{"id":15095,"date":"2014-01-03T00:00:00","date_gmt":"2014-01-03T02:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.zecadirceu.com.br\/subcomissao-aprova-plano-para-fiscalizar-programas-federais\/"},"modified":"2024-12-10T17:58:12","modified_gmt":"2024-12-10T20:58:12","slug":"subcomissao-aprova-plano-para-fiscalizar-programas-federais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/subcomissao-aprova-plano-para-fiscalizar-programas-federais\/","title":{"rendered":"Minist\u00e9rio da Sa\u00fade expande acesso ao tratamento oncol\u00f3gico"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align:justify\">O Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de, juntamente com estados e munic&iacute;pios, ampliou em 25% a realiza&ccedil;&atilde;o de mamografias para o p&uacute;blico em geral e em 30% no grupo priorit&aacute;rio nos &uacute;ltimos tr&ecirc;s anos.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">N&uacute;meros dizem que, em 2012, houve crescimento no Sistema &Uacute;nico de Sa&uacute;de (SUS) de 30% na realiza&ccedil;&atilde;o de mamografias na faixa priorit&aacute;ria &#8211; de 50 a 69 anos &#8211; em compara&ccedil;&atilde;o com 2010. Os procedimentos somaram 2,3 milh&otilde;es, contra 1,7 milh&atilde;o em 2010. No total, o n&uacute;mero de exames realizados em 2012 atingiu a marca de 4,4 milh&otilde;es, representando um crescimento de 25,4% em rela&ccedil;&atilde;o a 2010 (3,5 milh&otilde;es).<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">A realiza&ccedil;&atilde;o do exame nas mulheres das demais faixas et&aacute;rias tamb&eacute;m teve importante parcela nesse crescimento, aumentando em 18%, saindo de 1,7 milh&atilde;o (2010) par a2 milh&otilde;es (2012).<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">A previs&atilde;o &eacute; que essa tend&ecirc;ncia de crescimento se mantenha. Em novembro de 2013, o Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de publicou a portaria 1.253, que traz novas regras que asseguram recursos para a realiza&ccedil;&atilde;o do procedimento em todas as faixas et&aacute;rias. A faixa et&aacute;ria de 50 a 69 anos &eacute; definida como priorit&aacute;ria para a realiza&ccedil;&atilde;o do exame preventivo pela Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial de Sa&uacute;de (OMS) e seguida pelo Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de diante da maior incid&ecirc;ncia da doen&ccedil;a.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Os pa&iacute;ses da Organiza&ccedil;&atilde;o para a Coopera&ccedil;&atilde;o e Desenvolvimento Econ&ocirc;mico (OCDE) tamb&eacute;m seguem esta recomenda&ccedil;&atilde;o. S&atilde;o pa&iacute;ses que, como o Brasil, contam atualmente com uma Rede de Atendimento estruturada para atender os pacientes com c&acirc;ncer, como Su&eacute;cia, Dinamarca, Canad&aacute; e Reino Unido.&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Independente de preconizar a faixa priorit&aacute;ria, o Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de tamb&eacute;m recomenda que os m&eacute;dicos solicitem o exame da mamografia &agrave;s pacientes &#8211; independente da idade &#8211; que tenham hist&oacute;rico da doen&ccedil;a na fam&iacute;lia, especialmente se uma ou mais parentes de primeiro grau (m&atilde;es e irm&atilde;s) tiveram a c&acirc;ncer de mama antes dos 50 anos. Nesses casos, a orienta&ccedil;&atilde;o &eacute; que as mulheres fa&ccedil;am o acompanhamento m&eacute;dico a partir dos 35 anos para que o profissional avalie, junto com a paciente, os exames e os procedimentos que dever&atilde;o ser feitos. Para garantir esse atendimento, o Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de repassa mensalmente recursos para pagamento dos procedimentos de m&eacute;dia e alta complexidade aos gestores locais.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&ldquo;O Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de tem investido na melhoria do acesso da popula&ccedil;&atilde;o em todo o Pa&iacute;s a preven&ccedil;&atilde;o, exames e tratamentos do c&acirc;ncer. Por isso, ampliamos o investimento nesta &aacute;rea. Crescemos 30% em exames de mamografias entre as mulheres, mas precisamos crescer ainda mais, acompanhando junto aos estados e munic&iacute;pios. Incorporamos novos medicamentos para tratamento no SUS. Temos prioridade no investimento dos servi&ccedil;os de diagn&oacute;stico e tratamento de c&acirc;ncer&rdquo;, disse.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\"><strong>Assist&ecirc;ncia<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">O Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de ampliou tamb&eacute;m o uso do medicamento rituximabe a pacientes com linfoma n&atilde;o-Hodgkin folicular em tratamento no SUS. Atualmente, seu uso est&aacute; restrito ao tipo mais agressivo deste c&acirc;ncer (com c&eacute;lulas grandes B). A medida beneficiar&aacute; aproximadamente 1,5 mil pessoas. A portaria que autoriza a amplia&ccedil;&atilde;o foi publicada nesta segunda-feira (30) no Di&aacute;rio Oficial da Uni&atilde;o (DOU).