{"id":13408,"date":"2013-06-19T00:00:00","date_gmt":"2013-06-19T03:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.zecadirceu.com.br\/japura-recebe-r-100-mil-para-saude\/"},"modified":"2024-12-10T18:07:22","modified_gmt":"2024-12-10T21:07:22","slug":"japura-recebe-r-100-mil-para-saude","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/japura-recebe-r-100-mil-para-saude\/","title":{"rendered":"Estamos preparando o pa\u00eds para os pr\u00f3ximos vinte anos, afirma Dilma"},"content":{"rendered":"<div style=\"text-align: justify\">\n\t<em>O ar aparenta um certo cansa&ccedil;o. Mas os olhos brilham e Dilma Rousseff &eacute; capaz de discorrer por duas horas sem perder o pique sobre seu tema preferido: o Brasil. Garante que no segundo semestre o pa&iacute;s testemunhar&aacute; o deslanche das concess&otilde;es e parcerias p&uacute;blico-privadas. Entusiasma-se ao falar da constru&ccedil;&atilde;o naval, da lei dos portos e de como a reserva do campo de Libra impactar&aacute; o pa&iacute;s.<\/p>\n<p>\tCriaram-se lendas de que Dilma irrita-se com cr&iacute;ticas, a ponto de romper com o cr&iacute;tico. N&atilde;o &eacute; o que transpareceu na conversa de duas horas, na quinta-feira no Pal&aacute;cio do Planalto. Mostrou sua vis&atilde;o de pa&iacute;s e informou ter alertado alguns ministros mais suscet&iacute;veis sobre a import&acirc;ncia de se dar aten&ccedil;&atilde;o &agrave;s cr&iacute;ticas fundamentadas. Um dos interlocutores de Dilma garante que a imagem da &ldquo;gerentona&rdquo; n&atilde;o faz justi&ccedil;a a ela. Segundo ele, poucos presidentes na hist&oacute;ria tiveram a vis&atilde;o estrat&eacute;gica de futuro de Dilma. &ldquo;Ela sempre pensa no pa&iacute;s daqui a 10, 15 anos&rdquo;, explica o interlocutor. &ldquo;N&atilde;o se inebria com resultados imediatos&rdquo;.<\/p>\n<p>\tTem pressa. Entende que presidentes passam, o pa&iacute;s fica. E quer deixar o m&aacute;ximo poss&iacute;vel de sementes plantadas. Talvez explique o fato de empurrar conflitos com a barriga, ceder em muitos pontos, n&atilde;o parar sequer para colocar o Minist&eacute;rio em ordem,&nbsp; por n&atilde;o ter tempo a perder para colocar em p&eacute; um trabalho que &ndash; segundo sua mesma expectativa &ndash; s&oacute; come&ccedil;ar&aacute; a frutificar daqui a dez, quinze anos. E &eacute; o que talvez explique a condescend&ecirc;ncia imprudente com seu Minist&eacute;rio.<\/p>\n<p>\tNa hora da opera&ccedil;&atilde;o, esbarra na fragilidade de alguns Ministros e no acomodamento de outros. A&iacute;, &eacute; obrigada a perder parte relevante do tempo corrigindo problemas operacionais. O &aacute;libi &ldquo;Dilma truculenta&rdquo; &eacute; invocada por muitos Ministros para justificar sua pr&oacute;pria mediocridade e apatia.<br \/>\n\tA entrevista revela uma presidente com plena clareza sobre os caminhos estrat&eacute;gicos do pa&iacute;s. Mas, para consolidar sua obra, falta a freada de arruma&ccedil;&atilde;o, uma mudan&ccedil;a mai&uacute;scula no Minist&eacute;rio, uma reestrutura&ccedil;&atilde;o no modo de gerenciar os Ministros &ndash; agrupando n&uacute;cleos de Minist&eacute;rios em torno de algumas figuras-chave, que possam ser a Dilma da Dilma -, uma reformula&ccedil;&atilde;o na articula&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica. E determinar aos seus Ministros que corram riscos, busquem iniciativas, demitindo os que se dizem com medo de cara feia.