{"id":15706,"date":"2014-03-27T00:00:00","date_gmt":"2014-03-27T03:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.zecadirceu.com.br\/bolsa-familia-inicia-pagamentos-de-fevereiro\/"},"modified":"2024-12-10T17:54:45","modified_gmt":"2024-12-10T20:54:45","slug":"bolsa-familia-inicia-pagamentos-de-fevereiro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/bolsa-familia-inicia-pagamentos-de-fevereiro\/","title":{"rendered":"A Petrobras incomoda"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align:justify\"><strong>Por Marcelo Zero<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Pudera. Nascida da hist&oacute;rica campanha nacionalista &ldquo;o Petr&oacute;leo &eacute; nosso&rdquo;, a Petrobras se converteu naquilo que os paleoliberais consideram praticamente uma impossibilidade: uma empresa estatal bem-sucedida e eficiente. Ela &eacute; um acabado contraexemplo das teses antiestatais e antidesenvolvimentistas que sustentavam o fracassado paradigma privatizante e liberalizante que ruiu no in&iacute;cio deste s&eacute;culo.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">\nAssim, a Petrobras &eacute; an&aacute;tema, nos c&acirc;nones do (paleo)neoliberalismo tupiniquim. N&atilde;o deveria existir, mas existe. N&atilde;o deveria fazer sucesso, mas faz. A Petrobras &eacute; a maior e mais bem-sucedida empresa do Brasil.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">\nNo in&iacute;cio, h&aacute; 60 anos, diziam que o Brasil n&atilde;o tinha petr&oacute;leo. Convenientes estudos de ge&oacute;logos estrangeiros asseguravam que n&atilde;o havia jazidas de &oacute;leo em territ&oacute;rio nacional. A Petrobras, portanto, n&atilde;o fazia muito sentido.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">\nMas ela perseverou e acabou descobrindo, gra&ccedil;as a um enorme esfor&ccedil;o de pesquisa, jazidas significativas de petr&oacute;leo e g&aacute;s em nosso leito mar&iacute;timo. Primeiro no Nordeste; depois na Bacia de Campos. Tais jazidas, situadas no que hoje se conhece como p&oacute;s-sal, contribu&iacute;ram para diminuir bastante a nossa depend&ecirc;ncia de importa&ccedil;&otilde;es de hidrocarbonetos.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">\nMesmo assim, as ofensivas contra a grande estatal brasileira continuaram. No governo Collor, o Credit Suisse chegou a apresentar um plano para privatizar a Petrobras. O plano privatizava a companhia por partes. &nbsp;Primeiro, se venderiam as suas subsidi&aacute;rias, o que, de fato, ocorreu posteriormente. Depois, a holding seria fatiada em unidades de neg&oacute;cio, as quais seriam privatizadas, em seguida.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">\nNo entanto, foi no governo FHC, que essas ofensivas se intensificaram e se concretizaram parcialmente.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">\nCom efeito, foi naquele governo que se promulgou a famosa Lei n&ordm; 9478\/97. Essa norma produziu duas grandes consequ&ecirc;ncias.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">\nEm primeiro lugar, a Petrobr&aacute;s abriu seu capital social para investidores estrangeiros. Assim, a estatal teve 36% de suas a&ccedil;&otilde;es vendidas na Bolsa de Nova Iorque. Com isso, a Uni&atilde;o reduziu a sua participa&ccedil;&atilde;o acion&aacute;ria de cerca de 60% para 32,53% do capital social total. Ressalte-se que essa opera&ccedil;&atilde;o n&atilde;o representou o ingresso de recursos para a Petrobras, mas proporcionou na &eacute;poca o aumento na sua base acion&aacute;ria, principalmente no estrangeiro.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">\nCom tal venda, a Petrobr&aacute;s teve ainda de cumprir, a partir de 2002, com a lei americana &ldquo;Sarbanes&ndash;Oxley&rdquo; (SOX), uma norma bastante rigorosa, que obriga as empresas que t&ecirc;m a&ccedil;&otilde;es em bolsas norte-americanas a submeterem as suas decis&otilde;es de neg&oacute;cios e informa&ccedil;&otilde;es &agrave;s autoridades supervisoras do mercado burs&aacute;til dos EUA.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">\nDessa maneira, os presidentes de Petrobr&aacute;s s&atilde;o obrigados a ir a Nova Iorque para prestar contas das a&ccedil;&otilde;es da empresa e submeter-se aos duros questionamentos dos acionistas norte-americanos. Lembre-se que muitos desses acionistas s&atilde;o associados &agrave;s companhias competidoras da Petrobr&aacute;s.