{"id":12886,"date":"2013-04-11T00:00:00","date_gmt":"2013-04-11T03:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.zecadirceu.com.br\/proposta-do-governo-desvaloriza-trabalho-dos-agentes-comunitarios-de-saude\/"},"modified":"2024-12-10T18:10:12","modified_gmt":"2024-12-10T21:10:12","slug":"proposta-do-governo-desvaloriza-trabalho-dos-agentes-comunitarios-de-saude","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/proposta-do-governo-desvaloriza-trabalho-dos-agentes-comunitarios-de-saude\/","title":{"rendered":"Retrato do Brasil: \u201cA constru\u00e7\u00e3o do mensal\u00e3o\u201d"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify\">\n\tRecomendo a todos a leitura da edi&ccedil;&atilde;o especial de 24 p&aacute;ginas da revista Retrato do Brasil que chegou &agrave;s bancas nesta semana. A manchete diz tudo: &ldquo;A constru&ccedil;&atilde;o do mensal&atilde;o&rdquo;. No subt&iacute;tulo: &ldquo;Como o Supremo Tribunal Federal, sob o comando do ministro Joaquim Barbosa, deu vida &agrave; inven&ccedil;&atilde;o de Roberto Jefferson&rdquo;. A publica&ccedil;&atilde;o &eacute; do respeitado jornalista Raimundo Pereira.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tColoco aqui um resumo do que a revista, em um minucioso e longo trabalho de reportagem, publica. As reportagens derrubam, entre outras coisas, a tese de que houve desvio de dinheiro p&uacute;blico no apontado esquema.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tLogo na introdu&ccedil;&atilde;o, a Retrato diz que &ldquo;o problema dos ju&iacute;zes foi que eles n&atilde;o se preocuparam em primeiramente provar a exist&ecirc;ncia do crimes para depois procurar as liga&ccedil;&otilde;es dos culpados com o crime j&aacute; ent&atilde;o devidamente caracterizado. &Eacute; por essa raz&atilde;o que, a nosso ver, se fez um tipo de justi&ccedil;a que faz lembrar os tempos medievais&rdquo;, numa refer&ecirc;ncia &agrave; ca&ccedil;a &agrave;s &ldquo;bruxas&rdquo;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tA revista lembra que, segundo Roberto Jefferson, o mensal&atilde;o foi um esquema de compra de deputados. &ldquo;A Procuradoria Geral da Rep&uacute;blica e a maioria do STF, apoiadas numa verdadeira campanha de persegui&ccedil;&atilde;o contra os chamados mensaleiros, movida praticamente por todos os maiores jornais e redes de televis&atilde;o do Pa&iacute;s, no fundo consagrou a tese de Jefferson e, com base em ind&iacute;cios &ndash; fraqu&iacute;ssimos como mostraremos &ndash; de que os empr&eacute;stimos n&atilde;o existiam, disse que o dinheiro veio de recursos desviados do Banco do Brasil e da C&acirc;mara dos Deputados por um esquema cujo comando estava na pr&oacute;pria Casa Civil da Presid&ecirc;ncia da Rep&uacute;blica&rdquo;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tLogo, esses desvios s&atilde;o as vigas mestras da tese do mensal&atilde;o, acrescenta o texto. Mas esses desvios n&atilde;o existiram, como mostra a Retrato.<\/p>\n<p>\t&nbsp;<strong>A tese do desvio no BB<\/strong><br \/>\n\t&nbsp;<br \/>\n\tA revista aborda detalhadamente a den&uacute;ncia de que o BB teria sido usado para abastecer o &ldquo;valerioduto&rdquo;. A DNA, ag&ecirc;ncia de publicidade de Val&eacute;rio, tinha contrato com o Banco do Brasil.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tEssa hist&oacute;ria foi levada adiante mesmo sendo totalmente infundada, frisa a publica&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&ldquo;No pr&oacute;prio BB surgiu uma investiga&ccedil;&atilde;o que iria fornecer ind&iacute;cios de que os trabalhos da DNA para o BB, feitos por meio do Fundo de Incentivos Visanet (FIV), na gest&atilde;o de Pizzolato, no valor total de R$ 73,8 milh&otilde;es, poderiam n&atilde;o ter sido realizados&rdquo;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tO FIV &eacute; uma cria&ccedil;&atilde;o da Visanet para promover os cart&otilde;es Visa por meio da publicidade. Faz parte da associa&ccedil;&atilde;o com mais de 20 bancos no Brasil, sendo o principal o Bradesco e o segundo o Banco do Brasil.