{"id":11886,"date":"2012-11-15T00:00:00","date_gmt":"2012-11-15T02:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.zecadirceu.com.br\/ministro-do-turismo-sabia-de-esquema-para-psl-lavar-dinheiro-diz-ex-candidata\/"},"modified":"2024-12-10T18:15:00","modified_gmt":"2024-12-10T21:15:00","slug":"ministro-do-turismo-sabia-de-esquema-para-psl-lavar-dinheiro-diz-ex-candidata","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/ministro-do-turismo-sabia-de-esquema-para-psl-lavar-dinheiro-diz-ex-candidata\/","title":{"rendered":"O PT e o julgamento da a\u00e7\u00e3o penal 470"},"content":{"rendered":"<p>O PT, amparado no princ&iacute;pio da liberdade de express&atilde;o, critica e torna p&uacute;blica sua discord&acirc;ncia da decis&atilde;o do Supremo Tribunal Federal que, no julgamento da A&ccedil;&atilde;o Penal 470, condenou e imputou penas desproporcionais a alguns de seus filiados.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\n<strong>1. O STF n&atilde;o garantiu o amplo direito de defesa<\/strong><br \/>\n&nbsp;<br \/>\nO STF negou aos r&eacute;us que n&atilde;o tinham direito ao foro especial a possibilidade de recorrer a inst&acirc;ncias inferiores da Justi&ccedil;a. Suprimiu-lhes, portanto, a plenitude do direito de defesa, que &eacute; um direito fundamental da cidadania internacionalmente consagrado.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nA Constitui&ccedil;&atilde;o estabelece, no artigo 102, que apenas o presidente, o vice-presidente da Rep&uacute;blica, os membros do Congresso Nacional, os pr&oacute;prios ministros do STF e o Procurador Geral da Rep&uacute;blica podem ser processados e julgados exclusivamente pela Suprema Corte. E, tamb&eacute;m, nas infra&ccedil;&otilde;es penais comuns e nos crimes de responsabilidade, os ministros de Estado, os comandantes das tr&ecirc;s Armas, os membros dos Tribunais superiores, do Tribunal de Contas da Uni&atilde;o e os chefes de miss&atilde;o diplom&aacute;tica em car&aacute;ter permanente.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nFoi por esta raz&atilde;o que o ex-ministro Marcio Thomaz Bastos, logo no in&iacute;cio do julgamento, pediu o desmembramento do processo. O que foi negado pelo STF, muito embora tenha decidido em sentido contr&aacute;rio no caso do &ldquo;mensal&atilde;o do PSDB&rdquo; de Minas Gerais.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nOu seja: dois pesos, duas medidas; situa&ccedil;&otilde;es id&ecirc;nticas tratadas desigualmente.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nVale lembrar, finalmente, que em quatro ocasi&otilde;es recentes, o STF votou pelo desmembramento de processos, para que pessoas sem foro privilegiado fossem julgadas pela primeira inst&acirc;ncia &ndash; todas elas posteriores &agrave; decis&atilde;o de julgar a A&ccedil;&atilde;o Penal 470 de uma s&oacute; vez.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nPor isso mesmo, o PT considera leg&iacute;timo e coerente, do ponto de vista legal, que os r&eacute;us agora condenados pelo STF recorram a todos os meios jur&iacute;dicos para se defenderem.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\n<strong>2. O STF deu valor de prova a ind&iacute;cios<\/strong><br \/>\n&nbsp;<br \/>\nParte do STF decidiu pelas condena&ccedil;&otilde;es, mesmo n&atilde;o havendo provas no processo. O julgamento n&atilde;o foi isento, de acordo com os autos e &agrave; luz das provas. Ao contr&aacute;rio, foi influenciado por um discurso paralelo e desenvolveu-se de forma &ldquo;pouco ortodoxa&rdquo; (segundo as palavras de um ministro do STF). Houve flexibiliza&ccedil;&atilde;o do uso de provas, transfer&ecirc;ncia do &ocirc;nus da prova aos r&eacute;us, presun&ccedil;&otilde;es, ila&ccedil;&otilde;es, dedu&ccedil;&otilde;es, infer&ecirc;ncias e a transforma&ccedil;&atilde;o de ind&iacute;cios em provas.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\n&Agrave; falta de elementos objetivos na den&uacute;ncia, deduc&otilde;es, ila&ccedil;&otilde;es e conjecturas preencheram as lacunas probat&oacute;rias &ndash; fato grave sobretudo quando se trata de a&ccedil;&atilde;o penal, que pode condenar pessoas &agrave; priva&ccedil;&atilde;o de liberdade. Como se sabe, ind&iacute;cios apontam simplesmente possibilidades, nunca certezas capazes de fundamentar o livre convencimento motivado do julgador. Ind&iacute;cios nada mais s&atilde;o que sugest&otilde;es, nunca evid&ecirc;ncias ou provas cabais.