{"id":13460,"date":"2013-06-27T00:00:00","date_gmt":"2013-06-27T03:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.zecadirceu.com.br\/lula-nao-baixo-minha-cabeca-quem-quiser-me-derrotar-vai-ter-que-lutar-muito\/"},"modified":"2024-12-10T18:07:04","modified_gmt":"2024-12-10T21:07:04","slug":"lula-nao-baixo-minha-cabeca-quem-quiser-me-derrotar-vai-ter-que-lutar-muito","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/lula-nao-baixo-minha-cabeca-quem-quiser-me-derrotar-vai-ter-que-lutar-muito\/","title":{"rendered":"\u201cS\u00f3 com comprometimento pol\u00edtico a fome ser\u00e1 erradicada no mundo\u201d, diz especialista ingl\u00eas"},"content":{"rendered":"<div style=\"text-align: justify;\">\n\tHoje, o planeta produz alimentos suficientes para alimentar toda a sua popula&ccedil;&atilde;o. Entretanto, quase 1 bilh&atilde;o de pessoas passa fome no mundo hoje &ndash; 239 milh&otilde;es delas no continente africano. Essa situa&ccedil;&atilde;o dificilmente ir&aacute; se reverter se n&atilde;o houver maior comprometimento pol&iacute;tico dos governos em combater a inseguran&ccedil;a alimentar e nutricional.<\/p>\n<p>\n\t&Eacute; o que mostra o &Iacute;ndice de Comprometimento com a Fome e a Nutri&ccedil;&atilde;o (Hanci, na sigla em ingl&ecirc;s), que ranqueia o comprometimento pol&iacute;tico de 45 pa&iacute;ses em desenvolvimento &ndash; entre eles, o Brasil &ndash; em combater a fome e a desnutri&ccedil;&atilde;o. &ldquo;O simples crescimento econ&ocirc;mico n&atilde;o reduz a inseguran&ccedil;a alimentar e nutricional. Para atacar o problema, &eacute; preciso vontade pol&iacute;tica e investimentos coordenados em &aacute;reas como agricultura, programas de prote&ccedil;&atilde;o social e legal&rdquo;, afirma Dolf te Lintelo, pesquisador do Institute of Development Studies e coordenador do estudo.<\/p>\n<p>\n\tA necessidade de maior comprometimento pol&iacute;tico para erradicar a fome no continente africano ser&aacute; um dos temas abordados no encontro de alto n&iacute;vel sobre seguran&ccedil;a alimentar que est&aacute; sendo organizado em conjunto pela FAO, Uni&atilde;o Africana e Instituto Lula. O evento acontecer&aacute; nos dias 30\/6 e 1\/7, na sede da Uni&atilde;o Africana em Adis Abeba, Eti&oacute;pia.<\/p>\n<p>\tLeia mais sobre o encontro de alto n&iacute;vel:&nbsp;<a href=\"http:\/\/www.institutolula.org\/uniao-africana-fao-e-instituto-lula-somam-esforcos-para-combater-a-fome-na-africa-2\/\">Uni&atilde;o Africana, FAO e Instituto Lula somam esfor&ccedil;os para combater a fome na &Aacute;frica<\/a><\/p>\n<p>\n\tO Hanci compara e ranqueia a performance dos pa&iacute;ses de acordo com uma gama de 22 indicadores distintos, que v&atilde;o de gastos p&uacute;blicos com sa&uacute;de e agricultura e acesso &agrave; saneamento b&aacute;sico e &aacute;gua encanada &agrave; exist&ecirc;ncia e alcance de pol&iacute;ticas de prote&ccedil;&atilde;o social. O Brasil ficou na quinta coloca&ccedil;&atilde;o, empatado com o Peru.<br \/>\n\tPara saber mais sobre o estudo, os crit&eacute;rios adotados para elaborar o &iacute;ndice e as principais conclus&otilde;es da pesquisa, leia, abaixo, entrevista com Lintelo.<br \/>\n\t&nbsp;<br \/>\n\t<strong>Por que voc&ecirc;s decidiram criar um ranking de comprometimento pol&iacute;tico com a erradica&ccedil;&atilde;o da fome?<\/strong><\/p>\n<p>\tOs n&uacute;meros sobre a fome e m&aacute; nutri&ccedil;&atilde;o e os efeitos que a inseguran&ccedil;a alimentar geram s&atilde;o bastante conhecidos e difundidos. As estat&iacute;sticas nos mostram que, nas &uacute;ltimas d&eacute;cadas, tem havido muito pouco progresso internacional para combater o problema. S&atilde;o quase 1 bilh&atilde;o de pessoas em situa&ccedil;&atilde;o de inseguran&ccedil;a alimentar no mundo e a subnutri&ccedil;&atilde;o contribui com a morte de 2,6 milh&otilde;es de crian&ccedil;as com menos de 5 anos de idades por ano. Isto &eacute; completamente inaceit&aacute;vel.