;a a mesma coisa e registre no mapa&rdquo;, afirma.<\/div>\n<div>\nFonte: G1<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p><\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Mapa do Crime on-line, ferramenta de registro de delitos lan\u00e7ada pela campanha Paz Sem Voz \u00c9 Medo, do Grupo Paranaense de Comunica\u00e7\u00e3o (GRPCom), completa hoje uma semana. At\u00e9 as 17 horas de sexta-feira, moradores de 68 cidades do Paran\u00e1 haviam denunciado 507 crimes, entre eles homic\u00eddio, furto, roubo, agress\u00e3o e tr\u00e1fico de drogas. S\u00e3o quase 85 crimes por dia informados por v\u00edtimas ou testemunhas de delitos no estado em menos de uma semana.<\/p>\n<p>A inten\u00e7\u00e3o do Mapa do Crime \u00e9 aproximar cada vez mais as estat\u00edsticas criminais da realidade. At\u00e9 sexta-feira, Curitiba era a cidade com mais ocorr\u00eancias. De acordo com o balan\u00e7o do Mapa, 294 pessoas contaram terem sido v\u00edtimas ou presenciado crimes na capital. Maring\u00e1 (26), Londrina (15), Ponta Grossa (14) e Cascavel (14) aparecem logo em seguida no ranking de registros. \u201cQualquer instrumento que possa dar cada vez mais publicidade para essas informa\u00e7\u00f5es \u00e9 importante\u201d, afirma o coordenador do Centro de Estudos da Viol\u00eancia da Universidade Federal do Paran\u00e1 (UFPR), Pedro Bod\u00ea.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":26137,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[5785],"class_list":["post-26138","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias-zeca-dirceu","tag-crimes-no-parana"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/26138","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=26138"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/26138\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/media\/26137"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=26138"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=26138"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=26138"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}