{"id":14573,"date":"2013-10-29T00:00:00","date_gmt":"2013-10-29T02:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.zecadirceu.com.br\/educacao-de-francisco-alves-e-contemplada-com-recursos-federais-2\/"},"modified":"2024-12-10T18:00:55","modified_gmt":"2024-12-10T21:00:55","slug":"educacao-de-francisco-alves-e-contemplada-com-recursos-federais-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/educacao-de-francisco-alves-e-contemplada-com-recursos-federais-2\/","title":{"rendered":"Estudo aponta que h\u00e1 mais brasileiros no topo da pir\u00e2mide de renda do que na base"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align:justify\">RIO &#8211; Pela primeira vez em 20 anos, o n&uacute;mero de brasileiros na classe de renda mais alta do pa&iacute;s est&aacute; maior do que o da mais pobre. Estudo do Instituto de Estudos do Trabalho e Sociedade (Iets) mostra que o ano passado terminou com 10,3 milh&otilde;es pessoas ou 5,2% da popula&ccedil;&atilde;o na classe alta-alta, que inclui as fam&iacute;lias com renda per capita mensal acima de R$ 2.555,50, conforme informou o colunista Ancelmo Gois no GLOBO de domingo. Na classe baixa-baixa, que abriga pessoas com renda de at&eacute; R$ 83,20 por m&ecirc;s, havia 7,97 milh&otilde;es, ou 4% da popula&ccedil;&atilde;o total do pa&iacute;s. Em 2011, essas classes tinham praticamente o mesmo tamanho: 4,7% dos brasileiros estavam no topo dessa pir&acirc;mide e 4,8%, na base. Quando se olha as &uacute;ltimas d&eacute;cadas, o avan&ccedil;o foi enorme: em 1992, apenas 2,1% da popula&ccedil;&atilde;o estavam no grupo de renda mais alta e 15,5% entre aqueles com menores ganhos.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&#8211; &Eacute; uma tend&ecirc;ncia, um pouco resultado das pol&iacute;ticas que est&atilde;o fazendo com que a pobreza v&aacute; desaparecendo do pa&iacute;s. No grupo da pobreza extrema, o Bolsa Fam&iacute;lia foi fundamental. Por&eacute;m, o que mais contribuiu para a migra&ccedil;&atilde;o das pessoas da renda baixa-baixa para baixa-m&eacute;dia ou baixa-alta foi a melhora do mercado de trabalho &#8211; diz o economista Manuel Thedim, que elaborou o estudo com base nos n&uacute;meros da Pesquisa Nacional por Amostra de Domic&iacute;lios (Pnad) do IBGE e usou os crit&eacute;rios de classe e renda adotados pela Secretaria Assuntos Estrat&eacute;gicos (SAE) da Presid&ecirc;ncia da Rep&uacute;blica. A SAE divide a popula&ccedil;&atilde;o em oito classes.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Ricos ganham 175 vezes mais<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">O pesquisador ressaltou a import&acirc;ncia da valoriza&ccedil;&atilde;o do sal&aacute;rio m&iacute;nimo e tamb&eacute;m a estabilidade econ&ocirc;mica, que garantiu melhoras para os trabalhadores de menor renda e tamb&eacute;m para aqueles com maior qualifica&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&#8211; O mercado de trabalho ajudou muita gente a migrar para a classe de renda mais alta.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">A m&aacute; not&iacute;cia &eacute; que a desigualdade do pa&iacute;s continua muito grande: a renda total (sal&aacute;rios, alugu&eacute;is, benef&iacute;cios sociais) recebida pelo grupo dos mais ricos &eacute; 175 vezes maior do que a dos mais pobres. Em outras palavras, apesar de ser apenas 1,2 ponto percentual maior em termos num&eacute;ricos, a classe alta det&eacute;m 30,2% da renda gerada no pa&iacute;s, contra apenas 0,2% que fica com grupo dos mais pobres.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&#8211; A distribui&ccedil;&atilde;o de renda no Brasil melhorou bastante, &eacute; um sucesso, por&eacute;m ainda h&aacute; uma dist&acirc;ncia muito grande que a gente tem que superar. Corremos uma parte da maratona, mas falta muito &#8211; diz Thedim.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Apesar de lenta, a melhora na distribui&ccedil;&atilde;o de renda tamb&eacute;m aparece nos n&uacute;meros. De um ano para o outro, o grupo dos mais ricos ficou 8,3% maior e sua fatia na renda total cresceu um pouco menos: 5,23%. J&aacute; o grupo dos mais pobres encolheu 14% e sua fatia na renda, embora ainda muito pequena, se manteve est&aacute;vel.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Fonte: O Globo<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Grupo de ricos, com 5,2%, supera o de muito pobres pela 1\u00aa vez em 20 anos, segundo Iets. 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