{"id":17255,"date":"2014-11-18T00:00:00","date_gmt":"2014-11-18T02:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.zecadirceu.com.br\/modo-tucano-desrespeito-violencia-e-mentiras-geram-caos-na-educacao-do-parana\/"},"modified":"2024-12-10T17:46:07","modified_gmt":"2024-12-10T20:46:07","slug":"modo-tucano-desrespeito-violencia-e-mentiras-geram-caos-na-educacao-do-parana","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/modo-tucano-desrespeito-violencia-e-mentiras-geram-caos-na-educacao-do-parana\/","title":{"rendered":"OIT: Brasil \u00e9 refer\u00eancia no combate ao trabalho escravo"},"content":{"rendered":"<p>Brasil implementou mecanismos de combate ao trabalho escravoe n&atilde;o existentes em nenhum outro pa&iacute;s.<\/p>\n<p>As a&ccedil;&otilde;es mantidas pelo governo federal para o combate ao trabalho escravo, em parceria com o setor privado e representantes da sociedade civil, tornaram o Brasil refer&ecirc;ncia mundial na luta contra esta pr&aacute;tica. De acordo com o coordenador nacional do programa de combate ao trabalho for&ccedil;ado da Organiza&ccedil;&atilde;o Internacional do Trabalho (OIT), Luiz Machado, o Brasil implementou mecanismos de combate a este crime in&eacute;ditos e n&atilde;o existentes em nenhum outro pa&iacute;s.<\/p>\n<p>&ldquo;Em compara&ccedil;&atilde;o a outros pa&iacute;ses, o Brasil &eacute; destaque, porque em outros lugares n&atilde;o encontramos uma estrutura s&oacute;lida como temos aqui&rdquo;, explica Machado.<\/p>\n<p>&ldquo;&Eacute; uma pol&iacute;tica de estado e uma resposta &agrave; comunidade internacional, &agrave; ONU e &agrave; OIT, de que o Brasil &eacute; comprometido. A maioria dos pa&iacute;ses ratifica as conven&ccedil;&otilde;es e n&atilde;o toma atitudes para erradicar&rdquo;, completou.<\/p>\n<p>O representante da OIT lembra que h&aacute; quase 20 anos o Brasil combate ao crime de trabalho escravo. Ele diz que em 1992 o estado brasileiro recebeu formalmente den&uacute;ncias do exterior sobre a exist&ecirc;ncia do problema no Pa&iacute;s.<\/p>\n<p>Como resposta &agrave; press&atilde;o internacional, surgiu, ent&atilde;o, a primeira a&ccedil;&atilde;o de combate ao crime pelo governo. Com isso, desde 1995 quase 47 mil pessoas foram resgatadas por grupos de fiscaliza&ccedil;&atilde;o m&oacute;vel organizados pelo Minist&eacute;rio do Trabalho.<\/p>\n<p>&ldquo;O Brasil tem alguns mecanismos que n&atilde;o s&atilde;o diretamente ligados &agrave;s a&ccedil;&otilde;es governamentais, como o Pacto Nacional pela Erradica&ccedil;&atilde;o do Trabalho Escravo, feito principalmente com o setor privado. H&aacute; tamb&eacute;m a lista suja do trabalho escravo, mantida Minist&eacute;rio do Trabalho&rdquo;, lembra o coordenador da OIT.<\/p>\n<p>Para Machado, as a&ccedil;&otilde;es de combate resultam em avan&ccedil;o na repress&atilde;o econ&ocirc;mica ao trabalho escravo, com san&ccedil;&otilde;es econ&ocirc;micas e restri&ccedil;&otilde;es comerciais, que ampliam o interesse do setor privado em exterminar a pr&aacute;tica.<\/p>\n<p>O Brasil possui uma comiss&atilde;o nacional, plural e tripartite, criada em 2003, para o combate ao trabalho escravo. Uma das primeiras a&ccedil;&otilde;es desse grupo foi lan&ccedil;ar a implementar o Plano Nacional para a Erradica&ccedil;&atilde;o do Trabalho Escravo. Hoje, o governo j&aacute; trabalha com a segunda edi&ccedil;&atilde;o do plano.