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">\nEm segundo lugar, a Lei n&ordm; 9.478\/97 introduziu, no Brasil, o modelo de explora&ccedil;&atilde;o por concess&atilde;o. Conforme tal modelo, o petr&oacute;leo e o g&aacute;s s&atilde;o de propriedade da empresa privada que os explora. &nbsp;O petr&oacute;leo, nesse caso, s&oacute; pertence &agrave; Uni&atilde;o enquanto n&atilde;o estiver sendo explorado. Assim que uma empresa come&ccedil;a a explorar uma jazida, pelo modelo de concess&atilde;o, o petr&oacute;leo o g&aacute;s passam a ser de sua propriedade. Com isso, o pa&iacute;s perdeu o controle estrat&eacute;gico da produ&ccedil;&atilde;o e comercializa&ccedil;&atilde;o de hidrocarbonetos, pois a empresa concession&aacute;ria podia fazer o que quiser com a sua jazida. Com isso, o petr&oacute;leo deixou de ser nosso.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">\nNa realidade, a citada lei j&aacute; estava preparando o terreno para uma futura privatiza&ccedil;&atilde;o da Petrobras. Chegou-se mesmo a se anunciar a mudan&ccedil;a de nome da Petrobras para Petrobax, de modo a facilitar a sua internacionaliza&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">\nA gest&atilde;o tucana da empresa tamb&eacute;m se esmerou, como de h&aacute;bito, no sucateamento da estatal, de forma a justificar a sua ulterior venda. Em seus oito anos, nenhum concurso p&uacute;blico para contrata&ccedil;&atilde;o foi realizado. Ao final da gest&atilde;o, a empresa tinha reduzido o seu quadro de funcion&aacute;rios &agrave; metade. Al&eacute;m disso, os funcion&aacute;rios da empresa passaram os oito anos de FHC sem ter qualquer reajuste salarial, sequer para repor a infla&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">\nN&atilde;o bastasse o sucateamento da Petrobras, toda a cadeia do petr&oacute;leo, que sustentava milhares de empresas nacionais, foi consideravelmente desestruturada, ao longo das gest&otilde;es neoliberais. No governo Collor houve redu&ccedil;&atilde;o de redu&ccedil;&atilde;o de 30% das tarifas de importa&ccedil;&atilde;o para o setor. No Fernando Henrique, foi criado o Repetro, que implantou um regime aduaneiro especial para os insumos e bens destinados ao setor petrol&iacute;fero, pelo qual se isentava as empresas estrangeiras de imposto de importa&ccedil;&atilde;o. Assim, muitos fornecedores nacionais tiveram de fechar as portas.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">\nHavia, portanto, um n&iacute;tido processo de desregulamenta&ccedil;&atilde;o e de desnacionaliza&ccedil;&atilde;o que conduzia &agrave; privatiza&ccedil;&atilde;o da Petrobras. A clara inten&ccedil;&atilde;o de privatizar s&oacute; n&atilde;o se concretizou porque, na &eacute;poca, (2001), o governo FHC j&aacute; estava com sua popularidade no ch&atilde;o e a resist&ecirc;ncia dos que defendiam a estatal foi muito grande.<br \/>\nPois bem, os que enfraqueceram e tentaram privatizar a Petrobras s&atilde;o os mesmos que agora usam do caso da compra da refinaria em Pasadena para atacar a empresa e o governo.<br \/>\nFaz sentido, pois foram os governos do PT que reergueram a Petrobras. Com concursos p&uacute;blicos, seu quadro de funcion&aacute;rios foi reconstitu&iacute;do. Foi tamb&eacute;m reconstitu&iacute;do seu programa de investimentos. Hoje, a Petrobras &eacute; a empresa que mais investe em prospec&ccedil;&atilde;o de petr&oacute;leo no mundo. Ela tamb&eacute;m &eacute; a empresa do setor petrol&iacute;fero que mais expertise tem na prospec&ccedil;&atilde;o em &aacute;guas profundas e ultraprofundas. &nbsp;Devido a esse esfor&ccedil;o em prospec&ccedil;&atilde;o e pesquisa, a Petrobras &eacute; a empresa brasileira que mais gera patentes.<br \/>\nGra&ccedil;as a essa monumental iniciativa, a Petrobras encontrou os megacampos do Pr&eacute;-Sal, a maior descoberta de petr&oacute;leo das &uacute;ltimas d&eacute;cadas, que mudou inteiramente o cen&aacute;rio do nosso setor petrol&iacute;fero.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">\nNa realidade, a situa&ccedil;&atilde;o da Petrobras mudou da &aacute;gua para o vinho, ou da &aacute;gua para &oacute;leo. Em 2002, ela valia apenas cerca de R$ 15 bilh&otilde;es. Hoje, ela vale R$ 184 bilh&otilde;es, mesmo ap&oacute;s a crise mundial ter reduzido fortemente o valor de mercado das empresas petroleiras. Tamb&eacute;m foi feito um grande esfor&ccedil;o para recuperar as ind&uacute;strias da cadeia do petr&oacute;leo. Plataformas e embarca&ccedil;&otilde;es voltaram a ser produzidas no Brasil, o que reergueu a nossa ind&uacute;stria naval, que fora destru&iacute;da gra&ccedil;as &agrave; proverbial compet&ecirc;ncia tucana.