{"id":14701,"date":"2013-11-11T00:00:00","date_gmt":"2013-11-11T02:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.zecadirceu.com.br\/zeca-dirceu-reafirma-compromisso-com-hospital-regional-de-toledo\/"},"modified":"2024-12-10T18:00:18","modified_gmt":"2024-12-10T21:00:18","slug":"zeca-dirceu-reafirma-compromisso-com-hospital-regional-de-toledo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/zeca-dirceu-reafirma-compromisso-com-hospital-regional-de-toledo\/","title":{"rendered":"A solu\u00e7\u00e3o estava na cara &#8211; Celso Nascimento"},"content":{"rendered":"<p style=\"margin-right:5.35pt; text-align:justify\"><span style=\"color:black; font-family:arial,sans-serif; font-size:10pt\">Toda a saliva gasta durante pelo menos um ano em discursos contra a suposta discrimina&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica que o governo federal estaria impondo ao Paran&aacute; poderia ter sido economizada. E o estado j&aacute; h&aacute; mais tempo teria se habilitado a receber o aval da Uni&atilde;o para os empr&eacute;stimos que tentava contrair de organismos financeiros desde 2011.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin-right:5.35pt; text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"color:black; font-family:arial,sans-serif; font-size:10.0pt\">Embora dita de maneira mais civilizada, a ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, exp&ocirc;s essa vis&atilde;o na sexta-feira, em contato com a coluna, logo ap&oacute;s informar que a Secretaria do Tesouro Nacional (STN) dera pareceres favor&aacute;veis aos empr&eacute;stimos pleiteados pelo Paran&aacute;. As dificuldades, segundo ela, eram apenas de ordem t&eacute;cnica e legal, rapidamente superadas ap&oacute;s o governo (h&aacute; apenas dez dias) ter tomado medida muito simples e usual em outros estados.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"margin-left:0cm; margin-right:5.35pt; text-align:justify\"><span style=\"color:black; font-family:arial,sans-serif; font-size:10.0pt\">&ldquo;Crit&eacute;rios pol&iacute;ticos nunca foram o foco&rdquo;, disse Gleisi, lembrando que sete estados tamb&eacute;m governados pelo PSDB nunca encontraram dificuldades. &ldquo;Era o governo do Paran&aacute; que precisava fazer a li&ccedil;&atilde;o de casa e ningu&eacute;m mais&rdquo;, ressaltou.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin-left:0cm; margin-right:5.35pt; text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"margin-left:0cm; margin-right:5.35pt; text-align:justify\"><span style=\"color:black; font-family:arial,sans-serif; font-size:10.0pt\">A &ldquo;m&aacute;gica&rdquo; que removeu o principal obst&aacute;culo &agrave; concess&atilde;o do aval &eacute; velha conhecida, mesmo no Paran&aacute;. Consiste em transferir para um fundo previdenci&aacute;rio as despesas com pensionistas e inativos at&eacute; ent&atilde;o contabilizadas como gasto com a folha do funcionalismo. Retirada essa parcela do c&aacute;lculo, o Paran&aacute; fica abaixo dos limites fatais da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Se, antes, o Paran&aacute; aparecia comprometendo 53,5% da receita l&iacute;quida com o funcionalismo, agora nem sequer atinge o limite prudencial de 46%, muito menos os 49% que travavam os financiamentos.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin-left:0cm; margin-right:5.35pt; text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"margin-left:0cm; margin-right:5.35pt; text-align:justify\"><span style=\"color:black; font-family:arial,sans-serif; font-size:10.0pt\">A alegria do governo do Paran&aacute; n&atilde;o chega a ser ampla, geral e irrestrita. Primeiro, porque o parecer favor&aacute;vel da STN ainda depende de referendo da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional, do Senado e de outros &oacute;rg&atilde;os federais. Segundo, porque foram aprovadas apenas tr&ecirc;s das sete opera&ccedil;&otilde;es de cr&eacute;dito pleiteadas. Se todas as opera&ccedil;&otilde;es tivessem sa&iacute;do na mesma fornada, seriam R$ 3,3 bilh&otilde;es, mas as acatadas pela STN somam bem menos: R$ 1,1 bilh&atilde;o, apenas um ter&ccedil;o do total.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin-left:0cm; margin-right:5.35pt; text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"margin-left:0cm; margin-right:5.35pt; text-align:justify\"><span style=\"color:black; font-family:arial,sans-serif; font-size:10.0pt\">Os outros quatro processos ainda est&atilde;o sob an&aacute;lise da STN, que promete dar resposta no impreciso prazo de algumas semanas. E, depois disso, seguir&atilde;o os mesmos passos dos primeiros.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin-left:0cm; margin-right:5.35pt; text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"margin-left:0cm; margin-right:5.35pt; text-align:justify\"><strong><span style=\"color:black; font-family:arial,sans-serif; font-size:10.0pt\">A&ccedil;&atilde;o e rea&ccedil;&atilde;o<\/span><\/strong><\/p>\n<p style=\"margin-left:0cm; margin-right:5.35pt; text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"margin-left:0cm; margin-right:5.35pt; text-align:justify\"><span style=\"color:black; font-family:arial,sans-serif; font-size:10.0pt\">Na ter&ccedil;a-feira, quando a STN j&aacute; analisava os subs&iacute;dios que o governo do Paran&aacute; lhe enviara, os deputados estaduais resolveram meter sua colher. Com exce&ccedil;&atilde;o da bancada do PT, todos assinaram of&iacute;cio vazado na ideia da persegui&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica e exigindo mais empenho dos tr&ecirc;s ministros paranaenses (Gleisi, Paulo Bernardo e Gilberto Carvalho) para demover a teimosia da STN.