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nCabe &agrave; acusa&ccedil;&atilde;o apresentar, para se desincumbir de seu &ocirc;nus processual, provas do que alega e, assim, obter a condena&ccedil;&atilde;o de quem quer que seja. No caso em quest&atilde;o, imputou-se aos r&eacute;us a obriga&ccedil;&atilde;o de provar sua inoc&ecirc;ncia ou comprovar &aacute;libis em sua defesa&mdash;papel que competiria ao acusador. A Suprema Corte inverteu, portanto, o &ocirc;nus da prova.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\n<strong>3. O dom&iacute;nio funcional do fato n&atilde;o dispensa provas<\/strong><br \/>\n&nbsp;<br \/>\nO STF deu estatuto legal a uma teoria nascida na Alemanha nazista, em 1939, atualizada em 1963 em plena Guerra Fria e considerada superada por diversos juristas. Segundo esta doutrina, considera-se autor n&atilde;o apenas quem executa um crime, mas quem tem ou poderia ter, devido a sua fun&ccedil;&atilde;o, capacidade de decis&atilde;o sobre sua realiza&ccedil;&atilde;o. Isto &eacute;, a improbabilidade de desconhecimento do crime seria suficiente para a condena&ccedil;&atilde;o.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nAo lan&ccedil;arem m&atilde;o da teoria do dom&iacute;nio funcional do fato, os ministros inferiram que o ex-ministro Jos&eacute; Dirceu, pela posi&ccedil;&atilde;o de influ&ecirc;ncia que ocupava, poderia ser condenado, mesmo sem provarem que participou diretamente dos fatos apontados como crimes. Ou que, tendo conhecimento deles, n&atilde;o agiu (ou omitiu-se) para evitar que se consumassem. Express&atilde;o-s&iacute;ntese da doutrina foi verbalizada pelo presidente do STF, quando indagou n&atilde;o se o r&eacute;u tinha conhecimento dos fatos, mas se o r&eacute;u &ldquo;tinha como n&atilde;o saber&rdquo;&#8230;<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nAo admitir o ato de of&iacute;cio presumido e adotar a teoria do direito do fato como responsabilidade objetiva, o STF cria um precedente perigoso: o de algu&eacute;m ser condenado pelo que &eacute;, e n&atilde;o pelo que teria feito.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nTrata-se de uma interpreta&ccedil;&atilde;o da lei moldada unicamente para atender a conveni&ecirc;ncia de condenar pessoas espec&iacute;ficas e, indiretamente, atingir o partido a que est&atilde;o vinculadas.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\n<strong>4. O risco da inseguran&ccedil;a jur&iacute;dica<\/strong><br \/>\nAs decis&otilde;es do STF, em muitos pontos, prenunciam o fim do garantismo, o rebaixamento do direito de defesa, do avan&ccedil;o da no&ccedil;&atilde;o de presun&ccedil;&atilde;o de culpa em vez de inoc&ecirc;ncia. E, ao inovar que a lavagem de dinheiro independe de crime antecedente, bem como ao concluir que houve compra de votos de parlamentares, o STF instaurou um clima de inseguran&ccedil;a jur&iacute;dica no Pa&iacute;s.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nPairam d&uacute;vidas se o novo paradigma se repetir&aacute; em outros julgamentos, ou, ainda, se os ju&iacute;zes de primeira inst&acirc;ncia e os tribunais seguir&atilde;o a mesma trilha da Suprema Corte.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nDoravante, ju&iacute;zes inescrupulosos, ou vinculados a interesses de qualquer esp&eacute;cie nas comarcas em que atuam poder&atilde;o valer-se de provas indici&aacute;rias ou da teoria do dom&iacute;nio do fato para condenar desafetos ou inimigos pol&iacute;ticos de caciques partid&aacute;rios locais.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nQuanto &agrave; suposta compra de votos, cuja m&aacute;cula comprometeria at&eacute; mesmo emendas constitucionais, como as das reformas tribut&aacute;ria e previdenci&aacute;ria, j&aacute; est&atilde;o em andamento a&ccedil;&otilde;es diretas de inconstitucionalidade, movidas por sindicatos e pessoas f&iacute;sicas, com o intuito de fulminar as ditas mudan&ccedil;as na Carta Magna.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nAo instaurar-se a inseguran&ccedil;a jur&iacute;dica, n&atilde;o perdem apenas os que foram injusti&ccedil;ados no curso da A&ccedil;&atilde;o Penal 470. Perde a sociedade, que fica exposta a casu&iacute;smos e decis&otilde;es de ocasi&atilde;o. Perde, enfim, o pr&oacute;prio Estado Democr&aacute;tico de Direito.