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">\nCom a recupera&ccedil;&atilde;o da empresa e com a nova realidade criada pelo Pr&eacute;-Sal, os governos do PT resolveram criar um novo marco regulat&oacute;rio para o setor, que enterrou o modelo de concess&atilde;o criado por FHC. Para os campos do Pr&eacute;-Sal, o que vale agora &eacute; o modelo de partilha. Nesse novo modelo, o petr&oacute;leo continua de propriedade da Uni&atilde;o, mesmo ap&oacute;s a jazida ser eventualmente explorada por uma empresa privada. A empresa apenas recebe uma participa&ccedil;&atilde;o por seus servi&ccedil;os. Por conseguinte, o novo marco regulat&oacute;rio assegurou que o petr&oacute;leo do Pr&eacute;-Sal seja realmente nosso. Ademais, a nova norma tamb&eacute;m determinou que a Petrobras seja a operadora privilegiada dos megacampos. O petr&oacute;leo, agora abundante, voltou a ser nosso.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">\n&Eacute; isso que incomoda. E muito. Se antes a Petrobras incomodava, hoje ela incomoda muito mais. As empresas estrangeiras n&atilde;o podem mais se apossar das megajazidas, como podiam na &eacute;poca de FHC. &nbsp;E, para explor&aacute;-las, elas t&ecirc;m de se associar &agrave; Petrobras.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">\n&Eacute; por isso que ela &eacute; t&atilde;o atacada. Instaurou-se um verdadeiro vale-tudo para desacredit&aacute;-la. Diminui&ccedil;&otilde;es conjunturais dos valores da empresa, em fun&ccedil;&atilde;o da queda dos pre&ccedil;os do petr&oacute;leo e derivados no mercado mundial, s&atilde;o apresentadas como provas irrefut&aacute;veis de &ldquo;m&aacute; gest&atilde;o&rdquo;. D&iacute;vidas contra&iacute;das para viabilizar a explora&ccedil;&atilde;o do Pr&eacute;-Sal s&atilde;o tamb&eacute;m encaradas como sinais da &ldquo;ru&iacute;na financeira&rdquo; da empresa. O ir&ocirc;nico &eacute; que a Petrobras n&atilde;o tem quaisquer dificuldades para captar recursos no exterior. Os investidores e bancos estrangeiros t&ecirc;m plena confian&ccedil;a na Petrobras.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">\nNesse vale-tudo, vale at&eacute; apresentar uma simples compra malsucedida, a da refinaria de Pasadena, como um grande esc&acirc;ndalo nacional, com conota&ccedil;&atilde;o de neg&oacute;cio escuso.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">\nO &uacute;nico &ldquo;erro&rdquo; da Petrobras, nesse caso, foi ter comprado, como v&aacute;rias outras empresas fizeram, uma refinaria numa &eacute;poca em que havia um boom do refino nos EUA, com os pre&ccedil;os dos derivados aumentando fortemente e com as margens de lucro disparando, especialmente para o refino de &oacute;leo pesado, que era o &uacute;nico tipo de &oacute;leo que o Brasil produzia na &eacute;poca. &nbsp;Saliente-se que o pre&ccedil;o pago pela Petrobras foi inferior aos pre&ccedil;os de mercado, pois a nossa estatal adquiriu a refinaria de Pasadena pagando um pre&ccedil;o de U$ 7.200 por barril de refino, sendo que o pre&ccedil;o m&eacute;dio das aquisi&ccedil;&otilde;es, no per&iacute;odo, foi de US$ 9.234 por barril de refino.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">\nAnte tal quadro, at&eacute; mesmo a t&atilde;o criticada cl&aacute;usula &ldquo;Marlim&rdquo;, que assegurava aos s&oacute;cios belgas uma rentabilidade de 6,9%, n&atilde;o parece t&atilde;o despropositada, pois a rentabilidade m&eacute;dia das refinarias americanas, no per&iacute;odo, para o refino de &oacute;leo pesado, era de cerca de 14%. Assim, a cl&aacute;usula Marlim assegurava aos belgas da Astra cerca da metade da rentabilidade m&eacute;dia que havia, no per&iacute;odo, para o refino de &oacute;leo pesado.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">\nOutro &ldquo;erro&rdquo; da Petrobras foi n&atilde;o ter previsto a grande crise mundial, a qual seria desencadeada dois anos depois, e a descoberta do Pr&eacute;-Sal, que mudou totalmente a estrat&eacute;gia de neg&oacute;cios da empresa. Por&eacute;m, se a Petrobras &eacute; culpada desse erro, ent&atilde;o todas as empresas do mundo o s&atilde;o, at&eacute; mesmo as ag&ecirc;ncias de risco, que foram criadas justamente para isso, mas que, &agrave;s v&eacute;speras da crise, davam nota AAA para os pap&eacute;is podres do mercado de derivativos.