{"id":12460,"date":"2013-02-13T00:00:00","date_gmt":"2013-02-13T02:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.zecadirceu.com.br\/porto-rico-r-100-mil-sao-pagos-para-custeios-na-area-da-saude\/"},"modified":"2024-12-10T18:12:17","modified_gmt":"2024-12-10T21:12:17","slug":"porto-rico-r-100-mil-sao-pagos-para-custeios-na-area-da-saude","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/porto-rico-r-100-mil-sao-pagos-para-custeios-na-area-da-saude\/","title":{"rendered":"Estudo destaca redu\u00e7\u00e3o da desigualdade e avan\u00e7os em sa\u00fade e educa\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p class=\"first-child\" style=\"margin: 0px 0px 1em; padding: 0px; color: rgb(41, 41, 41); font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 19.5px; text-align: justify;\">\n\tA partir de dados estat&iacute;sticos, o estudo &quot;Indicadores de Desenvolvimento Brasileiro&quot;&nbsp;demonstra a rela&ccedil;&atilde;o entre as pol&iacute;ticas p&uacute;blicas brasileiras e a acelera&ccedil;&atilde;o do desenvolvimento humano no pa&iacute;s de 2001 a 2011. &ldquo;O pa&iacute;s apresentado por Josu&eacute; de Castro em Geografia da Fome (mostrando que esse era um fen&ocirc;meno cultural, imposs&iacute;vel de ser revertido) hoje &eacute; o pa&iacute;s da fome zero&rdquo;, afirmou o representante residente no Brasil do Programa das Na&ccedil;&otilde;es Unidas para o Desenvolvimento (Pnud\/ONU), Jorge Chediek.<\/p>\n<p>\tO estudo foi realizado pelos minist&eacute;rios do Planejamento, Desenvolvimento Social, Educa&ccedil;&atilde;o e Sa&uacute;de, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&iacute;stica (IBGE) e o Pnud. &ldquo;O Brasil &eacute; refer&ecirc;ncia mundial no combate &agrave; pobreza e &agrave; desigualdade&rdquo;, diz Chediek, no pref&aacute;cio do trabalho. &ldquo;A gera&ccedil;&atilde;o expressiva de empregos e o aumento dos sal&aacute;rios impactam na economia cada vez mais inclusiva e na ascens&atilde;o social dos mais pobres&rdquo;.<\/p>\n<p style=\"margin: 0px 0px 1em; padding: 0px; color: rgb(41, 41, 41); font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 19.5px; text-align: justify;\">\n\t<br \/>\n\tAl&eacute;m de destacar a agenda de universaliza&ccedil;&atilde;o de direitos sociais e a inclus&atilde;o de segmentos populacionais historicamente exclu&iacute;dos, o estudo avalia que foram importantes as decis&otilde;es de pol&iacute;tica econ&ocirc;mica no sentido de fortalecer o mercado interno. Essas a&ccedil;&otilde;es foram executadas de forma articulada entre as tr&ecirc;s esferas de governo e com participa&ccedil;&atilde;o social. &ldquo;A realidade n&atilde;o &eacute; mais a mesma. O nosso desafio agora &eacute; dar o passo seguinte, as pol&iacute;ticas complementares, com o mesmo objetivo, mas que exigem novas a&ccedil;&otilde;es&rdquo;, diz a ministra do Planejamento, Miriam Belchior.<\/p>\n<p style=\"margin: 0px 0px 1em; padding: 0px; color: rgb(41, 41, 41); font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 19.5px; text-align: justify;\">\n\t<br \/>\n\tDe acordo com a publica&ccedil;&atilde;o, o crescimento econ&ocirc;mico da &uacute;ltima d&eacute;cada beneficiou de forma mais significativa a popula&ccedil;&atilde;o de renda mais baixa e contribuiu para reverter a hist&oacute;rica desigualdade regional no pa&iacute;s. Entre 2001 e 2011, a renda dos 20% mais pobres aumentou em ritmo sete vezes maior do que a dos mais ricos (5,1% ao ano, em m&eacute;dia, acima da infla&ccedil;&atilde;o, ante 0,7%). A renda m&eacute;dia domiciliar per capita mensal dos 20% mais pobres passou de R$ 102 em 2001 para R$ 167 em 2011.<\/p>\n<p style=\"margin: 0px 0px 1em; padding: 0px; color: rgb(41, 41, 41); font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 19.5px; text-align: justify;\">\n\t<br \/>\n\t<b class=\"first-child last-child\" style=\"margin: 0px; padding: 0px;\">Inclus&atilde;o<\/b>&nbsp;&#8211; A eleva&ccedil;&atilde;o da renda familiar, em especial nas regi&otilde;es mais pobres, levou &agrave; redu&ccedil;&atilde;o da extrema pobreza no Brasil. Entre 2001 e 2011, a popula&ccedil;&atilde;o com renda domiciliar per capita at&eacute; US$ 1,25 por dia recuou de 14% para 4,2%, percentual bem abaixo da meta estipulada pelos Objetivos de Desenvolvimento do Mil&ecirc;nio (12,8%). &ldquo;Al&eacute;m disso, a renda da popula&ccedil;&atilde;o mais pobre foi se aproximando, em termos relativos, da linha internacional de pobreza ao longo do per&iacute;odo: a dist&acirc;ncia entre a renda dos mais pobres e a linha reduziu-se de 6% para 2,3%&rdquo;.<\/p>\n<p style=\"margin: 0px 0px 1em; padding: 0px; color: rgb(41, 41, 41); font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 19.5px; text-align: justify;\">\n\t<br \/>\n\tNa an&aacute;lise das Na&ccedil;&otilde;es Unidas, esses resultados na promo&ccedil;&atilde;o da inclus&atilde;o social se deram na medida em que os recursos or&ccedil;ament&aacute;rios foram dirigidos de forma crescente em pol&iacute;ticas sociais. Essa movimenta&ccedil;&atilde;o foi realizada tanto no fortalecimento da educa&ccedil;&atilde;o, sa&uacute;de, trabalho, assist&ecirc;ncia e seguridade social, como nos programas de transfer&ecirc;ncia de renda, de fomento ao agricultor familiar, e de garantia &agrave; seguran&ccedil;a alimentar.<\/p>\n<p style=\"margin: 0px 0px 1em; padding: 0px; color: rgb(41, 41, 41); font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 19.5px; text-align: justify;\">\n\t<br \/>\n\t&ldquo;Outro fator distintivo do per&iacute;odo recente &eacute; o resgate da atua&ccedil;&atilde;o do estado brasileiro como investidor e como indutor do investimento privado, o que tem permitido a elimina&ccedil;&atilde;o de gargalos ao desenvolvimento econ&ocirc;mico e social&rdquo;. Nesse processo, segundo o estudo, o mercado interno, com consumo e investimento dom&eacute;stico, tornou-se o principal motor do crescimento econ&ocirc;mico, contribuindo para refor&ccedil;ar, ainda mais, a expans&atilde;o da renda.<\/p>\n<p>\tFonte: Blog do Planalto<\/p>\n<p>\tFoto: Internet<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O estudo foi realizado pelos minist\u00e9rios do Planejamento, Desenvolvimento Social, Educa\u00e7\u00e3o e Sa\u00fade, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE) e o Pnud.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":22566,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[1426,4,1684,1030,6],"class_list":["post-12460","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias-zeca-dirceu","tag-desigualdade","tag-educacao","tag-governo-federal","tag-ibge","tag-saude"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12460","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=12460"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12460\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/media\/22566"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=12460"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=12460"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=12460"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}