<br \/>\n\tPor&eacute;m, n&atilde;o h&aacute; muitas informa&ccedil;&otilde;es sobre o que os governos est&atilde;o fazendo para lidar com este problema. Sabemos que o poder p&uacute;blico tem um papel central no combate &agrave; fome e &agrave; desnutri&ccedil;&atilde;o e que h&aacute; interven&ccedil;&otilde;es com custos relativamente baixos que podem ser eficazes para combat&ecirc;-las. Por&eacute;m, essas medidas n&atilde;o est&atilde;o sendo introduzidas e colocadas em pr&aacute;tica.<br \/>\n\t<span style=\"font-size: 12px;\">Por isso, decidimos desenvolver o &Iacute;ndice de Comprometimento com a Fome e a Nutri&ccedil;&atilde;o, que mede o comprometimento pol&iacute;tico dos pa&iacute;ses para combater a fome a desnutri&ccedil;&atilde;o e procura deixar mais claro quais a&ccedil;&otilde;es est&atilde;o sendo promovidas pelo poder p&uacute;blico. Ao mostrar o que os governos est&atilde;o fazendo ou deixando de fazer, tornamos poss&iacute;vel que a sociedade civil pressione os seus pol&iacute;ticos a agir. Os governos precisam colocar a fome e a subnutri&ccedil;&atilde;o em suas agendas pol&iacute;ticas.<\/span><br \/>\n\t&nbsp;<br \/>\n\t&nbsp;<br \/>\n\t<strong>Quais os pa&iacute;ses mais bem colocados no ranking?<\/strong><\/p>\n<p>\tOs primeiros colocados do ranking s&atilde;o: 1<sup>o<\/sup>&nbsp;Guatemala; 2<sup>o<\/sup>&nbsp;Mal&aacute;ui; 3<sup>o<\/sup>&nbsp;Madagascar; 4<sup>o<\/sup>&nbsp;Peru e Brasil.<\/p>\n<p>\t<strong>Quais foram os crit&eacute;rios adotados no &iacute;ndice de comprometimento com a fome e nutri&ccedil;&atilde;o?<\/strong><\/p>\n<p>\tH&aacute; tr&ecirc;s aspectos principais levados em conta: 1) pol&iacute;ticas p&uacute;blicas e programas; 2) estrutura legal que d&ecirc; suporte &agrave; popula&ccedil;&atilde;o para que ela alcance o direito &agrave; alimenta&ccedil;&atilde;o; 3) investimentos p&uacute;blicos em &aacute;reas-chave, como agricultura e sa&uacute;de. Consideramos um total de 22 indicadores e comparamos os desempenhos dos pa&iacute;ses em cada um deles.<br \/>\n\t&nbsp;<br \/>\n\t<strong>O Hanci &eacute; composto por dois &iacute;ndices: um do comprometimento com a erradica&ccedil;&atilde;o da fome e o outro com a quest&atilde;o da nutri&ccedil;&atilde;o. Por que dividir o problema em dois?<\/strong><br \/>\n\t&nbsp;<br \/>\n\tExistem diferen&ccedil;as sutis, por&eacute;m importantes, entre o combate &agrave; fome e &agrave; desnutri&ccedil;&atilde;o. E n&atilde;o s&atilde;o apenas quest&otilde;es t&eacute;cnicas, mas tamb&eacute;m pol&iacute;ticas. &nbsp;Combater a fome &eacute; algo politicamente atraente para os Governos, pois chama a aten&ccedil;&atilde;o. Nutri&ccedil;&atilde;o, ou a fome disfar&ccedil;ada, &eacute; algo muito mais dif&iacute;cil de lidar em termos pol&iacute;ticos. Uma descoberta interessante que n&oacute;s tivemos &eacute; que nem sempre os pa&iacute;ses que est&atilde;o sabendo lidar com a fome t&ecirc;m boas pol&iacute;ticas para combater a desnutri&ccedil;&atilde;o e vice-versa.<br \/>\n\t&nbsp;<br \/>\n\t<strong>Por qu&ecirc;?<\/strong><\/p>\n<p>\tA nutri&ccedil;&atilde;o sofre por ter sido, durante muito tempo, uma &aacute;rea estudada apenas por nutricionistas. A discuss&atilde;o sempre foi pautada em termos t&eacute;cnicos. Como j&aacute; &eacute; sabido, a boa nutri&ccedil;&atilde;o &eacute; fundamental para o desenvolvimento de um ser humano. Se uma crian&ccedil;a n&atilde;o recebe nutrientes suficientes em seus dois primeiros anos de vida, seu desenvolvimento estar&aacute; comprometido por toda a vida. Ela ter&aacute; menos habilidades mentais, n&atilde;o ir&aacute; t&atilde;o bem na escola, e ser&aacute;, consequentemente, menos capaz de gerar receitas e de se sustentar ao longo da vida. De uma perspectiva da sa&uacute;de, ela tamb&eacute;m estar&aacute; muito mais vulner&aacute;vel a doen&ccedil;as, exigindo mais investimento p&uacute;blico em tratamento. Na verdade, a nutri&ccedil;&atilde;o &eacute; uma quest&atilde;o muito importante no desenvolvimento de um pa&iacute;s.