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;&ldquo;Essa investiga&ccedil;&atilde;o, feita por 20 t&eacute;cnicos do BB ao longo de quatro meses, foi uma extensa auditoria sobre a forma de opera&ccedil;&atilde;o do FIV. Seus resultados s&oacute; foram divulgados formalmente em novembro de 2005, mas parte deles foi vazada para a imprensa muitas vezes antes, para alimentar o esc&acirc;ndalo.&rdquo; Foi a&iacute; que se criou a vers&atilde;o do desvio.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tA Retrato conta que a auditoria feita no BB foi depois completada nos anos seguintes a pedido do STF, da Procuradoria Geral e dos advogados dos r&eacute;us. Ela est&aacute; em 108 apensos da AP 470. A revista tem todos eles <a href=\"http:\/\/www.oretratodobrasil.com.br\/\">em seu site <\/a>. S&atilde;o mais de 20 mil p&aacute;ginas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>Auditoria<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tUm dos crit&eacute;rios b&aacute;sicos da auditoria foi tentar verificar se a execu&ccedil;&atilde;o dos servi&ccedil;os do FIV pela empresa DNA, a mando do BB, estava de acordo com as normas de opera&ccedil;&atilde;o do banco para a veicula&ccedil;&atilde;o da publicidade que era paga diretamente pelo seu or&ccedil;amento.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tMas os auditores tinham todas as informa&ccedil;&otilde;es &agrave; m&atilde;o para saber que esse n&atilde;o era o procedimento do BB para autorizar esse tipo de gasto. As autoriza&ccedil;&otilde;es de gastos eram emitidas por um funcion&aacute;rio especialmente designado pelo BB junto &agrave; Visanet. Essa pessoa n&atilde;o era Henrique Pizzolato, que dirigia o marketing do BB na &eacute;poca da den&uacute;ncia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tAl&eacute;m disso, por decis&atilde;o tomada no governo FHC, n&atilde;o havia um contrato formal entre BB e Visanet para a opera&ccedil;&atilde;o desses recursos. N&atilde;o havia tamb&eacute;m um contrato formal entre a Visanet e a DNA para essas opera&ccedil;&otilde;es.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tIsso porque uma das estrat&eacute;gias da Visanet &eacute; colocar bancos rivais entre si a servi&ccedil;o da venda de seus cart&otilde;es, para estimular a emiss&atilde;o de cart&otilde;es. Cada banco desenvolvia suas estrat&eacute;gias para vender mais cart&otilde;es. Isso inclu&iacute;a uma rela&ccedil;&atilde;o de publicidade mais frouxa entre Visanet, bancos e ag&ecirc;ncias. E funcionou: o BB se tornou l&iacute;der no faturamento de cart&otilde;es de cr&eacute;dito entre os bancos associados &agrave; Visanet.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tOs auditores tamb&eacute;m procuraram documentos onde esses documentos n&atilde;o estavam. Notas fiscais, faturas e recibos da DNA e de fornecedores que teriam feito para ela as a&ccedil;&otilde;es de incentivo autorizadas pelo BB foram buscadas no pr&oacute;prio Banco do Brasil, onde elas n&atilde;o estavam. Logo, os auditores encontram &ldquo;fragilidades&rdquo; entre 2001 e 2004, com falta total ou parcial de documentos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tMas ao procurarem os mesmo documentos na Visanet, eles os encontraram, atestando a regularidade. Por&eacute;m isso mal foi divulgado no notici&aacute;rio.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tOu seja, as &ldquo;fragilidades&rdquo; foram transformadas em desvio p&uacute;blico na vers&atilde;o predominantemente divulgada.