{"id":15554,"date":"2014-03-13T00:00:00","date_gmt":"2014-03-13T03:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.zecadirceu.com.br\/zeca-dirceu-busca-liberacao-de-recursos-para-obras-do-pac-em-vera-cruz-do-oeste\/"},"modified":"2024-12-10T17:55:45","modified_gmt":"2024-12-10T20:55:45","slug":"zeca-dirceu-busca-liberacao-de-recursos-para-obras-do-pac-em-vera-cruz-do-oeste","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/zeca-dirceu-busca-liberacao-de-recursos-para-obras-do-pac-em-vera-cruz-do-oeste\/","title":{"rendered":"Presidente Dilma e ministro Chioro iniciam vacina\u00e7\u00e3o contra HPV"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align:justify\">Cerim&ocirc;nia realizada em escola de S&atilde;o Paulo marca o in&iacute;cio da vacina&ccedil;&atilde;o no pa&iacute;s. A meta &eacute; vacinar 80% do p&uacute;blico-alvo, formado por 5,2 milh&otilde;es de meninas de 11 a 13 anos, em 2014. O v&iacute;rus HPV &eacute; a principal causa do c&acirc;ncer do colo de &uacute;tero.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">A presidenta da Rep&uacute;blica, Dilma Rousseff, e o ministro da Sa&uacute;de, Arthur Chioro, participaram nesta segunda-feira (10), em S&atilde;o Paulo, da cerim&ocirc;nia de lan&ccedil;amento da vacina&ccedil;&atilde;o contra HPV, que ser&aacute; realizada nos postos de sa&uacute;de e em escolas p&uacute;blicas e privadas de todo o pa&iacute;s. A meta do Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de &eacute; vacinar 80% do p&uacute;blico-alvo, formado por 5,2 milh&otilde;es de meninas de 11 a 13 anos, em 2014.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Durante a cerim&ocirc;nia, que aconteceu no Centro de Ensino Unificado Professora Elisabeth Gaspar Tunala, Butant&atilde;, a presidente Dilma Rousseff ressaltou a import&acirc;ncia da vacina&ccedil;&atilde;o, lembrando que v&iacute;rus HPV &eacute; a principal causa do c&acirc;ncer do colo de &uacute;tero, terceiro tipo mais frequente entre as mulheres.&nbsp; &ldquo;Hoje estamos adotando uma medida de sa&uacute;de p&uacute;blica para garantir &agrave;s meninas uma vida saud&aacute;vel. Cada menina tem sua individualidade, mas &eacute; obriga&ccedil;&atilde;o do Estado proteger todas elas&rdquo;, afirmou a presidenta.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">A presidenta Dilma tamb&eacute;m destacou a import&acirc;ncia da parceria entre o Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de e o Instituto Butantan para o desenvolvimento da vacina. &ldquo;Esta parceria, al&eacute;m de garantir prote&ccedil;&atilde;o &agrave; sa&uacute;de das meninas, assegura o emprego de muitos brasileiros&rdquo;, observou a presidenta.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">O ministro Arthur Chioro tamb&eacute;m ressaltou a import&acirc;ncia da vacina para proteger &agrave;s meninas contra o HPV e reafirmou a necessidade de que todas as doses sejam aplicadas. &ldquo;N&atilde;o adianta tomar apenas uma dose. Para garantir prote&ccedil;&atilde;o, &eacute; preciso tomar as tr&ecirc;s doses, inclusive a terceira, daqui a cinco anos&rdquo;, afirmou o ministro. Ele lembrou que a meta do Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de &eacute; imunizar 80% das meninas para garantir uma maior cobertura vacinal. &ldquo;Estudos australianos indicaram que os meninos passaram a ser protegidos, indiretamente, com a vacina&ccedil;&atilde;o do grupo feminino. Naquele pa&iacute;s, houve dr&aacute;stica redu&ccedil;&atilde;o da transmiss&atilde;o do HPV entre homens, ap&oacute;s a introdu&ccedil;&atilde;o da vacina&rdquo;, observou o ministro.