{"id":16728,"date":"2014-07-14T00:00:00","date_gmt":"2014-07-14T03:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.zecadirceu.com.br\/zeca-dirceu-defende-uopeccan-em-brasilia\/"},"modified":"2024-12-10T17:49:03","modified_gmt":"2024-12-10T20:49:03","slug":"zeca-dirceu-defende-uopeccan-em-brasilia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/zeca-dirceu-defende-uopeccan-em-brasilia\/","title":{"rendered":"Globo Rural: \u201cM\u00e9dicos melhoram as condi\u00e7\u00f5es de sa\u00fade em regi\u00f5es agr\u00edcolas distantes\u201d"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align:justify\">Programa da TV Globo faz primeira reportagem que aborda de forma verdadeira os benef&iacute;cios da iniciativa para a popula&ccedil;&atilde;o do interior do Pa&iacute;s<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">\nPrograma da TV Globo enfatizou os benef&iacute;cios do programam Mais M&eacute;dicos para as popula&ccedil;&otilde;es de regi&otilde;es mais carentes<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">\nEm reportagem divulgada neste domingo (13), o programa&nbsp;Globo Rural, da Rede Globo, divulgou extensa mat&eacute;ria na qual enfatizou os benef&iacute;cios do programa Mais M&eacute;dicos, do governo federal, para as popula&ccedil;&otilde;es de regi&otilde;es distantes do Pa&iacute;s.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Foi a primeira vez que a grande m&iacute;dia brasileira mostra a iniciativa &nbsp;de forma verdadeira, demonstrando a ajuda que os profissionais estrangeiros levam aos moradores de munic&iacute;pios distantes dos grandes centros.<br \/>\n&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">A mat&eacute;ria tamb&eacute;m conta que o programa foi criado, inicialmente, para a contrata&ccedil;&atilde;o de profissionais brasileiros. Com a aus&ecirc;ncia de interesse dos m&eacute;dicos nacionais, a iniciativa foi aberta pra especialistas de Cuba, Espanha e at&eacute; da Alemanha.<br \/>\n&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&ldquo;M&eacute;dicos melhoram as condi&ccedil;&otilde;es de sa&uacute;de em regi&otilde;es agr&iacute;colas distantes<br \/>\n&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Duas profissionais cubanas atendem pacientes em Cal&ccedil;oene, no Amap&aacute;. Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de contratou 14.462 m&eacute;dicos para o programa mais M&eacute;dicos<br \/>\n&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">No extremo norte do Brasil, a maior parte da popula&ccedil;&atilde;o &eacute; pobre e sempre sofreu com uma s&eacute;rie de problemas de sa&uacute;de: mal&aacute;ria, verminose, leishmaniose, mortalidade infantil elevada.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">O povo sofre com doen&ccedil;as variadas, enfrenta epidemias do campo, se acidenta com frequ&ecirc;ncia no trabalho, e padece com o isolamento e atendimento prec&aacute;rio.&nbsp; Esta &eacute; a realidade da maioria dos lugarejos mais distantes do nosso territ&oacute;rio. Regi&otilde;es agr&iacute;colas que muitas vezes n&atilde;o tem nem m&eacute;dicos para socorrer a popula&ccedil;&atilde;o.<br \/>\n&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Segundo dados da Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial da Sa&uacute;de, em 2012 o Brasil contava com 1,8 m&eacute;dicos para cada mil habitantes. A media &eacute; baixa quando comparada com outros pa&iacute;ses, como os vizinhos Uruguai (3,7), Argentina (3,2), ou ainda europeus como Alemanha (3,6) e Espanha (4,0).&nbsp; O mais grave &eacute; que a distribui&ccedil;&atilde;o destes doutores sempre foi muito desigual pelo territ&oacute;rio brasileiro. De maneira geral, quanto mais pobre e mais distante a regi&atilde;o, menos a chance de ela ter m&eacute;dicos em atividade.