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>As provas do trabalho prestado<\/strong><\/p>\n<p>\tA revista diz que o argumento dos ministros para condenar com base em ind&iacute;cios, e n&atilde;o provas, era a grande dificuldade de obter as provas materiais do delito porque se tratava de gente muito poderosa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&ldquo;No caso, o argumento n&atilde;o tinha qualquer fundamento. Henrique Pizzolato, o acusado de ter desviado dinheiro do BB, se demitiu imediatamente ap&oacute;s ser acusado. Os projetos para uso dos recursos do FIV, de onde os 73,8 milh&otilde;es de reais teriam sumido, eram todos, se realizados, de enorme exposi&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica. Se n&atilde;o realizados, era praticamente imposs&iacute;vel inventar que eles tinham existido e desviar o dinheiro de sua suposta realiza&ccedil;&atilde;o. Nos autos do processo, est&atilde;o 99 notas numeradas do BB que correspondem aos 73,8 milh&otilde;es de reais gastos com as promo&ccedil;&otilde;es para a venda dos cart&otilde;es de bandeira Visa do Banco do Brasil usando os recursos colocados &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o do banco pelo FIV. Milhares, dezenas de milhares, milh&otilde;es de pessoas viram essas promo&ccedil;&otilde;es&rdquo;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tA Retrato do Brasil cita algumas dessas promo&ccedil;&otilde;es. Entre elas, est&atilde;o os 26,3 milh&otilde;es de reais em m&iacute;dia de aeroportos, shoppings e exterior urbano. S&atilde;o an&uacute;ncios em TVs, pain&eacute;is, corredores de aeroportos, rel&oacute;gios de hora etc. Todos an&uacute;ncios de ampla visibilidade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tO&nbsp; mesmo pode ser dito dos 19,9 milh&otilde;es de reais em marketing cultural, incluindo patroc&iacute;nios de eventos, festas, shows etc, todos comprovadamente realizados. Ou os R$ 18,8 milh&otilde;es em marketing de venda dos cart&otilde;es via televis&atilde;o, jornais e revistas, incluindo propagandas da Ourocard na Rede Globo de Televis&atilde;o. Al&eacute;m de 4,3 milh&otilde;es de reais em campanhas de marketing esportivo, no qual est&aacute; o patroc&iacute;nio de atletas como as campe&atilde;s mundiais de vo&ocirc;lei de praia Shelda e Adriana, que exibiam para todo o pa&iacute;s, nas transmiss&otilde;es de TV, as marcas Visa e BB. Imposs&iacute;vel negar tal exposi&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tA revista ainda d&aacute; muitos outros exemplos. E pergunta: &ldquo;Se o dinheiro das promo&ccedil;&otilde;es Visanet&nbsp; do BB tivesse sido desviado, qual seria um lugar prov&aacute;vel no qual eles teriam ido parar? Na Rede Globo de Televis&atilde;o, &eacute; claro&rdquo;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tA Retrato mostra tr&ecirc;s dos in&uacute;meros recibos localizados pela reportagem nos autos da AP 470, &ldquo;que provam que a Rede Globo de Televis&atilde;o foi uma das grandes beneficiadas com as a&ccedil;&otilde;es de promo&ccedil;&atilde;o do cart&otilde;es da bandeira Visa do Banco, realizadas com os recursos dos Fundo de Incentivos Visanet, que o STF concluiu terem sido desviados. Os recibos mostram tr&ecirc;s dep&oacute;sitos da empresa DNA, de Marcos Val&eacute;rio, uma de 113,6 mil reais, outro de 277 mil e outro de 1,04 milh&atilde;o de reais, em n&uacute;meros arredondados, realizados no ano de 2004, nas contas da Globo. A conclus&atilde;o s&oacute; n&atilde;o est&aacute; certa porque o STF errou. O desvio de dinheiro do BB n&atilde;o existiu.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>Mais provas<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tE mais: a Visanet &ndash; que repassou os R$ 73,8 milh&otilde;es para os gastos realizados pela DNA para o BB vender os cart&otilde;es de marca Visa &ndash; elaborou para a Receita Federal um documento no qual diz ter todos os comprovantes da realiza&ccedil;&atilde;o dessas atividades.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&ldquo;Al&eacute;m disso, se tivessem realizado o julgamento de acordo com os princ&iacute;pios b&aacute;sicos&nbsp; do direito penal, os quais exigem, primeiro, a prova de que o crime existiu, os ju&iacute;zes teriam toda a facilidade para ver que o dinheiro do fundo Visanet tinha sido gasto efetivamente em publicidade &ndash; e que, portanto, n&atilde;o existia o desvio, n&atilde;o existia a viga mestre da tese do mensal&atilde;o.