{"id":14412,"date":"2013-10-14T00:00:00","date_gmt":"2013-10-14T03:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.zecadirceu.com.br\/banco-mundial-alerta-para-ate-36-milhoes-de-novos-pobres-no-pais-em-2017-petistas-culpam-politic\/"},"modified":"2024-12-10T18:01:48","modified_gmt":"2024-12-10T21:01:48","slug":"banco-mundial-alerta-para-ate-36-milhoes-de-novos-pobres-no-pais-em-2017-petistas-culpam-politic","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/banco-mundial-alerta-para-ate-36-milhoes-de-novos-pobres-no-pais-em-2017-petistas-culpam-politic\/","title":{"rendered":"Tucanoduto: Su\u00ed\u00e7a pega propina de 800 mil euros no caso Alstom"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align:justify\">Recursos foram depositados na conta de um ex-diretor da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos em 1997 e 1998, anos em que S&atilde;o Paulo era governada pelo tucano Mario Covas; de acordo com os promotores su&iacute;&ccedil;os, dinheiro tem origem em esquema de corrup&ccedil;&atilde;o para favorecer a multinacional francesa; de acordo com as den&uacute;ncias, propinoduto inaugurado no governo Covas teria sido mantido nas gest&otilde;es de Jos&eacute; Serra e Geraldo Alckmin; furo de reportagem &eacute; do jornalista Fausto Macedo.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">247 &ndash; Autoridades da Su&iacute;&ccedil;a comprovaram por documentos ao Minist&eacute;rio P&uacute;blico que um ex-diretor da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) recebeu 800 mil euros como propina da Alstom em conta.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Segundo furo de reportagem do jornalista Fausto Macedo, do Estad&atilde;o (leia aqui), o dinheiro foi depositado entre 1997 e 1998 &#8211; durante o primeiro mandato de M&aacute;rio Covas.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Os investigadores su&iacute;&ccedil;os se dizem convencidos de que trata-se de verba do esquema de corrup&ccedil;&atilde;o montado pela multinacional francesa para favorecer cartel em um contrato de reforma de trens da companhia.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">O caso do propinoduto teria sido mantido nas gest&otilde;es tucanas de Jos&eacute; Serra e Geraldo Alckmin, de acordo com den&uacute;ncia da Siemens, multinacional alem&atilde;, que fechou acordo de leni&ecirc;ncia com o Conselho Administrativo de Defesa Econ&ocirc;mica (CADE).<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Acordo Milion&aacute;rio<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Na Su&iacute;&ccedil;a, a Alstom pagou &agrave; Justi&ccedil;a US$ 43,5 milh&otilde;es para suspender o processo no qual era acusada de corrup&ccedil;&atilde;o e lavagem de dinheiro no Brasil. No decorrer do processo, executivos confessaram ter distribu&iacute;do propinas de US$ 6,5 milh&otilde;es a gente da administra&ccedil;&atilde;o estadual de S&atilde;o Paulo, em troca de um contrato de US$ 45 milh&otilde;es para a expans&atilde;o do metro, entre 1998 e 2001.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Nos Estados Unidos, em abril deste ano, um executivo da Alstom foi condenado &agrave; pris&atilde;o por corromper funcion&aacute;rios p&uacute;blicos. Na Z&acirc;mbia, a multi teve de devolver US$ 9,5 milh&otilde;es e ser punida com tr&ecirc;s anos de exclus&atilde;o de licita&ccedil;&otilde;es do Banco Mundial.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">No Brasil? Nenhuma puni&ccedil;&atilde;o at&eacute; agora. Na ocasi&atilde;o do fato narrado, o ex-primeiro-genro David Zilberstjan, darling no governo Fernando Henrique, foi secret&aacute;rio de Energia entre 1995 e 1998, no governo Mario Covas. Sucedeu-o, ainda em 1998, o atual vereador Andrea Matarazzo, bra&ccedil;o direito do ex-governador Jos&eacute; Serra. O secret&aacute;rio de Transportes era Mauro Arce, homem de confian&ccedil;a dos tucanos, que permaneceu no cargo por tr&ecirc;s governos seguidos.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Uma intermedia&ccedil;&atilde;o teria sido feita, segundo acusa&ccedil;&otilde;es formais da Alstom na Su&iacute;&ccedil;a, pelo soci&oacute;logo e empres&aacute;rio Claudio Luiz Petrechen Mendes, ex-secretario-adjunto de Robson Marinho, por sua vez ex-presidente da Assembleia, ex-conselheiro do TCU e atual deputado federal. Fundador do PSDB e covista de carteirinha. O governo da Su&iacute;&ccedil;a declarou que Marinho guardara US$ 3 milh&otilde;es em seus bancos, sob suspeita de ter praticado lavagem de dinheiro.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Quebra de sigilo dos r&eacute;us<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">A justi&ccedil;a de SP eterminou a quebra do sigilo banc&aacute;rio e fiscal de 11 pessoas, incluindo do vereador Andrea Matarazzo, que participou da arrecada&ccedil;&atilde;o do caixa dois da campanha &agrave; reelei&ccedil;&atilde;o do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, em 1998, e ajudou a levantar cerca de US$ 20 milh&otilde;es junto &agrave; Alstom.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">A quebra do sigilo autorizada pela Justi&ccedil;a abrange o per&iacute;odo entre 1997 a 2000. O furo de reportagem &eacute; do jornalista Fausto Macedo, do Estado de S. Paulo. As pessoas atingidas pela decis&atilde;o judicial s&atilde;o: Andrea Matarazzo (atual vereador do PSDB e ex-secret&aacute;rio de energia), Eduardo Jos&eacute; Bernini, Henrique Fingerman, Jean Marie Marcel Jackie Lannelongue, Jean Pierre Charles Antoine Coulardon, Jonio Kahan Foigel, Jos&eacute; Geraldo Villas Boas, Romeu Pinto J&uacute;nior, Sabino Indelicato, Thierry Charles Lopez de Arias e Jorge Fagali Neto, (ex-presidente do Metr&ocirc;).<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Em 6 de agosto deste ano, o 247 publicou a informa&ccedil;&atilde;o de que Matarazzo j&aacute; havia sido indiciado pela Pol&iacute;cia Federal (leia aqui). No dia 13 de agosto, outra reportagem apontou que R$ 3 milh&otilde;es levantados junto &agrave; Alstom foram direcionados para o caixa dois da campanha &agrave; reelei&ccedil;&atilde;o do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso &ndash; o que, &agrave; &eacute;poca, chegou at&eacute; a ser denunciado por Folha e Veja (leia aqui).<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">No entanto, apesar de todos os ind&iacute;cios, Matarazzo e o comando do PSDB em S&atilde;o Paulo vinham sendo poupados. Com a determina&ccedil;&atilde;o de quebra do sigilo banc&aacute;rio e fiscal dos envolvidos, rompe-se o cerco, muito embora ainda exista certa cautela. O G1, por exemplo, noticia a quebra do sigilo de 11 pessoas. O que importa, no entanto, &eacute; a presen&ccedil;a de Andrea Matarazzo no time. L&aacute;, ele n&atilde;o &eacute; apenas um entre onze.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Fonte: Portal 247<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Recursos foram depositados na conta de um ex-diretor da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos em 1997 e 1998, anos em que S\u00e3o Paulo era governada pelo tucano Mario Covas.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":20669,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[1088,2219],"class_list":["post-14412","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias-zeca-dirceu","tag-corrupcao","tag-propina"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/14412","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=14412"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/14412\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/media\/20669"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=14412"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=14412"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=14412"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}