<br \/>\n&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">A combina&ccedil;&atilde;o de pobreza e atendimento prec&aacute;rio sempre marcou a hist&oacute;ria do munic&iacute;pio de Cal&ccedil;oene, na Amaz&ocirc;nia. Cal&ccedil;oene fica ao norte de&nbsp;Macap&aacute;, capital do Amap&aacute;, o segundo estado brasileiro com menos m&eacute;dico por habitante, atr&aacute;s apenas do Maranh&atilde;o. No munic&iacute;pio o povo vive do com&eacute;rcio, da pesca e principalmente da agricultura familiar.<br \/>\n&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Cal&ccedil;oene&nbsp;conta com um hospital, posto de sa&uacute;de, enfermeira, dentista e assistente social, mas at&eacute; h&aacute; pouco tempo s&oacute; tinha tr&ecirc;s m&eacute;dicos em atividade. Tr&ecirc;s m&eacute;dicos para uma popula&ccedil;&atilde;o de 9.700 pessoas, uma m&eacute;dia de 0,3 doutores para cada mil habitantes.<br \/>\n&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&ldquo;Totalmente insatisfat&oacute;rio. Muitos usu&aacute;rios n&atilde;o conseguiam vaga. N&oacute;s j&aacute; est&aacute;vamos chegando a um caos. Sem saber o que fazer em rela&ccedil;&atilde;o a essa situa&ccedil;&atilde;o de contrata&ccedil;&atilde;o de m&eacute;dico&rdquo;, declara Maria de Jesus Caldas, secret&aacute;ria de sa&uacute;de\/Cal&ccedil;oene\/AP.<br \/>\n&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Esse quadro come&ccedil;ou a mudar depois que o munic&iacute;pio recebeu a ajuda de um projeto federal. Iniciado em 2013, o programa Mais M&eacute;dicos vem contratando doutores para atuar em regi&otilde;es carentes do pa&iacute;s. Cal&ccedil;oene recebeu duas profissionais de Cuba.<br \/>\n&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Dra. Ceramides Carbonell &eacute; uma m&eacute;dica com mestrado em aten&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica de sa&uacute;de e 17 anos de experi&ecirc;ncia. Chegou ao Brasil no ano passado e antes de ir para Cal&ccedil;oene fez cursos obrigat&oacute;rios de portugu&ecirc;s e sobre o sistema de sa&uacute;de brasileiro. Ela atende a popula&ccedil;&atilde;o e orienta mulheres gr&aacute;vidas do munic&iacute;pio.<br \/>\n&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&ldquo;Um dos primeiros indicadores que qualificam a sa&uacute;de de um povo &eacute; a mortalidade infantil. Pra isso voc&ecirc; tem que ter um acompanhamento muito bom das gr&aacute;vidas. Por isso tamb&eacute;m damos a elas orienta&ccedil;&atilde;o sobre higiene e nutri&ccedil;&atilde;o. Eu estou gostando bastante da experi&ecirc;ncia&rdquo;, declara a m&eacute;dica cubana.<br \/>\n&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">A agricultora Valdenora da Costa conta que nunca tinha tido este tipo de acompanhamento. &ldquo;Eu estou achando muito bom, porque ela &eacute; uma pessoa muito atenciosa com a gente&rdquo;.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">No programa, a contrata&ccedil;&atilde;o de m&eacute;dicos ocorreu em etapas, primeiro as vagas foram abertas apenas para m&eacute;dicos formados no Brasil. S&oacute; que o volume de interessados foi muito pequeno, por isso em um segundo momento as vagas n&atilde;o preenchidas foram destinadas a doutores de outros pa&iacute;ses, que acabaram se tornando maioria. Ao todo, o&nbsp;Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de&nbsp;contratou 14.462 m&eacute;dicos.<br \/>\n&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Dra. Anelie Reguera foi a segunda m&eacute;dica do programa a chegar a Cal&ccedil;oene. Ela tamb&eacute;m &eacute; cubana e tem especializa&ccedil;&atilde;o em atendimento comunit&aacute;rio. Ela faz palestras em escolas sobre preven&ccedil;&atilde;o de doen&ccedil;as. &ldquo;Estamos ensinando para a popula&ccedil;&atilde;o como cuidar da sa&uacute;de para evitar doen&ccedil;as recorrentes&rdquo;, alerta. Depois das palestras as m&eacute;dicas aproveitam para atender a popula&ccedil;&atilde;o.