<br \/>\n&nbsp;<\/p>\n<p>De acordo com avalia&ccedil;&atilde;o da OIT, 68,4% das metas estipuladas pelo plano foram atingidas de forma total ou parcial. O avan&ccedil;o no combate &agrave; escravid&atilde;o pode ser observado por n&uacute;meros. Entre 1995 e 2002, foram libertadas 5,8 mil pessoas que viviam em condi&ccedil;&otilde;es an&aacute;logas &agrave; escravid&atilde;o. Somente entre 2009 e 2007, foram libertados 19.927 trabalhadores<\/p>\n<p>Passado presente &#8211;&nbsp;Apesar dos dados recentes, a hist&oacute;ria do Brasil &eacute; marcada por casos de escravid&atilde;o. De acordo com o Minist&eacute;rio do Trabalho, a primeira den&uacute;ncia p&uacute;blica em rela&ccedil;&atilde;o ao tema foi feita em 1971. Na &eacute;poca, o problema do trabalho escravo foi exposto pela Carta Pastoral de D. Pedro Casald&aacute;lia, em Mato Grosso.<\/p>\n<p>Em 1975, ent&atilde;o, foi criada a Comiss&atilde;o Pastoral da Terra, uma institui&ccedil;&atilde;o n&atilde;o governamental com o objetivo de atuar junto aos trabalhadores rurais e coletar den&uacute;ncias sobre os crimes.<\/p>\n<p>Com a Constitui&ccedil;&atilde;o Federal, houve um aperfei&ccedil;oamento da legisla&ccedil;&atilde;o nacional que passou a exigir necessariamente a observ&acirc;ncia das disposi&ccedil;&otilde;es que regulamentam as rela&ccedil;&otilde;es de trabalho.<br \/>\n&nbsp;<\/p>\n<p>Para o coordenador do programa de combate ao trabalho for&ccedil;ado da OIT, o governo federal tem avan&ccedil;ado nas a&ccedil;&otilde;es contra a escravid&atilde;o no Pa&iacute;s. &ldquo;Desde 1995, avan&ccedil;amos muito. Hoje, temos 13 comiss&otilde;es estaduais e uma municipal, em S&atilde;o Paulo. Ao longo dos anos, vemos mais avan&ccedil;os&rdquo;, explica.<\/p>\n<p>No entanto, ele afirma ser preciso avan&ccedil;ar ainda mais no combate &agrave; pr&aacute;tica. Segundo o representante da OIT, ainda n&atilde;o h&aacute; uma estimativa de v&iacute;timas do crime no Brasil e a cada dia h&aacute; mais incid&ecirc;ncia de estrangeiros no trabalho escravo no Pa&iacute;s.<\/p>\n<p>&ldquo;Esse crime afeta n&atilde;o s&oacute; a popula&ccedil;&atilde;o vulner&aacute;vel brasileira, mas tamb&eacute;m imigrantes que buscam oportunidades de trabalho no Brasil. Precisamos conscientizar as pessoas a n&atilde;o aceitar oferta de trabalho que pode terminar em trabalho escravo, s&atilde;o propostas fraudulentas muitas vezes&rdquo;, diz Machado.<\/p>\n<p>Fonte: PT Paran&aacute;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Coordenador da OIT diz ser preciso ainda avan\u00e7ar na luta contra este crime. Desde 1995, 47 mil pessoas foram resgatadas em condi\u00e7\u00f5es an\u00e1logas \u00e0 escravid\u00e3o no Pa\u00eds Ag\u00eancia PT<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":17886,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[589,1166,1146,760,2461,590,81],"class_list":["post-17255","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias-zeca-dirceu","tag-direitos","tag-escravo","tag-oit","tag-onu","tag-organizacao-internacional-do-trabalho","tag-trabalhistas","tag-trabalho"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/17255","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=17255"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/17255\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/media\/17886"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=17255"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=17255"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=17255"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}