{"id":17385,"date":"2014-12-17T00:00:00","date_gmt":"2014-12-17T02:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.zecadirceu.com.br\/altamira-do-parana-conclui-ampliacao-de-academia-da-saude-com-apoio-parlamentar\/"},"modified":"2024-12-10T17:45:29","modified_gmt":"2024-12-10T20:45:29","slug":"altamira-do-parana-conclui-ampliacao-de-academia-da-saude-com-apoio-parlamentar","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/altamira-do-parana-conclui-ampliacao-de-academia-da-saude-com-apoio-parlamentar\/","title":{"rendered":"Em nove anos, aumenta escolaridade e acesso ao ensino superior"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align:justify\">A escolaridade m&eacute;dia da popula&ccedil;&atilde;o de 25 anos ou mais aumentou entre 2004 e 2013, passando de 6,4 para 7,7 anos de estudo. Esse incremento foi mais intenso entre os 20% com os menores rendimentos, que elevaram de 3,7 para 5,4 os seus anos de estudo.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Entre 2004 e 2013, a propor&ccedil;&atilde;o de pessoas da faixa et&aacute;ria 25 a 34 anos com ensino superior praticamente dobrou, passando de 8,1% para 15,2%.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Por&eacute;m, o percentual &eacute; o menor, se comparado aos pa&iacute;ses da Organiza&ccedil;&atilde;o de Coopera&ccedil;&atilde;o e Desenvolvimento Econ&ocirc;mico (OCDE).<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">No mesmo per&iacute;odo, os estudantes que fazem parte dos 20% com os maiores rendimentos (5&deg;quinto) deixaram de ser maioria tanto nas universidades p&uacute;blicas (38,8%) quanto nas particulares (43,0%), aumentando o acesso a esse n&iacute;vel de ensino dos demais estratos de renda, inclusive dos mais pobres.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Em 2004, apenas 1,4% dos estudantes do ensino superior pertencentes aos 20% com os menores rendimentos (1&deg; quinto) frequentavam universidades p&uacute;blicas.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Em 2013, essa propor&ccedil;&atilde;o chegou a 7,2%. Por outro lado, os estudantes do ensino fundamental regular de 13 a 16 anos de idade que faziam parte do quinto mais pobre possu&iacute;am taxa de distor&ccedil;&atilde;o idade-s&eacute;rie 3,3 vezes maior do que a taxa dos 20% mais ricos (5&deg;quinto), fazendo com que o atraso escolar afetasse mais da metade desses estudantes (54,0%) em 2013. Em 2004, a dist&acirc;ncia entre essas taxas para o 1&deg; quinto e o 5&deg; quinto era ainda maior (4,3 vezes).<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&Eacute; o que revela o estudo S&iacute;ntese de Indicadores Sociais (SIS) 2014, que mostra, ainda, que, apesar de avan&ccedil;os, a desigualdade de g&ecirc;nero no mercado de trabalho ainda persiste, principalmente quando a jornada de trabalho &eacute; conjugada aos afazeres dom&eacute;sticos.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Entre as mulheres ocupadas de 16 anos ou mais, 88% realizavam afazeres dom&eacute;sticos, enquanto, entre os homens, este percentual era 46%. As mulheres tinham uma jornada m&eacute;dia em afazeres dom&eacute;sticos mais que o dobro da observada para os homens (20,6 horas\/semana).<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Considerando a jornada no mercado de trabalho e aquela com a realiza&ccedil;&atilde;o de afazeres dom&eacute;sticos, a jornada feminina semanal era de 56,4 horas, superior em quase 5 horas &agrave; masculina.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">A SIS tamb&eacute;m detectou mudan&ccedil;as nos arranjos familiares entre 2004 e 2013, per&iacute;odo em que houve redu&ccedil;&atilde;o na propor&ccedil;&atilde;o de casais com filhos e aumento dos sem filhos, al&eacute;m do aumento dos arranjos unipessoais.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">O estudo mostra ainda que, em 2013, no Brasil, em 25,7% dos domic&iacute;lios urbanos alugados (ou 5,2% do total de domic&iacute;lios urbanos), o aluguel ultrapassava 30% do rendimento domiciliar.