{"id":14539,"date":"2013-10-23T00:00:00","date_gmt":"2013-10-23T02:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.zecadirceu.com.br\/com-apoio-de-zeca-dirceu-mangueirinha-recebe-quase-r-1-milhao-em-recursos-federais\/"},"modified":"2024-12-10T18:01:06","modified_gmt":"2024-12-10T21:01:06","slug":"com-apoio-de-zeca-dirceu-mangueirinha-recebe-quase-r-1-milhao-em-recursos-federais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/com-apoio-de-zeca-dirceu-mangueirinha-recebe-quase-r-1-milhao-em-recursos-federais\/","title":{"rendered":"Os planos federais para a infraestrutura"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align:justify\"><span style=\"font-size:13px\">H&aacute; dois movimentos no governo, em torno da infraestrutura: um, o de correr para apresentar resultados de curto prazo nas concess&otilde;es; o outro, o de preparar o planejamento daqui para frente.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">O pa&iacute;s tem um passivo em infraestrutura estimado em R$ 600 bilh&otilde;es. Investia apenas R$ 15 bi por ano. Para resolver o passado, necessitaria de pelo menos R$ 100 bi por ano nos pr&oacute;ximos seis anos.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&Eacute; em torno dessa meta que se estruturou a EPL (Empresa de Planejamento e Log&iacute;stica), incumbido do desafio de destravar os projetos.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Para alcan&ccedil;ar as metas propostas, a EPL definiu tr&ecirc;s ondas de investimentos. A primeira, come&ccedil;ando as obras em 2014 a 2019, em um volume total de R$ 40 bi por ano. A segunda onda contratada em 2014 mas iniciando em 2014, acrescentando mais R$ 30 bi por ano. A terceira onda, a partir de 2015, com mais R$ 30 bi, perfazendo a meta de R$ 100 bi por ano.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">***<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Com a &nbsp;ajuda da OSCIP MBC (Movimento Brasil Competitivo), juntaram 20 estudos diferentes sobre gargalos log&iacute;sticos, o PNLT (Plano Nacional de Transporte e Log&iacute;stica) do Minist&eacute;rio dos Transportes, o Brasil Competitivo, da CNI (Confedera&ccedil;&atilde;o Nacional da Ind&uacute;stria), o Plano de Log&iacute;stica da CNT (Confedera&ccedil;&atilde;o Nacional do Transporte), o Plano Nacional de Portos da SEP (Secretaria Especial de Portos). Ao todo, mais de 3 mil projetos que foram analisados &nbsp;e selecionados os que faziam mais sentido.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Os projetos perfaziam uma carteira de R$ 600 bi, sendo que metade j&aacute; estava contratado atrav&eacute;s do PAC e do PIL (Plano de Investimento em Log&iacute;stica). Os demais R$ 300 bi ainda n&atilde;o estavam endere&ccedil;ados.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Foram divididos, ent&atilde;o, em prioridade A e o prioridade B, cada qual significando uma onda de R$ 150 bi em investimentos.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">***<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Constatou-se dois problemas centrais emperrando os investimentos. O primeiro, a falta de um projeto b&aacute;sico mais aprofundado. O projeto serve para estimar os investimentos necess&aacute;rios. Em cima deles, &eacute; feita a licita&ccedil;&atilde;o. Depois, os vencedores montam o Projeto Executivo, mais detalhado.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Quando as empresas iniciavam as obras, deparavam-se com problemas de monta, muito acima da margem de 25% de aditamentos previstos pela Lei das Licita&ccedil;&otilde;es.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Depois, esbarravam em problemas enormes de licenciamento, paralisando continuadamente as obras.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">O caminho s&oacute;lido consiste portanto, preparar projetos b&aacute;sicos mais detalhados e negociar com os diversos &oacute;rg&atilde;os de controle a garantia do licenciamento pr&eacute;vio.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">***<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">H&aacute; um conjunto de trabalhos encomendados para construir o modelo. O Instituto de Engenharia de S&atilde;o Paulo foi incumbido de desenvolver a metodologia para projetos b&aacute;sicos consistentes. Em novembro ter&aacute; in&iacute;cio uma ampla pesquisa de origem-destino de cargas, para estimar os fluxos de cargas no pa&iacute;s.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Com os dados, ser&aacute; poss&iacute;vel criar simuladores, para estimar as economias produzidas por cada projeto. E h&aacute; negocia&ccedil;&otilde;es em curso para atrair empresas dos Estados Unidos, Jap&atilde;o e Uni&atilde;o Europeia.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Mas esse escopo s&oacute; ficar&aacute; pronto no pr&oacute;ximo ano e s&oacute; estar&aacute; plenamente operacional a partir de 2015.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">***<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Para aplacar a ansiedade geral, foram lan&ccedil;adas para concess&atilde;o 13 trechos ferrovi&aacute;rios. Desses, pelo menos 9 conseguir&atilde;o ser licitados at&eacute; maior de 2014. Pelo menos quatro concess&otilde;es rodovi&aacute;rias dever&atilde;o ter sucesso.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Fonte: Coluna Econ&ocirc;mica&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Confira a coluna de Luis Nassif sobre os projetos de  infraestrutura no Brasil. O jornalista faz apontamentos sobre execu\u00e7\u00e3o de obras em nosso territ\u00f3rio e planos federais.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":20546,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[600,426,1826],"class_list":["post-14539","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias-zeca-dirceu","tag-federal","tag-infraestrutura","tag-plano"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/14539","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=14539"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/14539\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/media\/20546"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=14539"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=14539"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=14539"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}