<\/p>\n<p>\tAo ouvir o nome do jornal GGN, pergunta a rela&ccedil;&atilde;o com o Grupo Gente Nova (GGN), organiza&ccedil;&atilde;o de lideran&ccedil;as jovens crist&atilde;s, que vicejou em Minas nos anos 60. O ber&ccedil;o do GGN foi Belo Horizonte e, atrav&eacute;s das freirinhas do Sion, Dilma e outros jovens faziam trabalho social em bairros pobres, discutiam pol&iacute;tica e o Conc&iacute;lio Vaticano 2 de Jo&atilde;o 23. O GGN transbordou para Po&ccedil;os de Caldas, tamb&eacute;m atrav&eacute;s de freirinhas &#8211; na caso, as dominicanas.<\/p>\n<p>\tDilma recorda desses tempos, compara com o que sua neta encontrar&aacute; pela frente. E d&aacute; o mote para o in&iacute;cio da entrevista.<\/em><\/p>\n<p>\t<strong>O novo pa&iacute;s<\/strong><\/p>\n<p>\tGGN &ndash; Que pa&iacute;s a senhora pretende que nossa gera&ccedil;&atilde;o entregue para a de nossos netos?<\/p>\n<p>\tDilma &#8211;&nbsp; Est&aacute; vindo por a&iacute; uma nova gera&ccedil;&atilde;o totalmente diferente, que encontrar&aacute; um pa&iacute;s totalmente diferente do que nossa gera&ccedil;&atilde;o recebeu. N&oacute;s vamos transformar o Brasil em um pa&iacute;s rico, de classe m&eacute;dia. Pessoalmente acho que essa heran&ccedil;a ficar&aacute; n&atilde;o apenas eliminando a pobreza, mas conseguindo uma educa&ccedil;&atilde;o de alt&iacute;ssima qualidade. S&oacute; a educa&ccedil;&atilde;o permite um ganho permanente, irrevers&iacute;vel. Por isso defendo os royalties para educa&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p>\tGGN &ndash; Qual a pr&oacute;ximo ciclo da economia?<\/p>\n<p>\tDilma &ndash; A etapa do combate &agrave; mis&eacute;ria absoluta est&aacute; prestes a terminar. Hoje em dia, existe o Bolsa Fam&iacute;lia, o Minha Casa Minha Vida, o apoio ao microempreendedor, o Luz Para Todos. Essa foi a primeira grande leva de transforma&ccedil;&otilde;es e s&oacute; tem dez anos. Os frutos ainda nem come&ccedil;aram a aparecer. A segunda grande leva ser&aacute; a busca da competitividade.<\/p>\n<p>\tGGN &ndash; E as frentes da pr&oacute;xima batalha?<\/p>\n<p>\tDilma &ndash; A principal &eacute; a Educa&ccedil;&atilde;o, que serve ao lado social e &agrave; competitividade. H&aacute; um amplo investimento no Prouni (Programa Universidade para Todos), no FIES (Financiamento Estudantil), na amplia&ccedil;&atilde;o das escolas t&eacute;cnicas, de universidades e novos campis. E na interioriza&ccedil;&atilde;o da educa&ccedil;&atilde;o. Levar a educa&ccedil;&atilde;o para o interior muda padr&atilde;o de vida de toda uma regi&atilde;o. Os analistas ainda n&atilde;o se deram conta da extens&atilde;o do trabalho em educa&ccedil;&atilde;o. Financiamos R$ 1,5 bilh&otilde;es para o Senai ampliar a forma&ccedil;&atilde;o de m&atilde;o de obra. A Pronatec (Programa Nacional de Acesso ao Ensino T&eacute;cnico e Emprego) da CNI (Confedera&ccedil;&atilde;o Nacional da Ind&uacute;stria) ir&aacute; formar 8 milh&otilde;es de trabalhadores at&eacute; 2014. O MEC (Minist&eacute;rio da Educa&ccedil;&atilde;o) est&aacute; entrando com recursos para forma&ccedil;&atilde;o de t&eacute;cnico para n&iacute;vel m&eacute;dio. A parte relevante &eacute; o treinamento de