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin-left:0cm; margin-right:5.35pt; text-align:justify\"><span style=\"color:black; font-family:arial,sans-serif; font-size:10.0pt\">&Uacute;nico a responder (e bem ao seu estilo) foi Paulo Bernardo. Refutou a afirma&ccedil;&atilde;o dos deputados de que o Paran&aacute; estava apto a contrair os empr&eacute;stimos e fuzilou: &ldquo;N&atilde;o podemos enganar o povo paranaense: vossas excel&ecirc;ncias sabem muito bem que isso n&atilde;o corresponde aos fatos&rdquo;. Aproveitou para incluir a pr&oacute;pria Assembleia como inadimplente perante a LRF durante algum per&iacute;odo.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin-left:0cm; margin-right:5.35pt; text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"margin-left:0cm; margin-right:5.35pt; text-align:justify\"><strong><span style=\"color:black; font-family:arial,sans-serif; font-size:10.0pt\">Curiosidades hist&oacute;ricas<\/span><\/strong><\/p>\n<p style=\"margin-left:0cm; margin-right:5.35pt; text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"margin-left:0cm; margin-right:5.35pt; text-align:justify\"><span style=\"color:black; font-family:arial,sans-serif; font-size:10.0pt\">A solu&ccedil;&atilde;o s&oacute; agora adotada pelo governo estadual para se tornar apto &agrave; tomada dos empr&eacute;stimos existia pelo menos desde 2003, primeiro ano do governo Requi&atilde;o. O ent&atilde;o procurador-geral do Estado, Sergio Botto, autor de parecer que removia inativos e pensionistas para outra rubrica or&ccedil;ament&aacute;ria, estava pronto para implantar a medida. Requi&atilde;o, no entanto, preferiu n&atilde;o ir aos &ldquo;finalmentes&rdquo; porque, mesmo que os gastos com pessoal n&atilde;o fossem empecilho, n&atilde;o poderia mesmo contrair empr&eacute;stimos em raz&atilde;o da d&iacute;vida resultante da venda do Banestado, que se recusava a pagar.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin-left:0cm; margin-right:5.35pt; text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"margin-left:0cm; margin-right:5.35pt; text-align:justify\"><span style=\"color:black; font-family:arial,sans-serif; font-size:10.0pt\">Nos primeiros meses de 2013, assim que assumiu a Casa Civil, o secret&aacute;rio Reinhold Stephanes tentou ressuscitar o assunto e foi buscar no Rio Grande do Sul o modelo que deu certo l&aacute; &ndash; quase id&ecirc;ntico ao formulado dez anos antes. Com o apoio do ent&atilde;o secret&aacute;rio da Fazenda, Luiz Carlos Hauly, Stephanes chegou a enviar uma caravana a Porto Alegre, chefiada pelo ex-pro&shy;curador Julio Zem, para buscar subs&iacute;dios. Assim que assumiu a Secretaria da Fazenda, em substitui&ccedil;&atilde;o a Hauly, em outubro &uacute;ltimo, Joz&eacute;lia Nogueira achou nos arquivos da PGE o parecer de 2003 e, feitas as devidas atualiza&ccedil;&otilde;es, foi esse documento que acabou por viabilizar a regulariza&ccedil;&atilde;o da situa&ccedil;&atilde;o fiscal do estado.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin-left:0cm; margin-right:5.35pt; text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"margin-left:0cm; margin-right:5.35pt; text-align:justify\"><strong><span style=\"color:black; font-family:arial,sans-serif; font-size:10.0pt\">&ldquo;Merreca&rdquo;<\/span><\/strong><\/p>\n<p style=\"margin-left:0cm; margin-right:5.35pt; text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"margin-left:0cm; margin-right:5.35pt; text-align:justify\"><span style=\"color:black; font-family:arial,sans-serif; font-size:10.0pt\">A prop&oacute;sito de socorros ao combalido Tesouro Estadual: s&oacute; agora o governo descobriu que receber&aacute; uma &ldquo;merreca&rdquo; dos dep&oacute;sitos judiciais tribut&aacute;rios a que tem direito. No total, eles somam cerca de R$ 500 milh&otilde;es, mas descontado o fundo de reserva e outro montante contingenciado na Caixa Econ&ocirc;mica, talvez lhe sobrem R$ 200 milh&otilde;es. Para quem sonhava com R$ 2 bilh&otilde;es&#8230;<\/span><\/p>\n<p style=\"margin-left:0cm; margin-right:5.35pt; text-align:justify\"><span style=\"color:black; font-family:arial,sans-serif; font-size:10.0pt\">&nbsp;<\/span><\/p>\n<p style=\"margin-left:0cm; margin-right:5.35pt; text-align:justify\"><span style=\"color:black; font-family:arial,sans-serif; font-size:10.0pt\">Fonte: Celso Nascimento &#8211; Gazeta do Povo &nbsp;<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Confira a coluna de Celso Nascimento no Jornal Gazeta do Povo. No texto, o jornalista faz aprontamentos sobre os empr\u00e9stimos solicitados pelo governo do Paran\u00e1 ao Governo Federal.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":20410,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[3020,600,1046,74],"class_list":["post-14701","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias-zeca-dirceu","tag-emprestimos","tag-federal","tag-gleisi","tag-governo"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/14701","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=14701"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/14701\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/media\/20410"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=14701"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=14701"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=14701"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}