{"id":16688,"date":"2014-07-09T00:00:00","date_gmt":"2014-07-09T03:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.zecadirceu.com.br\/funasa-garante-recursos-do-pac-saneamento-para-altamira-do-parana\/"},"modified":"2024-12-10T17:49:16","modified_gmt":"2024-12-10T20:49:16","slug":"funasa-garante-recursos-do-pac-saneamento-para-altamira-do-parana","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/funasa-garante-recursos-do-pac-saneamento-para-altamira-do-parana\/","title":{"rendered":"Com o Mais M\u00e9dicos, revolu\u00e7\u00e3o na sa\u00fade b\u00e1sica completa um ano"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align:justify\">Programa aumentou o n&uacute;mero de consultas em 35% e zerou a fila de espera em postos de sa&uacute;de. Iniciativa alcan&ccedil;a mais de 51 milh&otilde;es de pessoas em todo o Pa&iacute;s<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&ldquo;Para marcar uma consulta pelo plano de sa&uacute;de particular voc&ecirc; leva dois meses, no meu posto os pacientes levam menos de 15 dias&rdquo;, afirma Daniel, que atende em Ceil&acirc;ndia (DF).<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">O programa Mais M&eacute;dicos completa um ano de lan&ccedil;amento nesta ter&ccedil;a-feira (08) e os&nbsp;resultados s&atilde;o para se comemorar. Desde a implanta&ccedil;&atilde;o da iniciativa do governo federal, a m&eacute;dia de atendimentos cl&iacute;nicos no Pa&iacute;s aumentou 35%. Hoje, s&atilde;o cerca de 14 mil m&eacute;dicos participantes, entre brasileiros e estrangeiros que atendem a 51 milh&otilde;es de pessoas. Os profissionais foram enviados para comunidades que estavam a quil&ocirc;metros de dist&acirc;ncia de consult&oacute;rios &ndash; e ainda mais afastadas de uma cultura preventiva de sa&uacute;de.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&ldquo;Al&eacute;m de curar, nossa miss&atilde;o &eacute; mudar h&aacute;bitos e estilos de vida. A gente s&oacute; torna uma fam&iacute;lia mais saud&aacute;vel se entrar casa adentro&rdquo;, conta a m&eacute;dica cubana Irianna Ramadan, lotada no munic&iacute;pio de &Aacute;guas Lindas de Goi&aacute;s, distante 50 quil&ocirc;metros de Bras&iacute;lia.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">A cidade goiana &eacute; apenas uma das 3.819 atendidas pelo programa em todo Pa&iacute;s. O n&uacute;mero representa 100% dos munic&iacute;pios que solicitaram o recebimento de m&eacute;dicos ao governo federal. H&aacute; 12 meses, o Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de (MS) calculava que 700 cidades brasileiras n&atilde;o tinham nenhum m&eacute;dico.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">A maior aten&ccedil;&atilde;o na sa&uacute;de b&aacute;sica se reflete tamb&eacute;m em outras etapas do atendimento. O encaminhamento de casos a hospitais, por exemplo, caiu em 20%.&nbsp;A presidenta Dilma elogiou essa capacidade do programa de desafogar do sistema de sa&uacute;de. &ldquo;Quando a gente trata o problema de sa&uacute;de l&aacute; na base, a gente trata as doen&ccedil;as no seu in&iacute;cio. Assim, voc&ecirc; consegue control&aacute;-las e at&eacute; cur&aacute;-las, e isso desafoga os hospitais e os servi&ccedil;os de urg&ecirc;ncia&rdquo;, explicou. Hoje,&nbsp;25% da popula&ccedil;&atilde;o brasileira &eacute; atendida pelo programa.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Para m&eacute;dica cubana Irianna , o m&eacute;dico s&oacute; torna uma fam&iacute;lia saud&aacute;vel se entrar em sua casa.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">A doutora Irianna enxerga a efici&ecirc;ncia desse atendimento na pr&aacute;tica. &ldquo;Esse posto abriu quando eu cheguei na cidade. No in&iacute;cio, era tanta gente que ficava lotado, n&oacute;s n&atilde;o consegu&iacute;amos nem atender&rdquo;, contou<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&ldquo;Agora voc&ecirc; n&atilde;o v&ecirc; mais fila aqui na porta&rdquo;, completa a m&eacute;dica.