m&atilde;o de obra com v&aacute;rios escal&otilde;es, at&eacute; chegar &agrave; Tereza Campello (do Minist&eacute;rio do Desenvolvimento Social). H&aacute; v&aacute;rias turmas de filhos do Bolsa Fam&iacute;lia se formando. J&aacute; chegam a um milh&atilde;o de alunos. Essa mesma parceria do Senai estamos fazendo com o Senar (da Agricultura) e com o Senac (do Com&eacute;rcio). O Senai e o Senar s&atilde;o os parceiros mais ativos. O mais interessante &eacute; a quantidade de mulheres que saem do Bolsa Fam&iacute;lia e se tornam oper&aacute;rias especializadas. Na cerim&ocirc;nia de forma&ccedil;&atilde;o dos alunos do BF, a oradora da turma era uma mo&ccedil;a que se tornou eletricista.<\/p>\n<p>\t<strong>Os marcos regulat&oacute;rios<\/strong><\/p>\n<p>\tGGN &ndash; E a outra frente?<\/p>\n<p>\tDilma &#8211; A segunda frente s&atilde;o os novos marcos regulat&oacute;rios. No per&iacute;odo Lula houve o marco do setor el&eacute;trico. Depois, o pre-sal. Como se sabia onde havia petr&oacute;leo, com risco menor de prospec&ccedil;&atilde;o, mudou-se a explora&ccedil;&atilde;o para o sistema de partilha, para o pa&iacute;s beneficiar-se o m&aacute;ximo poss&iacute;vel da nova riqueza.<\/p>\n<p>\tGGN &ndash; E a Lei dos Portos?<\/p>\n<p>\tDilma &ndash; O marco regulat&oacute;rio dos portos &eacute; fundamental. No lan&ccedil;amento afirmei que seria a segunda abertura dos portos. A primeira, de Dom Jo&atilde;o VI, foi para o com&eacute;rcio com as na&ccedil;&otilde;es amigas. A segunda, agora, &eacute; a abertura para o investimento privado. H&aacute; a necessidade de um padr&atilde;o de efici&ecirc;ncia compat&iacute;vel com a sofistica&ccedil;&atilde;o industrial, agr&iacute;cola e a extra&ccedil;&atilde;o de min&eacute;rios. No caso dos portos, ampliar os terminais de uso privado, deixar quem quiser exportar atrav&eacute;s de container, sem reserva de mercado, e ampliar a capacidade de comunica&ccedil;&atilde;o do pa&iacute;s com o exterior.<br \/>\n\tNa sequencia, o desafio ser&aacute; priorizar a cabotagem (navega&ccedil;&atilde;o da costa). Um de nossos principais atos foi o de desobstruir a infraestrutura. Todo mundo tem o direito de passar. Para n&atilde;o penalizar quem faz a infra, quem quiser passar paga o mesmo que o concession&aacute;ria cobra de si pr&oacute;prio.<br \/>\n\tA expans&atilde;o dos portos abrir&aacute; um novo mundo, permitindo a integra&ccedil;&atilde;o com ferrovias, com o transporte aquavi&aacute;rio. Hoje em dia, temos condi&ccedil;&otilde;es de planejar estrutura ferrovi&aacute;ria, porque os portos s&atilde;o importantes, porque rodovias est&atilde;o sendo duplicadas.&nbsp; Eisenhower, quando assume governo norte-americano, duplicou todas as estradas. Chefiou as For&ccedil;as Aliadas na Segunda Guerra. Planejou atravessar a Fran&ccedil;a para chegar e Berlim em determinado prazo. O planejamento fio em cima da experi&ecirc;ncia antiga com as estradas francesas, estreitas. Quando entrou nas autobans, a chegada em Berlim foi abreviada. A&iacute; ele entendeu a import&acirc;ncia das autoestradas. Levou 15 anos para duplicar as estradas norte-americanas. N&oacute;s duplicamos os principais eixos.<\/p>\n<p>\t<strong>O salto agr&iacute;cola<\/strong><\/p>\n<p>\tGGN &ndash; Resolve-se, com isso, o problema do transporte das safras?