{"id":24900,"date":"2012-05-18T00:00:00","date_gmt":"2012-05-18T03:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.zecadirceu.com.br\/parana-alcanca-reducao-de-96-no-numero-de-casos-graves-de-dengue\/"},"modified":"2012-05-18T00:00:00","modified_gmt":"2012-05-18T03:00:00","slug":"parana-alcanca-reducao-de-96-no-numero-de-casos-graves-de-dengue","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/parana-alcanca-reducao-de-96-no-numero-de-casos-graves-de-dengue\/","title":{"rendered":"Paran\u00e1 alcan\u00e7a redu\u00e7\u00e3o de 96% no n\u00famero de casos graves de dengue"},"content":{"rendered":"<p>O n&uacute;mero de casos graves de dengue no estado do Paran&aacute; caiu 96% nos quatro primeiros meses de 2012, em compara&ccedil;&atilde;o com o mesmo per&iacute;odo do ano passado. Foram registrados at&eacute; o momento, oito casos contra 223, em 2011. Entre janeiro e abril de 2011, foram registrados 14 &oacute;bitos. Em 2012, no mesmo per&iacute;odo, ocorreu uma morte por dengue no Estado.<\/p>\n<p>O n&uacute;mero de &oacute;bitos por dengue no Brasil caiu 84% nos quatro primeiros meses de 2012 em compara&ccedil;&atilde;o ao mesmo per&iacute;odo de 2010. De acordo com o ministro da Sa&uacute;de, Alexandre Padilha, a redu&ccedil;&atilde;o &eacute; reflexo da importante parceria com os munic&iacute;pios.<\/p>\n<p>Enquanto naquele ano foram registradas 467 mortes pela doen&ccedil;a entre janeiro e abril, o primeiro quadrimestre deste ano teve 74 &oacute;bitos. Os dados s&atilde;o de balan&ccedil;o feito pelo ministro da Sa&uacute;de, Alexandre Padilha, nesta quinta-feira (17) em Bras&iacute;lia.<\/p>\n<p>&ldquo;Esses resultados expressivos s&oacute; refor&ccedil;am o trabalho do minist&eacute;rio em parceria com os munic&iacute;pios e as secretarias estaduais nas a&ccedil;&otilde;es no per&iacute;odo fora da epidemia, que foram pactuados no ano passado. Os planos por incentivo de desempenho, a checagem pelo LIRAa, o acompanhamento do plano de conting&ecirc;ncia e as visitas aos estados contribu&iacute;ram efetivamente para a organiza&ccedil;&atilde;o mais eficiente da rede de assist&ecirc;ncia do SUS&rdquo;, analisou Padilha.<\/p>\n<p>Ele disse ainda que &ldquo;o minist&eacute;rio considera um crime contra a sa&uacute;de p&uacute;blica qualquer paralisa&ccedil;&atilde;o das atividades de combate &agrave; dengue por causa das atividades eleitorais. O segundo semestre &eacute; fundamental para a mobiliza&ccedil;&atilde;o no combate &agrave; doen&ccedil;a. &Eacute; o momento de estruturar os servi&ccedil;os de sa&uacute;de, capacitar profissionais e organizar as a&ccedil;&otilde;es de vigil&acirc;ncia&rdquo;, refor&ccedil;ou.<\/p>\n<p>O balan&ccedil;o da dengue em 2012 revela outros &iacute;ndices positivos no combate &agrave; doen&ccedil;a. Houve diminui&ccedil;&atilde;o de 91% nos casos graves da doen&ccedil;a, que passaram de 11.845 em 2010 para 1.083 registros em 2012. J&aacute; o n&uacute;mero total de casos teve retra&ccedil;&atilde;o de 58% &#8211; foram 286.011 casos da doen&ccedil;a em 2012, contra 682.130 em 2011.<\/p>\n<p>O ministro destaca o conjunto de a&ccedil;&otilde;es do Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de, em parceria com estados e munic&iacute;pios, como fatores para a redu&ccedil;&atilde;o da doen&ccedil;a. Exemplo disso &eacute; o repasse de R$ 92 milh&otilde;es repassados a 1.158 munic&iacute;pios, como adicional de 20% aos recursos regulares, com foco na qualifica&ccedil;&atilde;o das a&ccedil;&otilde;es de preven&ccedil;&atilde;o e controle. O Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de aprovou 129 projetos municipais contra dengue, que garantiram ao Paran&aacute; um adicional de R$ 2,6 milh&otilde;es contra a doen&ccedil;a. &ldquo;Com esse recurso, os gestores ganharam maior capacidade para aprimorar as a&ccedil;&otilde;es, priorizando o controle de vetores, a vigil&acirc;ncia epidemiol&oacute;gica e para promover uma organiza&ccedil;&atilde;o mais eficiente da rede de assist&ecirc;ncia do SUS&rdquo;, acrescenta Padilha.