{"id":13416,"date":"2013-06-19T00:00:00","date_gmt":"2013-06-19T03:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.zecadirceu.com.br\/pega-na-mentira\/"},"modified":"2024-12-10T18:07:18","modified_gmt":"2024-12-10T21:07:18","slug":"pega-na-mentira","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/pega-na-mentira\/","title":{"rendered":"Transporte p\u00fablico: governo anuncia medidas e pede apoio dos parlamentares"},"content":{"rendered":"<div style=\"text-align: justify;\">\n\tA ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, solicitou sensibilidade do Congresso na urg&ecirc;ncia da aprova&ccedil;&atilde;o do projeto que desonera o transporte p&uacute;blico de passageiros com o objetivo de reduzir a tarifa. A MP 612 contempla &ocirc;nibus, micro&ocirc;nibus, metr&ocirc;, trem metropolitano, tr&oacute;lebus e VLT. A estimativa &eacute; de queda de at&eacute; 15% no valor da passagem e de ren&uacute;ncia fiscal de cerca de R$ 4 bilh&otilde;es por ano.<br \/>\n\t&nbsp;<br \/>\n\tO relator da mat&eacute;ria na Comiss&atilde;o de Assuntos Econ&ocirc;micos (CAE) do Senado, Lindbergh Farias, leu seu parecer nesta ter&ccedil;a-feira (18), mas houve um pedido de vista. O projeto deve ser votado na pr&oacute;xima semana e, como &eacute; terminativo, se n&atilde;o houver recurso, ir&aacute; direto para a C&acirc;mara, sem passar pelo plen&aacute;rio do Senado.<\/p>\n<p>\tEstamos presenciando manifesta&ccedil;&otilde;es em todo o pa&iacute;s, e o motivo que deu in&iacute;cio a esse movimento foi o aumento no pre&ccedil;o das passagens do transporte coletivo. O governo est&aacute; ouvindo a voz das ruas e n&oacute;s, parlamentares, precisamos apoiar e contribuir com as medidas tomadas.<\/p>\n<p>\tPara a concess&atilde;o das desonera&ccedil;&otilde;es s&atilde;o exigidas contrapartidas tanto das empresas quanto dos governos estaduais e das prefeituras. Os governadores e prefeitos t&ecirc;m que desonerar o transporte coletivo do ICMS e do ISS.<\/p>\n<p>\tPela proposta, por parte do governo federal haver&aacute; isen&ccedil;&atilde;o das contribui&ccedil;&otilde;es para PIS, do PASEP, al&eacute;m da Cofins, na aquisi&ccedil;&atilde;o de insumos relativos a opera&ccedil;&atilde;o dos servi&ccedil;os de transporte, como &oacute;leo diesel, energia el&eacute;trica (afeta principalmente metr&ocirc;) e bens de capital (ve&iacute;culos, chassis, carrocerias e pneus). O projeto lista ainda uma s&eacute;rie de desonera&ccedil;&otilde;es que j&aacute; foram concedidas pelo governo federal, como isen&ccedil;&atilde;o de PIS\/PASEP e da Cofins incidentes sobre as tarifas do servi&ccedil;o de transporte p&uacute;blico; da CIDE na aquisi&ccedil;&atilde;o de combust&iacute;vel; e desconto na contribui&ccedil;&atilde;o patronal &agrave; seguridade social.<\/p>\n<p>\tSegundo a ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, o Executivo federal abriu m&atilde;o, em m&eacute;dia, de 7,23% dos valores que comp&otilde;em os pre&ccedil;os das passagens. De acordo com a ministra, a ren&uacute;ncia representa R$ 0,20 em cada bilhete.<\/p>\n<p>\tA medida foi feita de duas formas. A primeira foi a desonera&ccedil;&atilde;o de PIS\/Cofins para os servi&ccedil;os de transporte coletivo rodovi&aacute;rio, metrovi&aacute;rio e ferrovi&aacute;rio enviada por meio de medida provis&oacute;ria ao Congresso Nacional em 31 de maio. A segunda foi a desonera&ccedil;&atilde;o da folha de pagamento, que passou a vigorar em janeiro para o transporte rodovi&aacute;rio.<\/p>\n<p>\tO prefeito de S&atilde;o Paulo, Fernando Haddad, e prefeitos de outras seis capitais recuaram do aumento e se mostraram favor&aacute;veis a examinar os lucros dos empres&aacute;rios das concession&aacute;rias de &ocirc;nibus para &ldquo;cortar gordura&rdquo;.<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O motivo que deu in\u00edcio a esse movimento popular foi o aumento no pre\u00e7o das passagens do transporte coletivo. 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