{"id":14903,"date":"2013-12-07T00:00:00","date_gmt":"2013-12-07T02:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.zecadirceu.com.br\/upa-de-francisco-beltrao-tem-garantia-de-recursos-para-custear-gastos\/"},"modified":"2024-12-10T17:59:13","modified_gmt":"2024-12-10T20:59:13","slug":"upa-de-francisco-beltrao-tem-garantia-de-recursos-para-custear-gastos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/upa-de-francisco-beltrao-tem-garantia-de-recursos-para-custear-gastos\/","title":{"rendered":"Cartel agiu de forma mais intensa no governo Serra"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align:justify\">Documenta&ccedil;&atilde;o em poder do Minist&eacute;rio P&uacute;blico e obtida pela revista Isto&Eacute; mostra que a maior parte dos contratos irregulares no setor metroferrovi&aacute;rio em S&atilde;o Paulo foi assinada na gest&atilde;o do ex-governador tucano; superfaturamento em um controverso projeto de moderniza&ccedil;&atilde;o de 98 trens do Metr&ocirc; ocorreu entre os anos de 2008 e 2011; reforma das composi&ccedil;&otilde;es com superfaturamento pode ter causado preju&iacute;zo de quase R$ 1 bilh&atilde;o aos cofres paulistas; ve&iacute;culos tinham quatro d&eacute;cadas de opera&ccedil;&atilde;o e foram considerados &ldquo;sucata&rdquo; pelos investigadores; Jos&eacute; Serra nega qualquer participa&ccedil;&atilde;o ou conhecimento do esquema<br \/>\n&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">247 &#8211; Reportagem da revista Isto&eacute; desta semana revela que a m&aacute;fia que superfaturou contratos com o Metr&ocirc; de S&atilde;o Paulo e a Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) agiu de forma muito intensa durante o governo de Jos&eacute; Serra (PSDB), embora o ex-governador negue. Conforme a documenta&ccedil;&atilde;o em poder do Minist&eacute;rio P&uacute;blico, as irregularidades ocorreram entre 2008 e 2011. No per&iacute;odo em que a maior parte dos contratos irregulares foi assinada, Serra era governador (entre 2007 e 2010).<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Os superfaturamentos est&atilde;o relacionados a um controverso projeto de moderniza&ccedil;&atilde;o de 98 trens das Linhas 1-Azul e 3-Vermelha do Metr&ocirc;. A reforma dos ve&iacute;culos, com cerca de quatro d&eacute;cadas de opera&ccedil;&atilde;o e considerados &ldquo;sucata&rdquo; pelas autoridades que investigam o caso, custam ao er&aacute;rio paulista R$ 2,87 bilh&otilde;es em valores n&atilde;o corrigidos, um preju&iacute;zo de quase R$ 1 bilh&atilde;o.&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">O promotor Marcelo Milani, do Patrim&ocirc;nio P&uacute;blico, j&aacute; confirma a pr&aacute;tica de cartel. O conluio, segundo ele, foi incentivado por agentes p&uacute;blicos em pelo menos um dos dez contratos relacionados &agrave; moderniza&ccedil;&atilde;o. Trata-se do contrato do sistema de sinaliza&ccedil;&atilde;o, o CBTC. Em depoimento ao MP, o engenheiro Nelson Branco Marchetti, ex-diretor t&eacute;cnico da divis&atilde;o de transportes da Siemens, relatou que representantes da multinacional alem&atilde; Siemens e da concorrente Alstom foram chamados para uma reuni&atilde;o por dirigentes do Metr&ocirc; e da Secretaria de Transportes Metropolitanos. Na &eacute;poca, o &oacute;rg&atilde;o era comandado por Jos&eacute; Luiz Portella, conhecido como Portelinha, bra&ccedil;o direito de Serra.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Confira a mat&eacute;ria na &iacute;ntegra:<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">E agora, Serra?