{"id":13755,"date":"2013-08-07T00:00:00","date_gmt":"2013-08-07T03:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.zecadirceu.com.br\/com-53-das-intencoes-de-voto-lula-ganha-em-todos-os-cenarios-no-2o-turno-em-2018\/"},"modified":"2024-12-10T18:05:16","modified_gmt":"2024-12-10T21:05:16","slug":"com-53-das-intencoes-de-voto-lula-ganha-em-todos-os-cenarios-no-2o-turno-em-2018","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/com-53-das-intencoes-de-voto-lula-ganha-em-todos-os-cenarios-no-2o-turno-em-2018\/","title":{"rendered":"Pa\u00eds tem menor taxa de desemprego da hist\u00f3ria, aponta estudo"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align:justify\">O quarto caderno &ldquo;Vozes da Nova Classe M&eacute;dia&rdquo;, foi lan&ccedil;ado na &uacute;ltima segunda-feira (5) em S&atilde;o Paulo, pela Secretaria de Assuntos Estrat&eacute;gicos da Presid&ecirc;ncia da Rep&uacute;blica (SAE). A publica&ccedil;&atilde;o aborda pol&iacute;ticas de cria&ccedil;&atilde;o e estabiliza&ccedil;&atilde;o dos empregos formais no Brasil e mostra que a remunera&ccedil;&atilde;o dos mais vulner&aacute;veis cresceu mais do que a dos menos vulner&aacute;veis no Pa&iacute;s.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">O documento tem uma dupla proposta: abordar o redesenho de pol&iacute;ticas j&aacute; existentes para o mercado de trabalho e examinar as medidas da SAE para beneficiar os grupos socioeconomicamente exclu&iacute;dos.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Dados do estudo mostram que o crescimento &#8211; de 24% em m&eacute;dia &#8211; da renda das fam&iacute;lias brasileiras foi resultado, principalmente, do trabalho. No per&iacute;odo de 2001 a 2011, 16 milh&otilde;es de postos de trabalho foram criados, sendo 13 milh&otilde;es de empregos do tipo assalariado, com carteira de trabalho assinada. A qualifica&ccedil;&atilde;o dos trabalhadores melhorou, e a for&ccedil;a de trabalho foi realocada para segmentos com melhores oportunidades. &nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">A publica&ccedil;&atilde;o traz textos e artigos de Clemente Ganz L&uacute;cio, diretor t&eacute;cnico do DIEESE, Manoel Dias, Ministro do trabalho e emprego, e Vagner Freitas de Moraes, Presidente nacional da CUT. O Instituto de Pesquisa Econ&ocirc;mica Aplicada (IPEA) discute sobre pol&iacute;ticas de emprego voltadas aos grupos socioecon&ocirc;micos exclu&iacute;dos e analisa a rotatividade dos empregos formais. O Instituto Data Popular avalia a import&acirc;ncia da pol&iacute;tica de expans&atilde;o de empregos formais e o aprofundamento das rela&ccedil;&otilde;es de trabalho, especialmente entre os trabalhadores de baixa qualifica&ccedil;&atilde;o ou remunera&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Expans&atilde;o das oportunidades de trabalho Os &uacute;ltimos dez anos presenciaram um marcante crescimento das oportunidades de trabalho no Pa&iacute;s e, como consequ&ecirc;ncia, uma acentuada redu&ccedil;&atilde;o na taxa de desemprego. Ao longo desse per&iacute;odo, o n&uacute;mero de postos de trabalho no pa&iacute;s cresceu em 16 milh&otilde;es. Em 2001, eram 76 milh&otilde;es de postos de trabalho, com evolu&ccedil;&atilde;o para 92 milh&otilde;es em 2011. Na d&eacute;cada, portanto, ocorreu uma expans&atilde;o de 20% nas oportunidades de trabalho.