{"id":25716,"date":"2012-02-28T00:00:00","date_gmt":"2012-02-28T03:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.zecadirceu.com.br\/pac-2-preve-investimentos-de-r-1-trilhao\/"},"modified":"2012-02-28T00:00:00","modified_gmt":"2012-02-28T03:00:00","slug":"pac-2-preve-investimentos-de-r-1-trilhao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/pac-2-preve-investimentos-de-r-1-trilhao\/","title":{"rendered":"PAC 2 prev\u00ea investimentos de R$ 1 trilh\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p>A previs&atilde;o preliminar de investimento da segunda fase do Programa de Acelera&ccedil;&atilde;o do Crescimento (PAC 2) &eacute; de R$ 1,59 trilh&atilde;o. Segundo informa&ccedil;&otilde;es divulgadas hoje &agrave; imprensa, o valor ser&aacute; dividido entre os per&iacute;odos 2011-2014 (R$ 958,9 bilh&otilde;es) e p&oacute;s-2014 (R$ 631,6 bilh&otilde;es). Os investimentos foram divididos em seis eixos: Cidade Melhor; Comunidade Cidad&atilde;; Minha Casa, Minha Vida; &Aacute;gua e Luz para Todos; Transportes e Energia.<\/p>\n<p>A maior parte dos recursos &#8211; cerca de dois ter&ccedil;os &#8211; ser&aacute; destinada ao PAC Energia, cuja estimativa de investimentos &eacute; de R$ 1,092 trilh&atilde;o. Somente em gera&ccedil;&atilde;o de energia el&eacute;trica est&atilde;o previstos investimentos totais de R$ 136,6 bilh&otilde;es. A maior fatia, no entanto, est&aacute; na &aacute;rea de petr&oacute;leo e g&aacute;s natural: R$ 879,2 bilh&otilde;es. O PAC 2 dar&aacute; &ecirc;nfase especial &agrave;s chamadas hidrel&eacute;tricas plataformas, que preveem isolamento das usinas ap&oacute;s serem constru&iacute;das, de modo a evitar crescimento populacional desordenado em seus arredores. O PAC 2 prev&ecirc; a constru&ccedil;&atilde;o de dez hidrel&eacute;tricas nesse sistema que, somadas, ter&atilde;o pot&ecirc;ncia de 14.991 megawatts (MW). O programa prev&ecirc; ainda 44 usinas hidrel&eacute;tricas convencionais que v&atilde;o gerar 32.865 MW.<\/p>\n<p>O PAC 2 prev&ecirc; ainda a constru&ccedil;&atilde;o de 71 centrais de energia e&oacute;lica, localizadas principalmente no Nordeste e no Sul do Brasil. Somadas, elas ter&atilde;o capacidade para gerar 1.803 MW. Tamb&eacute;m est&atilde;o inclu&iacute;das tr&ecirc;s usinas termoel&eacute;tricas movidas &agrave; biomassa para gerar 224 MW.<br \/>\nNa &aacute;rea de transmiss&atilde;o de energia el&eacute;trica, est&atilde;o previstos investimentos totais de R$ 37,4 bilh&otilde;es, com a constru&ccedil;&atilde;o de 22.765 quil&ocirc;metros de redes para grandes interliga&ccedil;&otilde;es.<\/p>\n<p>O PAC 2 tamb&eacute;m prev&ecirc; investimentos para uso mais racional de energia el&eacute;trica, entre eles a instala&ccedil;&atilde;o de aquecimento solar para o banho, para dois milh&otilde;es de resid&ecirc;ncias do programa &quot;Minha Casa, Minha Vida&quot;. O investimento total nos projetos de aquecimento solar &eacute; de R$ 1,1 bilh&atilde;o.