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\n<strong>5. O STF fez um julgamento pol&iacute;tico<\/strong><br \/>\n&nbsp;<br \/>\nSob intensa press&atilde;o da m&iacute;dia conservadora&mdash;cujos ve&iacute;culos cumprem um papel de oposi&ccedil;&atilde;o ao governo e propagam a repulsa de uma certa elite ao PT &#8211; ministros do STF confirmaram condena&ccedil;&otilde;es anunciadas, anteciparam votos &agrave; imprensa, pronunciaram-se fora dos autos e, por fim, imiscuiram-se em &aacute;reas reservadas ao Legislativo e ao Executivo, ferindo assim a independ&ecirc;ncia entre os poderes.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\n&Uacute;nico dos poderes da Rep&uacute;blica cujos integrantes independem do voto popular e det&ecirc;m mandato vital&iacute;cio at&eacute; completarem 70 anos, o Supremo Tribunal Federal &#8211; assim como os demais poderes e todos os tribunais daqui e do exterior &#8211; faz pol&iacute;tica. E o fez, claramente, ao julgar a A&ccedil;&atilde;o Penal 470.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nFez pol&iacute;tica ao definir o calend&aacute;rio convenientemente coincidente com as elei&ccedil;&otilde;es. Fez pol&iacute;tica ao recusar o desmembramento da a&ccedil;&atilde;o e ao escolher a teoria do dom&iacute;nio do fato para compensar a escassez de provas.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nContrariamente a sua natureza, de corte constitucional contra-majorit&aacute;ria, o STF, ao deixar-se contaminar pela press&atilde;o de certos meios de comunica&ccedil;&atilde;o e sem distanciar-se do processo pol&iacute;tico eleitoral, n&atilde;o assegurou-se a necess&aacute;ria isen&ccedil;&atilde;o que deveria pautar seus julgamentos.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nNo STF, venceram as posi&ccedil;&otilde;es pol&iacute;ticas ideol&oacute;gicas, muito bem representadas pela m&iacute;dia conservadora neste epis&oacute;dio: a maioria dos ministros transformou delitos eleitorais em delitos de Estado (desvio de dinheiro p&uacute;blico e compra de votos).<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nEmbora realizado nos marcos do Estado Democr&aacute;tico de Direito sob o qual vivemos, o julgamento, nitidamente pol&iacute;tico, desrespeitou garantias constitucionais para retratar processos de corrup&ccedil;&atilde;o &agrave; revelia de provas, condenar os r&eacute;us e tentar criminalizar o PT. Assim orientado, o julgamento convergiu para produzir dois resultados: condenar os r&eacute;us, em v&aacute;rios casos sem que houvesse provas nos autos, mas, principalmente, condenar alguns pela &ldquo;compra de votos&rdquo; para, desta forma, tentar criminalizar o PT.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nDezenas de testemunhas juramentadas acabaram simplesmente desprezadas. In&uacute;meras contraprovas n&atilde;o foram sequer objeto de an&aacute;lise. E in&uacute;meras jurisprud&ecirc;ncias terminaram alteradas para servir aos objetivos da condena&ccedil;&atilde;o.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nAlguns ministros procuraram adequar a realidade &agrave; den&uacute;ncia do Procurador Geral, supostamente por ouvir o chamado clamor da opini&atilde;o p&uacute;blica, muito embora ele s&oacute; se fizesse presente na m&iacute;dia de direita, menos preocupada com a moralidade p&uacute;blica do que em tentar manchar a imagem hist&oacute;rica do governo Lula, como se quisesse mat&aacute;-lo politicamente. O procurador n&atilde;o escondeu seu vi&eacute;s de parcialidade ao afirmar que seria positivo se o julgamento interferisse no resultado das elei&ccedil;&otilde;es.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\n<strong>A luta pela Justi&ccedil;a continua<\/strong><br \/>\n&nbsp;<br \/>\nO PT envidar&aacute; todos os esfor&ccedil;os para que a partidariza&ccedil;&atilde;o do Judici&aacute;rio, evidente no julgamento da A&ccedil;&atilde;o Penal 470, seja contida. Erros e ilegalidades que tenham sido cometidos por filiados do partido no &acirc;mbito de um sistema eleitoral inconsistente &#8211; que o PT luta para transformar atrav&eacute;s do projeto de reforma pol&iacute;tica em tramita&ccedil;&atilde;o no Congresso Nacional &#8211; n&atilde;o justificam que o poder pol&iacute;tico da toga suplante a for&ccedil;a da lei e dos poderes que emanam do povo.