<br \/>\n&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Os doutores se dedicam exclusivamente a aten&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica, fazendo consultas e dando orienta&ccedil;&atilde;o aos pacientes. A ideia &eacute; resolver o m&aacute;ximo de problemas no pr&oacute;prio munic&iacute;pio e s&oacute; encaminhar para a capital do estado os casos mais complicados, que exigem exames sofisticados ou aten&ccedil;&atilde;o de especialistas.<br \/>\n&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Al&eacute;m dos m&eacute;dicos cubanos, o programa tamb&eacute;m conta com doutores vindos de outros 40 pa&iacute;ses, principalmente da Am&eacute;rica Latina e da Europa. A Dra. Maria Del Carmen &eacute; espanhola e atende pacientes no Parque Ind&iacute;gena do Tumucumaque, na divisa do&nbsp;Amap&aacute;&nbsp;com o Par&aacute;.<br \/>\n&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Em um encontro na Casa do &Iacute;ndio, em Macap&aacute;, ela fez um primeiro contato com os moradores do parque. A m&eacute;dica atuava em hospitais de Sevilha e escolheu trabalhar com &iacute;ndios por seu interesse por medicamentos naturais &ldquo;Eu estou feliz de trabalhar aqui, porque sei que vou aprender muito com estas pessoas&rdquo;, diz ela.<br \/>\n&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Outra m&eacute;dica europeia, que faz parte do programa, &eacute; a alem&atilde; Anne Kimpchin. Ela vai atuar em uma unidade de sa&uacute;de de Macap&aacute;, que costuma receber muita gente da ro&ccedil;a. &ldquo;Eu trabalhava como cl&iacute;nica geral em hospital e consult&oacute;rio na zona rural&rdquo;, conta.<br \/>\n&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Os m&eacute;dicos do programa ganham R$ 10 mil por m&ecirc;s, s&oacute; que no caso dos cubanos a conta &eacute; diferente. O Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de repassa os mesmos R$ 10 mil, mas os doutores s&oacute; ficam com cerca de R$ 3 mil e a diferen&ccedil;a vai para o governo de Cuba. Isso ocorre porque os cubanos n&atilde;o entram no projeto individualmente, mas atrav&eacute;s de uma acordo de coopera&ccedil;&atilde;o mediado pela Organiza&ccedil;&atilde;o Pan-americana de Sa&uacute;de.<br \/>\n&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Al&eacute;m dos tr&ecirc;s mil mensais, as doutoras de Cal&ccedil;oene recebem mais R$ 2.5 mil do munic&iacute;pio para gastos com alimenta&ccedil;&atilde;o e moradia. A doutora Anelie vive em, uma casa com sala, cozinha e um quarto espa&ccedil;oso. Ela nos conta que o contrato do programa &eacute; de tr&ecirc;s anos e que nos per&iacute;odos de f&eacute;rias pretende visitar a fam&iacute;lia.<br \/>\n&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Al&eacute;m de trabalhar na cidade, as novas m&eacute;dicas de Cal&ccedil;oene tamb&eacute;m viajam pela zona rural. A principal &aacute;rea agr&iacute;cola do munic&iacute;pio fica a uma hora da cidade por estradas em p&eacute;ssimas condi&ccedil;&otilde;es.<br \/>\n&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Carn&ocirc; &eacute; um assentamento de reforma agr&aacute;ria que abriga 1.900 pessoas as fam&iacute;lias vivem em um vilarejo e trabalham em lotes de terra que ficam no entorno. Dra. Ceramides visita o assentamento a cada 15 dias em um posto de sa&uacute;de simpl&oacute;rio. Uma nova unidade mais equipada j&aacute; est&aacute; em constru&ccedil;&atilde;o no vilarejo e outra na sede do munic&iacute;pio, ambas com verbas federais.<br \/>\n&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">No atendimento a doutora encontra de tudo. Com a ajuda de enfermeiras e agentes de sa&uacute;de que moram em Carn&ocirc;, a m&eacute;dica tamb&eacute;m visita algumas fam&iacute;lias.