<\/p>\n<p>Minha Casa, Minha Vida<br \/>\nO governo se comprometeu com a constru&ccedil;&atilde;o de 2 milh&otilde;es de unidades habitacionais pelo programa &quot;Minha Casa, Minha Vida&quot;. Quando o programa habitacional foi lan&ccedil;ado, em mar&ccedil;o do ano passado, o presidente Luiz In&aacute;cio Lula da Silva, por precau&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o se comprometeu com a meta at&eacute; ent&atilde;o divulgada de constru&ccedil;&atilde;o de 1 milh&atilde;o de casas at&eacute; o fim de seu mandato, neste ano. A previs&atilde;o &eacute; de que 60% (1,2 milh&atilde;o de unidades) ser&atilde;o para fam&iacute;lias com renda de at&eacute; R$ 1,395 mil. Outras 600 mil unidades (30%) ser&atilde;o voltadas para fam&iacute;lias com renda entre R$ 1,395 mil e R$ 2,790 mil e os 10% restantes (200 mil unidades) ser&atilde;o para brasileiros com renda familiar de R$ 2,790 mil a R$ 4.650 mil.<\/p>\n<p>&Aacute;gua e Luz para Todos<br \/>\nA segunda vers&atilde;o do Programa de Acelera&ccedil;&atilde;o do Crescimento (PAC 2) prev&ecirc; o chamado &quot;&Aacute;gua e Luz Para Todos&quot;, que pretende universalizar o acessos aos servi&ccedil;os de &aacute;gua e energia el&eacute;trica. O governo pretende investir R$ 30,6 bilh&otilde;es nessa &aacute;rea.<\/p>\n<p>A inten&ccedil;&atilde;o &eacute; realizar 495 mil novas liga&ccedil;&otilde;es de energia no Pa&iacute;s, com investimentos de R$ 5,5 bilh&otilde;es, e alocar outros R$ 13 bilh&otilde;es na expans&atilde;o da rede de abastecimento de &aacute;gua em &aacute;reas urbanas, com a constru&ccedil;&atilde;o de adutoras, esta&ccedil;&otilde;es de tratamento e reservat&oacute;rios, al&eacute;m de redes de distribui&ccedil;&atilde;o de &aacute;gua.<\/p>\n<p>Uma outra frente de atua&ccedil;&atilde;o do PAC 2 ser&aacute; na &aacute;rea de recursos h&iacute;dricos, na qual o governo federal planeja investir R$ 12,1 bilh&otilde;es em 54 empreendimentos, como os projetos de abastecimento de &aacute;gua complementares &agrave; transposi&ccedil;&atilde;o do Rio S&atilde;o Francisco.<\/p>\n<p><strong>Transportes<\/strong><br \/>\nO PAC 2 prev&ecirc; investimentos totais de R$ 109 bilh&otilde;es na &aacute;rea de transportes, sendo R$ 104,5 bilh&otilde;es at&eacute; 2014 e R$ 4,5 bilh&otilde;es ap&oacute;s 2014. O programa prev&ecirc; a realiza&ccedil;&atilde;o de estudos de viabilidade para a futura constru&ccedil;&atilde;o de tr&ecirc;s novas linhas do trem bala: S&atilde;o Paulo &#8211; Curitiba (PR), Campinas (SP) &#8211; Tri&acirc;ngulo Mineiro e Campinas (SP) &#8211; Belo Horizonte (MG).<\/p>\n<p>Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s rodovias, o PAC 2 prev&ecirc; a constru&ccedil;&atilde;o de 7,9 mil quil&ocirc;metros e a manuten&ccedil;&atilde;o de 55 mil quil&ocirc;metros. Para a &aacute;rea de aeroportos, s&atilde;o estimados investimentos de R$ 3 bilh&otilde;es. O foco das obras aeroportu&aacute;rias &eacute; adequar principalmente a infraestrutura dos aeroportos das cidades que v&atilde;o receber os jogos da Copa do Mundo de 2014. Na &aacute;rea de portos, est&atilde;o previstos investimentos de R$ 5,1 bilh&otilde;es em 21 terminais. Para as hidrovias, o PAC 2 reservou R$ 2,7 bilh&otilde;es.