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nNa trajet&oacute;ria do PT, que nasceu lutando pela democracia no Brasil, muitos foram os obst&aacute;culos que tivemos de transpor at&eacute; nos convertermos no partido de maior prefer&ecirc;ncia dos brasileiros. No partido que elegeu um oper&aacute;rio duas vezes presidente da Rep&uacute;blica e a primeira mulher como suprema mandat&aacute;ria. Ambos, Lula e Dilma, gozam de ampla aprova&ccedil;&atilde;o em todos os setores da sociedade, pelas profundas transforma&ccedil;&otilde;es que t&ecirc;m promovido, principalmente nas condi&ccedil;&otilde;es de vida dos mais pobres.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nA despeito das campanhas de &oacute;dio e preconceito, Lula e Dilma elevaram o Brasil a um novo est&aacute;gio: 28 milh&otilde;es de pessoas deixaram a mis&eacute;ria extrema e 40 milh&otilde;es ascenderam socialmente.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nAbriram-se novas oportunidades para todos, o Brasil tornou-se a 6a.economia do mundo e &eacute; respeitado internacionalmente, nada mais devendo a ningu&eacute;m.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nTanto quanto fizemos antes do in&iacute;cio do julgamento, o PT reafirma sua convic&ccedil;&atilde;o de que n&atilde;o houve compra de votos no Congresso Nacional, nem tampouco o pagamento de mesada a parlamentares. Reafirmamos, tamb&eacute;m, que n&atilde;o houve, da parte de petistas denunciados, utiliza&ccedil;&atilde;o de recursos p&uacute;blicos, nem apropria&ccedil;&atilde;o privada e pessoal.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nAo mesmo tempo, reiteramos as resolu&ccedil;&otilde;es de nosso Congresso Nacional, acerca de erros pol&iacute;ticos cometidos coletiva ou individualmente.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\n&Eacute; com esta postura equilibrada e serena que o PT n&atilde;o se deixa intimidar pelos que clamam pelo linchamento moral de companheiros injustamente condenados. Nosso partido ter&aacute; for&ccedil;as para vencer mais este desafio. Continuaremos a lutar por uma profunda reforma do sistema pol&iacute;tico &#8211; o que inclui o financiamento p&uacute;blico das campanhas eleitorais &#8211; e pela maior democratiza&ccedil;&atilde;o do Estado, o que envolve constante disputa popular contra arbitrariedades como as perpetradas no julgamento da A&ccedil;&atilde;o Penal 470, em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s quais n&atilde;o pouparemos esfor&ccedil;os para que sejam revistas e corrigidas.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nConclamamos nossa milit&acirc;ncia a mobilizar-se em defesa do PT e de nossas bandeiras; a tornar o partido cada vez mais democr&aacute;tico e vinculado &agrave;s lutas sociais. Um partido cada vez mais comprometido com as transforma&ccedil;&otilde;es em favor da igualdade e da liberdade.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nS&atilde;o Paulo, 14 de novembro de 2012.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nComiss&atilde;o Executiva Nacional do PT.<br \/>\n&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O PT, amparado no princ\u00edpio da liberdade de express\u00e3o, critica e torna p\u00fablica sua discord\u00e2ncia da decis\u00e3o do Supremo Tribunal Federal que, no julgamento da A\u00e7\u00e3o Penal 470, condenou e imputou penas desproporcionais a alguns de seus filiados.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":23113,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[3043,1083,117,181],"class_list":["post-11886","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias-zeca-dirceu","tag-injustica","tag-julgamento","tag-pt","tag-stf"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11886","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=11886"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11886\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/media\/23113"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=11886"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=11886"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=11886"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}