<br \/>\n&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Em uma das casas, a doutora visita a pequena Vit&oacute;ria que teve mal&aacute;ria. Ela acaba de tomar as &uacute;ltimas doses do medicamento para enfrentar o problema. Transmitida por mosquito, a doen&ccedil;as provoca febre calafrio e sem tratamento pode at&eacute; levar a morte. &ldquo;Ela j&aacute; n&atilde;o est&aacute; com nenhum sintoma, eu acho que ela j&aacute; est&aacute; totalmente recuperada da mal&aacute;ria. S&oacute; temos que fazer este teste de comprova&ccedil;&atilde;o para ver se ela melhorou mesmo e se tratamento deu certo&rdquo;, explica a Dra. Ceramides.<br \/>\n&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">O teste para identificar a mal&aacute;ria pode ser feito em Cal&ccedil;oene e os medicamentos para o tratamento tamb&eacute;m est&atilde;o dispon&iacute;veis no munic&iacute;pio, s&oacute; que muitas vezes os problemas dos moradores n&atilde;o podem ser resolvidos no local.<br \/>\n&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Antonio da Silva, que trabalha na casa de farinha do assentamento, precisa de exames que s&oacute; podem ser feitos em Macap&aacute;. Tamb&eacute;m &eacute; poss&iacute;vel que ele tenha que fazer uma cirurgia. &ldquo;Estou trabalhando para juntar dinheiro pra eu poder ir pra Macap&aacute;&rdquo;, afirma.<br \/>\n&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Malaria, leishmaniose, gastrite, mal de Parkinson&hellip; Em apenas um dia na comunidade a Dra. chega a atender mais de 30 pacientes. Os agricultores do assentamento reconhecem que com a chegada da m&eacute;dica o atendimento melhorou, mas querem mais. &ldquo;&Eacute; bom, s&oacute; que ainda n&atilde;o est&aacute; 100%. Porque bom mesmo seria se ela estivesse aqui direto com a gente&rdquo;, declara Antonio da Silva.<br \/>\n&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Hist&oacute;rias como a de Cal&ccedil;oene se reptem em milhares de localidades pelo Brasil afora. Ao todo, o programa federal contratou m&eacute;dicos para 3.819 munic&iacute;pios, e grande parte deles fica em regi&otilde;es agr&iacute;colas do Norte e do Nordeste do pa&iacute;s.<br \/>\n&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Vale lembrar que apesar de estar a 360 quil&ocirc;metros de Macap&aacute;, Cal&ccedil;oene &eacute; ligada &agrave; capital por uma estrada asfaltada. Em boa parte da Amaz&ocirc;nia, a situa&ccedil;&atilde;o &eacute; bem mais complicada, uma vez que acesso em muitos casos s&oacute; &eacute; poss&iacute;vel com longas viagens de barco&rdquo;.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Fonte: Ag&ecirc;ncia PT de Not&iacute;cias, com informa&ccedil;&otilde;es do Globo Rural<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Programa da TV Globo faz primeira reportagem que aborda de forma verdadeira os benef\u00edcios da iniciativa para a popula\u00e7\u00e3o do interior do Pa\u00eds<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":18402,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[506,115,3,6],"class_list":["post-16728","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias-zeca-dirceu","tag-globo","tag-mais-medicos","tag-medicos","tag-saude"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16728","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=16728"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16728\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/media\/18402"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=16728"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=16728"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=16728"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}