{"id":25162,"date":"2012-04-20T00:00:00","date_gmt":"2012-04-20T03:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.zecadirceu.com.br\/fosseis-encontrados-ha-quase-40-anos-em-cruzeiro-do-oeste-no-parana-sao-de-pterossauros\/"},"modified":"2012-04-20T00:00:00","modified_gmt":"2012-04-20T03:00:00","slug":"fosseis-encontrados-ha-quase-40-anos-em-cruzeiro-do-oeste-no-parana-sao-de-pterossauros","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/fosseis-encontrados-ha-quase-40-anos-em-cruzeiro-do-oeste-no-parana-sao-de-pterossauros\/","title":{"rendered":"F\u00f3sseis encontrados h\u00e1 quase 40 anos em Cruzeiro do Oeste no Paran\u00e1 s\u00e3o de pterossauros"},"content":{"rendered":"<p>Pesquisadores catarinenses comprovaram que f&oacute;sseis encontrados h&aacute; quase 40 anos na cidade de Cruzeiro do Oeste, no Noroeste do Paran&aacute;, s&atilde;o de pterossauros. Os r&eacute;pteis voadores viveram na Terra h&aacute; 100 milh&otilde;es de anos, na mesma &eacute;poca dos dinossauros. A descoberta foi anunciada na noite de quinta-feira (19), em Mafra, Santa Catarina.<br \/>\nOs ossos foram encontrados em 1975 pelos agricultores Jo&atilde;o Gustavo Dobruski, 63 anos, e pelo pai dele, Alexandre Gustavo Dobruski, j&aacute; falecido. O material passou quase 40 anos guardado na Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), sob an&aacute;lises. No in&iacute;cio, ningu&eacute;m desconfiava de que eram ossos de pterossauros.<\/p>\n<p>O caso chegou &agrave;s m&atilde;os dos ge&oacute;logos Paulo Cesar Manzing e Luiz Carlos Weinschutz, do Centro Paleontol&oacute;gico da Universidade do Contestado (Cenp&aacute;leo), em Mafra, uma das mais respeitadas institui&ccedil;&otilde;es brasileiras no estudo da paleontologia. Os pesquisadores foram atr&aacute;s da origem dos ossos, descobrindo v&aacute;rios outros no mesmo local, na zona rural de Cruzeiro do Oeste.<\/p>\n<p>Toda a hist&oacute;ria est&aacute; detalhada com textos e fotos no livro Museus e F&oacute;sseis da Regi&atilde;o Sul do Brasil, lan&ccedil;ado na quinta em Mafra e escrito por Manzing e Weinschutz. Sob o ponto de vista da ci&ecirc;ncia, a descoberta pode mudar teorias a respeito da vida dos pterossauros.<\/p>\n<p>&ldquo;Essa esp&eacute;cie vivia no litoral. Todos os ossos encontrados at&eacute; hoje no mundo sempre estavam perto do mar. No Brasil, h&aacute; amostras no Cear&aacute;, no Nordeste&rdquo;, disse o produtor cultural e respons&aacute;vel pelo projeto do livro, Marcelo Miguel. &ldquo;Pela primeira vez na hist&oacute;ria da ci&ecirc;ncia, foram encontrados ossos de pterossauros longe do mar e isso vai mudar conceitos&rdquo;.<\/p>\n<p>A reportagem n&atilde;o conseguiu falar com os autores do livro e da descoberta. O lan&ccedil;amento da obra no Paran&aacute; ser&aacute; na quarta-feira (25), em Cruzeiro do Oeste, com a presen&ccedil;a de v&aacute;rios pesquisadores da &aacute;rea e autoridades.<\/p>\n<p>Livro tem imagens dos ossos de Cruzeiro do Oeste em 3D<\/p>\n<p>O livro Museus e F&oacute;sseis da Regi&atilde;o Sul do Brasil, produzido com recursos da Lei Rouanet, apresenta um grande registro dos acervos de f&oacute;sseis das principais institui&ccedil;&otilde;es do Paran&aacute;, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, acompanhado de pesquisas do Cenp&aacute;leo. A obra tem imagens em 3D e o livro j&aacute; vem com &oacute;culos especiais para a visualiza&ccedil;&atilde;o.<br \/>\nO grande trunfo do livro foi a divulga&ccedil;&atilde;o da descoberta dos f&oacute;sseis de pterossauros na cidade paranaense de Cruzeiro do Oeste. Os pesquisadores dizem que &eacute; o primeiro pteurossauro paranaense. A obra ser&aacute; distribu&iacute;da gratuitamente para as universidades brasileiras.<\/p>\n<p>Gazeta do Povo<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pesquisadores catarinenses comprovaram que f\u00f3sseis encontrados h\u00e1 quase 40 anos na cidade de Cruzeiro do Oeste, no Noroeste do Paran\u00e1, s\u00e3o de pterossauros. Os r\u00e9pteis voadores viveram na Terra h\u00e1 100 milh\u00f5es de anos, na mesma \u00e9poca dos dinossauros. A descoberta foi anunciada na noite de quinta-feira (19), em Mafra, Santa Catarina.<br \/>\nOs ossos foram encontrados em 1975 pelos agricultores Jo\u00e3o Gustavo Dobruski, 63 anos, e pelo pai dele, Alexandre Gustavo Dobruski, j\u00e1 falecido. O material passou quase 40 anos guardado na Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), sob an\u00e1lises. 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