<\/p>\n<p>O repasse de verba garantiu ainda o abastecimento regular aos estados e munic&iacute;pios de insumos estrat&eacute;gicos como os kits de diagn&oacute;stico e aquisi&ccedil;&atilde;o de inseticidas para o controle do mosquito Aedes aegypti. Foram adquiridos cerca de sete mil kits suficientes para 640 mil exames, 2,5 milh&otilde;es de quilos de larvicidas e 350 mil litros de adulticidas (fumac&ecirc;).<\/p>\n<p>Outra a&ccedil;&atilde;o foi o investimento em atividades de mobiliza&ccedil;&atilde;o da popula&ccedil;&atilde;o, atrav&eacute;s da campanha &ldquo;Toda hora &eacute; hora de combater a dengue&rdquo;, al&eacute;m da distribui&ccedil;&atilde;o aos munic&iacute;pios de 450 mil cartazes com orienta&ccedil;&otilde;es sobre a classifica&ccedil;&atilde;o de risco do paciente. Tamb&eacute;m foi incrementado o esfor&ccedil;o de capacita&ccedil;&atilde;o dos profissionais de sa&uacute;de.<\/p>\n<p>SITUA&Ccedil;&Atilde;O EPIDEMIOL&Oacute;GICA &#8211; Dez estados concentram 81,6% (233.488) dos casos notificados em 2012 &#8211; Rio de Janeiro (80.160), Bahia (28.154), Pernambuco (27.393), S&atilde;o Paulo (19.670), Cear&aacute; (17.205), Minas Gerais (14.006), Mato Grosso (13.802), Tocantins (11.589), Par&aacute; (11.223) e Rio Grande do Norte (10.286).<\/p>\n<p>J&aacute; os dez munic&iacute;pios com o maior n&uacute;mero de casos no per&iacute;odo foram: Rio de Janeiro (64.675), Fortaleza (10.156), Recife (6.343), Palmas (4.706), Cuiab&aacute; (4.460), Goi&acirc;nia (4.128), Natal (3.779), Itabuna (3.088), Aparecida de Goi&acirc;nia (3.022) e Teresina (3.000). Considerando a incid&ecirc;ncia (calculada na propor&ccedil;&atilde;o de um caso a cada 100 mil habitantes), os tr&ecirc;s munic&iacute;pios com as maiores taxas registradas foram: Palmas (2.494,7), Itabuna (1.445,3) e Rio de Janeiro (1.045,4), respectivamente.<\/p>\n<p>CIRCULA&Ccedil;&Atilde;O VIRAL&ndash; No pa&iacute;s circulam quatro tipos de v&iacute;rus da dengue. Em 2012, os tipos DENV 1 e DENV 4 foram os mais comuns, com 59,3% e 36,4%, respectivamente. Foram avaliadas 2.098 amostras positivas.No entanto, essa distribui&ccedil;&atilde;o apresenta varia&ccedil;&otilde;es entre as cinco regi&otilde;es brasileiras. No Norte o percentual de 85,5% e no Nordeste registrou-se 81,5% de predom&iacute;nio do DENV 4. J&aacute; nas regi&otilde;es Centro-Oeste e Sul o DENV 1 circulou com maior predomin&acirc;ncia (53,3% e 83,8%). J&aacute; no Sudeste h&aacute; equil&iacute;brio entre os dois sorotipos &#8211; 46,8% de DEN 1 e 49,7% de DEN 4.<\/p>\n<p>&ldquo;&Eacute; importante refor&ccedil;ar que n&atilde;o existe um tipo viral mais agressivo, mas a exposi&ccedil;&atilde;o da popula&ccedil;&atilde;o a diversas infec&ccedil;&otilde;es pelo v&iacute;rus da dengue ao longo dos &uacute;ltimos anos constitui-se em um fator de risco adicional para a ocorr&ecirc;ncia das formas mais graves da doen&ccedil;a, explica o Secret&aacute;rio de Vigil&acirc;ncia em Sa&uacute;de do Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de, Jarbas Barbosa.<\/p>\n<p>\nFonte: Portal da Sa&uacute;de<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O n\u00famero de casos graves de dengue no estado do Paran\u00e1 caiu 96% nos quatro primeiros meses de 2012, em compara\u00e7\u00e3o com o mesmo per\u00edodo do ano passado. 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