{"id":25834,"date":"2012-02-20T00:00:00","date_gmt":"2012-02-20T02:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.zecadirceu.com.br\/ele-e-a-minha-cara\/"},"modified":"2012-02-20T00:00:00","modified_gmt":"2012-02-20T02:00:00","slug":"ele-e-a-minha-cara","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/ele-e-a-minha-cara\/","title":{"rendered":"Ele \u00e9 a minha cara!"},"content":{"rendered":"<p>Quem pensa que &eacute; puro folclore a frase que serve como t&iacute;tulo para esta mat&eacute;ria vai se surpreender. Com mais de 40 anos de experi&ecirc;ncia como veterin&aacute;rio, Carlos Roberto de Assis, da Cl&iacute;nica S&atilde;o Francisco de Assis, garante: muitos c&atilde;es realmente se parecem demais com os donos. &ldquo;O cachorro &eacute; o animal mais sens&iacute;vel que existe. Ele &eacute; sentimental, sente saudades, amor, medo, ang&uacute;stia e depress&atilde;o com mais intensidade que outros animais&rdquo;, afirma.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nEssa sensibilidade (aliada &agrave; intelig&ecirc;ncia canina) seria a respons&aacute;vel por criar uma simbiose entre o c&atilde;o e quem o cuida. &ldquo;O cachorro absorve n&atilde;o apenas o que lhe &eacute; ensinado. Existe o aprendizado n&atilde;o dirigido, que se d&aacute; pela observa&ccedil;&atilde;o e imita&ccedil;&atilde;o sem que o dono esteja consciente disso&rdquo;, explica.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\n&ldquo;De todos os cachorros que tive na vida, com certeza a Greta Garbo &eacute; a que mais se parece comigo&rdquo;, conta a advogada Sandra Carollo sobre a cachorrinha que adotou na Sociedade Protetora dos Animais. &ldquo;Assim como eu, ela &eacute; muito reservada, um pouco antissocial e muito leal.&rdquo; Greta Garbo adquiriu alguns h&aacute;bitos da dona, como dormir com a cabe&ccedil;a totalmente coberta mesmo quando faz muito calor e o fraco por sorvete de palito. &ldquo;Vamocaracs &agrave; padaria todo fim de tarde e ela me acompanha no picol&eacute;.&rdquo; A advogada confessa que at&eacute; ela pegou alguns costumes da cachorrinha: &ldquo;Ela vai algumas vezes por dia ao terceiro andar da casa e de l&aacute; observa se est&aacute; tudo em ordem. Hoje fa&ccedil;o o mesmo. Ela desenvolveu em mim esse senso de estar alerta&rdquo;, diz.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\n<strong>Dois lados<\/strong><br \/>\nAs duas schnauzer Sofia e Frida t&ecirc;m jeitos opostos: uma &eacute; calma, educada, doce e a outra, escandalosa e agitada. &ldquo;Acho que as duas se parecem demais comigo. Cada uma representa uma face da minha personalidade, que muitas vezes &eacute; contradit&oacute;ria&rdquo;, diz Ana L&uacute;cia Ribas de Souza, psic&oacute;loga de forma&ccedil;&atilde;o, que hoje trabalha com hospedagem de animais. Outra coincid&ecirc;ncia est&aacute; na apar&ecirc;ncia: Ana tem o cabelo grisalho e as duas cachorrinhas s&atilde;o acinzentadas. &ldquo;Nos parecemos muito at&eacute; no visual.&rdquo;<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nEla tamb&eacute;m &eacute; protetora independente e se dedica a resgatar animais e achar para eles novos lares, o que a faz ter muito contato com animais e seus donos. Recentemente ela encaminhou a daschund Dolly para a casa da secret&aacute;ria Bruna Cercachim. &ldquo;Ambas t&ecirc;m temperamento alegre e brincalh&atilde;o. S&atilde;o bagunceiras e tinhosas&rdquo;, conta Ana, certa de que achou o lar perfeito para a cachorrinha.&ldquo;Vejo isso o tempo todo. Inevitavelmente o c&atilde;o passa a parecer-se ao seu tutor, na maioria das vezes, sem que ele perceba&rdquo;, comenta. Ela atribui o fen&ocirc;meno ao conv&iacute;vio intenso e ao entendimento perfeito entre c&atilde;o e ser humano.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nFONTE: Nat&aacute;lia N&uacute;&ntilde;ez \/ GAZETA DO POVO<br \/>\n&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Quem pensa que \u00e9 puro folclore a frase que serve como t\u00edtulo para esta mat\u00e9ria vai se surpreender. 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