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Ela foi uma das primeiras m&eacute;dicas estrangeiras a chegar no Pa&iacute;s e sofreu,no in&iacute;cio, com a desconfian&ccedil;a de alguns colegas de profiss&atilde;o brasileiros que tinham medo de perder postos de trabalho. &ldquo;Todos os meus conterr&acirc;neos foram her&oacute;is ao enfrentar o preconceito. N&atilde;o viemos roubar emprego, viemos fazer o trabalho que n&atilde;o tinha quem fizesse &ndash; e que n&atilde;o podia esperar&rdquo;, enfatizou.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">N&atilde;o s&atilde;o, por&eacute;m, apenas m&eacute;dicos estrangeiros que est&atilde;o fazendo este trabalho urgente pelo Mais M&eacute;dicos.&nbsp;O brasileiro Daniel Martins&nbsp;foi alocado na periferia de&nbsp;Ceil&acirc;ndia, regi&atilde;o do Distrito Federal distante cerca de 40 km do centro de Bras&iacute;lia. Ele &eacute; respons&aacute;vel por atender a popula&ccedil;&atilde;o do Sol Nascente, considerada a segunda maior favela do Brasil. &ldquo;O programa isolado n&atilde;o vai ser uma salva&ccedil;&atilde;o, mas j&aacute; &eacute; uma oportunidade para eles. Hoje em dia, para marcar uma consulta no plano de sa&uacute;de particular voc&ecirc; leva dois meses, no meu posto os pacientes levam menos de 15 dias&rdquo;, comemora.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Aproxima&ccedil;&atilde;o entre m&eacute;dicos e pacientes &eacute; um dos sucessos do programa Mais M&eacute;dicos.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Atendimento humanizado &#8211;&nbsp;A efici&ecirc;ncia do Mais M&eacute;dicos est&aacute; embasada, para os m&eacute;dicos participantes, no v&iacute;nculo que eles estabelecem com os pacientes. &ldquo;A gente praticamente passa a fazer parte das fam&iacute;lias&rdquo;, conta Daniel.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">O programa est&aacute; profundamente ligado &agrave; comunidade, tanto que os m&eacute;dicos tiram um dia por semana para fazer visitas a pacientes acamados e com dificuldades de locomo&ccedil;&atilde;o. &ldquo;Lugar de doente nem sempre &eacute; no hospital. &Eacute; precoce dizer que os pronto-socorros v&atilde;o ficar vazios de hoje para amanh&atilde; com o Mais M&eacute;dicos. Mas estamos, aos poucos, progredindo para isso&rdquo;, afirma o diretor de Aten&ccedil;&atilde;o Prim&aacute;ria de Sa&uacute;de Ceil&acirc;ndia, Luiz Mota.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Essa aproxima&ccedil;&atilde;o entre m&eacute;dico e paciente &eacute; comprovada no caso do atendimento &agrave; dona de casa Raniele Ferreira, de &Aacute;guas Lindas.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Ela fez todo o pr&eacute;-natal de sua primeira gravidez com a m&eacute;dica Irianna e agora a doutora tamb&eacute;m est&aacute; cuidando da filha dela, a pequena Maria Luiza, de apenas 27 dias. &ldquo;Antes a gente tinha que ficar mais de duas horas no &ocirc;nibus para encarar uma fila para tentar uma consulta. Agora tem a melhor m&eacute;dica do mundo atendendo h&aacute; duas ruas de onde eu moro&rdquo;, conta Raniele.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">A m&eacute;dica se emociona com a declara&ccedil;&atilde;o: &ldquo;N&atilde;o h&aacute; maior recompensa que receber um obrigado de um paciente, saber que voc&ecirc; fez diferen&ccedil;a na vida de algu&eacute;m. &Eacute; isso que me faz amar a minha profiss&atilde;o&rdquo;, conclui Irianna.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Fonte: Ag&ecirc;ncia PT de Not&iacute;cias<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Programa aumentou o n\u00famero de consultas em 35% e zerou a fila de espera em postos de sa\u00fade. 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