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;A expans&atilde;o na oferta de postos de trabalho trouxe com ela tamb&eacute;m uma mudan&ccedil;a qualitativa na dire&ccedil;&atilde;o do trabalho assalariado, em particular do trabalho assalariado formal. Pela primeira vez, mais da metade dos ocupados no Brasil s&atilde;o trabalhadores assalariados formais e mais de &frac34; dos assalariados no setor privado t&ecirc;m uma carteira de trabalho assinada. De acordo com o estudo, a conex&atilde;o dessas transforma&ccedil;&otilde;es no mundo do trabalho com a ascens&atilde;o da classe m&eacute;dia n&atilde;o poderia ser mais direta, uma vez que mais de 60% dos empregados com carteira no setor privado vivem em fam&iacute;lias dessa classe.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Remunera&ccedil;&atilde;o e qualifica&ccedil;&atilde;o A remunera&ccedil;&atilde;o m&eacute;dia dos trabalhadores brasileiros cresceu 24% ao longo da &uacute;ltima d&eacute;cada (em m&eacute;dia, 2% ao ano). Para os trabalhadores na classe m&eacute;dia, o crescimento foi ainda mais acelerado, sendo mais que 31% no per&iacute;odo (em m&eacute;dia, quase 3% ao ano). &nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">O aumento na remunera&ccedil;&atilde;o dos ocupados resulta da combina&ccedil;&atilde;o de dois fatores: Em primeiro lugar, melhorias na qualifica&ccedil;&atilde;o dos trabalhadores. Em segundo lugar, mudan&ccedil;as na qualidade dos postos de trabalho com realoca&ccedil;&atilde;o da for&ccedil;a de trabalho na dire&ccedil;&atilde;o de segmentos capazes de oferecer melhores oportunidades e o avan&ccedil;o da remunera&ccedil;&atilde;o nos segmentos modernos e tradicionais, como no trabalho por conta pr&oacute;pria e assalariado. &nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Ao longo da &uacute;ltima d&eacute;cada, a for&ccedil;a de trabalho brasileira tornou-se substancialmente mais escolarizada, com crescimento acelerado (27%), passando de 6,7 anos de estudo em 2001 para 8,5 em 2011. &nbsp; No entanto, a falta de atrativos para trabalhadores com baixa qualifica&ccedil;&atilde;o gera um problema: a rotatividade no mercado de trabalho. A movimenta&ccedil;&atilde;o gera preju&iacute;zos ao trabalhador, que tem menos chances de aumento da remunera&ccedil;&atilde;o e ao empregador, que perde em produtividade. Imp&otilde;em-se agora novos desafios: o da cria&ccedil;&atilde;o de empregos mais est&aacute;veis e do aprofundamento das rela&ccedil;&otilde;es de trabalho para a nova classe m&eacute;dia.&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Vozes da Nova Classe M&eacute;dia A s&eacute;rie &ldquo;Vozes da Nova Classe M&eacute;dia&rdquo; traz estudos peri&oacute;dicos que informam sobre a evolu&ccedil;&atilde;o, os valores, o comportamento e as aspira&ccedil;&otilde;es da classe m&eacute;dia brasileira, a fim de subsidiar a formula&ccedil;&atilde;o de pol&iacute;ticas p&uacute;blicas. A &uacute;ltima edi&ccedil;&atilde;o apresentou o avan&ccedil;o do n&uacute;mero de postos de trabalho formais criados entre 2001 e 2011, e abordou a contribui&ccedil;&atilde;o do empreendedorismo para a expans&atilde;o e a sustentabilidade da classe m&eacute;dia. &nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">O quarto Caderno Vozes da Nova Classe M&eacute;dia, desenvolvido pela SAE em parceria com a Caixa Econ&ocirc;mica Federal e o Programa das Na&ccedil;&otilde;es Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), conta, ainda, com o apoio do Minist&eacute;rio do Trabalho e Emprego, da Central &Uacute;nica dos Trabalhadores (CUT), do Departamento Intersindical de Estat&iacute;sticas e Estudos Socioecon&ocirc;micos (Dieese), e do Instituto Data Popular.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Fonte: PT Paran&aacute;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Um novo estudo destaca o \u00f3timo momento que o Brasil est\u00e1 vivendo. 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