<br \/>\n\t&nbsp;<br \/>\n\t<strong>Ent&atilde;o lutar contra a fome &eacute; mais midi&aacute;tico?<\/strong><br \/>\n\t&nbsp;<br \/>\n\tSim, definitivamente. Recentemente, houve um grande evento na Inglaterra que tratou da quest&atilde;o da nutri&ccedil;&atilde;o para o crescimento. Se observarmos como a m&iacute;dia abordou o assunto, &eacute; poss&iacute;vel verificar que houve grande &ecirc;nfase na quest&atilde;o da fome. Isso num encontro que tentava, especificamente, olhar al&eacute;m da fome e refor&ccedil;ar as quest&otilde;es sobre nutri&ccedil;&atilde;o. Ent&atilde;o, h&aacute; uma grande tend&ecirc;ncia em simplificar quest&otilde;es complexas em simples palavras.<br \/>\n\t&nbsp;<br \/>\n\t<strong>Em pa&iacute;ses onde ainda h&aacute; muitas pessoas famintas, faz sentido criar pol&iacute;ticas para combater problemas de nutri&ccedil;&atilde;o?<\/strong><\/p>\n<p>\tSim, claro. Principalmente a quest&atilde;o da nutri&ccedil;&atilde;o infantil, particularmente nesta janela cr&iacute;tica dos cem primeiros dias de vida de uma crian&ccedil;a.<br \/>\n\tNossa pesquisa mostra que um pa&iacute;s n&atilde;o precisa ser rico para mostrar altos n&iacute;veis de comprometimento ao agir em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; nutri&ccedil;&atilde;o. O Mal&aacute;ui &eacute; um bom exemplo. O pa&iacute;s tem uma renda per capita de menos de 300 d&oacute;lares ao ano, mas est&aacute; se saindo extremamente bem ao tentar lidar com os problemas de fome e nutri&ccedil;&atilde;o. Ao passo que outros pa&iacute;ses com muito mais possibilidade de recursos, como Angola, n&atilde;o tem tomado medidas similares. O comprometimento dos governos em lidar com a fome e a subnutri&ccedil;&atilde;o &eacute; algo que pode ser positivamente influenciado por recursos, mas apenas ter estes recursos n&atilde;o &eacute; suficiente.<\/p>\n<p>\n\t<strong>Este exemplo do Mal&aacute;ui &eacute; interessante. Voc&ecirc; pode falar um pouco mais sobre como o Mal&aacute;ui est&aacute; combatendo a fome e a desnutri&ccedil;&atilde;o?<\/strong><br \/>\n\t&nbsp;<br \/>\n\tVimos sinais de comprometimento real do governo ao lidar com os problemas da popula&ccedil;&atilde;o. Por exemplo, o subs&iacute;dio para os agricultores do pa&iacute;s terem acesso a fertilizantes. Quando o Governo instaurou esta medida, os doadores de recursos fizeram duras cr&iacute;ticas, alegando que o or&ccedil;amento do governo era muito baixo para apoiar agricultores. Mas o que aconteceu foi um aumento significativo dos alimentos produzidos no pa&iacute;s.<br \/>\n\tAl&eacute;m disso, o governo do Mal&aacute;ui est&aacute; entre os poucos da &Aacute;frica que investem mais de 10% do or&ccedil;amento em agricultura &ndash; um compromisso adotado por 30 na&ccedil;&otilde;es africanas. Eles tamb&eacute;m est&atilde;o tentando garantir que mulheres gr&aacute;vidas tenham acesso a bons servi&ccedil;os de sa&uacute;de durante a gravidez, dando suporte &agrave;quelas que encontram-se subnutridas, o que representa um grave problema n&atilde;o apenas &agrave; m&atilde;e, mas tamb&eacute;m &agrave; crian&ccedil;a.<\/p>\n<p>\n\t<strong>Uma conclus&atilde;o interessante do HANCI &eacute; que nem sempre crescimento econ&ocirc;mico significa compromisso em reduzir a fome a pobreza. Por qu&ecirc;?