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">A SIS 2014 tem como principal base de informa&ccedil;&otilde;es a Pesquisa Nacional por Amostra de Domic&iacute;lios (PNAD) 2013, al&eacute;m de fontes de dados como o Censo Demogr&aacute;fico 2010, a Proje&ccedil;&atilde;o da Popula&ccedil;&atilde;o do Brasil por sexo e idade 2013, al&eacute;m de bases de dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais An&iacute;sio Teixeira (INEP), do Minist&eacute;rio da Educa&ccedil;&atilde;o, e Sistema de Informa&ccedil;&otilde;es sobre Mortalidade (SIM), do Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de. Seus resultados completos est&atilde;o dispon&iacute;veis no link.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Aspectos demogr&aacute;ficos: 28,4% das adolescentes de 15 a 17 anos de idade com ao menos um filho estavam na escola em 2013.&nbsp; Em 2013, 38,4% das mulheres de 15 a 49 anos n&atilde;o tinham filhos. Nessa mesma faixa et&aacute;ria, enquanto 41,5% das mulheres brancas n&atilde;o eram m&atilde;es, para as pretas ou pardas o percentual era de 35,8%.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Entre as mulheres de 25 a 29 anos, ocorria a maior diferen&ccedil;a entre as brancas (48,1%) e pretas ou pardas (33,8%) que n&atilde;o eram m&atilde;es.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">A propor&ccedil;&atilde;o de mulheres entre 45 e 49 anos e sem filhos foi de 8,2% para aquelas com menor escolaridade e 15,1% entre as mais escolarizadas. Entre as mulheres de 15 a 17 anos que n&atilde;o tinham filho, 88,4% estavam estudando, enquanto entre as m&atilde;es, apenas 28,4% estudavam.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Em 2013, a propor&ccedil;&atilde;o dos jovens de 15 a 29 anos que s&oacute; estudavam foi de 22,7%. O percentual daqueles que trabalhavam e estudavam foi de 13,0% e aqueles que s&oacute; trabalhavam foi de 44,0%.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Em 2013, praticamente um em cada cinco jovens nessa faixa et&aacute;ria n&atilde;o frequentava escola nem trabalhava. No grupo de 15 a 17 anos, esta propor&ccedil;&atilde;o foi de 10,2%, entre aqueles com 18 a 24 anos, chegou a 24,0%, e para aqueles com 25 a 29 anos, 21,8%.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Entre os que n&atilde;o trabalhavam ou estudavam, 45,8% residiam no Nordeste ou no Norte. Al&eacute;m disso, 62,9% eram pretos e pardos, uma participa&ccedil;&atilde;o maior do que a desse grupo no total de jovens (56,1%).<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Para as mulheres que s&oacute; estudavam, 7,1% tinham ao menos um filho. Entre aquelas que trabalhavam e estudavam, essa propor&ccedil;&atilde;o foi de 14,4%.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">J&aacute; entre as que somente trabalhavam, esse indicador se eleva a 44,0%, enquanto para aquelas que n&atilde;o trabalhavam nem estudavam, 57,1% tinham ao menos um filho nascido vivo.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Grande parte (44,8%) dos jovens que n&atilde;o trabalhavam nem estudavam vivia em domic&iacute;lio cujo rendimento mensal domiciliar por pessoa n&atilde;o ultrapassava meio sal&aacute;rio m&iacute;nimo.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Entre os jovens que n&atilde;o trabalhavam nem estudavam, 26,3% procuraram por trabalho na semana de refer&ecirc;ncia da PNAD (de 22\/09\/2012 a 28\/09\/2013), sendo 36,6% dos homens e 21,6% das mulheres.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Fam&iacute;lias: Uma em cada cinco fam&iacute;lias s&atilde;o formadas por casais sem filhos<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A escolaridade m\u00e9dia da popula\u00e7\u00e3o de 25 anos ou mais aumentou entre 2004 e 2013, passando de 6,4 para 7,7 anos de estudo.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":17756,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[467,2418],"class_list":["post-17385","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias-zeca-dirceu","tag-ensino","tag-escolaridade"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/17385","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=17385"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/17385\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/media\/17756"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=17385"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=17385"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=17385"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}