<\/p>\n<p><strong>Mobilidade urbana<\/strong><br \/>\nA segunda vers&atilde;o do PAC prev&ecirc; ainda investimentos de R$ 18 bilh&otilde;es na chamada mobilidade urbana, &aacute;rea que concentra os programas de transportes nos centros urbanos. Conforme o documento divulgado hoje, ser&atilde;o investidos R$ 6 bilh&otilde;es do Or&ccedil;amento Geral da Uni&atilde;o (OGU) e R$ 12 bilh&otilde;es em financiamentos pelo prazo de 2011 a 2014.<\/p>\n<p>O objetivo &eacute; implementar sistemas de transporte p&uacute;blico coletivo nos grandes centros urbanos. O documento n&atilde;o traz detalhes dos projetos que ser&atilde;o contemplados, mas diz que ser&atilde;o feitos investimentos em metr&ocirc;, ve&iacute;culo leve sobre trilhos (VLT) e corredores de &ocirc;nibus. O governo federal busca melhorar a qualidade do transporte e diminuir o tempo de deslocamento.<\/p>\n<p>Pelo PAC Cidade Melhor, o governo pretende investir R$ 6 bilh&otilde;es em obras de pavimenta&ccedil;&atilde;o de vias urbanas, principalmente em regi&otilde;es de baixa renda.<\/p>\n<p><strong>Fertilizantes<\/strong><br \/>\nO setor de fertilizantes tamb&eacute;m foi contemplado no PAC 2, com investimentos previstos de R$ 11,2 bilh&otilde;es. Do total, R$ 9,1 bilh&otilde;es seriam aplicados no per&iacute;odo 2011-2014 e R$ 2,1 bilh&otilde;es ap&oacute;s 2014. O objetivo dos investimentos, segundo o material de divulga&ccedil;&atilde;o do programa, &eacute; reduzir a depend&ecirc;ncia do insumo importado e, consequentemente, o custo da produ&ccedil;&atilde;o agr&iacute;cola.<\/p>\n<p>No programa, est&atilde;o previstas novas plantas ou amplia&ccedil;&otilde;es nas cidades de Tr&ecirc;s Lagoas (MS), Linhares (ES), Uberaba (MG) e Laranjeiras (SE). Hoje &agrave; noite, est&aacute; prevista uma audi&ecirc;ncia do ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, com o presidente Luiz In&aacute;cio Lula da Silva. No encontro, Stephanes apresentar&aacute; a proposta, feita em conjunto com o Minist&eacute;rio de Minas e Energia, para a nova regulamenta&ccedil;&atilde;o do setor de fertilizantes.<\/p>\n<p><strong>BNDES<\/strong><br \/>\nO presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econ&ocirc;mico e Social (BNDES), Luciano Coutinho, ressaltou esta manh&atilde; que a institui&ccedil;&atilde;o participar&aacute; do PAC 2, com financiamentos para os investimentos do setor privado mais voltados &agrave;s concess&otilde;es de projetos de infraestrutura. &quot;Concess&otilde;es de rodovias, hidrel&eacute;tricas e portos. De infraestrutura em geral&quot;, resumiu Coutinho, ao chegar ao evento de lan&ccedil;amento do PAC, em Bras&iacute;lia.<\/p>\n<p>Ele n&atilde;o soube dizer, no entanto, quanto ser&aacute; destinado pelo banco a esses projetos. &quot;Esse n&uacute;mero foi fechado na semana passada, mas n&atilde;o o tenho aqui de cabe&ccedil;a&quot;, disse a jornalistas. De acordo com Coutinho, os projetos do PAC mais voltados &agrave; &aacute;rea social tamb&eacute;m poder&atilde;o contar com recursos do BNDES<\/p>\n<p>\nFonte: Isto&eacute; Online<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A previs\u00e3o preliminar de investimento da segunda fase do Programa de Acelera\u00e7\u00e3o do Crescimento (PAC 2) \u00e9 de R$ 1,59 trilh\u00e3o. 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