&rdquo;<\/p>\n<p>\t&ldquo;E &eacute; revelador tamb&eacute;m constatar que a grande m&iacute;dia n&atilde;o teve o interesse de ver, por exemplo, o grande faturamento publicit&aacute;rio de empresas como a TV Globo com essas promo&ccedil;&otilde;es.&rdquo;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>Tese do desvio da C&acirc;mara<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tA revista tamb&eacute;m conta como foi constru&iacute;da a tese de desvio na C&acirc;mara dos Deputados. O ex-presidente da Casa Jo&atilde;o Paulo Cunha foi acusado de receber propina da SMP&amp;B em troca de benef&iacute;cios &agrave; ag&ecirc;ncia de publicidade, que venceu uma licita&ccedil;&atilde;o para prestar servi&ccedil;os &agrave; C&acirc;mara.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tEm 2005, ap&oacute;s a den&uacute;ncia, a C&acirc;mara encomendou ao Tribunal de Contas da Uni&atilde;o (TCU) uma auditoria nas condi&ccedil;&otilde;es de licita&ccedil;&atilde;o e na execu&ccedil;&atilde;o do contrato com a SMP&amp;B. O ent&atilde;o presidente da Casa, Severino Cavalcanti, pediu a auditoria ao TCU e uma outra a um auxiliar, Alexis Souza, indicado para chefiar a Secretaria de Controle Interno (Secin) da C&acirc;mara. Souza nunca chegou a tomar posse oficialmente do cargo, mas fez um primeiro relat&oacute;rio em dois meses de investiga&ccedil;&atilde;o e um segundo um m&ecirc;s depois.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&Eacute; nesses documentos, feitos solitariamente por Alexis, que trazem a vers&atilde;o de que a SMP&amp;B n&atilde;o fez quase nada do estipulado e terceirizou 99,9% dos trabalhos. Isso serviu de base para dizer que a ag&ecirc;ncia de Val&eacute;rio recebeu o dinheiro e o desviaram. As conclus&otilde;es foram repassadas &agrave; equipe de inspe&ccedil;&atilde;o da Terceira Secretaria de Controle Externo do TCU, que replicou a mesma tese.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tNo entanto, as investiga&ccedil;&otilde;es na C&acirc;mara e no TCU continuaram por quatro anos. Esses &oacute;rg&atilde;os, em decis&atilde;o colegiada, absolveram completamente Jo&atilde;o Paulo Cunha. Mesmo assim, o ministro Joaquim Barbosa se valeu dos documentos produzidos por Alexis e pela Terceira Secretaria como se fossem resultado de decis&otilde;es plen&aacute;rias da C&acirc;mara e do TCU.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>Flexibiliza&ccedil;&otilde;es<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tA revista ainda traz diversos outros pontos important&iacute;ssimos para entender como foi feito o julgamento e o que levou &agrave;s condena&ccedil;&otilde;es sem provas, incluindo a flexibiliza&ccedil;&atilde;o de direitos e garantias. Ainda vou tratar do resumo dessa parte aqui no blog, mas refor&ccedil;o a recomenda&ccedil;&atilde;o para que todos leiam a revista na &iacute;ntegra. Ela j&aacute; est&aacute; nas bancas.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Vale a pena ler a mat\u00e9ria da revista Retrato do Brasil e saber como o Supremo Tribunal Federal, sob o comando do ministro Joaquim Barbosa, deu vida \u00e0 inven\u00e7\u00e3o de Roberto Jefferson.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":22146,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[83,3808,3810,3260,3809,1991,3807],"class_list":["post-12886","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias-zeca-dirceu","tag-brasil","tag-falsa","tag-infundada","tag-mensalao","tag-retrato","tag-revista","tag-tese"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12886","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=12886"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12886\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/media\/22146"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=12886"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=12886"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=12886"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}