<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">O ex-governador Jos&eacute; Serra nega irregularidades, mas novos documentos obtidos por ISTO&Eacute; mostram que a m&aacute;fia dos trens, incentivada por agentes p&uacute;blicos, superfaturou contratos em quase R$ 1 bilh&atilde;o durante sua gest&atilde;o<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Pedro Marcondes de Moura, S&eacute;rgio Pardellas e Alan Rodrigues<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">A primeira rea&ccedil;&atilde;o da maioria dos pol&iacute;ticos que se tornam alvo de den&uacute;ncias de corrup&ccedil;&atilde;o &eacute; negar enfaticamente sua liga&ccedil;&atilde;o com os malfeitos. A partir do surgimento de novas evid&ecirc;ncias, em geral as justificativas v&atilde;o sendo readaptadas. Quase todos agem assim. O ex-governador de S&atilde;o Paulo, Jos&eacute; Serra, cumpriu o primeiro passo da m&aacute; liturgia pol&iacute;tica, mas n&atilde;o o segundo. Mesmo com o esc&acirc;ndalo do Metr&ocirc; de S&atilde;o Paulo chegando cada vez mais pr&oacute;ximo dele, Serra mant&eacute;m as alega&ccedil;&otilde;es iniciais. O ex-governador tucano diz que durante sua gest&atilde;o n&atilde;o tomou conhecimento de qualquer cartel montado por empresas de transportes sobre trilhos. Muito menos que teria incentivado o conluio, pois sempre atuava, segundo ele, a favor do menor pre&ccedil;o. Mas Serra n&atilde;o poder&aacute; mais entoar por muito tempo esse discurso, sob o risco de ser desmoralizado pelas investiga&ccedil;&otilde;es do Minist&eacute;rio P&uacute;blico. Novos documentos obtidos por ISTO&Eacute; mostram que a m&aacute;fia que superfaturou contratos com o Metr&ocirc; de S&atilde;o Paulo e a Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) n&atilde;o s&oacute; agiu durante o governo Serra como foi incentivada por agentes p&uacute;blicos a montar um cartel.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Conforme a documenta&ccedil;&atilde;o em poder do MP, as irregularidades ocorreram entre 2008 e 2011. No per&iacute;odo em que a maior parte dos contratos irregulares foi assinada, Serra era governador (entre 2007 e 2010). Os superfaturamentos est&atilde;o relacionados a um controverso projeto de moderniza&ccedil;&atilde;o de 98 trens das Linhas 1-Azul e 3-Vermelha do Metr&ocirc;. A reforma dos ve&iacute;culos, com cerca de quatro d&eacute;cadas de opera&ccedil;&atilde;o e considerados &ldquo;sucata&rdquo; pelas autoridades que investigam o caso, custam ao er&aacute;rio paulista R$ 2,87 bilh&otilde;es em valores n&atilde;o corrigidos, um preju&iacute;zo de quase R$ 1 bilh&atilde;o. Para se ter uma ideia, os valores se assemelham aos desembolsados pelo Metr&ocirc; de Nova York na aquisi&ccedil;&atilde;o de trens novos. E quem vendeu os trens ao Metr&ocirc; nova-iorquino foi justamente uma das companhias respons&aacute;veis pela moderniza&ccedil;&atilde;o em S&atilde;o Paulo.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Al&eacute;m do flagrante superfaturamento, o promotor Marcelo Milani, do Patrim&ocirc;nio P&uacute;blico, j&aacute; confirma a pr&aacute;tica de cartel. O conluio, segundo ele, foi incentivado por agentes p&uacute;blicos em pelo menos um dos dez contratos relacionados &agrave; moderniza&ccedil;&atilde;o. Trata-se do contrato do sistema de sinaliza&ccedil;&atilde;o, o CBTC. Em depoimento ao MP, o engenheiro Nelson Branco Marchetti, ex-diretor t&eacute;cnico da divis&atilde;o de transportes da Siemens, relatou que representantes da multinacional alem&atilde; e da concorrente Alstom foram chamados para uma reuni&atilde;o por dirigentes do Metr&ocirc; e da Secretaria de Transportes Metropolitanos. Na &eacute;poca, o &oacute;rg&atilde;o era comandado por Jos&eacute; Luiz Portella, conhecido como Portelinha, bra&ccedil;o direito de Serra.