<\/strong><br \/>\n\t&nbsp;<br \/>\n\tAcho que voltamos &agrave; quest&atilde;o do comprometimento pol&iacute;tico. Alguns dos pa&iacute;ses com altos &iacute;ndices de crescimento s&atilde;o muito dependentes de recursos naturais, como petr&oacute;leo e outros minerais. E o crescimento puro e simples da economia n&atilde;o &eacute; suficiente para fazer algo em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; fome e &agrave; subnutri&ccedil;&atilde;o. Ao passo que pa&iacute;ses com &iacute;ndices de crescimento muito menores s&atilde;o capazes de gerar tal comprometimento com sucesso.<br \/>\n\tMas essa rela&ccedil;&atilde;o &eacute; algo que o Hanci n&atilde;o responde totalmente, &eacute; uma quest&atilde;o que vale ser investigada de maneira mais profunda. O que o &Iacute;ndice realmente mostra &eacute; que o comprometimento pol&iacute;tico n&atilde;o &eacute; igual em muitos pa&iacute;ses da &Aacute;frica. E que o comprometimento com a fome n&atilde;o &eacute; o mesmo que o comprometimento em fazer algo sobre a subnutri&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p>\n\t<strong>O Brasil est&aacute; na quarta posi&ccedil;&atilde;o do &iacute;ndice. &Eacute; um bom resultado, mas estamos atr&aacute;s de pa&iacute;ses com o Mal&aacute;ui, Madagascar e Guatemala. Por qu&ecirc;?<\/strong><br \/>\n\t&nbsp;<br \/>\n\tO Brasil est&aacute; se saindo muito bem no combate &agrave; fome e &agrave; desnutri&ccedil;&atilde;o e o fato de ele estar bem posicionado no &iacute;ndice n&atilde;o surpreende ningu&eacute;m. O pa&iacute;s implantou pol&iacute;ticas sociais bastante avan&ccedil;adas e bem sucedidas h&aacute; anos, que tiraram milhares de pessoas da situa&ccedil;&atilde;o de inseguran&ccedil;a alimentar e da mis&eacute;ria. O Bolsa Fam&iacute;lia &eacute; um programa mundialmente reconhecido.<br \/>\n\tO Brasil tem or&ccedil;amento destinado &agrave; nutri&ccedil;&atilde;o, os produtores tem bom acesso &agrave;s terras e a servi&ccedil;os de extens&atilde;o para a agricultura. Existe uma taxa de registro de rec&eacute;m-nascidos bastante alta, o que significa que eles tem acesso aos servi&ccedil;os de sa&uacute;de p&uacute;blica. Um outro avan&ccedil;o marcante &eacute; que o Brasil &eacute; um dos poucos pa&iacute;ses no mundo a incluir o direito &agrave; alimenta&ccedil;&atilde;o na Constitui&ccedil;&atilde;o e agir par que isso seja cumprido.<br \/>\n\tO que faz com que o Brasil n&atilde;o esteja no topo da lista &eacute; o investimento em agricultura, que &eacute; baixo. E o pa&iacute;s tamb&eacute;m o fato de o pa&iacute;s n&atilde;o ter um compromisso espec&iacute;fico de lidar com a quest&atilde;o da desnutri&ccedil;&atilde;o, uma meta concreta a ser perseguida no longo prazo. Assim como tamb&eacute;m n&atilde;o vem conduzindo pesquisas nacionais para obter estat&iacute;sticas sobre o status da nutri&ccedil;&atilde;o. Ou seja: o Brasil est&aacute; se saindo razoavelmente bem, mas talvez possa se sair melhor no futuro.<\/p>\n<p>\n\tFONTE: Instituto Lula<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>De 45 pa\u00edses avaliados, o Brasil est\u00e1 entre os cinco pa\u00edses mais comprometidos contra a fome e a desnutri\u00e7\u00e3o. Em entrevista, Dolf te Lintelo coordenador do \u00cdndice de Comprometimento com a Fome e a Nutri\u00e7\u00e3o falou sobre o tema.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":21580,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[83,1735,3469,10,1079,511],"class_list":["post-13460","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias-zeca-dirceu","tag-brasil","tag-combate","tag-desnutricao","tag-fome","tag-indice","tag-pesquisa"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13460","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=13460"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13460\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/media\/21580"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=13460"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=13460"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=13460"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}