<\/p>\n<p>\tDilma &#8211; Ningu&eacute;m notou muito, mas lan&ccedil;amos recentemente uma pol&iacute;tica fundamental, a de armazenagem. Precisamos de 65 milh&otilde;es de toneladas de capacidade instalada de armaz&eacute;ns. No &uacute;ltimo Plano de Safras, foram destinados R$ 136 bilh&otilde;es para a agricultura comercial e R$ 21 bi para a familiar. Foram colocados R$ 5,5 bilh&otilde;es, a 3% ao ano de juros e prazos de 15 anos, para a amplia&ccedil;&atilde;o da rede de armaz&eacute;ns. Ao mesmo tempo, ser&aacute; recriada uma estrutura de assist&ecirc;ncia t&eacute;cnica e extens&atilde;o rural. A Embrapa &eacute; uma institui&ccedil;&atilde;o voltada para a pesquisa. A nova organiza&ccedil;&atilde;o ser&aacute; voltada para a assist&ecirc;ncia t&eacute;cnica, como ag&ecirc;ncia de difus&atilde;o de tecnologia. Ser&aacute; enxuta e seu papel consistir&aacute; em articular consultorias privadas para atuar em duas &aacute;reas priorit&aacute;rias: agricultura de precis&atilde;o e produ&ccedil;&atilde;o de hortifrutigranjeiros em &aacute;reas protegidas (estufas), al&eacute;m de pesquisas em biotecnologia, nas &aacute;reas de DNA, pecu&aacute;ria leiteira.<\/p>\n<p>\t<strong>O campo de Libra<\/strong><\/p>\n<p>\tGGN &ndash; E a licita&ccedil;&atilde;o do campo de Libra?<\/p>\n<p>\tDilma &#8211; Ainda n&atilde;o caiu a ficha geral sobre a pr&oacute;xima licita&ccedil;&atilde;o do pr&eacute;-sal, em 22 de outubro. Ser&aacute; licitado apenas um campo, o de Libra. Dentro da pol&iacute;tica da ANP (Ag&ecirc;ncia Nacional de Petr&oacute;leo), a Petrobras foi contratada para furar um po&ccedil;o. Fez a prospec&ccedil;&atilde;o e constatou, inicialmente, uma capacidade potencial de 5 bilh&otilde;es de barris equivalente de petr&oacute;leo. Depois, pegaram os mapas de s&iacute;smica em 3D e enviaram para an&aacute;lises em Londres. Os &uacute;ltimos dados apontam para uma capacidade de 8 a 12 bilh&otilde;es de bpe. &Eacute; algo em torno de 2\/3 do total das reservas brasileiras descobertas em toda sua hist&oacute;ria. As an&aacute;lises iniciais indicam um pre&ccedil;o bastante competitivo, na faixa de 40 d&oacute;lares o barril. O g&aacute;s de xisto dos Estados Unidos, t&atilde;o falado, n&atilde;o sair&aacute; por menos de 80 d&oacute;lares.<\/p>\n<p>\tGGN &ndash; Recentemente fizemos em Porto Alegre um semin&aacute;rio sobre a ind&uacute;stria naval e houve relatos entusiasmados sobre os avan&ccedil;os no setor.<\/p>\n<p>\tDilma &ndash; Voc&ecirc; n&atilde;o sabe a satisfa&ccedil;&atilde;o que &eacute; quando se percebe que um objetivo foi alcan&ccedil;ado. Lembro-me que em 2003 o presidente Lula me chamou e disse que o Brasil j&aacute; tinha sido um dos maiores produtores de navio nos anos 70. E que queria que voltasse a ser. Fui com a Gra&ccedil;a Foster, titular de uma das secretarias do Minist&eacute;rio, at&eacute; um estaleiro abandonado. Era um areal imenso, a perder de vista, sem nada em cima. As pessoas ca&ccedil;oavam, diziam que seria imposs&iacute;vel o Brasil construir navios, que estava muito acima da nossa capacidade. Ora, construir navios &eacute; a capacidade de transportar chapas e de soldar. Como, imposs&iacute;vel? Hoje, quando volto aos mesmos lugares, vemos guindastes gigantescos, o estado da arte, equipamentos sofisticados. E com o campo de Libra, vai ser um salto ainda maior. Haver&aacute; uma demanda gigantesca por equipamentos, de 14 a 17 plataformas, exigindo acelerar substancialmente a ind&uacute;stria naval.