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Durante o encontro, as companhias foram incentivadas a montar cartel para vencer a disputa pelo contrato do sistema de sinaliza&ccedil;&atilde;o dos trens das linhas 1, 2 e 3 do Metr&ocirc;. Os executivos das empresas ainda sugeriram que o governo licitasse a sinaliza&ccedil;&atilde;o linha por linha, o que triplicaria a concorr&ecirc;ncia. Mas o governo foi enf&aacute;tico ao dizer que gostaria que um cons&oacute;rcio formado por duas empresas vencesse os tr&ecirc;s certames. A Alstom acabou vencendo sozinha o contrato para o fornecimento do CBTC para as tr&ecirc;s linhas do Metr&ocirc;. Em outro depoimento prestado &agrave; Pol&iacute;cia Federal, Marchetti j&aacute; havia relatado que as press&otilde;es do governo paulista eram constantes. &ldquo;No edital havia a exig&ecirc;ncia de um capital social integralizado que a CAF (empresa espanhola) n&atilde;o possu&iacute;a. Mesmo assim, o ent&atilde;o governador do Estado (Jos&eacute; Serra) e seus secret&aacute;rios fizeram de tudo para defender a CAF&rdquo;, declarou ele sobre o contrato para fornecimento de vag&otilde;es pela CPTM em que o ex-governador e Portella teriam sugerido que Siemens e CAF se aliassem para vencer a licita&ccedil;&atilde;o. A pr&aacute;tica narrada acima acrescenta novos elementos ao esc&acirc;ndalo na &aacute;rea de transporte, que Serra, apesar das constantes negativas, n&atilde;o tem mais como refutar.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Novos documentos e depoimentos em poder do Minist&eacute;rio P&uacute;blico tamb&eacute;m refor&ccedil;am que o esquema criminoso teria o apoio de pol&iacute;ticos e funcion&aacute;rios p&uacute;blicos beneficiados pelo recebimento de propina. Na &uacute;ltima semana, outro executivo da Siemens, al&eacute;m de Everton Rheinheinmer, confirmou a exist&ecirc;ncia de pagamento da comiss&atilde;o para agentes p&uacute;blicos de S&atilde;o Paulo. Em depoimento &agrave; Pol&iacute;cia Federal, o vice-chefe do setor de compliance da multinacional alem&atilde;, Mark Willian Gough, relacionou uma conta em Luxemburgo de Adilson Primo, ex-presidente da companhia no Brasil, no valor de US$ 7 milh&otilde;es, aos subornos. &Agrave; ISTO&Eacute;, um ex-dirigente da MGE, outra empresa envolvida no cartel, tamb&eacute;m confirmou que representantes da Siemens cobraram de sua companhia o pagamento de propina a autoridades, em troca da obten&ccedil;&atilde;o de contratos com o governo paulista. A cobran&ccedil;a teria partido do pr&oacute;prio Rheinheinmer. O dinheiro, segundo o ex-executivo da Siemens, teria como destinat&aacute;rios parlamentares da base aliada ao governo tucano na Assembleia Legislativa. Ainda de acordo com o ex-dirigente da MGE, Rheinheinmer tamb&eacute;m teria o procurado para abrir uma conta no banco sui&ccedil;o Credit Suisse, em Zurique. O ex-dirigente da MGE afirma que era para l&aacute; que a Siemens mandaria parte do dinheiro desviado. &ldquo;Fui procurado por Everton da Siemens tanto para pagar propina para a base aliada quanto para abrir a conta na Su&iacute;&ccedil;a&rdquo;, confirmou &agrave; ISTO&Eacute; o executivo da MGE.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">O Minist&eacute;rio P&uacute;blico paulista investiga o superfaturamento na moderniza&ccedil;&atilde;o dos 98 trens das Linhas 1-Azul e 3-Vermelha do Metr&ocirc; paulista h&aacute; pelo menos um ano e meio. Um dos fatos que chamaram a aten&ccedil;&atilde;o do promotor Milani foi a falta de competitividade na licita&ccedil;&atilde;o dos quatro lotes de ve&iacute;culos reformados. Cada um deles foi disputado por um &uacute;nico cons&oacute;rcio, que reunia uma ou mais empresas. Ao final, sagravam-se vencedores com propostas acima dos valores estabelecidos pelo Metr&ocirc; em consulta de tomada de pre&ccedil;o feita com as pr&oacute;prias empresas. Tamanho disparate nos pre&ccedil;os fez com que at&eacute; dirigentes das companhias oferecessem descontos para a estatal. Um deles foi assinado