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">ESCOLA &#8211; O Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de recomenda que a primeira dose (de um total de tr&ecirc;s) seja aplicada nas escolas p&uacute;blicas e privadas que aderiram &agrave; estrat&eacute;gia. A vacina &ndash; que passa a integrar o calend&aacute;rio nacional &#8211; tamb&eacute;m estar&aacute; dispon&iacute;vel nas 36 mil salas de vacina&ccedil;&atilde;o da rede p&uacute;blica de sa&uacute;de durante todo o ano. A segunda ser&aacute; aplicada com intervalo de seis meses e a terceira, de refor&ccedil;o, cinco anos ap&oacute;s a primeira dose.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">As secretarias municipais de Sa&uacute;de foram orientadas a programar a vacina&ccedil;&atilde;o nas escolas a partir desta segunda-feira (10). As institui&ccedil;&otilde;es de ensino devem informar, com anteced&ecirc;ncia, aos pais ou respons&aacute;veis a data de vacina&ccedil;&atilde;o. Tanto no ambiente escolar como nos postos de sa&uacute;de, a vacina ser&aacute; aplicada por profissionais de sa&uacute;de.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Os pais ou respons&aacute;veis que n&atilde;o quiserem que a adolescente seja vacinada dever&atilde;o preencher e enviar &agrave; escola o termo de recusa distribu&iacute;do pela institui&ccedil;&atilde;o de ensino antes da vacina&ccedil;&atilde;o. No caso das unidades de sa&uacute;de, &eacute; importante que a adolescente apresente a caderneta de vacina&ccedil;&atilde;o. Para assegurar a aplica&ccedil;&atilde;o das tr&ecirc;s doses, o servi&ccedil;o de sa&uacute;de vai registrar cada adolescente imunizada, monitorar a cobertura vacinal e realizar, se necess&aacute;rio, a busca ativa das meninas.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">ESQUEMA VACINAL &#8211; O esquema adotado pelo Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de &eacute; chamado de &ldquo;estendido&rdquo; e composto por tr&ecirc;s doses. Recomendado pela Organiza&ccedil;&atilde;o Pan-Americana de Sa&uacute;de (OPAS\/OMS) e utilizado em pa&iacute;ses como Canad&aacute;, M&eacute;xico, Col&ocirc;mbia e Su&iacute;&ccedil;a, o modelo garante maior dura&ccedil;&atilde;o da prote&ccedil;&atilde;o fornecida pela vacina.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Ao iniciar a imuniza&ccedil;&atilde;o, seja na escola ou no posto de sa&uacute;de, a adolescente receber&aacute; orienta&ccedil;&otilde;es sobre a administra&ccedil;&atilde;o da segunda dose, que ocorrer&aacute; na unidade de sa&uacute;de. Neste ano, ser&atilde;o vacinadas meninas de 11 a 13 anos.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Em 2015, a vacina passa a ser oferecida para as adolescentes de 9 a 11 anos e, em 2016, &agrave;s meninas que completam nove anos. Com isso, o Brasil, em apenas dois anos, proteger&aacute; a faixa et&aacute;ria (meninas de 9 a 13 anos) que melhor se beneficia da prote&ccedil;&atilde;o da vacina.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">PROTE&Ccedil;&Atilde;O &#8211;&nbsp; O Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de adquiriu 15 milh&otilde;es de doses para o primeiro ano de vacina&ccedil;&atilde;o. A vacina utilizada &eacute; a quadrivalente, que confere prote&ccedil;&atilde;o contra quatro subtipos (6, 11, 16 e 18) do HPV, dos quais dois (subtipos 16 e 18) s&atilde;o respons&aacute;veis por cerca de 70% dos casos de c&acirc;ncer de colo do &uacute;tero em todo mundo.Usada como estrat&eacute;gia de sa&uacute;de p&uacute;blica em 51 pa&iacute;ses, a quadrivalente &eacute; recomendada pela Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial da Sa&uacute;de (OMS) e tem efic&aacute;cia de 98% contra o v&iacute;rus HPV.