<\/p>\n<p>\tGGN &ndash; Porque concess&otilde;es e investimentos demoram tanto a deslanchar?<\/p>\n<p>\tDilma &#8211; O pa&iacute;s paga um pre&ccedil;o de 20 anos com austeridade fiscal e baixa proje&ccedil;&atilde;o econ&ocirc;mica e de investimento. Ningu&eacute;m passa imune por isso.<br \/>\n\tAs consequ&ecirc;ncias foram a hipertrofia das estruturas de fiscaliza&ccedil;&atilde;o em detrimento da execu&ccedil;&atilde;o. O funcionalismo fiscal tornou-se importante; o de execu&ccedil;&atilde;o perdeu status e incentivo. Esse fen&ocirc;meno espalhou-se pelo setor privado, com os engenheiros de produ&ccedil;&atilde;o cedendo lugar aos engenheiros voltados para a &aacute;rea financeira e de gest&atilde;o. Desapareceram as grandes empresas de consultoria de engenharia. O planejamento de longo prazo retornou ao pa&iacute;s em 2007, com o primeiro PAC (Plano de Acelera&ccedil;&atilde;o do Crescimento). Ningu&eacute;m mais fazia projetos, nem a Uni&atilde;o, nem os estados nem a iniciativa privada estavam preparados para enfrentar o desafio. De l&aacute; para c&aacute; houve expressiva mudan&ccedil;a qualitativa. Hoje em dia Uni&atilde;o, estados e iniciativa privada est&atilde;o mais aparelhados, as empresas de projetos s&atilde;o bem melhores, com impacto no ritmo das obras. Houve modifica&ccedil;&otilde;es nos sistemas de contrata&ccedil;&atilde;o, reduzindo o tempo, melhoria na capacidade de planejar.<\/p>\n<p>\tGGN &ndash; Quando as concess&otilde;es deslanchar&atilde;o?<\/p>\n<p>\tDilma &#8211; Na segunda metade do ano, haver&aacute; um festival de licita&ccedil;&otilde;es. Ser&atilde;o licitados 7.500 km de rodovias, aeroportos, ferrovias, o po&ccedil;o de Libra, g&aacute;s em terra, armaz&eacute;ns, linhas de transmiss&atilde;o e gera&ccedil;&atilde;o e o TAV (Trem de Alta Velocidade). Os empres&aacute;rios internacionais j&aacute; acordaram para isso.<\/p>\n<p>\tFonte\/ Foto: Portal GGN<br \/>\n\t&nbsp;<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em entrevista exclusiva ao Portal GGN, a presidenta Dilma afirma que a etapa do combate \u00e0 mis\u00e9ria absoluta est\u00e1 prestes a terminar. &#8220;A segunda grande leva ser\u00e1 a busca da competitividade&#8221;, disse.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":21632,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[3502,310,801,1735,3501,601,118,3500,1900,3503,1670,3504],"class_list":["post-13408","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias-zeca-dirceu","tag-3502","tag-agricola","tag-anos","tag-combate","tag-competitividade","tag-dilma","tag-entrevista","tag-ggn","tag-miseria","tag-ppas","tag-presidenta","tag-salto"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13408","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=13408"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13408\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/media\/21632"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=13408"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=13408"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=13408"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}