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">\nUm deslize real foi, sem d&uacute;vida, n&atilde;o ter alertado os membros do Conselho da empresa para os riscos contratuais do neg&oacute;cio, o que levou &agrave; aprova&ccedil;&atilde;o un&acirc;nime da aquisi&ccedil;&atilde;o, sem todos os questionamentos poss&iacute;veis. Disso se aproveitou a nossa imprensa marota para tentar jogar o preju&iacute;zo do neg&oacute;cio no colo da presidenta.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">\nTamb&eacute;m de forma marota, para n&atilde;o dizer outra coisa, a imprensa inflou muito os n&uacute;meros de preju&iacute;zo. Computou compra de estoques como compra da refinaria, entre outros truques maliciosos. Na realidade, os primeiros 50% da refinaria foram comprados por US$ 196 milh&otilde;es e os 50% restantes por US$ 296 milh&otilde;es, o que d&aacute; um total de US$ 492 milh&otilde;es. Se a esse total somarmos os US$ 173 milh&otilde;es dos custos jur&iacute;dicos, administrativos e banc&aacute;rios da aquisi&ccedil;&atilde;o chegaremos a um disp&ecirc;ndio de US$ 665 milh&otilde;es.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">\nMas a grande &ldquo;marotice&rdquo; &eacute; falar apenas do &ldquo;ralo&rdquo; e n&atilde;o falar da &ldquo;torneira&rdquo;. Sim, porque a refinaria n&atilde;o parou de funcionar, a n&atilde;o ser por curto per&iacute;odo devido a um inc&ecirc;ndio. O ex-presidente da Petrobras, S&eacute;rgio Gabrielli, estima que a refinaria, supondo uma opera&ccedil;&atilde;o de apenas 75% de sua capacidade, e supondo ainda uma rentabilidade nula, em rela&ccedil;&atilde;o ao barril Brent, tenha faturado cerca de US$ 16 bilh&otilde;es, entre 2006 e 2012.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">\nN&atilde;o temos dados sobre a contabilidade espec&iacute;fica da refinaria, mas, mesmo supondo uma rentabilidade negativa em 2008 e 2009, auge da crise, &eacute; muito prov&aacute;vel que o preju&iacute;zo com a compra de Pasadena j&aacute; tenha sido inteiramente amortizado, ou esteja em vias de s&ecirc;-lo.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">\nFoi por isso, ali&aacute;s, que a Petrobras montou, em 2010, uma estrat&eacute;gia para aumentar a capacidade de refino da sua unidade em Pasadena, estrategicamente localizada no &ldquo;canal de Houston&rdquo;, de 100 mil barris\/dia para 200 mil barris\/dia.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">\nEsses s&atilde;o os dados verdadeiros sobre o assunto. Mas, como a Petrobras incomoda os conservadores, e o governo do PT mais ainda, n&atilde;o incomoda &agrave; oposi&ccedil;&atilde;o e &agrave; m&iacute;dia conservadora atacar a imagem da maior empresa brasileira e, como se diz popularmente, &ldquo;procurar chifre em cavalo&rdquo;.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">\nEssa falta de compromisso com o Brasil &eacute; o que mais incomoda.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">\n* Marcelo Zero &eacute; assessor t&eacute;cnico da Lideran&ccedil;a do PT no Senado<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Nascida da hist\u00f3rica campanha nacionalista \u201co Petr\u00f3leo \u00e9 nosso\u201d, a Petrobras se converteu naquilo que os paleoliberais consideram praticamente uma impossibilidade: uma empresa estatal bem-sucedida e eficiente.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":19426,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[1608,534,117],"class_list":["post-15706","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias-zeca-dirceu","tag-governofederal","tag-petrobras","tag-pt"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15706","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=15706"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15706\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/media\/19426"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=15706"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=15706"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=15706"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}