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">A vacina&ccedil;&atilde;o &eacute; o primeiro de uma s&eacute;rie de cuidados que a mulher deve adotar para a preven&ccedil;&atilde;o do HPV e do c&acirc;ncer do colo do &uacute;tero. Ela n&atilde;o substitui a realiza&ccedil;&atilde;o do exame preventivo e nem o uso do preservativo nas rela&ccedil;&otilde;es sexuais. O Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de orienta que mulheres na faixa et&aacute;ria dos 25 aos 64 anos fa&ccedil;am o exame preventivo, o Papanicolau, a cada tr&ecirc;s anos, ap&oacute;s dois exames anuais consecutivos negativos.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">CAMPANHA &ndash; O Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de iniciou, neste s&aacute;bado (8), veicula&ccedil;&atilde;o da campanha publicit&aacute;ria para orientar a popula&ccedil;&atilde;o sobre a import&acirc;ncia da preven&ccedil;&atilde;o contra o c&acirc;ncer do colo de &uacute;tero em TV, r&aacute;dios e jornais. Com o tema &ldquo;Cada menina &eacute; de um jeito, mas todas precisam de prote&ccedil;&atilde;o&rdquo;, as pe&ccedil;as convocam as adolescentes para se vacinar e alertam as mulheres sobre a preven&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">As informa&ccedil;&otilde;es s&atilde;o veiculadas por meio de cartazes, spot de r&aacute;dio, filme para TV, an&uacute;ncio em revistas, outdoors e campanhas na internet, especialmente nas redes sociais. O investimento do Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de na campanha publicit&aacute;ria &eacute; de R$ 20 milh&otilde;es.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">PRODU&Ccedil;&Atilde;O NACIONAL &#8211; Para a produ&ccedil;&atilde;o da vacina contra o HPV, o Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de firmou Parceria para o Desenvolvimento Produtivo (PDP) com o Instituto Butantan e o laborat&oacute;rio privado Merck Sharp &amp; Dohme (MSD). Ser&aacute; investido R$ 1,1 bilh&atilde;o na compra de 41 milh&otilde;es de doses da vacina durante cinco anos &ndash; per&iacute;odo necess&aacute;rio para a total transfer&ecirc;ncia de tecnologia ao laborat&oacute;rio brasileiro. A PDP possibilitou uma economia estimada de R$ 83,5 milh&otilde;es na compra da vacina em 2014. O Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de pagar&aacute; R$ 31,02 por dose, o menor pre&ccedil;o j&aacute; praticado no mercado.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">O HPV &eacute; um v&iacute;rus transmitido pelo contato direto com pele ou mucosas infectadas por meio de rela&ccedil;&otilde;es sexuais. Por tratar-se de um v&iacute;rus que se transmite com muita facilidade, considera-se que o HPV seja a infec&ccedil;&atilde;o sexualmente transmitida mais comum no mundo, com quase todas as pessoas sexualmente ativas tendo contato com o v&iacute;rus em algum momento da sua vida.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Na grande maioria, o HPV cura-se espontaneamente, mas em algumas mulheres eles produzem les&otilde;es que podem desencadear o c&acirc;ncer de colo do &uacute;tero. O HPV tamb&eacute;m pode ser transmitido da m&atilde;e para filho no momento do parto. Estima-se que 270 mil mulheres, no mundo, morrem devido ao c&acirc;ncer de colo do &uacute;tero. No Brasil, o Instituto Nacional do C&acirc;ncer estima o surgimento de 15 mil novos casos e cerca de 4,8 mil &oacute;bitos nesse ano.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Cerim\u00f4nia marca o in\u00edcio da vacina\u00e7\u00e3o no pa\u00eds. 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