<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">O rituximabe est&aacute; entre os dez medicamentos mais solicitados na justi&ccedil;a. Desde 2011, o SUS atendeu a 86 processos no valor de R$ 3 milh&otilde;es. O custo anual na compra deste medicamento ser&aacute; de R$ 28 milh&otilde;es. O Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de conseguiu negociar com a fabricante do medicamento redu&ccedil;&atilde;o em R$ 10,9 milh&otilde;es na aquisi&ccedil;&atilde;o do produto.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">E houve ainda a inclus&atilde;o de outros medicamentos de alto custo ofertados gratuitamente pelo SUS, como o mesilato de imatinibe (para o tratamento da leucemia miel&oacute;ide cr&ocirc;nica e tumor do estroma gastrointestinal), o trastuzumabe (para tratar c&acirc;ncer de mama), o l-asparaginase (para tratamento de linfoma linfobl&aacute;stico) e, agora, o rituximabe (usado no tratamento de linfomas). A amplia&ccedil;&atilde;o veio acompanhada de aperfei&ccedil;oamento na gest&atilde;o dos insumos, que passaram a ser comprados de maneira centralizada pelo Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de, reduzindo custos com o ganho da escala de compras.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\"><strong>Acesso<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">O Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de tem investido na melhoria do acesso da popula&ccedil;&atilde;o &agrave; preven&ccedil;&atilde;o, exames e tratamentos do c&acirc;ncer. De 2010 a 2012, o investimento do governo federal em oncologia disparou 26% &#8211; de R$ 1,9 bilh&atilde;o para R$ 2,4 bilh&otilde;es. Com estes recursos, foi poss&iacute;vel ampliar em 17,3% no n&uacute;mero de sess&otilde;es de radioterapia, saltando de 7,6 milh&otilde;es para mais de nove milh&otilde;es. Para a quimioterapia, houve aumento de 14,8%, passando de 2,2 milh&otilde;es para 2,5 milh&otilde;es.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Para ampliar ainda mais o acesso ao tratamento do c&acirc;ncer no Pa&iacute;s,&nbsp;o Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de vai criar, at&eacute; 2014, 41 novos centros de radioterapia, especialmente no interior do Brasil. Al&eacute;m da amplia&ccedil;&atilde;o de 39 servi&ccedil;os existentes. O investimento do Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de &eacute; de R$ 505 milh&otilde;es.&nbsp;Com a conclus&atilde;o de compra de 80 aceleradores lineares, o Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de pretende ampliar em 25% a oferta de radioterapia no SUS.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\"><strong>Investimentos<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">O Plano Nacional de Preven&ccedil;&atilde;o, Diagn&oacute;stico e Tratamento do C&acirc;ncer de Colo do &Uacute;tero e de Mama, criado em 2011 pela presidenta Dilma Rousseff, investir&aacute; R$ 4,5 bilh&otilde;es de 2011 a 2014 no diagn&oacute;stico precoce, tratamento e amplia&ccedil;&atilde;o da rede de assist&ecirc;ncia aos pacientes com c&acirc;ncer.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">O or&ccedil;amento da Sa&uacute;de triplicou nos &uacute;ltimos dez anos, passando de R$ 28,3 bilh&otilde;es em 2002 para mais de R$ 100 bilh&otilde;es, em 2013. Este crescimento permitiu ao Minist&eacute;rio, al&eacute;m de incorporar novas tecnologias e medicamentos para o tratamento de mulheres com c&acirc;ncer de mama, ampliar os investimentos em programas estrat&eacute;gicos como Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), Servi&ccedil;o de Atendimento M&oacute;vel de Urg&ecirc;ncia (SAMU), al&eacute;m da expans&atilde;o da Aten&ccedil;&atilde;o B&aacute;sica, e a oferta de outros medicamentos gratuitos para hipertens&atilde;o, diabetes e asma.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Fonte: <a href=\"http:\/\/portalsaude.saude.gov.br\/\" target=\"_self\" title=\"\">Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>N\u00famero de mamografias realizadas em 2012 atingiu 4,4 milh\u00f5es, representando crescimento de 25,4% em rela\u00e7\u00e3o a 2010<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":20020,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[667],"class_list":["post-15095","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias-zeca-dirceu","tag-ministerio-da-saude"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15095","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=15095"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15095\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/media\/20020"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=15095"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=15095"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=15095"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}