pelo ex-presidente da Siemens Adilson Primo. As apura&ccedil;&otilde;es, no entanto, esbarravam em um obst&aacute;culo. A iniciativa de reformar ve&iacute;culos com cerca de quatro d&eacute;cadas em opera&ccedil;&atilde;o s&oacute; existe no Estado de S&atilde;o Paulo. Em outros lugares do mundo, esses ve&iacute;culos seriam aposentados e trocados por novos por quest&atilde;o de seguran&ccedil;a dos usu&aacute;rios e desempenho do sistema. Sem par&acirc;metro de compara&ccedil;&atilde;o de pre&ccedil;os, ficava invi&aacute;vel concluir se a decis&atilde;o tomada pela gest&atilde;o de Jos&eacute; Serra lesava ou n&atilde;o os contribuintes paulistas.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Ap&oacute;s realizar 30 oitivas, por&eacute;m, o promotor p&ocirc;de confirmar as irregularidades. Ao contr&aacute;rio do que se pensava inicialmente, quando o Metr&ocirc; de S&atilde;o Paulo justificou que a op&ccedil;&atilde;o pela reforma aconteceu porque ela sairia 60% mais barato do que o valor a ser desembolsado para compra de trens novos, os altos custos da moderniza&ccedil;&atilde;o dos trens n&atilde;o apareciam apenas nos quatro contratos de reforma. Em um claro movimento de despiste, o governo paulista fracionou o servi&ccedil;o e acrescentou outros seis contratos &agrave; reforma. O servi&ccedil;o foi, oficialmente, or&ccedil;ado em R$ 1,6 bilh&atilde;o. S&oacute; que, na verdade, a moderniza&ccedil;&atilde;o dos 98 trens, com 588 vag&otilde;es, teve um custo de R$ 2,87 bilh&otilde;es. Sem contar as corre&ccedil;&otilde;es monet&aacute;rias. Segundo o Minist&eacute;rio P&uacute;blico, o Metr&ocirc; de Nova York realizou a compra de 300 vag&otilde;es, neste ano, por US$ 600 milh&otilde;es, o equivalente a RS 1,4 bilh&atilde;o. Pagou proporcionalmente menos pelos ve&iacute;culos novos do que S&atilde;o Paulo est&aacute; desembolsando na revitaliza&ccedil;&atilde;o daquilo que o MP classifica como sucata. Procurado, o Metr&ocirc; nega problemas com os trens e irregularidades nos contratos.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Em depoimento ao MP em 9 de setembro ao qual ISTO&Eacute; teve acesso, o ex-diretor do Metr&ocirc; e signat&aacute;rio de contratos da reforma dos trens S&eacute;rgio Correa Brasil confirmou que a estatal n&atilde;o previa no or&ccedil;amento &ldquo;o chamado truque, bem como a caixa que importariam em 40% do custo final&rdquo;. No entanto, esses e outros itens, de acordo com seis contratos extras analisados pelo MP, foram licitados e est&atilde;o sendo trocados. Diante das irregularidades, o promotor Marcelo Milani deu, na ter&ccedil;a-feira 3, um prazo de 30 dias para que o presidente do Metr&ocirc; de S&atilde;o Paulo suspenda os dez contratos de moderniza&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Fonte: Brasil 247<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Documenta\u00e7\u00e3o em poder do MPU mostra que a maior parte dos contratos irregulares no setor metroferrovi\u00e1rio em S\u00e3o Paulo foi assinada na gest\u00e3o do ex-governador tucano.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":20208,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[564,3120,3119],"class_list":["post-14903","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias-zeca-dirceu","tag-psdb","tag-serra","tag-tucanoduto"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/14903","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=14903"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/14903\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/media\/20208"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=14903"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=14903"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=14903"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}